Mais de 65 exemplares de cão de gado transmontano marcaram presença na exposição canina monográfica, este sábado, em Bragança.
Para o representante do Instituto de Conservação da Natureza e Florestas, José Rosa, esta é uma forma de promover a raça. Este animal tem um papel fundamental na guarda dos rebanhos.
O autarca da Câmara Municipal de Bragança, Hernâni Dias, sublinha que este ano as inscrições aumentaram 30 por cento. A organização desta exposição de cão de gado transmontano vai já na sua nona edição e está a cargo do Clube Português de Canicultura, da Associação de Cão de Gado transmontano e da câmara municipal de Bragança.
Escrito por Brigantia
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SOBRE O BLOGUE:
Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço.
A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)
(Henrique Martins)
COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.
segunda-feira, 28 de abril de 2014
30 anos depois acesso a Laviados pavimentado
Trinta anos depois a população de Laviados, no distrito de Bragança tem finalmente uma estrada pavimentada.
As obras de alargamento e de requalificação do caminho municipal e da pavimentação do largo de jogos da aldeia marcaram as comemorações do 25 de Abril do município de Bragança. Após a inauguração da estrada, seguiu-se, na Igreja de Babe, a apresentação do livro em banda desenhada “Tratado de Babe”. Momentos que deixam o Presidente da Junta de Freguesia de Babe, Alberto Pais orgulhoso.
Já em 2005, o Município de Bragança recordou o Tratado de Babe, com a instalação de um elemento escultórico, da autoria de Luís Ferreira Rodrigues, à entrada da aldeia de Babe.
Escrito por Brigantia
As obras de alargamento e de requalificação do caminho municipal e da pavimentação do largo de jogos da aldeia marcaram as comemorações do 25 de Abril do município de Bragança. Após a inauguração da estrada, seguiu-se, na Igreja de Babe, a apresentação do livro em banda desenhada “Tratado de Babe”. Momentos que deixam o Presidente da Junta de Freguesia de Babe, Alberto Pais orgulhoso.
Já em 2005, o Município de Bragança recordou o Tratado de Babe, com a instalação de um elemento escultórico, da autoria de Luís Ferreira Rodrigues, à entrada da aldeia de Babe.
Escrito por Brigantia
Casa de acolhimento de recém-nascidos rejeitados restaurada em Torre de Moncorvo
A antiga Casa da Roda de Torre de Moncorvo foi recuperada e restaurada para mostrar aos visitantes o ambiente de uma instituição que acolhia recém-nascidos que no século XVIII eram rejeitados por mães solteiras ou famílias pobres.
"Na Casa das Roda eram essencialmente deixadas crianças filhas mães solteiras ou de famílias muito pobres que não as podiam criar. Foi no reinado de Dona Maria I que foi criada a primeira instituição do género e a vila de Torre de Moncorvo recebeu a sua primeira Casa da Roda em 1782", explicou hoje à Lusa Helena Pontes, da autarquia de Torre de Moncorvo.
As crianças entregues nas Casas da Roda ficavam dois ou três dias nesta espécie de instituição de acolhimento e que era suportada pelo município que pagava a renda e ordenado da pessoa que recebia as crianças e era conhecida como "Rodeira".
"As crianças com menos de dois anos eram entregues a uma ama-de-leite, daí para frente a amas-secas que cuidavam das crianças até aos sete anos de idades. As crianças que chegavam à ´Roda' traziam alguma identificação, mas nem todas", acrescentou.
A Casa da Roda de Torre de Moncorvo está situada nas proximidades da Igreja da Misericórdia o que permite aos investigadores estabelecer uma relação entre elas, já que esta Casa "substitui" a Misericórdia no acolhimento "dos expostos" que muitas vezes eram colocados à porta daquela Igreja.
As casas da roda tinham um mecanismo giratório aberto de um lado e colocado na vertical, onde eram deixadas as crianças sem haver contacto visual com o exterior.
