Os voluntários acompanharão os técnicos da AEPGA e dar-lhes-ão apoio nas mais variadas tarefas, nomeadamente:
- nos cuidados diários dos burros: alimentação (aveia, feno, ração, água), apoio a tratamentos veterinários, escovagem, limpeza dos cascos, atenção a comportamentos anormais – a explicar aquando a chegada do voluntário(a);
- na manutenção diária dos centros: limpeza e arrumação, limpeza das manjedouras e bebedouros, tarefas pontuais de manutenção (limpeza de estrume, construção/arranjo de vedações, fazer a cama dos burros, arrumar fardos, limpeza dos cobrejões, suadouros e alforges, limpeza e recolha de lenha dos lameiros adjacentes ao centro);
- no acompanhamento dos veterinários e ferrador na visita aos criadores e proprietários de Burros das aldeias do Nordeste Transmontano, com o objectivo de avaliar a saúde dos animais e partilhar informação sobre bem-estar asinino;
Contudo, caso potenciais voluntários tenham aptidões especiais (experiência em equitação natural, desenvolvimento de campanhas e eventos, fotografia e vídeo, gestão de base de dados, formação em design gráfico, etc.) não enumeradas na lista acima e lhes pareça que estas possam ser úteis à AEPGA, agradecemos que partilhem connosco, de modo a ponderarmos a planificação de um voluntariado especializado.
Cada acção de voluntariado terá a duração de uma semana, dando-te a oportunidade de conviver com os Burros e de viver uma experiência cultural e de ensino enriquecedora, proporcionada pela aquisição de novos conhecimentos e de competências, da partilha de experiências, do conhecimento de pessoas e da cultura local.
Contamos contigo!
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SOBRE O BLOGUE:
Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço.
A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)
(Henrique Martins)
COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019
Cinco empresas da Zona Industrial de Macedo de Cavaleiros assaltadas durante a noite
Cinco empresas da Zona industrial de Macedo de Cavaleiros foram assaltadas durante a noite de ontem.
Uma delas foi o Centro de Inspeções Técnicas de Veículos, onde os ladrões entraram por uma janela para levar dinheiro e aparelhos, como conta Nuno Vaz, Diretor Técnico:
“As senhoras da limpeza que vêm às 8h da manhã ligaram-me a dizer que os portões não abriam, contactaram o meu colega que estava mais próximo do local, ele veio e reparou que tínhamos sido assaltados.
Levaram dinheiro, cerca de 2000€, os PDAs, que são as nossas ferramentas de trabalho para fazer as inspeções, e ainda o dinheiro que estava na máquina do café, que acabaram por destruir também.”
Pedro Mofreita, gerente de uma loja de imobiliário que também foi assaltada, relata aquilo que à primeira vista foi furtado e aponta para um prejuízo elevado:
“Os funcionários chegaram primeiro do que eu de manhã e depararam-se com a porta do escritório arrombada, com recurso a um pé de cabra ou com um ferro, foi forçada.
À primeira vista faltam alguns aparelhos eletrónicos do escritório, como tablets, GPSs, medidores de laiser e a caixa registadora.
Ainda não sei de quanto é o prejuízo mas é avultado, infelizmente.”
Outras das empresas lesadas foi uma serralharia de onde foram levados cerca de 800€ em dinheiro, como refere Raquel Cordeiro, sócia gerente:
“Hoje de manhã ao chegar vimos logo a porta do armazém arrombada, as janelas do escritório e as persianas também, pelo que concluímos que foi por aí que entraram.
Apercebemos-nos que foram diretamente à caixa ver se havia dinheiro e levaram cerca de 800 €.”
Além destas três, também uma empresa de venda de lenha e uma cooperativa de frutos secos foram assaltadas, tendo da primeira sido levado um aparelho componente de uma balança e, da segunda, um computador portátil e uma quantia de dinheiro inferior a 100€.
Ao que apuramos no local, a maioria destas empresas possuem sistema de alarme, que mesmo estando ativos não foram acionados durante os assaltos.
As ocorrências estão a ser investigadas pelo Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Bragança.
Escrito por ONDA LIVRE
Uma delas foi o Centro de Inspeções Técnicas de Veículos, onde os ladrões entraram por uma janela para levar dinheiro e aparelhos, como conta Nuno Vaz, Diretor Técnico:
“As senhoras da limpeza que vêm às 8h da manhã ligaram-me a dizer que os portões não abriam, contactaram o meu colega que estava mais próximo do local, ele veio e reparou que tínhamos sido assaltados.
Levaram dinheiro, cerca de 2000€, os PDAs, que são as nossas ferramentas de trabalho para fazer as inspeções, e ainda o dinheiro que estava na máquina do café, que acabaram por destruir também.”
Pedro Mofreita, gerente de uma loja de imobiliário que também foi assaltada, relata aquilo que à primeira vista foi furtado e aponta para um prejuízo elevado:
“Os funcionários chegaram primeiro do que eu de manhã e depararam-se com a porta do escritório arrombada, com recurso a um pé de cabra ou com um ferro, foi forçada.
À primeira vista faltam alguns aparelhos eletrónicos do escritório, como tablets, GPSs, medidores de laiser e a caixa registadora.
Ainda não sei de quanto é o prejuízo mas é avultado, infelizmente.”
Outras das empresas lesadas foi uma serralharia de onde foram levados cerca de 800€ em dinheiro, como refere Raquel Cordeiro, sócia gerente:
“Hoje de manhã ao chegar vimos logo a porta do armazém arrombada, as janelas do escritório e as persianas também, pelo que concluímos que foi por aí que entraram.
Apercebemos-nos que foram diretamente à caixa ver se havia dinheiro e levaram cerca de 800 €.”
Além destas três, também uma empresa de venda de lenha e uma cooperativa de frutos secos foram assaltadas, tendo da primeira sido levado um aparelho componente de uma balança e, da segunda, um computador portátil e uma quantia de dinheiro inferior a 100€.
Ao que apuramos no local, a maioria destas empresas possuem sistema de alarme, que mesmo estando ativos não foram acionados durante os assaltos.
