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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quarta-feira, 30 de outubro de 2024

É já no próximo fim de semana que a UFSSMM realiza a 2ª Festa da Castanha, no Santuário de Santa Ana, em Meixedo, nos dias 2 e 3 de novembro.

 Venha assistir e participar nos colóquios sobre a castanha, na montaria ao javali, no passeio de BTT, nos concursos de castanha longal e judia, no concurso de doces e na demonstração mecânica da apanha da castanha.
 

Comece o mês de São Martinho apreciando uma boa castanha assada!

São muitos os motivos para visitar o santuário durante o fim de semana.

Empresário raptado em Moçambique é trasmontano

 O empresário raptado esta terça-feira em Moçambique é de Bragança. Segundo avançou o Correio da Manhã, é natural de Bragança e chama-se Ernesto, e vivia em Moçambique há cerca de 30 anos.


O homem empresário da construção civil, foi raptado esta terça-feira, numa rua de Maputo, em Moçambique, por homens armados, a cerca de 100 metros da Presidência da República, num sequestro que durou cerca de 15 segundos.


Escrito por Rádio ONDA LIVRE
Fotografia: Correio da Manhã

Ex-funcionárias da CERCIMAC denunciam maus-tratos a utentes praticados por trabalhadores

 Há maus-tratos na Cooperativa de Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados de Macedo de Cavaleiros. Quem o diz são ex-funcionárias da instituição, que acolhe pessoas com deficiência


Segundo o Jornal Nordeste, quatro pessoas que já trabalharam na CERCIMAC dizem que presenciaram maus-tratos físicos, psicológicos e verbais. As ex-funcionárias assumem que durante o tempo que ali estiveram presenciaram episódios de tortura a alguns utentes, actos praticados por parte de vários trabalhadores. “Eu vi bater, vi deitar um menino ao chão, com toda a força, e arrastá-lo e, depois, o funcionário, punha-se em cima do pescoço do menino e puxava-lhe os braços para trás. Há lá uma utente que, de noite, não pára e uma colega sentava-a na cama e puxava-lhe o cabelo e batia-lhe”, disse Cláudia Gouveia. “Havia colegas que batiam a utentes e havia pessoas que até o prato de cima da mesa tiravam aos utentes para fazer pressão. Cheguei a ver bater numa utente. Vi estaladas, beliscões e empurrões”, disse “Maria”. “Um dia, íamos almoçar, e uma menina começou a gritar e a bater com as mãos na mesa e um funcionário deu-lhe uma estalada tão grande que atirou com ela ao chão”, disse Isilda Afonso.

Cláudia Gouveia, trabalhou cerca de cinco anos na CERCIMAC. Era auxiliar de serviços gerais e foi despedida no Verão. Assume que, durante estes anos, presenciou vários maus-tratos e diz que eram praticados sobretudo pelos funcionários mais antigos na casa e, quase sempre, contra os mesmos utentes, nomeadamente os mais activos e que davam mais trabalho. “Uma menina autista saía da cadeira e uma colega, para ela não sair da cadeira, pisava-lhe os pés. Andava sempre com as unhas negras”.

Isilda Afonso esteve dois anos na CERCIMAC e saiu, por vontade própria, há vários anos. A ex-funcionária lamenta os maus-tratos que viu e disse que não aguentava mais presenciar a situação. “Todo o mundo via, até a própria direcção. Não diziam nada. Eu preferia estar, todo o dia, no monte, do que ir para ali. Não pelos utentes, que são pacíficos, mas a direcção é fraca”.

Luísa Garcia, uma das sócias fundadoras da CERCIMAC e sua presidente desde o começo, mais concretamente 2006, afirma que não há maus-tratos na instituição. “Não tenho conhecimento que existam, nem agora nem anteriormente, maus-tratos na instituição e sim, foram-me e são reportadas, em termos de funcionamento, situações, que são averiguadas até ao final”, disse Luísa Garcia. Questionada sobre o teor desses episódios, esclareceu que foram “algumas situações pontuais”. “Não consigo dar pormenores e há coisas que, neste momento, gostava de falar. Tinha muita coisa para dizer, se calhar, mas, neste momento estamos a atravessar um processo que, da parte da CERCIMAC, irá até às últimas consequências para que se apure toda a verdade. Gostava de referir, de nomear, e estamos aqui para isso mas não é a altura indicada. Não posso estar a nomear situações porque serão tratadas nos sítios certos e estamos a falar em processos judiciais”, clarificou.

