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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

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COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quarta-feira, 9 de julho de 2025

Palombar lança projeto para mapear e proteger o Cágado-de-Carapaça-Estriada no Norte transmontano

 O projeto arrancou em 2025, tem a duração de 18 meses e é financiado pelo programa Erasmus+ da União Europeia


A Palombar – Associação de Conservação da Natureza e do Património Rural está a desenvolver um projeto para monitorizar e mapear o cágado-de-carapaça-estriada.

Pedro Alves, Biólogo da Palombar explica que, estes repteis de água doce, estão em vias de extinção em Portugal e urge preservá-los. Por isso, a Palombar, em conjunto com o Grupo de Rehabilitación de la Fauna Autóctona y su Hábitat, de Espanha, vai monitorizar a espécie.

“O que nós vamos fazer é realmente, com o apoio da comunidade, vamos tentar mapear e vamos tentar fazer algum seguimento das populações dessa espécie na região, ou seja, no planalto mirandês, nos concelhos de Vimioso, Miranda do Douro e Mogadouro, e vamos realmente tentar encontrá-lo e tentar também classificar os seus habitats, caracterizá-los, e também tentar, depois desse processo estar feito, tentar fazer algumas ações de melhoria da Habitat que permitam que o Habitat seja mais atrativo para a espécie”, explicou.

Através do projeto ibérico Water Bridges, a associação pretende tornar a espécie autossustentável evitando a extinção da mesma.

Até ao momento, já foram realizadas várias reuniões com especialistas e com a população local, em diferentes concelhos do planalto mirandês, para pedir apoio à comunidade:

“Houve três reuniões, uma em Sendim, uma em Picote e também outra em Bemposta, Mogadouro, em que houve uma chamada de voluntários para nos ajudarem a fazer esse trabalho. Tanto queremos ajuda da comunidade local para localizá-los, como para depois fazer campanhas de captura e marcação dos indivíduos, para podermos segui-los ao longo do tempo e perceber realmente, com dados concretos, se as populações estão a crescer, estão a diminuir, estão estáveis, e de que forma é que o estão a fazer”

O Water Bridges arrancou em 2025 e tem a duração de 18 meses. O projeto desenvolvido pela GREFA - Grupo de Rehabilitación de la Fauna Autóctona y su Hábitat, de Espanha, em parceria com a palombar, é financiado pelo programa Erasmus+ da União Europeia, com cerca de 20 mil euros a serem financiados pelo lado português.

Escrito por Brigantia
Foto: Palombar
Jornalista: Cindy Tomé

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