As ocorrências estão a ser investigadas pelo Núcleo de Investigação Criminal da GNR de Bragança.
Escrito por ONDA LIVRE
Gestora da Alheira de Mirandela critica ASAE
O responsável pela entidade gestora da Alheira de Mirandela, Vítor Borges, criticou hoje a Autoridade para a Segurança Económica e Alimentar (ASAE) por divulgar apreensões sem ter em conta as consequências para produtos alheios às operações realizadas.
Em causa está um comunicado da ASAE divulgado a 23 de fevereiro sobre a apreensão de 12,5 toneladas de carne e derivados, no concelho de Mirandela, distrito de Bragança, alguns dos quais impróprios para consumo.
A Associação Comercial e Industrial de Mirandela, entidade gestora da alheira certificada de Mirandela, emitiu um comunicado a demarcar-se das situações relatadas e o presidente Vítor Borges contesta a divulgação das mesmas, alegando que as apreensões foram realizadas “há um mês e só agora divulgadas, a uma semana da Feira da Alheira de Mirandela”.
“A apreensão foi feita há um mês e tal numa altura em que vai ser a feira da alheira”, vincou, reclamando que “a ASAE seja mais cuidadosa na forma como divulga as notícias”.
Segundo Vítor Borges, as referidas apreensões foram realizadas num comerciante de carnes de Torre D. Chama e noutro de enchidos do Franco, que nada têm a ver com o circuito da conhecida e certificada Alheira de Mirandela, com proteção comunitária através de Indicação Geográfica Protegida (IGP)
Embora as duas localidades pertençam ao concelho de Mirandela, a entidade gestora do enchido com um peso de 30 milhões de euros por ano na economia local, contesta que a forma como as apreensões foram divulgadas “identifique uma região oito dias antes da feira” que anualmente, em março, promove este produto regional.
A Alheira de Mirandela sofreu avultadas perdas há mais de três anos quando foram detetados e divulgados casos de botulismo em enchidos e queijos de uma empresa da região também alheia ao circuito deste produto certificado.
A agência Lusa contactou a ASAE, mas até ao momento não obteve resposta.
Agência Lusa
Em causa está um comunicado da ASAE divulgado a 23 de fevereiro sobre a apreensão de 12,5 toneladas de carne e derivados, no concelho de Mirandela, distrito de Bragança, alguns dos quais impróprios para consumo.
A Associação Comercial e Industrial de Mirandela, entidade gestora da alheira certificada de Mirandela, emitiu um comunicado a demarcar-se das situações relatadas e o presidente Vítor Borges contesta a divulgação das mesmas, alegando que as apreensões foram realizadas “há um mês e só agora divulgadas, a uma semana da Feira da Alheira de Mirandela”.
“A apreensão foi feita há um mês e tal numa altura em que vai ser a feira da alheira”, vincou, reclamando que “a ASAE seja mais cuidadosa na forma como divulga as notícias”.
Segundo Vítor Borges, as referidas apreensões foram realizadas num comerciante de carnes de Torre D. Chama e noutro de enchidos do Franco, que nada têm a ver com o circuito da conhecida e certificada Alheira de Mirandela, com proteção comunitária através de Indicação Geográfica Protegida (IGP)
Embora as duas localidades pertençam ao concelho de Mirandela, a entidade gestora do enchido com um peso de 30 milhões de euros por ano na economia local, contesta que a forma como as apreensões foram divulgadas “identifique uma região oito dias antes da feira” que anualmente, em março, promove este produto regional.
A Alheira de Mirandela sofreu avultadas perdas há mais de três anos quando foram detetados e divulgados casos de botulismo em enchidos e queijos de uma empresa da região também alheia ao circuito deste produto certificado.
A agência Lusa contactou a ASAE, mas até ao momento não obteve resposta.
Agência Lusa
(Re) Florestar Mirandela
Se gostas de desafios e queres ser voluntário, aparece e junta-te a nós. Vem plantar 120 árvores em 120 Minutos.
No âmbito do projeto (Re) Florestar Mirandela, serão plantadas mais 120 árvores, no dia 27 de fevereiro, na Urbanização Aníbal José Pires, entre a linha do Tua e a Avenida das Comunidades Europeias.
A reflorestação será feita com espécies autóctones e florestais: Ciprestes, aceres, carvalhos e medronheiros.
Este projeto da Câmara Municipal, através do Serviço Municipal de Proteção Civil/Gabinete Técnico Florestal e da Divisão de Ambiente e Serviços Operacionais, tem como parceiros o Movimento pelo Desenvolvimento do Interior (MDI), o Parque Natural Regional do Vale do Tua (PNRVT), a Associação de Municípios da Terra Quente Transmontana (AMTQ), Agrupamento de Escolas de Mirandela - Luz Verde para o Ambiente e para a Vida (LVAV) e o Banco Local de Voluntariado.
Inscreve-te no Banco Local de Voluntariado (CMM), nas redes do MDI, ou AQUI.
CM de Mirandela
No âmbito do projeto (Re) Florestar Mirandela, serão plantadas mais 120 árvores, no dia 27 de fevereiro, na Urbanização Aníbal José Pires, entre a linha do Tua e a Avenida das Comunidades Europeias.
A reflorestação será feita com espécies autóctones e florestais: Ciprestes, aceres, carvalhos e medronheiros.
Este projeto da Câmara Municipal, através do Serviço Municipal de Proteção Civil/Gabinete Técnico Florestal e da Divisão de Ambiente e Serviços Operacionais, tem como parceiros o Movimento pelo Desenvolvimento do Interior (MDI), o Parque Natural Regional do Vale do Tua (PNRVT), a Associação de Municípios da Terra Quente Transmontana (AMTQ), Agrupamento de Escolas de Mirandela - Luz Verde para o Ambiente e para a Vida (LVAV) e o Banco Local de Voluntariado.
Inscreve-te no Banco Local de Voluntariado (CMM), nas redes do MDI, ou AQUI.
