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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 2 de outubro de 2025

Aula Aberta de Aerokick – Outubro Rosa | Ginásio Clube Mirandelense

 No âmbito da campanha Outubro Rosa, dedicada à sensibilização e prevenção do cancro da mama, vai realizar-se uma Aula Aberta de Aerokick Intensytive Mix®, no dia 5 de outubro de 2025, pelas 10h45, no Ginásio Clube Mirandelense.
A iniciativa é aberta a toda a comunidade e procura promover o exercício físico e, simultaneamente, reforçar a importância da consciencialização para esta causa.

Local: Ginásio Clube Mirandelense
Data: 5 de outubro
Hora: 10h45

Este combate é de todos.

3.ª Marcha Pela Vida | Cedães

 No próximo dia 12 de outubro de 2025, realiza-se a terceira edição da Marcha Pela Vida, em Cedães, com um novo percurso que promete dar a conhecer a beleza e a identidade da Terra Quente Transmontana.
A iniciativa tem como principal objetivo a angariação de donativos, que serão convertidos em géneros e entregues à Unidade de Oncologia do Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro.

Local: Cedães
Data: 12 de outubro
Hora de abertura do secretariado: 8h00
Percurso: 8 km | Grau de dificuldade: Médio/Fácil | Duração aproximada: 2h30

A inscrição é feita mediante donativo livre.

Melodias Coloridas das Emoções - Oficinas | Galeria do Mercado

 Está na altura de trazer as crianças para a rua, criar novas conexões com a comunidade e transformar espaços em lugares de partilha, brincadeira e aprendizagem.
As Melodias Coloridas das Emoções: Uma Jornada Musical para Crianças chega a Mirandela para dinamizar a cultura local, junto dos mais pequenos e das suas famílias.

Somos muito mais que uma oficina de tempos livres, somos um projeto educativo multissensorial, que une música, cor, movimento e emoção para transformar a infância.

O objetivo? Despertar o interesse pelas artes, proporcionar o primeiro contacto com instrumentos e composição musical, e envolver toda a família neste processo criativo.

Este é um projeto profundamente estruturado, com grande potencial de impacto no desenvolvimento infantil, na ligação família-escola e no fortalecimento da comunidade.

Local: Galeria do Mercado
Data: 4, 11 , 18 e 25 de outubro

Espetáculos no Grande Auditório do Centro Cultural de Mirandela

 O último trimestre do ano traz ao Grande Auditório do Centro Cultural de Mirandela uma programação rica e diversificada, que celebra diferentes expressões artísticas e culturais.

25 de outubro | 21h30

Uma Noite de Fado com Ana Margarida Prado, que interpreta as palavras de João Monge, num espetáculo intimista que promete emoção e tradição.

29 de novembro | 21h30

A comédia sobe ao palco com a peça “Filhas da Mãe”, protagonizada por Jorge Gabriel e Ana Inês Silva, num serão de humor contagiante e boa disposição.

19 de dezembro | 21h30

Para encerrar o ano em grande, Sofia Hoffmann apresenta-se em “Christmas Jazz Night”, envolvendo o público numa atmosfera mágica e festiva.

Três noites, três estilos, três formas de celebrar a cultura — do fado ao teatro, do riso ao jazz natalício.

Bilhetes disponíveis na Ticketline, CCM, Museu da Oliveira e do Azeite ou Ecoteca.

Moderação (ou a falta dela)

Por: José Mário Leite
(colaborador do Memórias...e outras coisas...)


