No comércio local, o cenário não é diferente e tanto lojistas como consumidores manifestam a sua preocupação.
A proprietária do Minimercado Nova Era, Cristina Cabeça, salienta que os aumentos de preços têm dificultado a vida das famílias:
Já no Minimercado Flor de Macedo, a proprietária Maria Fonseca, refere que, apesar de ainda não ter ajustado os preços da loja atualmente, já se nota o aumento no valor dos legumes e frutas, com os custos do transporte a exercer um impacto direto:
Também, Judite Vilafranca, dona de outro minimercado, afirma que a subida de preços continua constante, afetando hortaliças, fruta e bens essenciais. Salienta ainda que os clientes já compram menos quantidade por causa do custo:
Os consumidores partilham que sentem o aumento, especialmente em carnes e frios. Acrescentam que têm tentado poupar, escolhendo melhor os produtos, acreditando que os preços continuarão a subir:
Os fatores que explicam este aumento incluem a guerra no Médio Oriente, que pressiona os preços da energia e dos combustíveis, as tempestades de janeiro e fevereiro que afetaram a produção agrícola, e a subida dos preços dos fertilizantes, muitos provenientes também da região do Médio Oriente.
Em Macedo de Cavaleiros, o aumento dos preços dos bens essenciais já se reflete nos hábitos de compra das famílias. O comércio local tenta manter alguma estabilidade, mas a combinação da inflação global, custos de energia e desafios agrícolas sugere que os preços poderão continuar a subir nos próximos meses.


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