CM de Mirandela
Uma centena de compostores domésticos disponíveis para a população
No âmbito da campanha “Educar para uma Economia Circular”, promovida pela empresa intermunicipal Resíduos do Nordeste, foram disponibilizados 100 compostores domésticos para distribuir pela população do concelho de Mirandela.
Os interessados deverão dirigir-se ao Gabinete de Ambiente (edifício das antigas Águas, junto à escola Central), para levantamento do compostor doméstico e guia de compostagem, mediante preenchimento dos dados necessários.
Esta entrega está limitada ao stock existente. A ação será acompanhada periodicamente, através da visita de um monitor da empresa Intermunicipal Resíduos do Nordeste.
A compostagem doméstica é um processo que não requer conhecimentos técnicos, é simples, é economicamente e ecologicamente sustentável, uma vez que implica a redução dos resíduos domésticos a enviar para o aterro sanitário, através da sua transformação num composto fertilizante que pode ser usado como nutriente e correctivo do solo nos jardins, hortas e quintais, bem como, em vasos e floreiras, não estando este processo confinado a todas as pessoas que têm a sua vida compartimentada em espaços urbanos, com o jardim reduzido a uns vasos e a umas floreiras na varanda ou mesmo em casa.
CM de Mirandela
Os interessados deverão dirigir-se ao Gabinete de Ambiente (edifício das antigas Águas, junto à escola Central), para levantamento do compostor doméstico e guia de compostagem, mediante preenchimento dos dados necessários.
Esta entrega está limitada ao stock existente. A ação será acompanhada periodicamente, através da visita de um monitor da empresa Intermunicipal Resíduos do Nordeste.
A compostagem doméstica é um processo que não requer conhecimentos técnicos, é simples, é economicamente e ecologicamente sustentável, uma vez que implica a redução dos resíduos domésticos a enviar para o aterro sanitário, através da sua transformação num composto fertilizante que pode ser usado como nutriente e correctivo do solo nos jardins, hortas e quintais, bem como, em vasos e floreiras, não estando este processo confinado a todas as pessoas que têm a sua vida compartimentada em espaços urbanos, com o jardim reduzido a uns vasos e a umas floreiras na varanda ou mesmo em casa.
CM de Mirandela
Josephine Foster no Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros no dia 28 de março
Não é possível contar a história da folk norte-americana dos últimos 15 anos sem referir o nome de Josephine Foster.
A sua extensa discografia pauta pela variedade: com as influências da ópera e do rock, do jazz e da música do sul de Espanha, a norte-americana construiu um som que é só seu – e é inconfundível. O seu mais recente disco, o duplo "Faithful Fair Harmony", é apenas mais uma prova da vitalidade e beleza da sua proposta.
Nesta noite, Josephine Foster apresenta-se em formato quarteto contando com a colaboração de Victor Herrero Music (guitarra eléctrica, portuguesa e clássica), Rosa Gerhards (baixo e vozes) e Josefin Runsteen (violino, percussão e vozes).
PREÇO:
2€
m/6
DURAÇÃO:
70 minutos
[FOLK]
Organização:
https://www.cm-macedodecavaleiros.pt/
Produção / Programação:
https://www.dedos-bionicos.pt
A sua extensa discografia pauta pela variedade: com as influências da ópera e do rock, do jazz e da música do sul de Espanha, a norte-americana construiu um som que é só seu – e é inconfundível. O seu mais recente disco, o duplo "Faithful Fair Harmony", é apenas mais uma prova da vitalidade e beleza da sua proposta.
Nesta noite, Josephine Foster apresenta-se em formato quarteto contando com a colaboração de Victor Herrero Music (guitarra eléctrica, portuguesa e clássica), Rosa Gerhards (baixo e vozes) e Josefin Runsteen (violino, percussão e vozes).
PREÇO:
2€
m/6
DURAÇÃO:
70 minutos
[FOLK]
Organização:
https://www.cm-macedodecavaleiros.pt/
Produção / Programação:
https://www.dedos-bionicos.pt
Life RUPIS
Workshop Internacional
para Intercâmbio de Informação e Partilha de Boas Práticas Entre Projectos Relevantes Life.
Freixo de Espada à Cinta acolhe, de 28 de Fevereiro a 1 de Março o Workshop que reúne técnicos do projecto Life Rupis e outros especialistas associados ao estudo e conservação do Abutre do Egipto e Águia Bonelli.
Os painéis ocorrerão nos dias 28 de Fevereiro e 1 de Março em Freixo de Espada à Cinta.
Para o último dia, 2 de Março, está reservada uma saída de campo a Sobradillo (Espanha) e Fermoselle (Espanha).
para Intercâmbio de Informação e Partilha de Boas Práticas Entre Projectos Relevantes Life.
Freixo de Espada à Cinta acolhe, de 28 de Fevereiro a 1 de Março o Workshop que reúne técnicos do projecto Life Rupis e outros especialistas associados ao estudo e conservação do Abutre do Egipto e Águia Bonelli.
Os painéis ocorrerão nos dias 28 de Fevereiro e 1 de Março em Freixo de Espada à Cinta.
Para o último dia, 2 de Março, está reservada uma saída de campo a Sobradillo (Espanha) e Fermoselle (Espanha).
Sarau Cultural da Universidade Sénior - Alteração de data
O Sarau Cultural agendado inicialmente para dia 2 de Março irá decorrer dia 3 de Março (Domingo) ás 21h00 no Miniauditório de Miranda do Douro (Pavilhão Multiusos)
Venha participar e assistir a uma excelente noite cultural, proporcionada pelos talentos seniores mirandeses.
Venha participar e assistir a uma excelente noite cultural, proporcionada pelos talentos seniores mirandeses.
Exaltação da Capa de Honras Mirandesa
A Câmara Municipal de Miranda do Douro, promove no próximo dia 31 de março, a Exaltação da Capa de Honras Mirandesa, uma peça única do vestuário tradicional português e, ainda em uso no concelho mirandês.
Este evento pretende valorizar a capa de honras assim como registar o número de capas existentes e a sua antiguidade.
