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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

terça-feira, 17 de março de 2026

Subida dos preços dos cabazes alimentares afeta consumo em Macedo de Cavaleiros

 Em Macedo de Cavaleiros já se sentem os efeitos da inflação nos preços dos bens essenciais. O cabaz alimentar monitorizado pela DECO PROteste atingiu esta semana 254,12 euros, mais 12,30 euros do que na primeira semana deste ano e 66,42 euros acima do valor de 2022.


No comércio local, o cenário não é diferente e tanto lojistas como consumidores manifestam a sua preocupação.

A proprietária do Minimercado Nova Era, Cristina Cabeça, salienta que os aumentos de preços têm dificultado a vida das famílias:

Já no Minimercado Flor de Macedo, a proprietária Maria Fonseca, refere que, apesar de ainda não ter ajustado os preços da loja atualmente, já se nota o aumento no valor dos legumes e frutas, com os custos do transporte a exercer um impacto direto:

Também, Judite Vilafranca, dona de outro minimercado, afirma que a subida de preços continua constante, afetando hortaliças, fruta e bens essenciais. Salienta ainda que os clientes já compram menos quantidade por causa do custo:

Os consumidores partilham que sentem o aumento, especialmente em carnes e frios. Acrescentam que têm tentado poupar, escolhendo melhor os produtos, acreditando que os preços continuarão a subir:

Os fatores que explicam este aumento incluem a guerra no Médio Oriente, que pressiona os preços da energia e dos combustíveis, as tempestades de janeiro e fevereiro que afetaram a produção agrícola, e a subida dos preços dos fertilizantes, muitos provenientes também da região do Médio Oriente.

Em Macedo de Cavaleiros, o aumento dos preços dos bens essenciais já se reflete nos hábitos de compra das famílias. O comércio local tenta manter alguma estabilidade, mas a combinação da inflação global, custos de energia e desafios agrícolas sugere que os preços poderão continuar a subir nos próximos meses.

Jodie Pinto

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