A CERCIMAC acolhe 24 pessoas em lar residencial e 30 no Centro de Actividades e Capacitação para a Inclusão e conta com 36 colaboradores para estas duas respostas.

A GNR esclareceu ao Jornal Nordeste que tem registo de três denúncias de maus-tratos na CERCIMAC, tendo sido os factos “comunicados” ao Tribunal Judicial de Macedo de Cavaleiros.

Escrito por Brigantia
Jornalista: Carina Alves

Absolvida antiga freira acusada de desviar 360 mil euros do Centro Social e Paroquial de Cerejais

 Os factos terão ocorrido entre 2007 e 2010


A antiga freira de Cerejais, no concelho de Alfândega da Fé, foi absolvida dos crimes de abuso de confiança e de furto qualificado.

Segundo o Jornal de Notícias, para o tribunal de Bragança não ficou provado que a freira da Fundação Cónego Manuel Joaquim Ochôa, tivesse beneficiado com as transferências e os movimentos bancários.

A freira estava acusada de desviar cerca de 360 mil euros do Centro Social e Paroquial de Cerejais, do qual era tesoureira.

Os facto terão ocorrido entre 2007 e 2010.

O julgamento começou há cerca de dois anos e terminou agora, com a absolvição da mulher, que foi expulsa da Igreja, há 14 anos, quando surgiram as primeiras suspeitas de ter desviado dinheiro das mensalidades e donativos de utentes.

Escrito por Brigantia
Jornalista: Carina Alves

Obras de requalificação da estrada que liga Vinhais e Bragança já começaram

 A estrada é financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência


Saiu finalmente do papel e começa a ser uma realidade a requalificação da estrada que liga Vinhais a Bragança. As obras já arrancaram. De acordo com o presidente da Câmara Municipal de Vinhais, Luís Fernandes, está a ser melhorado o troço já existente. “Neste momento, estão a começar os trabalhos de requalificação no sentido de retirarem curvas. São trabalhos relativos à primeira fase adjudicada, no valor de 17 milhões de euros”.

A estrada é financiada pelo Plano de Recuperação e Resiliência. O investimento ultrapassa os 36 milhões de euros. Depois desta primeira fase, será feita a obra mais relevante, que consiste na construção de duas variantes. “No primeiro semestre de 2025 serão postos a concurso os dois viadutos a fazer entre Vila Verde e Soeira”.

A construção da estrada é reclamada há décadas e tem de estar concluída até 2026, tendo em conta os prazos de execução do PRR. Luís Fernandes mostra-se satisfeito, mas salienta que espera a conclusão dos trabalhos. “É uma reclamação dos vinhaenses de há muito tempo. É um factor de potencialidade para o concelho e para a região. Só ficamos satisfeitos quando as obras estiverem concluídas tal como no projecto, não deixando de nos regozijar por já estarem no terreno”.

Estão já a decorrer as obras de requalificação da Estrada Nacional 103, Vinhais-Bragança. Serve as populações das freguesias de Vinhais, Vila Verde, Paçó, União de Freguesias de Soeira, Fresulfe e Mofreita, em Vinhais, e a União de Freguesias de Castrelos e Carrazedo, Gondesende, Donai e Castro de Avelãs, no concelho de Bragança.

No próximo ano serão construídas duas variantes, entre Vila Verde e Soeira.

Escrito por Brigantia
Jornalista: Ângela Pais

Plano de eficiência hídrica de Trás-os-Montes está atrasado um ano

 Afinal, o Plano Regional de Eficiência Hídrica de Trás-os-Montes e Alto Douro só deve estar pronto no final deste ano, ou seja, já vem com um atraso de 12 meses relativamente á calendarização inicial que seria dezembro de 2023


O presidente da Agência Portuguesa do Ambiente (APA) justifica o atraso com “a mudança de Governo”, mas também pelo facto de ter de estar aliado ao plano nacional de gestão da água que está a ser elaborado por um Grupo de Trabalho criado já pelo atual Governo da AD.

Alfândega da Fé, Mirandela, Macedo de Cavaleiros, Valpaços e Alijó foram algumas das localidades que acolheram, em 2023, reuniões preparatórias deste plano hídrico transmontano para uma avaliação das disponibilidades, dos consumos hídricos e encontrar novos caminhos para a mitigação do problema em estreita articulação entre a administração e os utilizadores.

Foram mesmo criados três grupos de trabalho: um ligado aos sistemas urbanos, outro ligado à agricultura e um outro ligado às questões da governança.