 O Governo deliberou baixar o IVA na habitação para casas cujo valor seja inferior a 648.000 euros e rendas até 2.300. E bem. O problema está, como, entre muitos outros, assinalou Paulo Raimundo, na adjetivação: valores moderados. Uma renda de 2.300 euros por mês é uma renda moderada? É moderado dar 648.000 euros por uma casa? Diz quem? O Governo que coloca a remuneração de 2.300 euros brutos por mês no sexto escalão do IRS. E quem ganha esse montante leva, líquido, para casa, um valor substancialmente inferior e não é, obviamente, aceitável que alguém possa subsistir entregando ao senhorio a totalidade dos seus proventos.
Não está em causa a medida, repito, e muito menos os valores apontados. O erro está na classificação que lhes é dada. Se bem que, nos tempos que correm, a profusão de declarações exageradas empurra-nos para a normalização de conceitos que, ainda há bem pouco tempo, eram rejeitados ou, no mínimo, denunciados com veemência na praça pública. Pois se até na Assembleia Geral das Nações Unidas a paragem acidental de umas escadas rolantes é apontada, pelo próprio, como um atentado ao Presidente da América e, em consequência, em vez da ridicularização pública, a reação foi um comunicado oficial da Secretaria Geral da ONU. Presidente que ainda há pouco tempo apelidava de senil e demente o seu opositor por uma momentânea falta de memória, num debate que ficou célebre, mas que, perante a generalidade dos líderes mundiais não se coibiu de inventar duas guerras com o intuito único de pressionar a Academia Sueca a outorgar-lhe um Nobel da Paz, logo ele que promove a guerra no Médio Oriente e credibiliza, dando-lhe palco e tolerância a quem a move na Europa!
Voltando, porém, ao panorama nacional já aceitamos com alguma naturalidade que nas próximas eleições autárquicas a cadeira municipal possa ser entregue a quem não tem quaisquer aptidões, competências e conhecimento para tal… desde que empunhe a bandeira de um determinado partido. E que haja quem se candidate ao mais elevado cargo da nação não para o ocupar em nome de Todos os cidadãos que, uma vez eleito, representa, mas apenas para ser um cavalo de Troia de uma fação, qualquer que seja a sua dimensão. E porque não nos espantamos já quando um antigo Primeiro-Ministro se ache lisonjeado por ser apontado como candidato ideal por alguém apologista de valores e princípios pouco recomendáveis? E que outro ex-Chefe de Governo “determine” o timing das suas inquirições em Tribunal ou disso se arrogue, publicamente, sem que tal possa causar qualquer sobressalto público?
Neste caldo de cultura decadente, dos tempos que nos foi dado viver, começamos a deixar de dar relevo ou significação especial a almoços de candidatos “só para certificar a inexistência de intersecções” e se vemos já, com alguma naturalidade, sentado no banco dos réus quem se sentou durante anos na cadeira de S. Bento, o que dizer daqueles que, durante séculos, foram paladinos dos valores da democracia, e são confrontados com a imagem de ver entrar nos calabouços quem recebeu no palácio do Eliseu as mais altas personalidades mundiais?
Será que o centro perdeu o norte e são os extremos a ocupar a “normalidade” do nosso tempo?


José Mário Leite
, Nasceu na Junqueira da Vilariça, Torre de Moncorvo, estudou em Bragança e no Porto e casou em Brunhoso, Mogadouro.
Colaborador regular de jornais e revistas do nordeste, (Voz do Nordeste, Mensageiro de Bragança, MAS, Nordeste e CEPIHS) publicou Cravo na Boca (Teatro), Pedra Flor (Poesia), A Morte de Germano Trancoso (Romance) e Canto d'Encantos (Contos), tendo sido coautor nas seguintes antologias; Terra de Duas Línguas I e II; 40 Poetas Transmontanos de Hoje; Liderança, Desenvolvimento Empresarial; Gestão de Talentos (a editar brevemente).
Foi Administrador Delegado da Associação de Municípios da Terra Quente Transmontana, vereador na Câmara e Presidente da Assembleia Municipal de Torre de Moncorvo.
Foi vice-presidente da Academia de Letras de Trás-os-Montes.
É Diretor-Adjunto na Fundação Calouste Gulbenkian, Gestor de Ciência e Consultor do Conselho de Administração na Fundação Champalimaud.
É membro da Direção do PEN Clube Português.

“Juntos a reciclar ++”: projeto da região de Bragança apoiado pela SPV

 A Sociedade Ponto Verde (SPV) através do programa “Juntos a reciclar ++”, decorrente da edição deste ano, está a apoiar 39 projetos, resultantes de 33 candidaturas oriundas de diferentes regiões do país.


Bragança conta com um projeto nesta medida, trata-se do Pense Verde da Empresa Intermunicipal Resíduos do Nordeste, que alia a responsabilidade ambiental à solidariedade social, “estabelecendo uma ligação direta entre a reciclagem de vidro e o apoio a instituições de solidariedade social da região”, informou a SPV.

