Este ano, nos primeiros três meses, já foram abrangidos pelo “teste do pezinho” 21.813 bebés, mais 1.031 comparativamente ao mesmo período de 2025, o que significa uma tendência de crescimento, segundo o Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge (INSA), que avançou os dados à agência Lusa.
O relatório indica que no mês de janeiro foi registado o maior número de nascimentos com 7.908, seguido de março, 7.312 e, por último, fevereiro com 6.593 bebés.
Neste primeiro trimestre, Lisboa foi o distrito com mais exames realizados, seguido do Porto e Setúbal. O menor número de testes verificou-se no distrito de Bragança, foram registados apenas 137, seguido de Portalegre com 139 e Vila Real com 203.
Em 2025, foram rastreados 87.708 bebés, o valor mais alto dos últimos 10 anos.
O Programa Nacional de Rastreio Neonatal é coordenado pelo INSA, através da sua Unidade de Rastreio Neonatal, Metabolismo e Genética, do Departamento de Genética Humana. O “teste do pezinho” é um exame realizado entre o 3º e o 6º dia de vida do bebé através da colheita de sangue no calcanhar.

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