Tendo como referência o número de crianças que passaram por aquela instituição por ano, a casa da Roda de Torre de Moncorvo apresentava um total de 3176 expostos registados, sendo que 1576 era do sexo feminino e 1600 masculinos.
"A Casa da Roda de Torre de Moncorvo não pode ser pensada em termos de espaço, mas sim pelo significado que a mesma teve, e que por força da circunstâncias estar atuar algum sofrimento devido aos tempos conturbados que vivemos nesta altura e mesmo tempo dar a conhecer aos turistas este tipo de instituição a quem visita", disse o autarca de Torre de Moncorvo, Nuno Gonçalves.
As Casas da Roda tinham maneiras próprias de funcionamento, sendo que a de Tore de Moncorvo serviu os concelhos vizinhos de Alfândega da Fé e Carrazeda de Ansiães.
Segundos os investigadores, com o fim da Casa da Roda de Torre de Moncorvo, começa a criação da Roda do Hospício em Bragança em 1872, tendo encerrado definitivamente em 1906.
A Casa da Roda de Torre de Moncorvo foi agora transformada num Núcleo Museológico
FYP // PGF
Lusa /fim
"Na Casa das Roda eram essencialmente deixadas crianças filhas mães solteiras ou de famílias muito pobres que não as podiam criar. Foi no reinado de Dona Maria I que foi criada a primeira instituição do género e a vila de Torre de Moncorvo recebeu a sua primeira Casa da Roda em 1782", explicou hoje à Lusa Helena Pontes, da autarquia de Torre de Moncorvo.
As crianças entregues nas Casas da Roda ficavam dois ou três dias nesta espécie de instituição de acolhimento e que era suportada pelo município que pagava a renda e ordenado da pessoa que recebia as crianças e era conhecida como "Rodeira".
"As crianças com menos de dois anos eram entregues a uma ama-de-leite, daí para frente a amas-secas que cuidavam das crianças até aos sete anos de idades. As crianças que chegavam à ´Roda' traziam alguma identificação, mas nem todas", acrescentou.
A Casa da Roda de Torre de Moncorvo está situada nas proximidades da Igreja da Misericórdia o que permite aos investigadores estabelecer uma relação entre elas, já que esta Casa "substitui" a Misericórdia no acolhimento "dos expostos" que muitas vezes eram colocados à porta daquela Igreja.
As casas da roda tinham um mecanismo giratório aberto de um lado e colocado na vertical, onde eram deixadas as crianças sem haver contacto visual com o exterior.
Tendo como referência o número de crianças que passaram por aquela instituição por ano, a casa da Roda de Torre de Moncorvo apresentava um total de 3176 expostos registados, sendo que 1576 era do sexo feminino e 1600 masculinos.
"A Casa da Roda de Torre de Moncorvo não pode ser pensada em termos de espaço, mas sim pelo significado que a mesma teve, e que por força da circunstâncias estar atuar algum sofrimento devido aos tempos conturbados que vivemos nesta altura e mesmo tempo dar a conhecer aos turistas este tipo de instituição a quem visita", disse o autarca de Torre de Moncorvo, Nuno Gonçalves.
As Casas da Roda tinham maneiras próprias de funcionamento, sendo que a de Tore de Moncorvo serviu os concelhos vizinhos de Alfândega da Fé e Carrazeda de Ansiães.
Segundos os investigadores, com o fim da Casa da Roda de Torre de Moncorvo, começa a criação da Roda do Hospício em Bragança em 1872, tendo encerrado definitivamente em 1906.
A Casa da Roda de Torre de Moncorvo foi agora transformada num Núcleo Museológico
FYP // PGF
Lusa /fim
Museu do Contrabando inaugurado na Moimenta
Foi inaugurado, ontem, o Museu do Contrabando na aldeia raiana da Moimenta, no concelho de Vinhais.
Para além de fotografias e documentos relacionados com o contrabando, a mostra é complementada com um vídeo que foca as trocas comerciais entre Portugal e Espanha, como explica o vereador da cultura da Câmara Municipal de Vinhais, Roberto Afonso.
