De 29 a 31 de maio de 2026, Carrazeda de Ansiães recua no tempo. Se queres fazer parte desta viagem à Idade Média, não deixes para a última hora.
Local: Carrazeda de Ansiães
Inscrições: Na Loja Interativa de Turismo (LIT) ou AQUI.
O Município de Bragança informa que se encontram abertos procedimentos de recrutamento para as seguintes funções:
Os interessados deverão consultar todas as informações e requisitos AQUI.
O trator passou por cima do septuagenário, que apresentava diversas fraturas nas costelas.
No local, estiveram dois bombeiros e uma ambulância. Perante a gravidade dos ferimentos, foi pedido apoio diferenciado ao INEM que enviou, para o local, o helicóptero sediado em Macedo de Cavaleiros.
O homem acabou transportado ao hospital de Bragança.
A 11 de abril, terá lugar um seminário prático para observação de resultados, seguido de almoço-convívio com a comunidade local, aberto ao público mediante inscrição prévia por e-mail (jpmc@ipb.pt).
Estas atividades contam com a colaboração do Instituto Politécnico de Bragança, CIMO, Zasnet AECT, Município de Vimioso, ASZAL. Asociación Nacional de Criadores de Raza Asnal Zamorano-Leonesa, Buleza Leche de BUrra, MORE Colab - Laboratório Colaborativo Montanhas de Investigação, AEPGA e Aptran - Associação Portuguesa de Tracção Animal, reforçando a importância das soluções baseadas na natureza para a prevenção de incêndios e a resiliência ecológica.
Marque na agenda e acompanhe o Projeto ASINIFIRE – Asininos na Prevenção de Incêndios para a Resiliência Ecológica.
Dar voz aos jovens significa reconhecer que eles têm ideias, perspetivas e energia capazes de transformar positivamente a cidade. Muitas vezes, são eles que melhor identificam problemas emergentes, desde a falta de espaços de lazer e cultura, até questões relacionadas com mobilidade, habitação para estudantes, sustentabilidade ambiental ou inclusão digital. No entanto, para que essa voz se traduza em intervenção real, é necessário criar espaços e ferramentas de participação.
As escolas e instituições de ensino desempenham um papel central neste processo. Através das associações de estudantes, projetos de voluntariado ou debates organizados, os jovens podem ter a oportunidade de aprender a expressar opiniões, defender ideias e procurar soluções coletivas. Estas iniciativas, para além de promoverem competências como argumentação, liderança e cooperação, aproximam os estudantes da realidade política e do funcionamento das instituições públicas.
Mas a cidadania ativa não deve limitar-se aos muros das escolas. Os municípios têm uma responsabilidade direta em incentivar o envolvimento da juventude, criando estruturas participativas que lhes permitam ser ouvidos. Conselhos Municipais da Juventude, orçamentos participativos jovens, fóruns anuais, sessões municipais abertas à participação estudantil ou plataformas digitais interativas são exemplos de mecanismos que permitem integrar a visão jovem na governação local. Alguns passos têm sido dados nesse sentido. Quando a autarquia se mostra disponível para ouvir e incluir os jovens nos processos de decisão, constrói-se uma relação de confiança que fortalece a democracia local.
O envolvimento da juventude na política municipal não significa apenas dar-lhes espaço para opiniões, mas também valorizar e implementar, sempre que possível, as suas sugestões. Ver ideias transformadas em ações concretas é o que verdadeiramente motiva os jovens a continuarem a participar. Por outro lado, quando sentem que as suas contribuições são ignoradas, tende a surgir desinteresse ou descrença no sistema político. O diálogo entre jovens e autarquia deve ser transparente, constante e baseado no respeito mútuo.
Outro fator determinante é o acesso à informação. Muitos jovens não participam porque não sabem como fazê-lo. A comunicação municipal deve ser clara, acessível, apelativa e ajustada às ferramentas que os jovens utilizam no seu dia-a-dia, redes sociais, vídeos curtos, plataformas digitais interativas e linguagem simples e direta. O Município de Bragança tem dado passos importantes nesse sentido. Além disso, a promoção de campanhas de literacia cívica, explicando os direitos e deveres dos cidadãos, o funcionamento dos órgãos municipais e a importância da participação política, ajuda a fortalecer a consciência dos cidadãos.
