A iniciativa é aberta a toda a comunidade e procura promover o exercício físico e, simultaneamente, reforçar a importância da consciencialização para esta causa.
Data: 5 de outubro
Hora: 10h45
Este combate é de todos.
Este combate é de todos.
A inscrição é feita mediante donativo livre.
Somos muito mais que uma oficina de tempos livres, somos um projeto educativo multissensorial, que une música, cor, movimento e emoção para transformar a infância.
O objetivo? Despertar o interesse pelas artes, proporcionar o primeiro contacto com instrumentos e composição musical, e envolver toda a família neste processo criativo.
Este é um projeto profundamente estruturado, com grande potencial de impacto no desenvolvimento infantil, na ligação família-escola e no fortalecimento da comunidade.
O último trimestre do ano traz ao Grande Auditório do Centro Cultural de Mirandela uma programação rica e diversificada, que celebra diferentes expressões artísticas e culturais.
25 de outubro | 21h30
Uma Noite de Fado com Ana Margarida Prado, que interpreta as palavras de João Monge, num espetáculo intimista que promete emoção e tradição.
29 de novembro | 21h30
A comédia sobe ao palco com a peça “Filhas da Mãe”, protagonizada por Jorge Gabriel e Ana Inês Silva, num serão de humor contagiante e boa disposição.
19 de dezembro | 21h30
Para encerrar o ano em grande, Sofia Hoffmann apresenta-se em “Christmas Jazz Night”, envolvendo o público numa atmosfera mágica e festiva.
Três noites, três estilos, três formas de celebrar a cultura — do fado ao teatro, do riso ao jazz natalício.
Bilhetes disponíveis na Ticketline, CCM, Museu da Oliveira e do Azeite ou Ecoteca.
Por cada tonelada de vidro reciclado em 2025, será atribuído 1 euro a uma IPSS do concelho. A iniciativa pretende aumentar a participação da população na reciclagem de embalagens de vidro, demonstrando que pequenos gestos do dia a dia podem gerar impactos positivos na comunidade. A campanha será divulgada em múltiplos canais, apelando ao envolvimento coletivo e à responsabilidade partilhada.
Será apoiada, nesse âmbito, a compra, pela ULS do Nordeste, de Tomografia Computorizada para instalação na Unidade Hospitalar de Bragança, estimada em 1,350 milhões de euros, e de um robô para realização de cirurgias à coluna, associado a um intensificador 3D, a alocar à Unidade Hospitalar de Macedo de Cavaleiros, no valor de 2,350 milhões de euros.
A IGAS revela que apurou também a existência de indício disciplinar na atuação de um médico regulador do CODU do Porto, “por não ter agido de forma diligente e zelosa aquando do acionamento dos meios diferenciados de emergência médica, nomeadamente a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER), para a realização do transporte secundário entre o Serviço de Urgência Básica de Mogadouro e a Unidade Hospitalar de Bragança”.
O relatório foi enviado ao conselho directivo do INEM para, no âmbito das suas competências, avaliar e decidir sobre a proposta de instauração de um procedimento disciplinar ao abrigo do Código do Trabalho; ao Conselho de Administração da Unidade Local de Saúde do Nordeste, E.P.E., para conhecimento; ao Ministério Público, Procuradoria da República da Comarca de Bragança, Departamento de Investigação e Acção Penal, onde corre um inquérito judicial sobre esta ocorrência; bem como à Ordem dos Médicos e ao gabinete da ministra da Saúde.
Dados do relatório nacional provisório do Sistema de Gestão de Informação de Incêndios Florestais (SIGF) a que a agência Lusa teve acesso indicavam que, até 24 de agosto, havia 11.697 hectares de área ardida no fogo que teve início no concelho de Freixo de Espada à Cinta e estendeu-se aos concelhos vizinhos de Torre de Moncorvo e Mogadouro.
“Estamos a falar do sobreiro, uma árvore que demora cerca de 30 anos a dar novamente cortiça, e há casos onde isso não vai acontecer, tal foi a violência do incêndio”, explicou o dirigente agrícola e florestal.
No caso do eucalipto, disse, é necessário esperar pela sua regeneração, que também leva tempo, ou, em caso de destruição, é necessária uma replantação.
