Até ao dia 10 de maio, a Casa da Cultura Mirandesa acolhe a Exposição de Instrumentos Musicais Mirandeses.
Com curadoria da Casa de la Música de Miranda do Douro, esta exposição celebra a profunda identidade sonora do Planalto Mirandês através da mestria dos seus construtores autóctones. Este roteiro organológico destaca a excelência artesanal de Célio Pires (gaitas-de-foles e sanfonas), Tiu Ângelo (fraitas, bombos e caixas), Henrique Fernandes (palhetas), Alexandre Meirinhos (caixa), Paulo Meirinhos (rabel e guitarro) e pandeiros pela Mariana Meirinhos. A cadência do território é ainda materializada pelos membranofones de António André e de Paulo Preto (tamboril), e pelo ritmo ancestral das castanholas de Ramiro Fernandes. Mais do que uma mostra de objetos, esta seleção é uma homenagem aos construtores que transformam a matéria-prima da terra no fôlego vital da música e da língua mirandesa, preservando um saber milenar que continua, adaptando-se e renovando-se acompanhando a contemporaneidade e a organologia de instrumentos atuais.
Com curadoria da Casa de la Música de Miranda do Douro, esta exposição celebra a profunda identidade sonora do Planalto Mirandês através da mestria dos seus construtores autóctones. Este roteiro organológico destaca a excelência artesanal de Célio Pires (gaitas-de-foles e sanfonas), Tiu Ângelo (fraitas, bombos e caixas), Henrique Fernandes (palhetas), Alexandre Meirinhos (caixa), Paulo Meirinhos (rabel e guitarro) e pandeiros pela Mariana Meirinhos. A cadência do território é ainda materializada pelos membranofones de António André e de Paulo Preto (tamboril), e pelo ritmo ancestral das castanholas de Ramiro Fernandes. Mais do que uma mostra de objetos, esta seleção é uma homenagem aos construtores que transformam a matéria-prima da terra no fôlego vital da música e da língua mirandesa, preservando um saber milenar que continua, adaptando-se e renovando-se acompanhando a contemporaneidade e a organologia de instrumentos atuais.

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