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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

terça-feira, 24 de março de 2026

ANAFRE pede mais competências de Proteção Civil para as Freguesias

 O presidente da Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE) defende que as juntas e as uniões de freguesia têm que ver aumentadas as suas competências na área da proteção civil.


Francisco Brito lembra o papel fundamental das freguesias em situações de catástrofes e a prova está na forma como elas reagiram durante e após a passagem do “comboio de tempestades” que assolou o país. O presidente da ANAFRE diz que as freguesias, pela sua proximidade, foram as primeiras a ajudar as populações.

No entanto as Juntas de Freguesia “não têm o devido respaldo legal para a primeira intervenção”, e Francisco Brito defende que as freguesias” devem mesmo ter competências de proteção civil”.

A nova lei de bases da proteção civil está a ser discutida e por esse motivo o presidente da ANAFRE entende que esta pretensão das freguesias deve ser tida em conta.

A ANAFRE defende que devem ser reconhecidas competências formais da proteção civil às freguesias, não querendo ser “apenas colaboradores informais,” e exigem capacidades efetivas no terreno, com meios humanos, técnicos e financeiros.

INFORMAÇÃO CIR (Escrito por Universidade FM)

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