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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

segunda-feira, 5 de outubro de 2026

Catedral abre portas para acolher celebrações fúnebres

 A partir deste mês, a Cripta da Catedral de Bragança passa a acolher celebrações fúnebres, disponibilizando às famílias um espaço digno, reservado e acolhedor para os momentos de despedida, oração e acompanhamento dos seus entes queridos, anunciou este domingo a Diocese de Bragança-Miranda .


Concebida inicialmente com este propósito, a Cripta foi, ao longo dos anos, utilizada para encontros, reuniões, assembleias, ensaios musicais e outras atividades. Agora, depois de um processo de renovação, recupera a sua vocação original e abre-se a um novo serviço à comunidade.

O espaço dispõe de três capelas mortuárias, além de uma ampla área central, onde está instalada a obra de arte contemporânea “Cruz da Ressurreição”, com o subtítulo “Ó morte, onde está a tua vitória?”, da autoria do Padre José Ribeiro Gomes.

Sendo um local de acompanhamento daqueles que partem não poderia ser um lugar de frieza ou neutralidade, pelo que o fundo, quase “dourado”, aquece o sentimento onde a razão não chega, mas que a cruz convida a olhar para o alto onde uma arte intemporal que transporta – a música – marca presença.

A dimensão e a organização da Cripta permitem acolher um maior número de pessoas, proporcionando condições de privacidade, recolhimento e silêncio, particularmente importantes num momento marcado pela dor da perda e pela oração.

Entre as condições disponibilizadas estão também sanitários, aquecimento durante o inverno e estacionamento gratuito, contribuindo para maior conforto e tranquilidade das famílias e de todos os que acompanham a despedida.

A renovação confere maior dignidade às celebrações, desde a disposição do féretro à participação dos familiares e amigos, passando pelo canto, pela oração e pelos diferentes momentos da liturgia.

A localização da Cripta reforça também o significado da Catedral enquanto coração da Diocese, Cátedra do Bispo e casa comum da comunidade diocesana.

A Cripta estará disponível para este serviço entre as 09h00 e as 22h00, com oração nos velórios, às 21h00.

Mais do que um espaço funcional, pretende ser «um lugar de acolhimento e esperança, onde a dor da separação possa ser vivida à luz da promessa cristã da Ressurreição», salienta o Padre José Bento Soares, reitor da Catedral.

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