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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quarta-feira, 8 de abril de 2026

DGAV volta a sinalizar presença de Xylella fastidiosa em Torre de Moncorvo

 A Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) voltou a alertar para a presença da bactéria Xylella fastidiosa em plantas no concelho de Torre de Moncorvo, nomeadamente em sobreiros, giestas e rosmaninho, em duas zonas da freguesia de Lousa.


De acordo com o mais recente relatório da DGAV, a bactéria foi também identificada no concelho de Carrazeda de Ansiães, nas freguesias de Seixo de Ansiães e Vilarinho da Castanheira, e no concelho de Vila Nova de Foz Côa, nas localidades de Freixo de Numão e Seixas.

Perante esta situação, foi estabelecida uma zona demarcada com o objetivo de conter a propagação da bactéria, incluindo a aplicação de medidas fitossanitárias rigorosas.

Entre as medidas previstas estão a destruição imediata das plantas infetadas e das plantas hospedeiras num raio de 50 metros, no prazo de 10 dias, a proibição de plantação de espécies suscetíveis, restrições à movimentação e comercialização de plantas fora da zona demarcada e a realização de tratamentos contra os insetos vetores da bactéria.

A DGAV apela à colaboração de produtores e proprietários, solicitando a inspeção das culturas e a comunicação imediata de qualquer suspeita.

Recorde-se que, em junho do ano passado, esta bactéria já tinha sido detetada na mesma freguesia de Lousa, em Torre de Moncorvo, num sobreiro.

A Xylella fastidiosa transmite-se naturalmente através de insetos vetores, mas também pode ser disseminada pelo comércio de plantas infetadas ou por enxertia de material contaminado.

A bactéria pode afetar culturas importantes como a vinha, o olival, o amendoal e pomares de citrinos. Quando infetadas, as plantas deixam de absorver corretamente água e nutrientes, o que provoca murchidão, queimaduras nas folhas, morte de ramos e, em casos mais graves, a morte total da planta.

Refira-se ainda que, em 2022, foram registados casos desta bactéria em Macedo de Cavaleiros e, posteriormente, em Mirandela, num intervalo de cerca de um mês.

Maria João Canadas

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