Comece o mês de São Martinho apreciando uma boa castanha assada!
São muitos os motivos para visitar o santuário durante o fim de semana.
São muitos os motivos para visitar o santuário durante o fim de semana.
Cláudia Gouveia, trabalhou cerca de cinco anos na CERCIMAC. Era auxiliar de serviços gerais e foi despedida no Verão. Assume que, durante estes anos, presenciou vários maus-tratos e diz que eram praticados sobretudo pelos funcionários mais antigos na casa e, quase sempre, contra os mesmos utentes, nomeadamente os mais activos e que davam mais trabalho. “Uma menina autista saía da cadeira e uma colega, para ela não sair da cadeira, pisava-lhe os pés. Andava sempre com as unhas negras”.
Isilda Afonso esteve dois anos na CERCIMAC e saiu, por vontade própria, há vários anos. A ex-funcionária lamenta os maus-tratos que viu e disse que não aguentava mais presenciar a situação. “Todo o mundo via, até a própria direcção. Não diziam nada. Eu preferia estar, todo o dia, no monte, do que ir para ali. Não pelos utentes, que são pacíficos, mas a direcção é fraca”.
Luísa Garcia, uma das sócias fundadoras da CERCIMAC e sua presidente desde o começo, mais concretamente 2006, afirma que não há maus-tratos na instituição. “Não tenho conhecimento que existam, nem agora nem anteriormente, maus-tratos na instituição e sim, foram-me e são reportadas, em termos de funcionamento, situações, que são averiguadas até ao final”, disse Luísa Garcia. Questionada sobre o teor desses episódios, esclareceu que foram “algumas situações pontuais”. “Não consigo dar pormenores e há coisas que, neste momento, gostava de falar. Tinha muita coisa para dizer, se calhar, mas, neste momento estamos a atravessar um processo que, da parte da CERCIMAC, irá até às últimas consequências para que se apure toda a verdade. Gostava de referir, de nomear, e estamos aqui para isso mas não é a altura indicada. Não posso estar a nomear situações porque serão tratadas nos sítios certos e estamos a falar em processos judiciais”, clarificou.
A CERCIMAC acolhe 24 pessoas em lar residencial e 30 no Centro de Actividades e Capacitação para a Inclusão e conta com 36 colaboradores para estas duas respostas.
A GNR esclareceu ao Jornal Nordeste que tem registo de três denúncias de maus-tratos na CERCIMAC, tendo sido os factos “comunicados” ao Tribunal Judicial de Macedo de Cavaleiros.
Segundo o Jornal de Notícias, para o tribunal de Bragança não ficou provado que a freira da Fundação Cónego Manuel Joaquim Ochôa, tivesse beneficiado com as transferências e os movimentos bancários.
A freira estava acusada de desviar cerca de 360 mil euros do Centro Social e Paroquial de Cerejais, do qual era tesoureira.
Os facto terão ocorrido entre 2007 e 2010.
O julgamento começou há cerca de dois anos e terminou agora, com a absolvição da mulher, que foi expulsa da Igreja, há 14 anos, quando surgiram as primeiras suspeitas de ter desviado dinheiro das mensalidades e donativos de utentes.
A estrada é financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência. O investimento ultrapassa os 36 milhões de euros. Depois desta primeira fase, será feita a obra mais relevante, que consiste na construção de duas variantes. “No primeiro semestre de 2025 serão postos a concurso os dois viadutos a fazer entre Vila Verde e Soeira”.
A construção da estrada é reclamada há décadas e tem de estar concluída até 2026, tendo em conta os prazos de execução do PRR. Luís Fernandes mostra-se satisfeito, mas salienta que espera a conclusão dos trabalhos. “É uma reclamação dos vinhaenses de há muito tempo. É um factor de potencialidade para o concelho e para a região. Só ficamos satisfeitos quando as obras estiverem concluídas tal como no projecto, não deixando de nos regozijar por já estarem no terreno”.
Estão já a decorrer as obras de requalificação da Estrada Nacional 103, Vinhais-Bragança. Serve as populações das freguesias de Vinhais, Vila Verde, Paçó, União de Freguesias de Soeira, Fresulfe e Mofreita, em Vinhais, e a União de Freguesias de Castrelos e Carrazedo, Gondesende, Donai e Castro de Avelãs, no concelho de Bragança.
No próximo ano serão construídas duas variantes, entre Vila Verde e Soeira.
Alfândega da Fé, Mirandela, Macedo de Cavaleiros, Valpaços e Alijó foram algumas das localidades que acolheram, em 2023, reuniões preparatórias deste plano hídrico transmontano para uma avaliação das disponibilidades, dos consumos hídricos e encontrar novos caminhos para a mitigação do problema em estreita articulação entre a administração e os utilizadores.
Foram mesmo criados três grupos de trabalho: um ligado aos sistemas urbanos, outro ligado à agricultura e um outro ligado às questões da governança.
Em agosto de 2023, no final de uma dessas reuniões, em Mirandela, o atual presidente da APA, José Pimenta Machado (desde 2 de Setembro de 2024), na altura vice-presidente, adiantou à comunicação social que o plano deveria estar concluído no final de 2023.
Mais de um ano depois dessas declarações, o agora presidente da APA assume que “houve um atraso, é verdade, mas também houve a mudança de Governo e agora queremos retomar e o nosso objetivo que é acabar até ao final do ano”, disse Pimenta Machado, à margem da inauguração do Centro de Triagem da Resíduos do Nordeste, no final da semana passada.