É igualmente importante reconhecer que a juventude não é um grupo uniforme. Existem diferentes realidades, interesses e dificuldades. Dar voz à juventude implica incluir todos. Estudantes, jovens trabalhadores, jovens em situação de vulnerabilidade social, jovens com deficiência, estudantes internacionais e jovens que vivem tanto no centro urbano como nas aldeias próximas de Bragança. Uma participação verdadeiramente democrática deve ser inclusiva e representativa.
As associações juvenis, culturais e desportivas também têm um papel relevante na promoção da cidadania ativa. Estes espaços permitem aos jovens desenvolver competências sociais, criar redes de apoio e participar em iniciativas que reforçam o espírito comunitário. Quando estas associações trabalham em parceria com o município e com as escolas, o impacto é ainda maior.
A cidadania ativa da juventude é uma responsabilidade da escola, da família, da comunidade e das instituições públicas. É um processo que deve ser continuamente alimentado, valorizado e incentivado. Uma cidade que escuta os seus jovens é uma cidade mais preparada para inovar, evoluir e responder aos desafios contemporâneos.
Promover o envolvimento juvenil nas decisões municipais é uma das escolhas políticas que vale a pena, é um investimento no futuro. Ao dar voz aos jovens, Bragança garante que as gerações futuras cresçam com sentido de pertença, responsabilidade e compromisso democrático. Uma cidade só se desenvolve plenamente quando todos fazem parte da sua construção, incluindo aqueles que herdarão o seu futuro.
O comércio local manter-se-á em funcionamento normal.
Solicitamos a melhor compreensão de todos e o cumprimento das indicações transmitidas pelos polícias que se encontrarão no local.
Não são conhecidos detalhes sobre o que terá acontecido, apenas se sabe que não há vítimas a lamentar, nem sequer foi solicitado qualquer socorro, confirma fonte dos bombeiros.
Esta tarde, a viatura submersa foi resgatada com o auxílio da equipa de cinco mergulhadores dos bombeiros de Mirandela e mais dois operacionais com o apoio de duas viaturas. "Estava a seis metros de profundidade", confirma o comandante dos bombeiros.
No local, estiveram também três militares da GNR.
A Grã-mestre da Confraria da Rosquilha de Argozelo, Ana Luísa Machado, informou que para salvaguardar esta iguaria, a Rosquilha de Argozelo, já foi registada no Instituto Nacional da Propriedade Industrial e no sítio electrónico dos Produtos Tradicionais Portugueses.
“Para promover a rosquilha de Argozelo já participámos em eventos de âmbito local, regional, nacional como a Feira de Turismo de Lisboa e até internacional, com as participações nas Feiras de Valladolid e Madrid (Espanha)”, informou Ana Luísa Machado.
No Domingo, dia 22 de março, o I Capítulo da Confraria da Rosquilha da Rosquilha de Argozelo, realizou-se no auditório do Centro Interpretativo das Minas de Argozelo e recebeu a visita de 12 confrarias.
Do distrito de Bragança, participaram na cerimónia a Confraria do Azeite e do Folar (Izeda), Confraria do Butelo e das Casulas (Bragança), Confraria Ibérica da Castanha (Bragança), Confraria do Canhonho Mirandês (Miranda do Douro), Confraria do Javali (Macedo de Cavaleiros), Confraria do Fumeiro (Vinhais).
De outras regiões do país, vieram até Argozelo, a Confraria do Frango da Guia (Albufeira), Confraria da Cebola e do Presunto (Penafiel), Confraria dos Sabores da Abóbora (Vagos), Confraria da Regueifa e do Biscoito (Valongo) e a Confraria Ovelhã (Guarda).
