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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

segunda-feira, 20 de abril de 2026

Feira Medieval de Torre de Moncorvo encheu e animou vila ao longo de três dias

 O centro histórico de Torre de Moncorvo transformou-se, uma vez mais, num autêntico cenário de outros tempos, com a 13ª edição da Feira Medieval. Este ano, sob o tema “Aromas e Sabores no reinado de D. Dinis”, o certame destacou os produtos da terra e a tradição gastronómica.


Dina Morais é uma das grandes guardiãs destes sabores, produz Amêndoa Coberta de Torre de Moncorvo. A participante destaca que são dias muito felizes. “Isto é ouro sobre azul. Traz muita gente, dá movimento a todo o comércio e é o que nos faz feliz. Passa por aqui muita gente? Muita gente, muita gente mesmo. Já tive clientes aqui de Viana do Castelo, de Braga, do Porto, muita gente de todo o lado, espanhóis. Há cada vez mais visitantes. Esta feira está cada vez melhor. São 3 dias, é verdade que a feira são 3 dias, não é muito tempo, mas dá um alento a quem está aqui todo o ano”.


Além de moncorvenses, na feira participa gente de vários pontos do país. André Machado, artesão de Santa Maria da Feira, que retrata o ofício de sapateiro, diz que há muito aficionados por este tipo de feiras. “Já não se vê alguém a fazer o sapato de princípio a fim, de uma forma mais artesanal. E as pessoas acham muito giro isso, especialmente quando há avós que trazem os netos e querem mostrar o que era a infância deles. Quase todas as aldeias tinham um sapateiro, nem que fosse para concertos. Então gostam de ver estas coisas. E depois também as pessoas acham muito interessante nós trazemos uma exposição de peles e gostam muito de ver isso tudo, as matérias-primas, coisas que muitas vezes não têm contacto no dia a dia”.


O evento é visto como um investimento estratégico. O presidente da câmara, José Meneses, destacou que o retorno económico direto e indireto é “grande”. “São estas festividades que os municípios fazem que trazem pessoas aos nossos territórios. É valor acrescentado, ou seja, mesmo que gastemos à volta de 200 mil ou 250 mil euros, isto é uma envolvência brutal, onde é restauração que ganha, onde é o alojamento, onde são as bombas de gasolina, os supermercados, os talhos. Ou seja, é valor acrescentado que fica no território, 3, 4, 5 vezes mais. E para além disso, damos a conhecer este terreno maravilhoso”.


A Feira Medieval de Torre de Moncorvo esteve de portas abertas ao longo dos últimos três dias.


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