A iniciativa decorre entre as 14h00 e as 19h00 e integra o programa “Rota do Sentir”, desenvolvido pela Rota Clandestina, com financiamento da Direção-Geral das Artes.
Assumindo um formato experimental e participativo, o projeto propõe uma reflexão em torno do conceito de “casa” e da convivência coletiva, explorando, nesta edição, a língua mirandesa como elemento central. Através de uma abordagem multidisciplinar, o espaço escolar transforma-se num cenário de encontro, onde se cruzam práticas artísticas, linguagem e identidade cultural.
A performance envolve a comunidade local, incluindo alunos, grupos culturais e diversas entidades, num processo colaborativo que pretende valorizar a língua mirandesa enquanto património e expressão viva do território.
Com esta iniciativa, Miranda do Douro afirma-se, uma vez mais, como palco de criação contemporânea e de valorização das suas especificidades culturais, promovendo o diálogo entre arte, comunidade e tradição.

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