Número total de visualizações do Blogue

Pesquisar neste blogue

Aderir a este Blogue

Sobre o Blogue

SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quarta-feira, 11 de março de 2026

Revogado Plano de Ordenamento da Albufeira do Azibo por estar desatualizado

 O Plano de Ordenamento da Albufeira do Azibo (POAA), com mais de 30 anos, foi revogado, após publicação, esta terça-feira, em Diário da República. Segundo o Governo, este plano está desatualizado e não garante os objetivos previstos


O Plano de Ordenamento da Albufeira do Azibo foi criado a 8 de junho de 1993. Mas em 2010 foi aprovada a sua revisão, visto que os objetivos e as propostas de ordenamento consagradas naquele plano se encontravam desatualizadas e desfasadas da realidade. Contudo, segundo a publicação, “este processo não foi concluído e, decorridos mais de 14 anos desde a publicação do despacho que determinou a revisão do POAA, o respetivo programa especial de albufeira não foi aprovado.”

No mesmo documento lê-se que “atualmente, o plano não garante um nível de proteção à massa de água coerente com os objetivos que se pretendem alcançar, designadamente, os ambientais”.

Desse modo, o Governo entende agora que não é necessário “assegurar a proteção das albufeiras de águas públicas através de instrumento de gestão territorial de natureza especial”.

De acordo com a mesma publicação em Diário da República, houve ainda a necessidade de “adaptar o regime de proteção das albufeiras de águas públicas de serviço público ao novo quadro de proteção legal dos recursos hídricos, estabelecido pela Lei da Água”, que define “a gestão sustentável dos recursos hídricos, focando-se na proteção e uso eficiente de águas superficiais e subterrâneas”.

A albufeira do Azibo integra a bacia hidrográfica do rio Sabor.

Escrito por rádio Brigantia
Jornalista: Rita Teixeira

Sem comentários:

Enviar um comentário