“Foi com grande alegria que recebemos a visita de 40 confrades de várias associações, que se juntaram aos nossos conterrâneos, para participar no I Capítulo da Rosquilha de Argozelo”, agradeceu a Grâ-mestre.
No decorrer da cerimónia, para além da investidura de novos confrades, foram homenageadas oito mulheres de Argozelo, que confeccionam as rosquilhas, sendo-lhes atribuído o título de Confrades de Mérito.
“As Confrades de Mérito são as pessoas preservam a receita original da Rosquilha de Argozelo. Elas são as verdadeiras protagonistas do saber fazer as rosquilhas”, disse a grâ-mestre, Ana Luísa Machado.
O presidente da Freguesia de Argozelo, Francisco Lopes, congratulou-se com a notoriedade que a rosquilha tem alcançado, o que simultaneamente está a dar maior visibilidade a esta vila do concelho de Vimioso.
“A freguesia de Argozelo pretende apoiar todas as inciativas que projetem cada vez mais a localidade. Gostaria, por exemplo, que as rosquilhas chegassem às grandes superfícies comercais, de modo a que a produção artesanal deste produto crie novos postos de trabalho em Argozelo”, avançou o autarca argozelense.
Questionado sobre a importância da Feira da Rosquilha, em Argozelo, Francisco Lopes, indicou que o certame é uma mostra dos produtos, do artesanato e das tradições da região.
Para a população de Argozelo é uma alegria receber a visita de tantas pessoas ao longo do fim-de-semana. Esta feira é uma oportunidade de promover turisticamente a vila e simultaneamente proporcionar uma maior atividade ao comércio e às empresas locais”, indicou.
De visita à XIX Feira da Rosquilha, em Argozelo o presidente do município de Vimioso, António Santos, enalteceu o espírito empreendedor das gentes de Argozelo.
“A minha primeira atividade profissional foi em Argozelo e por isso sou um profundo conhecedor do caráter dos argozelenses. Recordo que nas décadas de 1980 e 1990, com o encerramento das minas de extração de estanho e volfrâmio, a população de Argozelo enfrentou sérias dificuldades. Mas esta gente foi resiliente e empreendedora na procura de novas atividades profissionais. A constituição da Confraria da Rosquilha é um exemplo deste espírito empreendedor e audaz do povo de Argozelo, que com este produto quer afirmar-se na região, no país e no estrangeiro”, elogiou o autarca de Vimioso.
“Este doce tradicional, a rosquilha, que é feito com produtos da terra como a farinha proveniente dos campos de trigo e o azeite extraído dos olivais, é um símbolo identitário de Argozelo. Este produto gastronómico, transmitido de geração em geração, é também um produto turístico, distintivo da vila de Argozelo”, realçou o presidente da CIM-TTM.
Para o também autarca de Vila Flor, Pedro Lima, as feiras temáticas dedicadas a um produto âncora, como é o caso da rosquilha, em Argozelo, tornam-se interessantes e apelativas para o público.
“Em Trás-os-Montes, todos os municípios têm produtos muito parecidos como o azeite, o vinho, a batata, os legumes, a carne, os queijos, o mel, os frutos secos, entre outros produtos. Por isso, é necessário que cada concelho procure destacar-se num produto original, como está a fazer Argozelo, com a preservação e promoção da rosquilha. Turisticamente, torna-se interessante visitar esta localidade para conhecer o modo de confecção da rosquilha num forno a lenha e degustar este doce tradicional de Páscoa”, disse o autarca vilaflorense.
Na vila de Argozelo, a rosquilha é um doce tradicional, confeccionado com farinha, fermento, açúcar, ovos, manteiga, azeite e banha de porco. Há quem adicione ainda aguardente e sumo laranja. Juntam-se todos estes ingredientes, amassam-se bem, dá-se-lhes a forma circular para depois irem ao forno.
Em Argozelo, a rosquilha é tão apreciada pelo público, que antes mesmo do certame começar, multiplicam-se as encomendas deste doce tradicional de Páscoa.
Durante três dias, o evento promove produtos locais, iniciativas culturais e o contacto direto com a diáspora portuguesa.