Em agosto de 2023, no final de uma dessas reuniões, em Mirandela, o atual presidente da APA, José Pimenta Machado (desde 2 de Setembro de 2024), na altura vice-presidente, adiantou à comunicação social que o plano deveria estar concluído no final de 2023.

Mais de um ano depois dessas declarações, o agora presidente da APA assume que “houve um atraso, é verdade, mas também houve a mudança de Governo e agora queremos retomar e o nosso objetivo que é acabar até ao final do ano”, disse Pimenta Machado, à margem da inauguração do Centro de Triagem da Resíduos do Nordeste, no final da semana passada.

“Neste momento, o plano está em curso, vamos ter uma quarta reunião muito em breve, que procura acima de tudo dar uma maior resiliência a Trás-os-Montes, percebendo a conjuntura de que o clima está a mudar que vamos ter eventos extremos, com maior frequência e mais intensos, e vamos ter chuva mais concentrada e longos períodos de ausência de precipitação, no fundo queremos preparar o território para isso”, acrescentou.

Aquele dirigente lembrou que o plano deve estar pronto no final deste ano, para coincidir com o plano nacional de gestão da água que está a ser elaborado pelo Grupo de Trabalho, "Água que Une", criado em junho deste ano, pelo atual Governo. “Uma das peças do puzzle para essa estratégia nacional é o plano regional de eficiência hídrica de Trás-os-Montes”, referiu.

O Presidente da APA acrescenta que o documento estratégico terá de conter as respostas a quatro questões: “a água que temos hoje. A água que vamos ter no futuro, em 2050. Quais as necessidades de hoje e do futuro e depois desenhar medidas de curto e médio prazo para assegurar estas necessidades e depois olhar para o tema dos investimentos, percebendo que temos agora o Portugal 2030 que é uma oportunidade para colocar dinheiro onde ele é mais necessário”, contou.

Criar regadio, charcas, mas também medidas de uso eficiente da água, são algumas das estratégias que devem estar vertidas neste Plano Hídrico de Trás-os-Montes.

Escrito por Terra Quente (CIR)

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IX Feira da Castanha

 A IX Feira da Castanha decorre no próximo fim-de-semana em Corujas.
Este evento tem diversas iniciativas associadas à castanha, desde o concurso da castanha "longal", o seminário "Fertilização dos castanheiros, a caminhada “Rota da Castanha”, o tradicional magusto, e animação musical durante os três dias.

Convívio de Natal Sénior

 Com o intuito de incentivar a convivência e a aproximação entre os munícipes seniores das várias freguesias do Concelho e de proporcionar uma tarde ativa de partilha e emoções especialmente às pessoas que vivem sós, o Município de Vila Flor assinala este ano a quadra natalícia com um almoço convívio especial de Natal Sénior.
Os transportes e o local serão assegurados pelo Município, depois de verificadas as inscrições em cada uma das Freguesias.

A participação é gratuita mas sujeita à inscrição nas Juntas de Freguesia ou BUA.

𝗨𝗻𝗶𝘃𝗲𝗿𝘀𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗦𝗲́𝗻𝗶𝗼𝗿 | 𝗧𝗼𝗿𝗿𝗲 𝗱𝗲 𝗠𝗼𝗻𝗰𝗼𝗿𝘃𝗼

 Inscrições até dia 15 de novembro
Ficha de inscrição disponível no Balcão Único da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo ou AQUI.

Dia da Castanha 🌰🌰 em Bruçó

Oportunidades de Negócio - Fontes de Financiamento

𝗔𝗽𝗿𝗲𝘀𝗲𝗻𝘁𝗮𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗼 𝗖𝗮𝗺𝗶𝗻𝗵𝗼 𝗣𝗼𝗿𝘁𝘂𝗴𝘂𝗲̂𝘀 𝗱𝗲 𝗦𝗮𝗻𝘁𝗶𝗮𝗴𝗼 𝗱𝗲 𝗥𝗼𝘀𝗺𝗶𝘁𝗵𝗮𝗹

CIM Terras de Trás-os-Montes garante 300 mil euros para a Recolha Seletiva de Biorresíduos

 A Comunidade Intermunicipal das Terras de Trás-os-Montes (CIM-TTM) celebrou, na passada segunda-feira (28 de outubro), um protocolo de colaboração técnica e financeira com o Fundo Ambiental destinado ao apoio à implementação de projetos de recolha seletiva de biorresíduos, no âmbito do programa “RecolhaBio-2024”, revela aquela entidade que integra nove Municípios do distrito de Bragança (Alfândega da Fé, Bragança, Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro, Mirandela, Mogadouro, Vila Flor, Vimioso e Vinhais).