Alguns contrabandistas de outros tempos aproveitaram para partilhar algumas histórias. O projecto resulta de uma candidatura aos programas geridos pela CoraNE e envolve um investimento de 18.367 euros, comparticipados em 11 mil por fundos comunitários.
O restante será assegurado pela Junta de Freguesia, que já é dona do imóvel onde vai nasceu o museu, junto à sede da autarquia Esta inauguração marcou a vigésima sexta edição da Feira Franca, que arrastou centenas de portugueses e espanhóis ao concelho de Vinhais.
Escrito por Brigantia
Para além de fotografias e documentos relacionados com o contrabando, a mostra é complementada com um vídeo que foca as trocas comerciais entre Portugal e Espanha, como explica o vereador da cultura da Câmara Municipal de Vinhais, Roberto Afonso.
Alguns contrabandistas de outros tempos aproveitaram para partilhar algumas histórias. O projecto resulta de uma candidatura aos programas geridos pela CoraNE e envolve um investimento de 18.367 euros, comparticipados em 11 mil por fundos comunitários.
O restante será assegurado pela Junta de Freguesia, que já é dona do imóvel onde vai nasceu o museu, junto à sede da autarquia Esta inauguração marcou a vigésima sexta edição da Feira Franca, que arrastou centenas de portugueses e espanhóis ao concelho de Vinhais.
Escrito por Brigantia
domingo, 27 de abril de 2014
‘Nós tenemos muitos nabos!’ video do novo trabalho do grupo mirandês Galandum Galundaina
Já está disponível no youtube o clip do novo trabalho dos Galandum Galundaina, o grupo mirandês que com a sua música consegue transmitir a “excelência da modernidade enraizada”.
O novo single, intitulado "Nós tenemos muitos nabos!”, já foi apresentado publicamente na Antena 1, com uma estreia a nível nacional na rádio pública.
Este novo single tem por base dois temas tradicionais que a banda arranjou para ter um som final muito ao estilo de Galandum.
"Nós tenemos muitos nabos!” é a canção que precede a saída de um novo disco que deverá ser editado este ano.
in:noticiasdonordeste.pt
O novo single, intitulado "Nós tenemos muitos nabos!”, já foi apresentado publicamente na Antena 1, com uma estreia a nível nacional na rádio pública.
Este novo single tem por base dois temas tradicionais que a banda arranjou para ter um som final muito ao estilo de Galandum.
"Nós tenemos muitos nabos!” é a canção que precede a saída de um novo disco que deverá ser editado este ano.
Bragança-Miranda: Diocese reage a notícia sobre processo eleitoral para Santa Casa da Misericórdia do Mogadouro
A diocese de Bragança-Miranda reagiu a “notícias da comunicação social relativas ao processo eleitoral na Santa Casa da Misericórdia de Mogadouro”, afirmando ser “prematuro e imprudente” falar sobre um litígio jurídico em curso”.
“Em relação ao litígio jurídico na Santa Casa da Misericórdia de Mogadouro, a diocese informa que é um processo que ainda não terminou e, por conseguinte, seria prematuro e imprudente tecer qualquer comentário sobre essa matéria. Quando esse processo terminar, a diocese, se o considerar oportuno e necessário, prestará as informações pertinentes para uma compreensão global (e não meramente de uma das partes) da situação”, assinala num comunicado enviado à Agência ECCLESIA.
Um grupo de pessoas de Mogadouro apresentou queixa no Vaticano contra o bispo de Bragança-Miranda, acusando-o de violar o direito canónico no processo de eleições para a Santa Casa da Misericórdia, da localidade.
A diocese manifesta “grande apreço” pelo trabalho social em favor dos mais desfavorecidos por parte de “tantas instituições da Igreja num território marcado por grandes desafios para poder, com a «criatividade da caridade», estar mais próximo daqueles que pouco ou nada têm”.