Por cada tonelada de vidro reciclado em 2025, será atribuído 1 euro a uma IPSS do concelho. A iniciativa pretende aumentar a participação da população na reciclagem de embalagens de vidro, demonstrando que pequenos gestos do dia a dia podem gerar impactos positivos na comunidade. A campanha será divulgada em múltiplos canais, apelando ao envolvimento coletivo e à responsabilidade partilhada.

ULS pretende investir seis milhões de euros até final de julho de 2026 em obras e equipamento

 A Unidade Local de Saúde (ULS) do Nordeste tem aprovado financiamento de aproximadamente seis milhões de euros no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), destinados a aquisição de equipamentos “pesados” - 3,7 M€ - e à realização de obras de modernização de áreas hospitalares – 2,2 M€, anunciou aquela unidade de saúde, em comunicado.


“Trata-se de um vasto conjunto de investimentos, a estarem concluídos até ao final do primeiro semestre de 2026”, lê-se.

Será apoiada, nesse âmbito, a compra, pela ULS do Nordeste, de Tomografia Computorizada para instalação na Unidade Hospitalar de Bragança, estimada em 1,350 milhões de euros, e de um robô para realização de cirurgias à coluna, associado a um intensificador 3D, a alocar à Unidade Hospitalar de Macedo de Cavaleiros, no valor de 2,350 milhões de euros.

IGAS concluiu que atraso no socorro pode ter sido fatal em caso denunciado pelo Mensageiro

 A Inspecção-Geral das Actividades em Saúde (IGAS) concluiu que a morte de um utente com 84 anos, de Mogadouro, no dia 2 de novembro de 2024 pode ter sido influenciada pelo atraso no atendimento telefónico por parte do Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) do Porto, no dia em que a greve dos técnicos de emergência pré-hospitalar teve mais impacto no atendimento, por ter coincidido com a paralisação marcada pelos trabalhadores da administração pública.


De acordo com o relatório, ao qual o Mensageiro teve acesso, o processo de inquérito conclui que “o atraso no atendimento telefónico por parte do CODU poderá ter tido uma influência significativa no desfecho final da vítima, após ter ocorrido uma situação de engasgamento, constituindo-se como um fator contributivo relevante para o desenvolvimento de encefalopatia hipóxica, seguida de óbito”.

A IGAS revela que apurou também a existência de indício disciplinar na atuação de um médico regulador do CODU do Porto, “por não ter agido de forma diligente e zelosa aquando do acionamento dos meios diferenciados de emergência médica, nomeadamente a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER), para a realização do transporte secundário entre o Serviço de Urgência Básica de Mogadouro e a Unidade Hospitalar de Bragança”.

O relatório foi enviado ao conselho directivo do INEM para, no âmbito das suas competências, avaliar e decidir sobre a proposta de instauração de um procedimento disciplinar ao abrigo do Código do Trabalho; ao Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Nordeste, E.P.E., para conhecimento; ao Ministério Público, Procuradoria da República da Comarca de Bragança, Departamento de Investigação e Acção Penal, onde corre um inquérito judicial sobre esta ocorrência; bem como à Ordem dos Médicos e ao gabinete da ministra da Saúde.

Francisco Pinto

Fogos deixaram marcas irreversíveis na paisagem e floresta do território de três concelhos do sul do distrito

 O presidente da Associação de Produtores Agrícolas Tradicionais (APATA) acredita que o incêndio que deflagrou em 15 de agosto no Douro Internacional deixou marcas “irreversíveis e permanentes” na mancha florestal dos três concelhos atingidos pelas chamas.


Armando Pacheco disse que cerca de 80% dos quase 15 mil hectares de área ardida nos concelhos de Freixo e Espada à Cinta, Torre de Moncorvo e Mogadouro são floresta e que uma grande parte não vai regenerar, e em alguns casos serão precisas mais de duas décadas.

Dados do relatório nacional provisório do Sistema de Gestão de Informação de Incêndios Florestais (SIGF) a que a agência Lusa teve acesso indicavam que, até 24 de agosto, havia 11.697 hectares de área ardida no fogo que teve início no concelho de Freixo de Espada à Cinta e estendeu-se aos concelhos vizinhos de Torre de Moncorvo e Mogadouro.