As inscrições para participar no evento devem ser feitas através do email cultura@cm-mdouro.pt ou no Balcão Único da Câmara Municipal de Miranda do Douro até ao próximo dia 28 de março.
Este evento pretende valorizar a capa de honras assim como registar o número de capas existentes e a sua antiguidade.
As inscrições para participar no evento devem ser feitas através do email cultura@cm-mdouro.pt ou no Balcão Único da Câmara Municipal de Miranda do Douro até ao próximo dia 28 de março.
O exemplo deve vir de cima...
Os últimos dados disponíveis (ano de 2017) no sítio da ERSAR, Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos, relativos à qualidade da água da torneira em Bragança aponta para índices de qualidade/segurança da ordem dos 100%.
Significam estes valores, que a água para consumo humano distribuída no Concelho de Bragança é praticamente PURA.
Este facto, para além de resultar do escrupuloso cumprimento da lei, deve igualmente orgulhar cidadãos e autarcas.
Atingir estes valores custa dinheiro, muito dinheiro em tratamento de água, controle de depósitos, redes de distribuição e o controle analítico a que a lei obriga.
A semelhança de todas as outras instituições públicas a Assembleia Municipal de Bragança, ou melhor, os deputados municipais, assim como a vereação da Câmara Municipal nas respetivas reuniões, bebem água engarrafada em garrafas plásticas. Presumo que uns milhares de garrafas por ano.
Então? Com água PURA a sair da torneira não é melhor, mais sério e mais económico encher uns jarros e distribuir uns copos de vidro.
Parcimónia precisa-se senhores, parcimónia.
Alterem-se os paradigmas para se acabar de vez com o comodismo do "faz o que eu digo mas não faças o que eu faço".
Isto sim é gastar dinheiro sem necessidade. É um absurdo comprar água engarrafada tendo água PURA na torneira.
Desde pequenino que me ensinaram que o exemplo deve vir de cima e atendendo à atualidade e importância do tema, era uma bela oportunidade para alterarem os comportamentos e darem o exemplo.
Porventura, as peneiras e porque não lhes sai do próprio bolso, não permitam...
HM
Significam estes valores, que a água para consumo humano distribuída no Concelho de Bragança é praticamente PURA.
Este facto, para além de resultar do escrupuloso cumprimento da lei, deve igualmente orgulhar cidadãos e autarcas.
Atingir estes valores custa dinheiro, muito dinheiro em tratamento de água, controle de depósitos, redes de distribuição e o controle analítico a que a lei obriga.
A semelhança de todas as outras instituições públicas a Assembleia Municipal de Bragança, ou melhor, os deputados municipais, assim como a vereação da Câmara Municipal nas respetivas reuniões, bebem água engarrafada em garrafas plásticas. Presumo que uns milhares de garrafas por ano.
Então? Com água PURA a sair da torneira não é melhor, mais sério e mais económico encher uns jarros e distribuir uns copos de vidro.
Parcimónia precisa-se senhores, parcimónia.
Alterem-se os paradigmas para se acabar de vez com o comodismo do "faz o que eu digo mas não faças o que eu faço".
Isto sim é gastar dinheiro sem necessidade. É um absurdo comprar água engarrafada tendo água PURA na torneira.
Desde pequenino que me ensinaram que o exemplo deve vir de cima e atendendo à atualidade e importância do tema, era uma bela oportunidade para alterarem os comportamentos e darem o exemplo.
Porventura, as peneiras e porque não lhes sai do próprio bolso, não permitam...
HM
Notícias de Bragança – da Monarquia à República
Depois de A Pátria Nova, o jornal com mais anos de publicação no período da Primeira República foi o Notícias de Bragança.
Este jornal apresentou-se, desde o seu início em 1912 e até à sua extinção em 1917, como órgão do Partido Democrático, após a divisão do Partido Republicano em três partidos, o Partido Democrático de Afonso Costa, o Partido Evolucionista de António José de Almeida, e o Partido Unionista de Brito Camacho.
Como proprietário e diretor, aparece sempre o nome de Alberto Charula, que já fora diretor do Distrito de Bragança, no tempo da Monarquia, e pertencera ao Partido Regenerador. Como administrador e editor, surge, até 1913, o nome de Carlos Lima e Almeida. A partir de 1914, este é substituído por Francisco António Nogueiro.
A impressão é feita, primeiro, na Tipografia Adriano Rodrigues, e depois na Tipografia Minerva de António de Melo, por sinal, ambas situadas na mesma Rua Direita, o que deixa perceber que a primeira terá mudado de proprietário.
De referir que Francisco Manuel Alves, Abade de Baçal, foi um dos seus colaboradores, com textos da mais diversa natureza histórica.
Analisando os diversos temas tratados nos artigos de fundo da primeira página do Notícias de Bragança podemos concluir que não possui a riqueza e a profundidade de pensamento (não se fala em ortodoxia, de maneira alguma), nem a variedade de colaboradores e de temas que são patentes em A Pátria Nova. Trata-se de um jornal muito mais restrito em termos ideológicos, muito mais preocupado com a carreira política do seu diretor do que com quaisquer outros valores ou interesses.
De facto, lendo o Notícias de Bragança, depressa chegamos à conclusão de que, por mais variados que sejam os temas, visam sempre o mesmo objetivo: defender os pontos de vista do Partido Democrático e, através destes, os interesses de Alberto Charula e dos seus correligionários e amigos, tanto a nível nacional como a nível distrital.
Neste particular capítulo, não deixa de ser curioso o facto de o jornal republicano de Alberto Charula escolher como alvo dos seus ataques outros republicanos que já o eram no tempo da Monarquia, quando Alberto Charula ainda era diretor de um jornal que defendia o Partido Regenerador, ou, melhor dizendo, os seus próprios interesses contra outro correligionário do mesmo partido, Abílio Beça.