No comunicado a diocese sublinha ainda o seu apreço pelo “generoso empenho de todos os fiéis que dão o melhor de si para aliviar o sofrimento dos mais idosos e dos mais necessitados, de um modo desinteressado e no espírito das obras de misericórdia que devem inspirar a acção de todas as instituições sociais da Igreja”.
LS
in:agência Ecclesia
“Em relação ao litígio jurídico na Santa Casa da Misericórdia de Mogadouro, a diocese informa que é um processo que ainda não terminou e, por conseguinte, seria prematuro e imprudente tecer qualquer comentário sobre essa matéria. Quando esse processo terminar, a diocese, se o considerar oportuno e necessário, prestará as informações pertinentes para uma compreensão global (e não meramente de uma das partes) da situação”, assinala num comunicado enviado à Agência ECCLESIA.
Um grupo de pessoas de Mogadouro apresentou queixa no Vaticano contra o bispo de Bragança-Miranda, acusando-o de violar o direito canónico no processo de eleições para a Santa Casa da Misericórdia, da localidade.
A diocese manifesta “grande apreço” pelo trabalho social em favor dos mais desfavorecidos por parte de “tantas instituições da Igreja num território marcado por grandes desafios para poder, com a «criatividade da caridade», estar mais próximo daqueles que pouco ou nada têm”.
No comunicado a diocese sublinha ainda o seu apreço pelo “generoso empenho de todos os fiéis que dão o melhor de si para aliviar o sofrimento dos mais idosos e dos mais necessitados, de um modo desinteressado e no espírito das obras de misericórdia que devem inspirar a acção de todas as instituições sociais da Igreja”.
LS
in:agência Ecclesia
Torre de Moncorvo - Município inaugura Casa da Roda para «preservação da memória»
O município de Torre de Moncorvo inaugurou em Abril dois espaços museológico com o firme propósito de «preservar a memória» colectiva. A Casa da Roda e o Núcleo Museológico da Fotografia do Douro Superior fortalecem a oferta cultura da vila transmontana.
O antigo edifício do posto de turismo da localidade transmontana alberga agora o Núcleo Museológico da Casa da Roda, um espaço redecorado à época (século XIX) onde se recria o ambiente onde a rodeira e o rodeiro recolhiam as crianças rejeitadas.
Na entrada da Casa da Roda, há dois berços onde eram colocadas as crianças, a rodeira vestida com os trajes da época e uma mala com as roupinhas das crianças. O núcleo tem ainda um ecrã interactivo que mostra os bilhetes entregues com as crianças. Nos bilhetes davam informações como o nome da criança e se já tinha, ou não, sido baptizado.
Nesta casa existia também uma cozinha que foi mantida neste projecto. Nesta habitação há lareira, o escano, os utensílios de cozinha utilizados na altura. O quarto possui uma cama coberta com uma colcha e cobertores antigos, um lavatório, um baú e um candeeiro antigo. «O espólio foi doado pela população. As pessoas que deram estes utensílios são mencionadas também no ecrã interactivo», explica fonte do município transmontano.
«Este novo espaço permite um melhor conhecimento do passado e da história mais recente de Torre de Moncorvo», frisa o município.
A autarquia abriu ao público, também em Abril, o Núcleo Museológico da Fotografia do Douro Superior que possui um vasto espólio constituído por registos fotográficos desde 1894, num total de cerca de 100 mil fotografias.
O núcleo tem também uma colecção de máquinas fotográficas e máquinas de projectar e filmar. A visita a este espaço permite descobrir «vários filmes em formato 9,5mm, super 8 e 8mm e uma colecção de faiança a partir do século XVI».
A casa que alberga o Núcleo Museológico da Fotografia do Douro Superior pertence a Arnaldo Duarte Silva que comprou o imóvel em 2004 e aí expôs o espólio que foi coleccionando. Em 2009 inaugurou o núcleo que serviu até ao momento como suporte de investigação da região transmontana.
A Câmara Municipal de Torre de Moncorvo assinou agora um contrato de comodato e de arrendamento com aquele coleccionador moncorvense e expõe assim ao público o vastíssimo espólio «para a população e visitantes que tenham interesse em visitá-lo».
