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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 9 de abril de 2026

Desacordo entre mãe de aluno e educadora origina processo disciplinar no Infantário Cinderela

 A mãe de um aluno do Centro Infantil Cinderela, propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Bragança (SCMB), queixa-se de grandes disparidades em duas avaliações pedagógicas sobre o filho, um menino de 3 anos e meio, aluno do pré-escolar. “Em janeiro quando fui assinar uma avaliação do meu filho esta não era compatível com as anteriores. Nesta estava tudo mal, ou seja, o meu filho estava descrito como um atrasado mental. 


Não sabia dançar, não sabia decorar canções, não sabia desenvolver uma história ou esperar pela vez dele para falar”, explicou a mãe, Claúdia Castro, muito revoltada com a situação.

Discordou da avaliação junto da educadora da criança, e, entretanto, uns dias depois foi-lhe apresentada uma segunda, onde se refere que “já está tudo bem” mesmo os problemas que a o menino continua a ter. “Quando voltei à escola a professora apresentou-me uma avaliação nova onde tudo estava bem. O que estava mal na outra, na nova estava bem. Ela [educadora] explicou que tinha refletido e revisto a avaliação. A avaliação tinha sido feita em dezembro e eu fui assiná-la a 21 de janeiro”, referiu Claúdia Castro contando, ainda, que tinha entregado na escola uma carta da pediatra do filho onde se indagava qual era a situação do menino. “A educadora não gostou. Eu disse que estavam a pôr o meu filho como atrasado e ele não é atrasado nenhum. Depois queria que eu assinasse a segunda avaliação e não a antiga”, acrescentou.

Glória Lopes

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