A sessão, presidida pela Ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, decorreu em Lisboa, e contou também com a presença do Secretário de Estado do Ambiente, Emídio Sousa, do Presidente da Agência Portuguesa do Ambiente, Pimenta Machado e do Diretor do Fundo Ambiental, Marco Rebelo. Em representação da CIM-TTM esteve o Presidente do Conselho Intermunicipal, Pedro Lima, adianta o comunicado.

Com a celebração deste protocolo, a CIM das Terras de Trás-os-Montes “garante um financiamento de 312.403,94€ para a execução de projetos que permitam aumentar a capacidade dos municípios no que respeita à recolha seletiva e reciclagem de biorresíduos na origem”, sublinha a CIM-TTM.

Este acordo, “traduz a aposta e preocupação da Comunidade Intermunicipal com o desenvolvimento de projetos que contribuam para uma gestão sustentável dos resíduos, capacitando os municípios, adquirindo equipamentos e sensibilizando a população para a correta separação dos resíduos”, acrescenta.

A CIM-TTM chama a atenção para o facto de que os biorresíduos “constituem uma grande parte dos resíduos urbanos e, se não forem separados do restante desperdício, acabam depositados em aterros sanitários, onde contribuem para a produção de gases de efeito estufa e para a contaminação do solo e águas subterrâneas. A separação dos biorresíduos permite reduzir o volume de resíduos depositados em aterros, promover a agricultura sustentável e a produção de energia renovável”, adianta o comunicado.

A CIM das Terras de Trás-os-Montes recorda ainda que tem vindo a implementar e dinamizar projetos neste âmbito, promovendo o desenvolvimento sustentável do território e a transição para uma economia circular. Este protocolo “é entendido como um passo importante para a promoção de práticas de gestão de resíduos mais eficientes e sustentáveis, com benefícios diretos para a comunidade e o meio ambiente”.

Artigo escrito por Fernando Pires (jornalista)
Foto: CIM das Terras de Trás-os-Montes

terça-feira, 29 de outubro de 2024

Os burros vão em busca de cogumelos!

Jornadas Micológicas a 16 de novembro

Dos Acampamentos à Milícia

 
O contacto com a natureza, o ar livre e o desporto fizeram parte integrante da nossa juventude e adolescência.
A prática do campismo selvagem, não sabíamos que existia outro, tinha sempre uns dias reservados nas nossas férias escolares, nomeadamente nas férias da Páscoa (as árvores sem folhas) onde era raríssimo aparecerem “vizinhos” de tenda.
O Rio Baceiro, perto da localidade de Castrelos era um dos locais preferidos para acamparmos.
Tínhamos estratagemas para nunca passar fome, mas tenho de admitir que quando, aos Domingos, aparecia a D.ª Alice (mãe do Jaime), com uma “bruta panelada” de feijoada que dava para 3 dias, ficávamos mais radiantes do que se tivéssemos acertado no totobola.
As canas de pesca seguiam connosco mas os peixes não iam com as nossas iscas. Se bem que quero crer que o problema era mesmo a falta de jeito da nossa parte.
A nossa tenda era feita com panos sobrantes de tendas da tropa que, unidos com cordas, proporcionavam o conforto necessário para umas curtas horas de descanso. A porta da tenda era uma manta.
Mais tarde o Jaime conseguiu uma canadiana de dois lugares, das modernas, que, basicamente, nos servia de arrecadação e despensa.
Eram também os tempos da Milícia onde se preparavam os estudantes para um possível futuro que passasse pela carreira militar.
Dois dias por semana, na parte de tarde, lá íamos para o 30 (quartel militar que funcionava onde são agora as instalações do Município de Bragança). Fardados a rigor com a “eterna” G3 ao ombro, aprendíamos a marchar.
O Mário da Sarzeda, (arrotcho como carinhosamente lhe chamávamos), nunca teve botas da tropa, era o único.
Dizia ele, bonacheirão e com a ironia que o caracterizava, que ainda não tinha chegado o comboio especial que lhe trazia as botas. Não era fácil as forças armadas terem botas do n.º 52 disponíveis.
Mas a PSP deveria ter, já que foi essa a carreira que ele posteriormente abraçou.
Mais um a dignificar as nossas honestas e esforçadas gentes Bragançanas que são, sempre foram, símbolos de coragem e honestidade, nas grandes urbes.