O Núcleo Museológico da Fotografia do Douro Superior está localizado na Rua Dr. Campos Monteiro, «e juntamente com a Igreja da Misericórdia, Museu de Arte Sacra e Núcleo Museológico da Casa da Roda criam um novo polo cultural na parte histórica da vila», sublinha a autarquia.
Os dois espaços museológicos têm por objectivo «preservar a memória» colectiva e fortalecer a oferta cultural na vila do distrito de Bragança.
in:cafeportugal.net
O antigo edifício do posto de turismo da localidade transmontana alberga agora o Núcleo Museológico da Casa da Roda, um espaço redecorado à época (século XIX) onde se recria o ambiente onde a rodeira e o rodeiro recolhiam as crianças rejeitadas.
Na entrada da Casa da Roda, há dois berços onde eram colocadas as crianças, a rodeira vestida com os trajes da época e uma mala com as roupinhas das crianças. O núcleo tem ainda um ecrã interactivo que mostra os bilhetes entregues com as crianças. Nos bilhetes davam informações como o nome da criança e se já tinha, ou não, sido baptizado.
Nesta casa existia também uma cozinha que foi mantida neste projecto. Nesta habitação há lareira, o escano, os utensílios de cozinha utilizados na altura. O quarto possui uma cama coberta com uma colcha e cobertores antigos, um lavatório, um baú e um candeeiro antigo. «O espólio foi doado pela população. As pessoas que deram estes utensílios são mencionadas também no ecrã interactivo», explica fonte do município transmontano.
«Este novo espaço permite um melhor conhecimento do passado e da história mais recente de Torre de Moncorvo», frisa o município.
A autarquia abriu ao público, também em Abril, o Núcleo Museológico da Fotografia do Douro Superior que possui um vasto espólio constituído por registos fotográficos desde 1894, num total de cerca de 100 mil fotografias.
O núcleo tem também uma colecção de máquinas fotográficas e máquinas de projectar e filmar. A visita a este espaço permite descobrir «vários filmes em formato 9,5mm, super 8 e 8mm e uma colecção de faiança a partir do século XVI».
A casa que alberga o Núcleo Museológico da Fotografia do Douro Superior pertence a Arnaldo Duarte Silva que comprou o imóvel em 2004 e aí expôs o espólio que foi coleccionando. Em 2009 inaugurou o núcleo que serviu até ao momento como suporte de investigação da região transmontana.
A Câmara Municipal de Torre de Moncorvo assinou agora um contrato de comodato e de arrendamento com aquele coleccionador moncorvense e expõe assim ao público o vastíssimo espólio «para a população e visitantes que tenham interesse em visitá-lo».
O Núcleo Museológico da Fotografia do Douro Superior está localizado na Rua Dr. Campos Monteiro, «e juntamente com a Igreja da Misericórdia, Museu de Arte Sacra e Núcleo Museológico da Casa da Roda criam um novo polo cultural na parte histórica da vila», sublinha a autarquia.
Os dois espaços museológicos têm por objectivo «preservar a memória» colectiva e fortalecer a oferta cultural na vila do distrito de Bragança.
in:cafeportugal.net
sábado, 26 de abril de 2014
Jovens portugueses e espanhóis reuniram-se em Miranda do Douro numa jornada de convívio
Jovens portugueses e espanhóis reuniram-se em Miranda do Douro, no passado no dia 24 de Abril, numa Jornada de confraternização e Convívio integrado no projeto “ Conhecendo-nos /Conociéndonos”.
Esta atividade contou com a participação de 140 alunos pertencentes às escolas de CEIP Virgen de la Salud de Alcañices, CEIP Almaraz de Duero, CRA Riofrío de Aliste, Agrupamento de Escolas Afonso III de Vinhais, Escola Básica 1 de Sendim e Escola Básica 1 de Miranda do Douro.