“Estamos a falar do sobreiro, uma árvore que demora cerca de 30 anos a dar novamente cortiça, e há casos onde isso não vai acontecer, tal foi a violência do incêndio”, explicou o dirigente agrícola e florestal.

No caso do eucalipto, disse, é necessário esperar pela sua regeneração, que também leva tempo, ou, em caso de destruição, é necessária uma replantação.

Francisco Pinto

GNR sinalizou menos 44 idosos isolados no distrito de Bragança

 A Guarda Nacional Republicana sinalizou, em 2024, menos 44 idosos sozinhos ou isolados do que no ano anterior, no âmbito da operação Censos Sénior, cujos dados foram apresentados esta quarta-feira.


De acordo com os dados divulgados, no Nordeste Transmontano foram sinalizados 3367 idosos em situação de isolamento ou vulnerabilidade. No entanto, no ano anterior, a GNR tinha sinalizado 3411.

“A GNR realiza, a partir de 1 de outubro e até ao dia 16 de novembro, em todo o território nacional, a Operação “Censos Sénior 2025”, no âmbito do policiamento comunitário, a qual visa garantir um conjunto de ações de patrulhamento e de sensibilização à população especialmente vulnerável, sozinha e/ou isolada, com o objetivo de sensibilizá-las para comportamentos de autoproteção e reforçar o sentimento de segurança”, explica a GNR, em comunicado.

AGR

Quatro pessoas desalojadas em incêndio no bairro da Mãe d' Água

 Quatro pessoas ficaram esta quinta-feira desalojadas na sequência de um incêndio que deflagrou num prédio no bairro da Mãe d'Água, em Bragança. Os desalojados têm todos entre os 25 e os 60 anos e viviam em habitações diferentes do mesmo prédio.


De acordo com o comandante dos bombeiros de Bragança, Carlos Martins, o alerta chegou pelas 06h49.

"Recebemos um alerta para um incêndio numa habitação multifamiliar na rua do Teixo, no Bairro da Mãe d'Água. Para o local fizemos deslocar dois veículos de combate a incêndios, um veículo tanque, uma ambulância e um veículo de comando, guarnecidos por 16 bombeiros. Chegados ao local, deparámo-nos com um prédio de três andares e o incêndio a desenvolver-se com intensidade ao nível do rés do chão, que se propagou pela caixa de escadas até ao segundo piso", explicou.

De acordo com Carlos Martins, os quatro habitantes do edifício ficam realojados em casa de familiares, por terem resultado danos significativos no edifício, provocados pelo fumo, chama, calor e gases da combustão.

AGR

Trabalhadores da Tasca do Tuga sem salários por insolvência da empresa

 A empresa LP Tugas apresentou, no passado dia 19 de setembro, um pedido de insolvência no Tribunal de Bragança. Os trabalhadores foram todos mandados de férias dia 15 e só tiveram conhecimento do sucedido na segunda feira, quando regressaram ao trabalho


12 trabalhadores da Tasca do Tuga, em Bragança, integrada no Hotel São Lázaro, ficaram sem trabalho, sem esperar e sem grande justificação.

A empresa LP Tugas apresentou, no passado dia 19 de setembro, um pedido de insolvência no Tribunal de Bragança. Os trabalhadores foram todos mandados de férias dia 15 e só tiveram conhecimento do sucedido na segunda feira, quando regressaram ao trabalho.

A MR. Silveira Hotels, proprietária do Hotel São Lázaro e sócia da LP Tugas, esclareceu, em comunicado, que a insolvência se refere apenas à sociedade adquirida em novembro de 2024 e não à sua própria atividade, que continua estável e financeiramente saudável.

Luís Quissak é um destes trabalhadores que acaba de ficar sem trabalho e diz-se preocupado. “Recebemos uma comunicação da empresa, da MR. Silveira, que detém a LP Tugas, dando conta de que a empresa abriu insolvência e que nós não iriamos receber e que não iriamos retornar ao posto de trabalho. Ficámos sem salário. São 12 famílias sem receber. Não sabemos o que vai acontecer nem o que fazer”.

