Não sabia dançar, não sabia decorar canções, não sabia desenvolver uma história ou esperar pela vez dele para falar”, explicou a mãe, Claúdia Castro, muito revoltada com a situação.
Discordou da avaliação junto da educadora da criança, e, entretanto, uns dias depois foi-lhe apresentada uma segunda, onde se refere que “já está tudo bem” mesmo os problemas que a o menino continua a ter. “Quando voltei à escola a professora apresentou-me uma avaliação nova onde tudo estava bem. O que estava mal na outra, na nova estava bem. Ela [educadora] explicou que tinha refletido e revisto a avaliação. A avaliação tinha sido feita em dezembro e eu fui assiná-la a 21 de janeiro”, referiu Claúdia Castro contando, ainda, que tinha entregado na escola uma carta da pediatra do filho onde se indagava qual era a situação do menino. “A educadora não gostou. Eu disse que estavam a pôr o meu filho como atrasado e ele não é atrasado nenhum. Depois queria que eu assinasse a segunda avaliação e não a antiga”, acrescentou.

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