Durante a jornada os jovens confraternizaram entre si através de jogos populares disputados entre as escolas participantes no Pavilhão Multiusos de Miranda do Douro.
in:noticiasdonordeste.pt
Esta atividade contou com a participação de 140 alunos pertencentes às escolas de CEIP Virgen de la Salud de Alcañices, CEIP Almaraz de Duero, CRA Riofrío de Aliste, Agrupamento de Escolas Afonso III de Vinhais, Escola Básica 1 de Sendim e Escola Básica 1 de Miranda do Douro.
Durante a jornada os jovens confraternizaram entre si através de jogos populares disputados entre as escolas participantes no Pavilhão Multiusos de Miranda do Douro.
in:noticiasdonordeste.pt
As pinturas de Abril como forma de Arte e Liberdade de Expressão em Miranda do Douro e Sendim
De forma a celebrar abril, pode visualizar no próximo dia 2 de maio, na Casa da Música Mirandesa, a partir das 21 horas e no dia 3 de maio, no Centro de Música Tradicional – Sons da Terra em Sendim, 130 murais de abril intitulados, “As pinturas de Abril como forma de Arte e Liberdade de Expressão”.
Este é um trabalho realizado por António Augusto Fernandes a partir de fotografias de murais feitos depois do 25 de Abril. Depois da projeção das imagens, os intervenientes podem participar num debate sobre o tema.
Importante salientar que esta é uma iniciativa da Câmara Municipal de Miranda do Douro em colaboração com os Sons da Terra -Centro de Música Tradicional.
Vá e leve outros amigos também.
in:noticiasdonordeste.pt
Este é um trabalho realizado por António Augusto Fernandes a partir de fotografias de murais feitos depois do 25 de Abril. Depois da projeção das imagens, os intervenientes podem participar num debate sobre o tema.
Importante salientar que esta é uma iniciativa da Câmara Municipal de Miranda do Douro em colaboração com os Sons da Terra -Centro de Música Tradicional.
Vá e leve outros amigos também.
in:noticiasdonordeste.pt
Duarte Moreno apela a um trabalho concertado entre os diversos agentes políticos
“O futuro depende do esforço de cada um de nós. Macedo de Cavaleiros terá o tamanho que todos quisermos que tenha”, disse o Presidente da Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros nas comemorações dos 40 anos do 25 de Abril.
Dirigindo-se aos Vereadores da Câmara e aos membros da Assembleia Municipal, Duarte Moreno pediu para que “não se perca mais tempo.
Todos defendemos o crescimento do nosso concelho. Dentro da responsabilidade que os Macedenses nos atribuíram em setembro, sejamos todos a trabalhar na afirmação de Macedo de Cavaleiros”, acrescentando que “muito conseguiremos construir, se todos trabalharmos concertadamente para o mesmo fim.”
O autarca lembrou que a nível regional, na Comunidade Intermunicipal, “foi conseguido reunir diferentes sensibilidades políticas no objetivo comum de defesa das populações” e que localmente tem sido demonstrado que “não aceitamos que nos conduzam ao empobrecimento. Temos sido fortes na defesa dos nossos cuidados de saúde; garantimos a permanência do tribunal; manteremos a defesa das finanças.”
Recordando os Macedenses Martim Gonçalves de Macedo, “herói na Batalha de Aljubarrota”, e Pedro Ramos, jovem de 17 anos que a 24 de abril “esteve acompanhado de um antigo Presidente da República na universidade de Lisboa a apresentar o seu ensaio sobre o futuro da democracia em Portugal e na Europa”, Duarte Moreno afirmou que “são estes exemplos que nos devem dar a força necessária para lutar pela nossa terra e pelas nossas gentes”.
Nestas comemorações, lembrando as eleições locais como uma das conquistas de Abril, o Município de Macedo de Cavaleiros descerrou uma placa com o nome de todos os eleitos nas primeiras eleições democráticas no concelho. Sem esquecer os Presidentes de Câmara e Municipal, até ao anterior mandato, a quem entregou uma medalha de reconhecimento. “Através dos que aqui foram homenageados, dirigimos um agradecimento a todos os que nestes 40 anos exerceram funções no nosso concelho”, referiu Duarte Moreno, acrescentando que “uma cidade sem memória, é como uma cidade sem futuro. Ao lembrarmos aqueles que foram os nossos representantes locais, estamos a afirmar Abril e, acima de tudo, estamos a ser gratos.”
