1º D. LUÍSAMARIA PINTO DE ESCOVAR, viúva, natural de Vilar do Monte, concelho de Macedo de Cavaleiros, faleceu a 19 de Outubro de 1809.
Tinha duas irmãs: D.Maria Caetana e D.Maria dos Prazeres, que residiam em Lamas de Podence.
Tinha bens em Chacim.
Descendência:
D. Luísa Marcelina de Escovar, que casou com Alexandre José de Sousa (3º, adiante citado)(643).
2º D. MARIA INÁCIA DE MORAIS SARMENTO, que residiu em Vilar de Monte, viúva de Manuel Alves de Faria, major de infantaria, faleceu a 22 de Setembro de 1821, deixando por testamenteiro e herdeiro seu primo Francisco Xavier Gomes de Sepúlveda, abade de Rebordãos, e a irmã deste D. Valeriana de Sepúlveda, por sua vida, e, por morte deles, o Seminário de Bragança (644).
3º ALEXANDRE JOSÉ DE SOUSA FREIRE PIMENTEL, de Vilar do Monte, capitão reformado do regimento de milícias de Bragança, viúvo de D. Luísa Maria Pinto de Escovar, faleceu a 24 de Março de 1825 deixando um filho único, António Venâncio Bernardino de Sousa Freire Pimentel (645).
(Ver em Bragança – Família Sepúlveda, pág. 185, e Rio de Fornos, pág. 406).
VILAR SECO DE LOMBA
JOSÉ CARLOS DE LUCENA E SOUSA, abade de Vilar Seco de Lomba, concelho de Vinhais, erigiu em 1754 uma capela nesta povoação, um pouco acima das casas da residência paroquial, dedicada a Nossa Senhora da Boa Morte (646).
VILAR SECO DE MIRANDA
D. ISABEL FARIA, viúva, residente em Quintela de Vinhais, administrava em 1779 o morgadio de Vilar Seco de Miranda(647).
VILARELHOS
1º FRANCISCO ANTÓNIO PEREIRA DE LEMOS, bacharel em direito, deputado às cortes, morgado de Vilarelhos, concelho de Alfândega da Fé.
Nasceu em Vilarelhos em 1800 e ali faleceu em Outubro de 1883.
Distinguiu-se como deputado nas câmaras de 1838 e diz-se que Camilo Castelo Branco decalcou sobre o seu tipo moral a bela criação do Calisto Elói em A Queda dum Anjo. (Ver Caçarelhos, pág. 200.)
Uma sua filha natural e herdeira da sua grande casa casou com Camilo de Mendonça, dos Mendonças de Barcel, que nasceu a 28 de Fevereiro de 1849 e faleceu em Vilarelhos a 31 de Outubro de 1922.
Gozou enorme prestígio político no concelho de Alfândega da Fé onde era estimadíssimo.
Descendência:
2º JOAQUIM CÂNDIDO DE MENDONÇA, que faleceu a 27 de Setembro de 1910, vítima da sua grande abnegação e altruísmo quando tentava salvar a vida a um seu criado asfixiado num túnel, onde pereceram os dois.
3º D. ANTÓNIA DE VASCONCELOS PEREIRA DE LEMOS, sobrinha e herdeira de Francisco António Pereira de Lemos, casou com Manuel da Costa Pessoa, irmão do terceiro Conde de Vinhais, Simão da Costa Pessoa. Com geração (ver em Vinhais – Família Costa Pessoa).
4º D. LUÍSA ANTÓNIA DA CONCEIÇÃO (na clausura, D. Luísa Antónia do Sacramento), natural de Vilarelhos, filha de João de Azevedo Pereira e de D. Bernarda Maria Josefa e Sousa de Almeida Chaves de Lemos, professou no convento de S. Bento de Bragança em 1759(648).
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(643) Museu Regional de Bragança, Cartório Administrativo, livro 34, fólio 71.
(644) Ibidem, livro 115, fol. 64.
(645) Ibidem, livro 135, fol. 41, onde vem o seu testamento.
(646) Museu Regional de Bragança, maço Capelas.
(647) Ver o vol. IV, p. 341, destas Memórias Arqueológico-Históricas do Distrito de Bragança.
(648) Museu Regional de Bragança, maço Freiras de S. Bento.
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MEMÓRIAS ARQUEOLÓGICO-HISTÓRICAS DO DISTRITO DE BRAGANÇA

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