Por: César Urbino Rodrigues
(colaborador do "Memórias...e outras coisas...")
(colaborador do "Memórias...e outras coisas...")
Ontem, dia 5 de Maio, encontrei, no portão da garagem, uma página A4, escrita pela PSP de Bragança, com o aviso de que, no dia 11 do corrente, a Meia Maratona da Feira das Cantarinhas iria passar pela minha zona de residência. Por esse facto, a PSP advertia-me para a necessidade de tomar as medidas necessárias, em termos de deslocação ou de estacionamento dos carros, no sentido de evitar constrangimentos que me prejudicassem no período das 9h às 13h do dia 11.
De facto, já me ocorreu por mais que uma vez, em anos anteriores, passar por situações de aflição e de grande transtorno numa simples deslocação entre a zona em que moro e outros sítios da cidade mais afastados ou até localizados no extremo oposto da cidade, tendo sido obrigado a deslocar-me à volta da cidade na procura, várias vezes defraudada, de prosseguir até minha casa.
Este simples sobreaviso da PSP não me deixará nas mesmas complicações de trânsito dos anos anteriores. E se já critiquei, algumas vezes, as entidades responsáveis por situações de maior ou menor pesadelo, desta vez não posso deixar de manifestar a minha gratidão e o meu regozijo por esta postura da PSP de Bragança, em benefício da população das zonas afectadas.
César Urbino Rodrigues, natural da aldeia de Peredo dos Castelhanos, concelho de Moncorvo, estudou 9 anos no Seminário de Macau, fez a licenciatura em Filosofia na Universidade do Porto, o Mestrado em Filosofia da Educação na Universidade do Minho, com uma tese sobre «As Coordenadas fundamentais da Educação no Estado Novo», e o doutoramento na Universidade de Valhadolid, em Teoria e História da Educação, com uma tese sobre a «Representação do Outro No Estado Novo. Foi professor no ensino secundário, na Escola do Magistério Primário de Bragança, no ISLA de Bragança, no Instituto Piaget de Mirandela e DAPP na Escola Superior de Educação de Bragança.

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