Por isso, não é inédita a atitude deste jornal atacar não só os adversários externos, como também os adversários do mesmo credo político. É o que acontece com João de Freitas, fundador de A Pátria Nova, em 1908. Quando o velho Partido Republicano se cindiu em três, em 1911-1912, João de Freitas não alinhou com o partido de Afonso Costa, o partido mais à esquerda dos três partidos republicanos. Com ele alinhou, no entanto, o antigo regenerador da Monarquia.
Na edição de 17 de abril de 1913, os nomes mais importantes da luta republicana contra a Monarquia são alvo dos ataques do jornal de Alberto Charula, ao mesmo tempo que os seus amigos eram defendidos até à exaustão. Mesmo quando são publicados outros textos, pode-se perceber claramente nas entrelinhas a defesa dos pontos de vista de Afonso Costa, como acontece em relação à participação de Portugal na Primeira Guerra Mundial (1914-1918), tema que é tratado em várias edições.
Entretanto, António José de Almeida, líder de um partido republicano concorrente, é ridicularizado, mesmo que o pretexto seja um comício seu realizado em Viseu, como se pode ver nesta transcrição de uma citação que o Notícias de Bragança fez de um jornal de Viseu: “A certa altura o conferente disse que era necessário derrubar este Governo, que conservava a Nação na anarquia e na desordem. Então, a maioria da assembleia pateou o fortemente, secundada pelos que não conseguiram entrar. Terminou em banzé a conferência, e à porta, quando o sr. dr. António José de Almeida e a sua comitiva subiam para os automóveis, foram estes cercados por enorme multidão que atroava os ares com vivas ao dr. Afonso Costa, à República, à Pátria e à lei da Separação.”
Em termos informativos, podemos dizer que os critérios do Notícias de Bragança afinam pelo mesmo diapasão de todos os outros da época.
Título: Bragança na Época Contemporânea (1820-2012)
Edição: Câmara Municipal de Bragança
Investigação: CEPESE – Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade
Coordenação: Fernando de Sousa
| Primeira página do Notícias de Bragança, edição de 6.8.1914 |
Este jornal apresentou-se, desde o seu início em 1912 e até à sua extinção em 1917, como órgão do Partido Democrático, após a divisão do Partido Republicano em três partidos, o Partido Democrático de Afonso Costa, o Partido Evolucionista de António José de Almeida, e o Partido Unionista de Brito Camacho.
Como proprietário e diretor, aparece sempre o nome de Alberto Charula, que já fora diretor do Distrito de Bragança, no tempo da Monarquia, e pertencera ao Partido Regenerador. Como administrador e editor, surge, até 1913, o nome de Carlos Lima e Almeida. A partir de 1914, este é substituído por Francisco António Nogueiro.
A impressão é feita, primeiro, na Tipografia Adriano Rodrigues, e depois na Tipografia Minerva de António de Melo, por sinal, ambas situadas na mesma Rua Direita, o que deixa perceber que a primeira terá mudado de proprietário.
De referir que Francisco Manuel Alves, Abade de Baçal, foi um dos seus colaboradores, com textos da mais diversa natureza histórica.
Analisando os diversos temas tratados nos artigos de fundo da primeira página do Notícias de Bragança podemos concluir que não possui a riqueza e a profundidade de pensamento (não se fala em ortodoxia, de maneira alguma), nem a variedade de colaboradores e de temas que são patentes em A Pátria Nova. Trata-se de um jornal muito mais restrito em termos ideológicos, muito mais preocupado com a carreira política do seu diretor do que com quaisquer outros valores ou interesses.
De facto, lendo o Notícias de Bragança, depressa chegamos à conclusão de que, por mais variados que sejam os temas, visam sempre o mesmo objetivo: defender os pontos de vista do Partido Democrático e, através destes, os interesses de Alberto Charula e dos seus correligionários e amigos, tanto a nível nacional como a nível distrital.
Neste particular capítulo, não deixa de ser curioso o facto de o jornal republicano de Alberto Charula escolher como alvo dos seus ataques outros republicanos que já o eram no tempo da Monarquia, quando Alberto Charula ainda era diretor de um jornal que defendia o Partido Regenerador, ou, melhor dizendo, os seus próprios interesses contra outro correligionário do mesmo partido, Abílio Beça.
Por isso, não é inédita a atitude deste jornal atacar não só os adversários externos, como também os adversários do mesmo credo político. É o que acontece com João de Freitas, fundador de A Pátria Nova, em 1908. Quando o velho Partido Republicano se cindiu em três, em 1911-1912, João de Freitas não alinhou com o partido de Afonso Costa, o partido mais à esquerda dos três partidos republicanos. Com ele alinhou, no entanto, o antigo regenerador da Monarquia.
Na edição de 17 de abril de 1913, os nomes mais importantes da luta republicana contra a Monarquia são alvo dos ataques do jornal de Alberto Charula, ao mesmo tempo que os seus amigos eram defendidos até à exaustão. Mesmo quando são publicados outros textos, pode-se perceber claramente nas entrelinhas a defesa dos pontos de vista de Afonso Costa, como acontece em relação à participação de Portugal na Primeira Guerra Mundial (1914-1918), tema que é tratado em várias edições.
| Exemplos de notícias do Notícias de Bragança |
Entretanto, António José de Almeida, líder de um partido republicano concorrente, é ridicularizado, mesmo que o pretexto seja um comício seu realizado em Viseu, como se pode ver nesta transcrição de uma citação que o Notícias de Bragança fez de um jornal de Viseu: “A certa altura o conferente disse que era necessário derrubar este Governo, que conservava a Nação na anarquia e na desordem. Então, a maioria da assembleia pateou o fortemente, secundada pelos que não conseguiram entrar. Terminou em banzé a conferência, e à porta, quando o sr. dr. António José de Almeida e a sua comitiva subiam para os automóveis, foram estes cercados por enorme multidão que atroava os ares com vivas ao dr. Afonso Costa, à República, à Pátria e à lei da Separação.”
Em termos informativos, podemos dizer que os critérios do Notícias de Bragança afinam pelo mesmo diapasão de todos os outros da época.
