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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira e Rui Rendeiro Sousa.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Cerca de 450 mil plantas autóctones plantadas em terrenos públicos em cinco anos

Perto de 450 mil plantas de várias espécies autóctones foram plantadas nos últimos cinco anos em terrenos públicos e comunitários no âmbito do projeto Floresta Comum, que pretende fomentar uma floresta com espécies nativas.
O balanço deste projeto foi hoje divulgado em comunicado pela associação ambientalista Quercus, parceira do Floresta Comum – em conjunto com o Instituto da Conservação da Natureza, a Associação Nacional de Municípios Portugueses e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro -, parcialmente financiado pelo Green Cork (reciclagem de rolhas de cortiça).

Desde 2011 até agora foram oferecidas 445.222 plantas autóctones (nomeadamente carvalhos, medronheiros, castanheiros ou sobreiros) que foram plantadas em terrenos públicos ou comunitários.

Só em cinco meses – entre outubro do ano passado e março deste ano — foram plantadas mais de 153 mil plantas.

“Tem sido grande o envolvimento da administração local nestas ações de (re)arborização, através dos municípios e juntas de freguesia”, adianta a nota da Quercus, justificando assim o número cada vez maior de plantas disponibilizadas.

No futuro, aliás, vai ainda ser constituída uma bolsa de plantas para distribuir por terremos privados.

Os ambientalistas lembram que a floresta autóctone tem “altos níveis de biodiversidade”, estando mais adaptada às condições climáticas locais, resistindo mais a pragas, doenças e longos períodos de seca ou de chuva intensa.

A floresta autóctone contribui ainda para mitigar as alterações climáticas, sendo mais resiliente a essas alterações e também a incêndios florestais.

in:sapo.pt

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