No comunicado, a Santa Casa critica a atuação do jornalista, considerando que levanta “sérias reservas do ponto de vista deontológico”, referindo que terão ocorrido abordagens a utentes particularmente vulneráveis, integrados numa resposta social na área da deficiência, com o objetivo de obter declarações que se enquadrassem numa narrativa previamente construída.
A direção da instituição garante ter atuado com total transparência no esclarecimento dos factos, disponibilizando informação e abrindo as portas ao contraditório. Lamenta, no entanto, que esses elementos não tenham sido devidamente refletidos no trabalho final, o que, no seu entendimento, transmite uma imagem errada da instituição. Nesse sentido, afirma que se reserva o direito de agir judicialmente contra quem atente contra o seu bom nome.
A Santa Casa lamenta ainda aquilo que considera ser uma postura “corporativista e cega” por parte do Sindicato dos Jornalistas, acusando a organização de não ter procurado averiguar os factos com responsabilidade e imparcialidade.
A Mesa Administrativa da Santa Casa da Misericórdia de Bragança manifesta total confiança na equipa do Centro de Educação Especial, destacando o empenho demonstrado no apoio a uma população particularmente vulnerável. A instituição informa ainda que foi já lançado um concurso para a reabilitação do edifício, no valor de 1,5 milhões de euros.


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