Título: Bragança na Época Contemporânea (1820-2012)
Edição: Câmara Municipal de Bragança
Investigação: CEPESE – Centro de Estudos da População, Economia e Sociedade
Coordenação: Fernando de Sousa
… ainda das memórias
Por: Fernando Calado
(colaborador do Memórias...e outras coisas...)
Manhã fria... talvez a neve... Montesinho... as fragas de infindas solidões... os passadores, contrabandistas, carabineiros, o perfume espanhol, o pimento e as calças de pana... o padre... o regedor... a professora... o pobre que vem do fim do mundo... pelo São Brás cegonha verás… o pai que traz nas mágoas um filho morto... desfilam as memórias no final do café... o anjo das memórias sorri... uma criança chora e rói as unhas... a cadelinha morreu… a louca que me pede um euro...amortalhou-se e fuma até sentir a alma envolta no nevoeiro... a idosa comprou uma raspadinha... emagreceu a reforma... disse um palavrão como quem reza... arrefece mais e mais à beira do poema...
...ficam as memórias!
...e o anjo das memórias sorri!... e pousa... porque não tem mais nada que fazer no beiral das memórias!
… porque sorri?!
Fernando Calado nasceu em 1951, em Milhão, Bragança. É licenciado em Filosofia pela Universidade do Porto e foi professor de Filosofia na Escola Secundária Abade de Baçal em Bragança. Curriculares do doutoramento na Universidade de Valladolid. Foi ainda professor na Escola Superior de Saúde de Bragança e no Instituto Jean Piaget de Macedo de Cavaleiros. Exerceu os cargos de Delegado dos Assuntos Consulares, Coordenador do Centro da Área Educativa e de Diretor do Centro de Formação Profissional do IEFP em Bragança.
Publicou com assiduidade artigos de opinião e literários em vários Jornais. Foi diretor da revista cultural e etnográfica “Amigos de Bragança”.
(colaborador do Memórias...e outras coisas...)
Manhã fria... talvez a neve... Montesinho... as fragas de infindas solidões... os passadores, contrabandistas, carabineiros, o perfume espanhol, o pimento e as calças de pana... o padre... o regedor... a professora... o pobre que vem do fim do mundo... pelo São Brás cegonha verás… o pai que traz nas mágoas um filho morto... desfilam as memórias no final do café... o anjo das memórias sorri... uma criança chora e rói as unhas... a cadelinha morreu… a louca que me pede um euro...amortalhou-se e fuma até sentir a alma envolta no nevoeiro... a idosa comprou uma raspadinha... emagreceu a reforma... disse um palavrão como quem reza... arrefece mais e mais à beira do poema...
...ficam as memórias!
...e o anjo das memórias sorri!... e pousa... porque não tem mais nada que fazer no beiral das memórias!
… porque sorri?!
Publicou com assiduidade artigos de opinião e literários em vários Jornais. Foi diretor da revista cultural e etnográfica “Amigos de Bragança”.
PS de Vimioso apresenta moção para a requalificação da ponte sobre o rio Maçãs, entre Vimioso-Carção
Por considerar que o projecto da construção da nova ponte sobre o rio Maçãs, de ligação Vimioso-Carção, é fundamental para o concelho vimiosense e para os limítrofes, o grupo municipal do PS de Vimioso, apresentou uma moção para que a obra integre o Programa Nacional de Investimentos 2030.
O presidente da concelhia do PS de Vimioso, Hugo Rodrigues, frisa a importância da ponte mas estranha que o concelho de Bragança nunca tenha mostrado esforços para que avance.
“Dentro do plano de investimentos existem duas rubricas, nas quais nós consideramos que o projecto da ponte se enquadra, nas rodovias transfronteiriças e na coesão territorial. E como não está incluído no PNI 2030, consideramos que se enquadrar nestas rubricas. A moção foi apresentada e aprovada, porque é de todo o interesse não só para o concelho de Vimioso, mas também para os concelhos limítrofes, como Mogadouro e Miranda do Douro. Este acesso vai proporcionar melhor acesso de Vimioso para Bragança e nunca sentimos do lado de Bragança uma referência a esta ligação”, sustentou Hugo Rodrigues.
O projecto encurtaria a distância à A4 e melhoraria o acesso à capital de distrito assim como aos concelhos de Mogadouro e Miranda do Douro. Hugo Rodrigues afirma que ainda assim há esperança que a obra seja brevemente uma realidade.
“Sentimos que temos o mesmo direito como no resto do país às obras que consideramos necessárias. Ainda há relativamente pouco tempo numas últimas intervenções do ex-ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, na Assembleia da República, fez uma referência à ponte de Vimioso-Carção e ligação de Vinhais a Bragança que podem ser incluídas nestas rubricas mencionadas. Temos esperança que esta obra seja uma realidade. Tem sido falada há muitos anos atrás e tem sido adiada consequentemente, ou posta para segundo plano”, acrescentou Hugo Rodrigues.
Hugo Rodrigues destaca que a questão da interioridade já é redutora: “como somos do partido que suporta o governo e tudo faremos para reivindicar para que a obra seja uma realidade. Podemos falar da questão da interioridade, mas parece-me que esta questão é redutora, embora aceite que possa ser a realidade.
A moção foi aprovada por unanimidade em Assembleia Municipal de Vimioso e será agora enviada para conhecimento ao Ministro das Infraestruturas, Transportes e Habitação, ao Ministro do Planeamento, ao senhor Presidente da República, ao Primeiro-ministro e a todos os Grupos Parlamentares da Assembleia da República.
Escrito por Brigantia
O presidente da concelhia do PS de Vimioso, Hugo Rodrigues, frisa a importância da ponte mas estranha que o concelho de Bragança nunca tenha mostrado esforços para que avance.
“Dentro do plano de investimentos existem duas rubricas, nas quais nós consideramos que o projecto da ponte se enquadra, nas rodovias transfronteiriças e na coesão territorial. E como não está incluído no PNI 2030, consideramos que se enquadrar nestas rubricas. A moção foi apresentada e aprovada, porque é de todo o interesse não só para o concelho de Vimioso, mas também para os concelhos limítrofes, como Mogadouro e Miranda do Douro. Este acesso vai proporcionar melhor acesso de Vimioso para Bragança e nunca sentimos do lado de Bragança uma referência a esta ligação”, sustentou Hugo Rodrigues.