“A GNR realiza, a partir de 1 de outubro e até ao dia 16 de novembro, em todo o território nacional, a Operação “Censos Sénior 2025”, no âmbito do policiamento comunitário, a qual visa garantir um conjunto de ações de patrulhamento e de sensibilização à população especialmente vulnerável, sozinha e/ou isolada, com o objetivo de sensibilizá-las para comportamentos de autoproteção e reforçar o sentimento de segurança”, explica a GNR, em comunicado.
"Recebemos um alerta para um incêndio numa habitação multifamiliar na rua do Teixo, no Bairro da Mãe d'Água. Para o local fizemos deslocar dois veículos de combate a incêndios, um veículo tanque, uma ambulância e um veículo de comando, guarnecidos por 16 bombeiros. Chegados ao local, deparámo-nos com um prédio de três andares e o incêndio a desenvolver-se com intensidade ao nível do rés do chão, que se propagou pela caixa de escadas até ao segundo piso", explicou.
De acordo com Carlos Martins, os quatro habitantes do edifício ficam realojados em casa de familiares, por terem resultado danos significativos no edifício, provocados pelo fumo, chama, calor e gases da combustão.
A empresa LP Tugas apresentou, no passado dia 19 de setembro, um pedido de insolvência no Tribunal de Bragança. Os trabalhadores foram todos mandados de férias dia 15 e só tiveram conhecimento do sucedido na segunda feira, quando regressaram ao trabalho.
A MR. Silveira Hotels, proprietária do Hotel São Lázaro e sócia da LP Tugas, esclareceu, em comunicado, que a insolvência se refere apenas à sociedade adquirida em novembro de 2024 e não à sua própria atividade, que continua estável e financeiramente saudável.
Luís Quissak é um destes trabalhadores que acaba de ficar sem trabalho e diz-se preocupado. “Recebemos uma comunicação da empresa, da MR. Silveira, que detém a LP Tugas, dando conta de que a empresa abriu insolvência e que nós não iriamos receber e que não iriamos retornar ao posto de trabalho. Ficámos sem salário. São 12 famílias sem receber. Não sabemos o que vai acontecer nem o que fazer”.
Esclareceu ainda que os trabalhadores já só querem que lhe seja pago aquilo que é devido. “Estávamos na empresa e foi chamada a polícia para nos tentar intimidar ou pôr fora. Mas nós apenas ali estávamos de maneira ordeira porque o nosso contrato ainda está em vigor. O meu só acaba em dezembro. Queremos voltar ao trabalho mas eles não querem o nosso retorno. E se o não querem que paguem o nosso ordenado e nos encaminhem para o desemprego”.
Este trabalhador diz ainda que o processo de insolvência não existe. “A ACT já nos informou que temos de permanecer no posto de trabalho. Entretanto já fomos ao Tribunal de Trabalho e fizemos alguma pesquisa sobre esse processo de insolvência. Descobrimos que essa informação que nos foi passada é falsa. Eles fizeram-nos uma comunicação que é falsa. É uma situação muito humilhante para todos nós e só queremos o nosso encaminhamento para o desemprego”.
Tentámos chegar à fala com Marcel Silveira, proprietário do Hotel São Lázaro mas ainda não foi possível. Em comunicado, é esclarecido que a LP Tugas já se encontrava numa situação económica fragilizada no momento da aquisição, tendo a MR. Silveira Hotels suportado salários e despesas correntes, ao longo dos últimos meses, numa tentativa de recuperação. No entanto, o processo revelou-se insustentável, levando ao pedido de insolvência como “decisão inevitável e legalmente exigida”.
Ana Pereira, médica veterinária e responsável pelo canil, lamenta que, apesar da gratuitidade, haja pouca gente a aderir. “Nós aqui temos um tipo de animais grandes e as pessoas procuram, sobretudo, cães mais pequenos. Eu acho que essa pode ser uma das razões. Outra delas é que ainda há pessoas que preferem comprar porque querem cães de raça e nós aqui não os temos. Outro dos motivos poderá ser falta de divulgação, apesar de nós termos divulgado”.
