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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sexta-feira, 13 de março de 2026

Cabaz alimentar atinge o valor "mais elevado de sempre"

 Nunca esteve tão alto como agora o preço do cabaz alimentar de bens essenciais, monitorizado pela DECO PROteste. Esta semana, o cabaz atingiu o valor mais elevado desde que começou a ser analisado, em 2022


Segundo dados da DECO PROteste, o cabaz custa atualmente 254,12 euros, o que equivale a um aumento de 12,30 euros (5,09%) face à primeira semana de 2026 e a um aumento de 66,42 euros (35,39%) em comparação com o início da monitorização.

Entre 4 e 11 de março, os produtos que registaram os maiores aumentos percentuais foram o atum posta em óleo vegetal, cujo preço subiu 33%, seguido das salsichas frankfurt, com um aumento de 20%, e da massa em espirais, que ficou 12% mais cara.

Se a comparação for feita com os preços registados no início do ano, a curgete lidera a lista das maiores subidas, com um aumento de 38%. Seguem-se a dourada, com uma subida de 28%, e a couve-coração, cujo preço aumentou 27% desde a primeira semana de janeiro.

Num horizonte temporal mais alargado, desde 2022, o produto que mais encareceu foi a carne de novilho para cozer, com um aumento acumulado de 121%. Também a couve-coração registou uma subida significativa, de 87%, enquanto os ovos ficaram 84% mais caros ao longo dos últimos quatro anos.

Especialistas admitem que o preço dos alimentos possa continuar a subir ao longo de 2026. A atual instabilidade no Médio Oriente já provocou aumentos nos preços dos combustíveis e da energia, fatores que têm impacto direto nos custos de transporte e produção alimentar.

A escalada de preços nos alimentos começou a intensificar-se em 2022, após a invasão da Ucrânia pela Rússia. A situação agravou-se devido às consequências económicas da pandemia de COVID-19 e à seca registada em Portugal nesse período.

Escrito por rádio Brigantia
Jornalista: Carina Alves

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