Esclareceu ainda que os trabalhadores já só querem que lhe seja pago aquilo que é devido. “Estávamos na empresa e foi chamada a polícia para nos tentar intimidar ou pôr fora. Mas nós apenas ali estávamos de maneira ordeira porque o nosso contrato ainda está em vigor. O meu só acaba em dezembro. Queremos voltar ao trabalho mas eles não querem o nosso retorno. E se o não querem que paguem o nosso ordenado e nos encaminhem para o desemprego”.

Este trabalhador diz ainda que o processo de insolvência não existe. “A ACT já nos informou que temos de permanecer no posto de trabalho. Entretanto já fomos ao Tribunal de Trabalho e fizemos alguma pesquisa sobre esse processo de insolvência. Descobrimos que essa informação que nos foi passada é falsa. Eles fizeram-nos uma comunicação que é falsa. É uma situação muito humilhante para todos nós e só queremos o nosso encaminhamento para o desemprego”.

Tentámos chegar à fala com Marcel Silveira, proprietário do Hotel São Lázaro mas ainda não foi possível. Em comunicado, é esclarecido que a LP Tugas já se encontrava numa situação económica fragilizada no momento da aquisição, tendo a MR. Silveira Hotels suportado salários e despesas correntes, ao longo dos últimos meses, numa tentativa de recuperação. No entanto, o processo revelou-se insustentável, levando ao pedido de insolvência como “decisão inevitável e legalmente exigida”.

Escrito por Brigantia
Jornalista: Carina Alves

Cantinho do Animal promove semana de adoção gratuita

 De forma a assinalar o Dia Mundial do Animal, ao longo da semana, a adoção é totalmente gratuita, incluindo a vacinação, desparasitação, esterilização, identificação e registo


No âmbito do Dia Mundial do Animal, que se assinala no próximo sábado, o Cantinho do Animal - Centro de Recolha Oficial Intermunicipal de Animais de Companhia da Terra Quente Transmontana está a promover uma campanha de adoção. Ao longo da semana, a adoção é totalmente gratuita, incluindo a vacinação, desparasitação, esterilização, identificação e registo.

Ana Pereira, médica veterinária e responsável pelo canil, lamenta que, apesar da gratuitidade, haja pouca gente a aderir. “Nós aqui temos um tipo de animais grandes e as pessoas procuram, sobretudo, cães mais pequenos. Eu acho que essa pode ser uma das razões. Outra delas é que ainda há pessoas que preferem comprar porque querem cães de raça e nós aqui não os temos. Outro dos motivos poderá ser falta de divulgação, apesar de nós termos divulgado”.

Ainda assim, apesar de nesta semana o número de adoções não estar a correr como previsto, Ana Pereira diz que nos últimos tempos foram adotados mais animais do que aquilo que é normal. “Este verão foi bastante bom em termos de adoções. Esta semana, em que a adoção é gratuita, estávamos, claro, à espera de mais adesão”.

O grande problema que o espaço enfrenta é a sobrelotação. O número de abandonos continua alto e, normalmente, há mais cães a entrar do que a sair. “O número de animais abandonados não reduz. As pessoas continuam a abandoná-los e não serem penalizadas por isso não ajuda. E, depois, toda a gente acredita que colocar um animal no canil é da responsabilidade de todos. Há muitos idosos que morrem ou vão para lares e os filhos deixam os animais aqui. Há imensos casos em que as pessoas acham que deixar os animais no canil é a solução perfeita e, claro, não conseguimos responder a tudo isso”.

A campanha de adoção gratuita termina amanhã. As pessoas interessadas podem conhecer os animais do canil entre as 10 e as 15h e levar para casa uma companhia que promete estar sempre presente.

Escrito por Brigantia
Jornalista: Carina Alves

Abertura da exposição “Artesanato João Pinto” - VINHAIS

 Local: Centro Interpretativo do Parque Natural de Montesinho – Casa da Vila

João Pinto, natural e residente em Vinhais, dedica desde cedo o seu tempo livre à transformação da madeira em arte. O resultado é um notável espólio de peças que retratam e preservam o universo do mundo rural.

Patente ao público de 09 de outubro 2025 a  28 de fevereiro de 2026

III Passeio Micológico dia 22 e 23 de novembro

quarta-feira, 1 de outubro de 2025

Contributos para Outeiro

  Poucas aldeias do concelho de Bragança terão um espaço tão apropriado, com ligeiros melhoramentos, para ser o palco do XXV Encontro de JOGOS TRADICIONAIS do Concelho de Bragança. Como são (serão) realizados em Maio de 2026… querendo, há tempo para tudo.