Obs* Estes personagens... já pertencem todos aos empecilhos que após uma vida de trabalho e descontos parece, por vezes, que incomodam... às novas e já caquéticas pseudo-elites, aos menininhos.

HM

Para celebrar o dia de São Martinho, a Freguesia de Vimioso e a Comissão de Festas 2025 estão a organizar a 6ª Caminhada de São Martinho

Empresa CUGA aumenta produção de cogumelos com investimento de 3 milhões de euros

 A empresa Cuga, anteriormente conhecida como Varandas do Sousa, anunciou um investimento de três milhões de euros para modernizar as suas instalações e aumentar a produção de cogumelos, prevendo atingir a marca de 6,4 mil toneladas até 2026


A Cuga, líder no mercado nacional de cogumelos com uma quota de 85%, está a dar um passo significativo na sua expansão. Com unidades de produção localizadas em Benlhevai (Vila Flor), Vila Real e Paredes, a empresa visa requalificar as suas linhas de produção e otimizar o sistema de refrigeração, assegurando a qualidade dos produtos desde a colheita até à prateleira.

“Os cogumelos que cultivamos no Norte de Portugal são superalimentos nutritivos e saborosos, mas ainda não conquistaram o lugar que merecem na mesa dos portugueses”, afirmou Nuno Pereira, CEO da Cuga. O objetivo é elevar o consumo de cogumelos em Portugal a níveis comparáveis aos de países mais desenvolvidos, incentivando os consumidores a incorporá-los nas suas refeições diárias.

A Cuga prevê um aumento de 50% nas vendas até ao final de 2026, passando de uma produção anual de 4,5 mil toneladas para 6,5 mil. Para alcançar esse objetivo, a empresa está a implementar melhorias que garantem que os cogumelos sejam refrigerados uma hora após a colheita, mantendo a frescura e a qualidade até chegarem aos consumidores.

A empresa também planeia diversificar a sua gama de produtos, tornando os cogumelos mais acessíveis e visíveis nos supermercados. Para isso, quer introduzir uma segmentação clara dos diferentes tipos de cogumelos, juntamente com embalagens que incluam códigos QR que redirecionam para sugestões de receitas.

Com este investimento e a nova estratégia de mercado, a Cuga não só visa aumentar a produção de cogumelos, mas também reforçar a presença deste alimento na dieta dos portugueses, contribuindo para a dinamização da economia local e do setor agrícola em Portugal.

Jornalista: Lara Torrado

Vinhais impulsiona a Apicultura com novo protocolo de apoio

 No dia 27 de outubro, durante as Jornadas de Apicultura, foi assinado o Protocolo de Apoio ao Fomento da Apicultura no concelho de Vinhais. O evento, que integra a programação da Rural Castanea-Festa da Castanha, contou com a presença do presidente da câmara, Luís Fernandes, e vários apicultores beneficiados por esta iniciativa.


A apicultura é uma atividade com profundas raízes na agricultura portuguesa, especialmente no concelho de Vinhais, onde desempenha um papel importante como complemento do rendimento das explorações agrícolas.

A assinatura do Protocolo de Apoio visa proporcionar um suporte financeiro aos apicultores locais, com o objetivo de incentivar a fixação e rejuvenescimento da atividade apícola, dinamizando assim a economia local. Este apoio permitirá também o aumento das condições de produtividade, tanto em qualidade como em quantidade, um aspeto crucial para a sustentabilidade do setor.

Os apicultores interessados em candidatar-se a este apoio devem cumprir uma série de critérios. Entre eles, destacam-se a propriedade de apiários no concelho, a residência no concelho de Vinhais há pelo menos um ano, e o registo da atividade em cooperativas ou organizações reconhecidas pela Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV). É ainda necessário ter a situação tributária e contributiva regularizada e comprovar o respeito pelas obrigações estipuladas para apicultores e apiários.

A assinatura do Protocolo de Apoio ao Fomento da Apicultura representa um passo importante para o desenvolvimento do setor agrícola em Vinhais, reforçando a importância da apicultura na economia local. Esta iniciativa não só promove a sustentabilidade ambiental, mas também contribui para a valorização das tradições locais e a melhoria das condições de vida dos apicultores. Com este apoio, espera-se um futuro mais próspero para a apicultura no concelho.

Jornalista: Lara Torrado