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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 23 de abril de 2026

Nunca Mais

 A história do laço azul começou nos Estados Unidos, em 1989, com uma mulher chamada Bonnie Finney. Bonnie amarrou um laço azul na antena do seu carro como uma forma de protesto e de sensibilização para a dor e sofrimento associados aos maus-tratos infantis. Bonnie teve uma experiência trágica e pessoal, o seu neto foi vítima mortal na sequência de abusos físicos severos cometidos pelo padrasto. 
O laço azul foi a maneira que utilizou para chamar a atenção da comunidade e das autoridades para o que estava a acontecer, sendo que o azul representa as nódoas negras nos corpos das crianças abusadas. Desde então, o Laço Azul tornou-se o símbolo internacional da luta contra os maus-tratos a crianças, especialmente lembrado e promovido durante o mês de abril.

O GrutegTeatro Emídio Garcia em articulação com a CPCJ pretende, com este projeto, reforçar a ideia: As crianças devem crescer ivres de qualquer forma de violência.

Acácio Pradinhos

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