“Neste momento, o plano está em curso, vamos ter uma quarta reunião muito em breve, que procura acima de tudo dar uma maior resiliência a Trás-os-Montes, percebendo a conjuntura de que o clima está a mudar que vamos ter eventos extremos, com maior frequência e mais intensos, e vamos ter chuva mais concentrada e longos períodos de ausência de precipitação, no fundo queremos preparar o território para isso”, acrescentou.
Aquele dirigente lembrou que o plano deve estar pronto no final deste ano, para coincidir com o plano nacional de gestão da água que está a ser elaborado pelo Grupo de Trabalho, "Água que Une", criado em junho deste ano, pelo atual Governo. “Uma das peças do puzzle para essa estratégia nacional é o plano regional de eficiência hídrica de Trás-os-Montes”, referiu.
O Presidente da APA acrescenta que o documento estratégico terá de conter as respostas a quatro questões: “a água que temos hoje. A água que vamos ter no futuro, em 2050. Quais as necessidades de hoje e do futuro e depois desenhar medidas de curto e médio prazo para assegurar estas necessidades e depois olhar para o tema dos investimentos, percebendo que temos agora o Portugal 2030 que é uma oportunidade para colocar dinheiro onde ele é mais necessário”, contou.
Criar regadio, charcas, mas também medidas de uso eficiente da água, são algumas das estratégias que devem estar vertidas neste Plano Hídrico de Trás-os-Montes.
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A participação é gratuita mas sujeita à inscrição nas Juntas de Freguesia ou BUA.
Com a celebração deste protocolo, a CIM das Terras de Trás-os-Montes “garante um financiamento de 312.403,94€ para a execução de projetos que permitam aumentar a capacidade dos municípios no que respeita à recolha seletiva e reciclagem de biorresíduos na origem”, sublinha a CIM-TTM.
Este acordo, “traduz a aposta e preocupação da Comunidade Intermunicipal com o desenvolvimento de projetos que contribuam para uma gestão sustentável dos resíduos, capacitando os municípios, adquirindo equipamentos e sensibilizando a população para a correta separação dos resíduos”, acrescenta.
A CIM-TTM chama a atenção para o facto de que os biorresíduos “constituem uma grande parte dos resíduos urbanos e, se não forem separados do restante desperdício, acabam depositados em aterros sanitários, onde contribuem para a produção de gases de efeito estufa e para a contaminação do solo e águas subterrâneas. A separação dos biorresíduos permite reduzir o volume de resíduos depositados em aterros, promover a agricultura sustentável e a produção de energia renovável”, adianta o comunicado.
A CIM das Terras de Trás-os-Montes recorda ainda que tem vindo a implementar e dinamizar projetos neste âmbito, promovendo o desenvolvimento sustentável do território e a transição para uma economia circular. Este protocolo “é entendido como um passo importante para a promoção de práticas de gestão de resíduos mais eficientes e sustentáveis, com benefícios diretos para a comunidade e o meio ambiente”.
“Os cogumelos que cultivamos no Norte de Portugal são superalimentos nutritivos e saborosos, mas ainda não conquistaram o lugar que merecem na mesa dos portugueses”, afirmou Nuno Pereira, CEO da Cuga. O objetivo é elevar o consumo de cogumelos em Portugal a níveis comparáveis aos de países mais desenvolvidos, incentivando os consumidores a incorporá-los nas suas refeições diárias.
A Cuga prevê um aumento de 50% nas vendas até ao final de 2026, passando de uma produção anual de 4,5 mil toneladas para 6,5 mil. Para alcançar esse objetivo, a empresa está a implementar melhorias que garantem que os cogumelos sejam refrigerados uma hora após a colheita, mantendo a frescura e a qualidade até chegarem aos consumidores.
A empresa também planeia diversificar a sua gama de produtos, tornando os cogumelos mais acessíveis e visíveis nos supermercados. Para isso, quer introduzir uma segmentação clara dos diferentes tipos de cogumelos, juntamente com embalagens que incluam códigos QR que redirecionam para sugestões de receitas.
Com este investimento e a nova estratégia de mercado, a Cuga não só visa aumentar a produção de cogumelos, mas também reforçar a presença deste alimento na dieta dos portugueses, contribuindo para a dinamização da economia local e do setor agrícola em Portugal.
A assinatura do Protocolo de Apoio visa proporcionar um suporte financeiro aos apicultores locais, com o objetivo de incentivar a fixação e rejuvenescimento da atividade apícola, dinamizando assim a economia local. Este apoio permitirá também o aumento das condições de produtividade, tanto em qualidade como em quantidade, um aspeto crucial para a sustentabilidade do setor.
Os apicultores interessados em candidatar-se a este apoio devem cumprir uma série de critérios. Entre eles, destacam-se a propriedade de apiários no concelho, a residência no concelho de Vinhais há pelo menos um ano, e o registo da atividade em cooperativas ou organizações reconhecidas pela Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV). É ainda necessário ter a situação tributária e contributiva regularizada e comprovar o respeito pelas obrigações estipuladas para apicultores e apiários.
A assinatura do Protocolo de Apoio ao Fomento da Apicultura representa um passo importante para o desenvolvimento do setor agrícola em Vinhais, reforçando a importância da apicultura na economia local. Esta iniciativa não só promove a sustentabilidade ambiental, mas também contribui para a valorização das tradições locais e a melhoria das condições de vida dos apicultores. Com este apoio, espera-se um futuro mais próspero para a apicultura no concelho.