A manhã ganhou ainda mais brilho com as declamações de poesia dos Jovens Mic e Agrupamento de Escuteiros, pela atuação da Banda 25 de Março, e pela Guarda de Honra da GNR e Bombeiros Voluntários. Neste dia, foram ainda lembrados Vítor Oliveira e António Choupina, Macedenses nascidos a 25 de abril de 1974.
O tempo chuvoso da tarde impossibilitou a atuação do Grupo Cultural e Recreativo da Casa do Povo, abrindo, no entanto, possibilidade para algumas brincadeiras no Jardim 1º de Maio com os carrinhos de pedal e para a “Caminhada pela Liberdade”.
in:noticiasdonordeste.pt
Dirigindo-se aos Vereadores da Câmara e aos membros da Assembleia Municipal, Duarte Moreno pediu para que “não se perca mais tempo.
Todos defendemos o crescimento do nosso concelho. Dentro da responsabilidade que os Macedenses nos atribuíram em setembro, sejamos todos a trabalhar na afirmação de Macedo de Cavaleiros”, acrescentando que “muito conseguiremos construir, se todos trabalharmos concertadamente para o mesmo fim.”
O autarca lembrou que a nível regional, na Comunidade Intermunicipal, “foi conseguido reunir diferentes sensibilidades políticas no objetivo comum de defesa das populações” e que localmente tem sido demonstrado que “não aceitamos que nos conduzam ao empobrecimento. Temos sido fortes na defesa dos nossos cuidados de saúde; garantimos a permanência do tribunal; manteremos a defesa das finanças.”
Recordando os Macedenses Martim Gonçalves de Macedo, “herói na Batalha de Aljubarrota”, e Pedro Ramos, jovem de 17 anos que a 24 de abril “esteve acompanhado de um antigo Presidente da República na universidade de Lisboa a apresentar o seu ensaio sobre o futuro da democracia em Portugal e na Europa”, Duarte Moreno afirmou que “são estes exemplos que nos devem dar a força necessária para lutar pela nossa terra e pelas nossas gentes”.
Nestas comemorações, lembrando as eleições locais como uma das conquistas de Abril, o Município de Macedo de Cavaleiros descerrou uma placa com o nome de todos os eleitos nas primeiras eleições democráticas no concelho. Sem esquecer os Presidentes de Câmara e Municipal, até ao anterior mandato, a quem entregou uma medalha de reconhecimento. “Através dos que aqui foram homenageados, dirigimos um agradecimento a todos os que nestes 40 anos exerceram funções no nosso concelho”, referiu Duarte Moreno, acrescentando que “uma cidade sem memória, é como uma cidade sem futuro. Ao lembrarmos aqueles que foram os nossos representantes locais, estamos a afirmar Abril e, acima de tudo, estamos a ser gratos.”
A manhã ganhou ainda mais brilho com as declamações de poesia dos Jovens Mic e Agrupamento de Escuteiros, pela atuação da Banda 25 de Março, e pela Guarda de Honra da GNR e Bombeiros Voluntários. Neste dia, foram ainda lembrados Vítor Oliveira e António Choupina, Macedenses nascidos a 25 de abril de 1974.
O tempo chuvoso da tarde impossibilitou a atuação do Grupo Cultural e Recreativo da Casa do Povo, abrindo, no entanto, possibilidade para algumas brincadeiras no Jardim 1º de Maio com os carrinhos de pedal e para a “Caminhada pela Liberdade”.
in:noticiasdonordeste.pt
O discurso...
O meu neto a "arranjar" material para fazer um discurso..., sobre o 25 de Abril, protagonizado pelos que estavam na Assembleia da República...
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