O projecto encurtaria a distância à A4 e melhoraria o acesso à capital de distrito assim como aos concelhos de Mogadouro e Miranda do Douro. Hugo Rodrigues afirma que ainda assim há esperança que a obra seja brevemente uma realidade.
“Sentimos que temos o mesmo direito como no resto do país às obras que consideramos necessárias. Ainda há relativamente pouco tempo numas últimas intervenções do ex-ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, na Assembleia da República, fez uma referência à ponte de Vimioso-Carção e ligação de Vinhais a Bragança que podem ser incluídas nestas rubricas mencionadas. Temos esperança que esta obra seja uma realidade. Tem sido falada há muitos anos atrás e tem sido adiada consequentemente, ou posta para segundo plano”, acrescentou Hugo Rodrigues.
Hugo Rodrigues destaca que a questão da interioridade já é redutora: “como somos do partido que suporta o governo e tudo faremos para reivindicar para que a obra seja uma realidade. Podemos falar da questão da interioridade, mas parece-me que esta questão é redutora, embora aceite que possa ser a realidade.
A moção foi aprovada por unanimidade em Assembleia Municipal de Vimioso e será agora enviada para conhecimento ao Ministro das Infraestruturas, Transportes e Habitação, ao Ministro do Planeamento, ao senhor Presidente da República, ao Primeiro-ministro e a todos os Grupos Parlamentares da Assembleia da República.
Escrito por Brigantia
Autarquia reafirma compromisso com a Associação Leque
O Município de Alfândega da Fé reafirmou o compromisso com a Leque – Associação de Pais e Amigos de Crianças com Necessidades Educativas Especiais, através da renovação do protocolo de colaboração por mais um ano.
A autarquia vai atribuir um apoio no valor de 30 mil euros que se destina à manutenção do Centro de Atendimento, Acompanhamento e Reabilitação de Pessoas com Deficiência.
Esta medida acompanha a política social da autarquia e vai permitir a continuidade do apoio à população com deficiência no concelho. Sendo esta também uma forma de o Município reconhecer o valor desta instituição e a sua importância para utentes e famílias que frequentam a Associação.
Desde 2010, que a Câmara Municipal apoia a Associação Leque no sentido de garantir uma resposta social adequada a pessoas portadoras de deficiência, assegurando o seu bem-estar, promovendo o seu sucesso pessoal e o desenvolvimento de competências para a vida ativa e inclusão social, melhorando desta forma a qualidade de vida dos beneficiários e suas famílias.
in:noticiasdonordeste.pt
A autarquia vai atribuir um apoio no valor de 30 mil euros que se destina à manutenção do Centro de Atendimento, Acompanhamento e Reabilitação de Pessoas com Deficiência.
Esta medida acompanha a política social da autarquia e vai permitir a continuidade do apoio à população com deficiência no concelho. Sendo esta também uma forma de o Município reconhecer o valor desta instituição e a sua importância para utentes e famílias que frequentam a Associação.
Desde 2010, que a Câmara Municipal apoia a Associação Leque no sentido de garantir uma resposta social adequada a pessoas portadoras de deficiência, assegurando o seu bem-estar, promovendo o seu sucesso pessoal e o desenvolvimento de competências para a vida ativa e inclusão social, melhorando desta forma a qualidade de vida dos beneficiários e suas famílias.
in:noticiasdonordeste.pt
Direção Regional de Cultura do Norte abre Programa de Apoio aos Agentes Culturais
A Direção Regional de Cultura do Norte associa-se à Celebração Nacional do Quinto Centenário da Primeira Viagem de Circum-navegação, liderada por Fernão de Magalhães, definindo este como tema preferencial para os projetos e iniciativas a apoiar durante 2019, no âmbito do Programa de Apoio aos Agentes Culturais (PAAC). O período de entrega das candidaturas ao PAAC decorre entre 1 e 31 de março.
O Programa de Apoios aos Agentes Culturais destina-se a apoiar iniciativas e projetos de agentes culturais, locais ou regionais de caráter não profissional, que, pela sua natureza, correspondam a necessidades ou aptidões específicas da região Norte, área de abrangência territorial da Direção Regional de Cultura do Norte.
Podem candidatar-se ao PAAC todos os agentes culturais da região Norte de Portugal, entidades individuais, associativas, cooperativas, ou outras sem fins lucrativos, de caráter não profissional ou, quando profissional, não estando a beneficiar de apoio da tutela da Cultura.
As entidades interessadas em beneficiar do Programa de Apoio da DRCN devem, após leitura do Regulamento de Apoio aos Agentes Culturais, preencher online o formulário de candidatura. Os documentos de instrução da candidatura deverão ser remetidos para o email dpdc.norte@gmail.com.
in:noticiasdonordeste.pt
O Programa de Apoios aos Agentes Culturais destina-se a apoiar iniciativas e projetos de agentes culturais, locais ou regionais de caráter não profissional, que, pela sua natureza, correspondam a necessidades ou aptidões específicas da região Norte, área de abrangência territorial da Direção Regional de Cultura do Norte.
Podem candidatar-se ao PAAC todos os agentes culturais da região Norte de Portugal, entidades individuais, associativas, cooperativas, ou outras sem fins lucrativos, de caráter não profissional ou, quando profissional, não estando a beneficiar de apoio da tutela da Cultura.
As entidades interessadas em beneficiar do Programa de Apoio da DRCN devem, após leitura do Regulamento de Apoio aos Agentes Culturais, preencher online o formulário de candidatura. Os documentos de instrução da candidatura deverão ser remetidos para o email dpdc.norte@gmail.com.
in:noticiasdonordeste.pt
Turismo do Porto e Norte em missão na África do Sul para promover o enoturismo
Luís Pedro Martins, presidente da Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal (TPNP) participa até 27 de fevereiro, a convite da Secretaria de Estado do Turismo, numa missão na Cidade do Cabo, África do Sul, integrada num programa de ação para o enoturismo que o Turismo de Portugal irá lançar em breve.
