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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

domingo, 22 de março de 2026

Bragança entre as cidades mais baratas para viver com rendas abaixo da média nacional

 Em Bragança, o preço médio das rendas é de 550 euros mensais


Bragança é a cidade mais acessível para se viver, em todo o país, no que toca ao arrendamento. Os preços mais altos são praticados em Cascais e Lisboa.

Bragança continua a destacar-se como uma das cidades mais acessíveis para viver em Portugal. De acordo com uma análise recente do portal Imovirtual, referente ao período entre dezembro de 2025 e fevereiro de 2026, em  Bragança a renda média situa-se nos 550 euros mensais, um valor significativamente inferior à média nacional, que ronda os 1100 euros.

No topo da lista das cidades mais caras surge Cascais, com rendas médias a atingir os 2400 euros mensais. Segue-se Lisboa, onde arrendar casa custa, em média, 1800 euros por mês, embora se tenha registado uma ligeira descida de 2,7% face ao mesmo período do ano anterior.

Entre os mercados mais caros destacam-se ainda o Funchal, Faro e Oeiras, com rendas médias entre os 1600 e os 1700 euros mensais.

Em contraste, além de Bragança, também Guarda apresenta valores mais acessíveis, com rendas médias de 562 euros.

No segmento de compra de habitação, o padrão mantém-se semelhante. Depois de Cascais, surgem Oeiras e Lisboa entre os mercados mais caros. O ranking inclui ainda Lagos e Óbidos, evidenciando o peso crescente das zonas turísticas e de segunda residência na valorização imobiliária.

Segundo Sylvia Bozzo, responsável de marketing do Imovirtual, os dados confirmam que “os mercados mais caros continuam concentrados em territórios com elevada atratividade económica, turística ou internacional”, embora se comece a verificar uma maior dispersão geográfica da procura, com alguns portugueses a procurarem alternativas fora dos grandes centros urbanos.

Jornalista: Carina Alves

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