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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 5 de março de 2026

Fileira agrícola do distrito com expetativas que acordo Mercosul abra portas de grandes mercados

 Muitos empresários do distrito de Bragança, principalmente os do setor agroalimentar, estão expetantes sobre o desenvolvimento do acordo União Europeia- Mercosul (Mercado Comum do Sul), que na semana passada foi ratificado pelo Uruguai e a Argentina.


O Acordo com o Mercosul cria um mercado de 720 milhões de pessoas. Segundo uma nota da Comissão Europeia este mercado abre inúmeras oportunidades, elimina milhares de milhões de euros de direitos aduaneiros e dá às nossas pequenas e médias empresas a possibilidade de aceder a mercados e escalas que anteriormente eram apenas uma miragem. Também confere à Europa a vantagem estratégica de ser pioneira num mundo caracterizado pela intensa concorrência e horizontes curtos.

A possibilidade de levar os produtos mais longe a menor custo pode ser um benefício para as empresas do Interior, que podem penetrar em mercados culturalmente similares. Também há o reverso da moeda, com o aumento da concorrência em setores como o agroalimentar, vinhos e outros, face a grandes empresas produtoras que praticam preços mais baixos.

Glória Lopes

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