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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

60 pendões desfilaram pelas ruas de Miranda do Douro

O desfile ibérico dos pendões regressou, no sábado, a Miranda do Douro pelo terceiro ano consecutivo.
“União” foi a palavra mais ouvida pelos pendoneiros que participaram no cortejo e que iam explicando aos visitantes que o significado dos pendões, ostentados em todo o reino de Leão, do qual Miranda fazia parte.
Foram 60 os estandartes ou bandeiras de grandes dimensões, tradicionalmente usados em cerimónias civis, religiosas e militares e que voltaram a sair à rua para participar no desfile. Estas peças medievais únicas são oriundas das aldeias mirandesas e das regiões espanholas de León, Aliste e Sayago.
De S. Martin, veio Fernando Fuentes, que visitou pela primeira vez Miranda, como pendoneiro e explica a origem deste símbolo “nos militares medievais que guiaram a reconquista cristã da Península Ibérica. O pendão é a representação do povo. Nas batalhas que havia antigamente cada povo se identificava pelo seu pendão.”
O representante dos pendões de Miranda, António Rodrigues Mourinho, explica que este é o símbolo de uma união de territórios que apesar de separados, em tempos foram um só, sendo esta uma forma de celebrar “a união dos povos para o futuro.”
Este desfile enquadra-se nas comemorações do feriado da cidade, que se comemora hoje. Segundo o presidente da câmara, Artur Nunes, “são cada vez mais os que querem participar neste desfile, que tem ganho uma visibilidade crescente,” deixando em aberto a possibilidade do número de pendões possa vir a aumentar no futuro.
Orgulhosamente ostentados, a atingir os 13 metros de altura e os 50 quilos, os pendões são, tal como a língua mirandesa, o símbolo mais antigo das Terras de Miranda. 

Escrito por Brigantia

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