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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

segunda-feira, 20 de abril de 2026

Presidente do município de Torre de Moncorvo pede celeridade nos apoios aos agricultores afetados pelo mau tempo

 O ministro dos Assuntos Parlamentares esteve, sábado, em Torre de Moncorvo, onde foi confrontado com os elevados prejuízos causados pelo mau tempo que atingiu o concelho, em fevereiro.


Questionado sobre o apoio do Estado, Carlos Abreu Amorim garantiu que o Governo está a acompanhar a situação de perto. “É evidente que o Governo está, não apenas totalmente atento, como todas essas queixas, participações, que foram feitas estão todas a ser analisadas e contabilizadas, em primeiro lugar pelas autarquias locais, pelas CIM. O Governo cumprirá a sua parte. O ministro da Coesão Territorial, o ministro da Agricultura e a ministra do Ambiente estão não só atentos como sabem perfeitamente que os prejuízos, sejam no litoral, sejam no interior, são sempre graves e o Governo deve acolher nessas áreas de aflição. Em zonas de baixa densidade, onde as oportunidades escasseiam, o emprego é mais difícil do que noutras zonas, estes prejuízos podem ter um significado um pouco mais dramático até”.

O presidente do município esclareceu que os prejuízos diretos da autarquia são de um milhão e 600 mil euros, enquanto os danos no setor agrícola ainda estão a ser avaliados, embora já exista um levantamento preliminar. José Meneses espera que a ajuda chegue rápido. “Nós não podemos parar porque estamos a falar de vias de comunicação onde passam diariamente muitas viaturas e é uma questão de segurança. Por isso mesmo temos de arrancar com a reabilitação destes circuitos. Os nossos prejuízos, ou seja, do município, rondam 1,6 milhões de euros e claro que depois há todos os prejuízos também do setor agrícola, ono Vale da Vilariça. Sei que houve, com os incêndios, um valor já pré-pago de prejuízos, mas com certeza não é o suficiente para muitos deles. Com os incêndios foi tudo muito célebre. É isso que nós esperamos também, é que seja célebre também na compensação destes nossos agricultores”.

O rio Sabor e os seus afluentes galgaram o leito, em fevereiro, atingindo em algumas zonas ribeirinhas níveis de até 10 metros de altura.

Neste momento, segundo dados também da autarquia, já foram feitas cerca de 50 participações.

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