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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

segunda-feira, 6 de abril de 2026

Descargas ilegais no Rio Angueira preocupam a população

 A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) e o Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) estão a investigar duas descargas ilegais no rio Angueira, no concelho de Vimioso.


O presidente da Câmara de Vimioso, António Santos, tem conhecimento dos casos e explicou que há indícios de duas descargas, uma na passada sexta-feira e outra no domingo.

Segundo informações reportadas ao Mensageiro na passada sexta-feira verificou-se “uma situação ambiental grave” no curso de água do rio Angueira.

“Foi observada uma descarga anómala de águas residuais com características extremamente preocupantes. A água apresenta uma coloração cinzenta esverdeada, com elevada opacidade, impedindo a visibilidade do leito do rio”, explicou uma fonte ao nosso jornal.

Para além do aspeto visual “alarmante”, a fonte fala da presença “de um odor intenso e nauseabundo, descrito como semelhante a carne em decomposição”.

O presidente da Câmara também fala destes aspetos.

“Esta situação levanta sérias preocupações quanto à possível contaminação do ecossistema local, colocando em risco a fauna, a flora e a saúde pública das populações que dependem direta ou indiretamente deste recurso hídrico”, adianta a fonte.

O autarca indicou que o caso foi reportado à APA e ao SEPNA e que se aguardam os resultados da investigação destas duas entidades.

Na zona de Angueira pede-se a recolha e análise de amostras da água;, a implementação de medidas imediatas para travar a poluição, a responsabilização das entidades envolvidas, caso se confirme a existência de infração ambiental.

Importa ressalvar que o rio Angueira está incluído na rede natural 2000.

Glória Lopes

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