O produtor local Luciano Peredo afirma que as mudanças no clima têm alterado o calendário da floração e afetado diretamente o comportamento das abelhas:
Apesar disso, o apicultor refere que o início da primavera traz alguma esperança, embora o resultado final dependa da estabilidade das temperaturas:
Também o presidente da Associação dos Apicultores do Nordeste e da Cooperativa dos Produtores de Mel da Terra Quente e Frutos Secos, José Carneiro, aponta para um arranque mais favorável face ao ano passado, embora considere ainda cedo para previsões definitivas:
Além das condições meteorológicas, as pragas e a vespa asiática continuam a representar uma ameaça significativa para as colmeias:
Apesar das dificuldades, os apicultores mantêm expectativas moderadas para esta primavera. A evolução da floração e a ausência de fenómenos extremos nas próximas semanas serão determinantes para confirmar se 2026 trará uma recuperação na produção de mel.
Ainda assim, o setor alerta que o preço do mel, atualmente entre os sete e os nove euros por quilo, continua a não refletir os custos de produção, defendendo uma maior valorização do trabalho dos apicultores.


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