Convidamos os visitantes franceses a experimentarem os nossos produtos endógenos e desafiamos os nossos emigrantes residentes em França a juntarem-se a nós de 27 a 29 de março de 2026.
Este evento é uma oportunidade única para conhecer de perto o trabalho de Lourenço Seruya e conversar com o autor sobre a sua inspiração e processo criativo. A entrada é livre.
Inscrições até dia 27 março, às 13h00, na Junta de Freguesia de Açoreira, Gabinete do Desporto da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo e Loja Interativa de Turismo ou AQUI.
Após as primeiras regatas disputadas no sábado, foi hoje que se decidiram os títulos nacionais, com finais intensas e bem disputadas, num cenário natural que voltou a atrair público às margens do rio.
A organização, em parceria com o Clube Fluvial de Mirandela, reforçou o estatuto da cidade como referência da modalidade, numa altura em que se prepara para receber o Campeonato Europeu de Maratonas em 2027.
Jornalista: Vitória Botelho
O Folar de Vilarinho de Agrochão voltou a afirmar-se como um dos principais símbolos da identidade local, reconhecido pelo seu sabor característico e pelo saber-fazer transmitido ao longo de várias gerações, inserindo-se na tradição gastronómica do concelho de Vinhais.
O Executivo Municipal felicitou a organização do evento, destacando a sua relevância na preservação das tradições e na promoção dos produtos endógenos, bem como o contributo para a dinamização da economia local.
Organizadores destacaram a importância de encontros deste género para a promoção da leitura e da cultura local. Um agradecimento especial foi feito aos autores, aos apresentadores e ao público presente, que contribuíram para tornar a sessão ainda mais especial e memorável.
Quanto ao triunfo, “felizmente, consegui gerir muito bem o esforço e as emoções durante a primeira parte da prova, onde fiquei muito para trás, no meio das ondas e da confusão. Foi só ver atletas a passar por mim, não consegui segurar o barco no meio das ondas”, confessa.
No entanto, “consegui chegar à frente, recuperar, respirar e focar no objetivo, que era lutar novamente pelo título e estou extremamente feliz por voltar a conquistar este título pelo 18º ano consecutivo”, conta o atleta.
Ainda em K1, mas em femininos, o triunfo pertenceu a Maria Rei. Fernando Pimenta deixa novamente elogios ao curso de água do rio Tua. “Tem aqui um plano de água fantástico, bastante espaço navegável. acho que toda a população aqui ia ficar a ganhar, principalmente na época de verão, poder desfrutar um pouco mais aqui do Rio Tua, com atividades náuticas”, remata.
Durante dois dias, a competição teve cerca de 30 provas e contou com a participação de mais de 900 atletas, em representação de 54 clubes, abrangendo escalões masculinos e femininos, incluindo paracanoagem.
Para o presidente da Federação Portuguesa de Canoagem, este ano, “correu muito bem, estamos muito satisfeitos, porque, além daquilo que é o normal, que são estas condições esplêndidas aqui do Tua e deste Parque Verde, fomos presenteados com um tempo esplêndido nestes dois dias, que deu também para colorir, dar mais alegria e tivemos um número de atletas substancial, cerca de 910 atletas, pelo que saímos daqui mais uma vez com o dever cumprido e com muita satisfação e com muita vontade de voltar para o ano”, refere Ricardo Machado, acreditando que foi “um bom ensaio” para o Europeu de Maratonas que vai acontecer, em 2027, também em Mirandela.
Além da vertente desportiva, o presidente da Câmara de Mirandela volta a sublinhar o importante “impacto económico” que esta prova trouxe para a cidade durante todo o fim-de-semana. “Estimamos que foram cerca de 5 mil visitantes que tivemos aqui, que muito contribuem para ajudar a economia local. Tivemos um tempo fabuloso, tivemos o estuário bem tratado, pelo que estamos satisfeitos”, diz Vítor Correia.
Foi mais um fim-de-semana de canoagem por Mirandela que, no próximo ano vai receber o Europeu de Maratonas.