Ainda assim, apesar de nesta semana o número de adoções não estar a correr como previsto, Ana Pereira diz que nos últimos tempos foram adotados mais animais do que aquilo que é normal. “Este verão foi bastante bom em termos de adoções. Esta semana, em que a adoção é gratuita, estávamos, claro, à espera de mais adesão”.
O grande problema que o espaço enfrenta é a sobrelotação. O número de abandonos continua alto e, normalmente, há mais cães a entrar do que a sair. “O número de animais abandonados não reduz. As pessoas continuam a abandoná-los e não serem penalizadas por isso não ajuda. E, depois, toda a gente acredita que colocar um animal no canil é da responsabilidade de todos. Há muitos idosos que morrem ou vão para lares e os filhos deixam os animais aqui. Há imensos casos em que as pessoas acham que deixar os animais no canil é a solução perfeita e, claro, não conseguimos responder a tudo isso”.
A campanha de adoção gratuita termina amanhã. As pessoas interessadas podem conhecer os animais do canil entre as 10 e as 15h e levar para casa uma companhia que promete estar sempre presente.
Local: Centro Interpretativo do Parque Natural de Montesinho – Casa da Vila
João Pinto, natural e residente em Vinhais, dedica desde cedo o seu tempo livre à transformação da madeira em arte. O resultado é um notável espólio de peças que retratam e preservam o universo do mundo rural.
Patente ao público de 09 de outubro 2025 a 28 de fevereiro de 2026
Poucas aldeias do concelho de Bragança terão um espaço tão apropriado, com ligeiros melhoramentos, para ser o palco do XXV Encontro de JOGOS TRADICIONAIS do Concelho de Bragança. Como são (serão) realizados em Maio de 2026… querendo, há tempo para tudo.
Custaria assim tanto recuperar estes marcos quilométricos que fazem parte da nossa história coletiva? Uns pincéis, umas latas de tinta e tirar um ou dois colaboradores da secetária ou do tasco ali ao lado… trocos.
Foto de 1 de outubro de 2025
Partilho com as minhas amigas e os meus amigos o cartaz que a minha editora me acabou de enviar.
O livro estará disponível em novembro.
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A sessão de abertura, marcada para as 18h00, promete um momento cultural especial, com performance artística e intervenção musical, assinalando o início de uma exposição que propõe um olhar profundo sobre as máscaras enquanto símbolos de dualidade — entre o sagrado e o profano, o visível e o invisível, o íntimo e o coletivo.
A exposição integra o calendário cultural do município e pretende não só valorizar a criação artística contemporânea, como também aproximar o público da reflexão sobre identidades, tradições e espiritualidade.
O despacho do Ministério do Ambiente surge após vários anos de pedidos, por parte do município, para deixar de integrar a Águas do Norte, de forma a gerir autonomamente os seus serviços de água.
O presidente da câmara, António Pimentel, refere que esta foi uma luta bastante longa. “Foi um processo que durou mais de 20 anos, um contencioso, inicialmente com as Águas de Trás-os-Montes e agora Águas do Norte. A verdade é que Mogadouro era um caso único, que nem capital social tinha na Águas de Trás-os-Montes e nunca a entidade fez qualquer investimento em Mogadouro”.
Dizendo que Mogadouro nunca sequer beneficiou de investimentos da entidade, o presidente acredita que a gestão da água será muito diferente a partir de agora. “O município sempre geriu a alta e a baixa só que continuávamos boas festas todos os anos com os chamados consumos mínimos, caríssimas, de um milhão de euros, quase todos os anos”.
Deixar de fazer parte do Sistema Multimunicipal de Águas e Saneamento do Norte era uma das bandeiras da candidatura de António Pimentel, que se candidata, de novo, à presidência da câmara de Mogadouro. O autarca diz-se satisfeito por ver o processo concluído antes do final deste primeiro mandato. “Consegui dar satisfação antes das eleições, o que muito me orgulha”.
O município de Mogadouro expressava há mais de 20 anos a vontade de abandonar o Sistema Multimunicipal, uma vez que, segundo garantiu o presidente, sempre teve a capacidade de garantir serviços de qualidade iguais ou superiores aos prestados pela entidade.