Porque será que neste País as Memórias são para cairem de podres. Quando teremos à frente das instituições gente com sensibilidade para as “pequenas” coisas”?

 Custaria assim tanto recuperar estes marcos quilométricos que fazem parte da nossa história coletiva? Uns pincéis, umas latas de tinta e tirar um ou dois colaboradores da secetária ou do tasco ali ao lado… trocos.

Foto de 1 de outubro de 2025

Novo Livro do Colaborador do Blogue, Fernando Calado

 Partilho com as minhas amigas e os meus amigos o cartaz que a minha editora me acabou de enviar.

O livro estará disponível em novembro.

Um livro de 208 páginas por apenas 12 € (portes incluídos).
O envio é efetuado de forma segura através dos CTT.

Para adquirir, basta enviar-nos uma mensagem para AQUI.

Um abraço cheio de gratidão,
Fernando Calado

ALFÂNDEGA DA FÉ INAUGURA EXPOSIÇÃO “MÁSCARAS DA ALMA: ENTRE O SAGRADO E O PROFANO”

 A Casa da Cultura Mestre José Rodrigues, em Alfândega da Fé, recebe a partir do dia 16 de outubro a exposição “Máscaras da Alma: Entre o Sagrado e o Profano”, da autoria do artista Gady (Rui Santos), com participação especial da ceramista Andreia Costa.


A mostra estará em exposição na Galeria Manuel Cunha até ao dia 22 de fevereiro de 2026, com entrada livre para todos os visitantes.

A sessão de abertura, marcada para as 18h00, promete um momento cultural especial, com performance artística e intervenção musical, assinalando o início de uma exposição que propõe um olhar profundo sobre as máscaras enquanto símbolos de dualidade — entre o sagrado e o profano, o visível e o invisível, o íntimo e o coletivo.

A exposição integra o calendário cultural do município e pretende não só valorizar a criação artística contemporânea, como também aproximar o público da reflexão sobre identidades, tradições e espiritualidade.

Jornalista: Luís Lopes
Foto: CM Alfândega da Fé

Município de Mogadouro desafeta-se da Águas do Norte

 O despacho do Ministério do Ambiente surge após vários anos de pedidos, por parte do município, para deixar de integrar a Águas do Norte, de forma a gerir autonomamente os seus serviços de água


O município de Mogadouro já se conseguiu desafetar do Sistema Multimunicipal de Abastecimento das Águas do Norte.

O despacho do Ministério do Ambiente surge após vários anos de pedidos, por parte do município, para deixar de integrar a Águas do Norte, de forma a gerir autonomamente os seus serviços de água.

O presidente da câmara, António Pimentel, refere que esta foi uma luta bastante longa. “Foi um processo que durou mais de 20 anos, um contencioso, inicialmente com as Águas de Trás-os-Montes e agora Águas do Norte. A verdade é que Mogadouro era um caso único, que nem capital social tinha na Águas de Trás-os-Montes e nunca a entidade fez qualquer investimento em Mogadouro”.

Dizendo que Mogadouro nunca sequer beneficiou de investimentos da entidade, o presidente acredita que a gestão da água será muito diferente a partir de agora. “O município sempre geriu a alta e a baixa só que continuávamos boas festas todos os anos com os chamados consumos mínimos, caríssimas, de um milhão de euros, quase todos os anos”.

Deixar de fazer parte do Sistema Multimunicipal de Águas e Saneamento do Norte era uma das bandeiras da candidatura de António Pimentel, que se candidata, de novo, à presidência da câmara de Mogadouro. O autarca diz-se satisfeito por ver o processo concluído antes do final deste primeiro mandato. “Consegui dar satisfação antes das eleições, o que muito me orgulha”.

O município de Mogadouro expressava há mais de 20 anos a vontade de abandonar o Sistema Multimunicipal, uma vez que, segundo garantiu o presidente, sempre teve a capacidade de garantir serviços de qualidade iguais ou superiores aos prestados pela entidade.

Escrito por Brigantia
Jornalista: Carina Alves