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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 12 de março de 2026

Linha do Douro reaberta após pressão dos autarcas

 O município de Torre de Moncorvo congratulou-se com abertura da Linha do Douro no troço entre a Régua e o Pocinho que esteve encerrado à circulação ferroviária durante um mês devido ao meu tempo e consequente perigo de derrocadas dos taludes ou quedas de rochas das encostas sobranceiros a esta via.


Na passada sexta-feira, o autarca social-democrata de Torre de Moncorvo, José Meneses, tornou pública uma tomada de posição do Município alertando para o impacto que a interrupção desta ligação estava a provocar no Douro Superior, quer do ponto de vista da mobilidade das populações, quer do ponto de vista económico e turístico.

Enquanto presidente da Câmara de Torre de Moncorvo e também presidente da Associação de Municípios do Douro Superior de Fins Específicos, José Meneses defendeeu a importância de garantir uma ligação ferroviária regular e funcional para o território, ao mesmo tempo que reconhecia a importância das obras de modernização em curso na Linha do Douro.

José Meneses, afirmou ainda que a suspensão da circulação ferroviária na Linha do Douro, entre a Régua (Vila Real) e o Pocinho (Guarda), “é um símbolo claro de um problema estrutural do país: a persistência de um Portugal a duas velocidades”.

“De um lado, o país das grandes autoestradas, das decisões rápidas e da proximidade aos centros de poder. Do outro, o interior, onde as obras se arrastam, as respostas tardam e as populações são frequentemente chamadas a esperar”, criticou o autarca. Volvidos dois dias, a Linha do Douro foi reaberta.

Francisco Pinto

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