A ideia passa por encontrar um referencial estratégico para o desenvolvimento desta atividade no nosso país, potenciando o cross-selling entre vinho e turismo e, ao mesmo tempo, promover a qualificação dos diferentes players do mercado.
Este programa, que surge numa altura em que a atividade turística cada vez mais se afirma como um dos grandes motores da economia nacional, visa ainda contribuir para a estruturação e valorização de destinos e rotas de enoturismo, assim como identificar e operacionalizar projetos que permitam qualificar, valorizar e projetar o enoturismo nacional.
Para Luís Pedro Martins, a aposta na promoção do enoturismo “deve ser uma preocupação central na promoção turística portuguesa, tendo em conta as condições naturais do nosso país e as unidades de excelência que vão surgindo fora dos grandes centros urbanos”.
Para o Presidente da TPNP, esta iniciativa tem particular importância, uma vez que a região Norte agrega as zonas vínicas mais emblemáticas do país (com o Douro à cabeça, mas também com os vinhos verdes ou a sub-região do alvarinho), onde o enoturismo tem vindo a registar um crescimento exponencial, quer em número de unidades disponíveis, quer em número de turistas.
Nesta missão à África do Sul, onde também participam dirigentes de outras regiões vinícolas nacionais e de empresários do setor, será possível reforçar o conhecimento e a capacitação de entidades com responsabilidades no desenvolvimento e promoção de territórios vitivinícolas e destinos de enoturismo portugueses, assim como estabelecer contacto com estudos nas áreas do planeamento, gestão e promoção desta atividade.
Será ainda possível fomentar o intercâmbio de experiências com instituições locais ligadas aos setores do turismo e do vinho e potenciar a promoção de Portugal como destino de referência para o enoturismo.
No entender do Luís Pedro Martins, “a diversificação da oferta turística é fundamental para garantir a sustentabilidade desta atividade”, frisando ainda que “esta missão é também um momento de aprendizagem para retirarmos ensinamentos com alguns dos melhores”.
A ideia passa por encontrar um referencial estratégico para o desenvolvimento desta atividade no nosso país, potenciando o cross-selling entre vinho e turismo e, ao mesmo tempo, promover a qualificação dos diferentes players do mercado.
Este programa, que surge numa altura em que a atividade turística cada vez mais se afirma como um dos grandes motores da economia nacional, visa ainda contribuir para a estruturação e valorização de destinos e rotas de enoturismo, assim como identificar e operacionalizar projetos que permitam qualificar, valorizar e projetar o enoturismo nacional.
Para Luís Pedro Martins, a aposta na promoção do enoturismo “deve ser uma preocupação central na promoção turística portuguesa, tendo em conta as condições naturais do nosso país e as unidades de excelência que vão surgindo fora dos grandes centros urbanos”.
Para o Presidente da TPNP, esta iniciativa tem particular importância, uma vez que a região Norte agrega as zonas vínicas mais emblemáticas do país (com o Douro à cabeça, mas também com os vinhos verdes ou a sub-região do alvarinho), onde o enoturismo tem vindo a registar um crescimento exponencial, quer em número de unidades disponíveis, quer em número de turistas.
Nesta missão à África do Sul, onde também participam dirigentes de outras regiões vinícolas nacionais e de empresários do setor, será possível reforçar o conhecimento e a capacitação de entidades com responsabilidades no desenvolvimento e promoção de territórios vitivinícolas e destinos de enoturismo portugueses, assim como estabelecer contacto com estudos nas áreas do planeamento, gestão e promoção desta atividade.
Será ainda possível fomentar o intercâmbio de experiências com instituições locais ligadas aos setores do turismo e do vinho e potenciar a promoção de Portugal como destino de referência para o enoturismo.
No entender do Luís Pedro Martins, “a diversificação da oferta turística é fundamental para garantir a sustentabilidade desta atividade”, frisando ainda que “esta missão é também um momento de aprendizagem para retirarmos ensinamentos com alguns dos melhores”.
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Alfândega da Fé vai ser palco para a demonstração das forças da proteção civil do distrito
No próximo dia 1 de março, sexta feira, Alfândega da Fé recebe a demonstração de meios e agentes das forças ligadas à proteção civil do distrito. Uma iniciativa que pretende assinalar o Dia Internacional da Proteção Civil, envolvendo e sensibilizando a comunidade escolar.
A partir das 14h00, Bombeiros, GNR, GIPS, Sapadores Florestais e demais agentes da Proteção Civil vão promover diversas ações e exercícios de demonstração na Escola EB 2,3/S de Alfândega da Fé. Uma forma de sensibilizar os mais jovens e de relembrar o importante papel destes agentes na proteção e socorro das populações.
O gabinete de proteção civil municipal tem vindo a desenvolver várias ações de sensibilização ao longo do ano, em colaboração com as diversas entidades locais e distritais. O objetivo é informar a população sobre o que fazer em caso de incêndio, sismo, acidente ou outras situações que ponham em risco a segurança e bem-estar das pessoas.
in:noticiasdonordeste.pt
A partir das 14h00, Bombeiros, GNR, GIPS, Sapadores Florestais e demais agentes da Proteção Civil vão promover diversas ações e exercícios de demonstração na Escola EB 2,3/S de Alfândega da Fé. Uma forma de sensibilizar os mais jovens e de relembrar o importante papel destes agentes na proteção e socorro das populações.
O gabinete de proteção civil municipal tem vindo a desenvolver várias ações de sensibilização ao longo do ano, em colaboração com as diversas entidades locais e distritais. O objetivo é informar a população sobre o que fazer em caso de incêndio, sismo, acidente ou outras situações que ponham em risco a segurança e bem-estar das pessoas.
in:noticiasdonordeste.pt
Moncorvo com serviço de teleassistência para apoiar idosos
Este tipo de equipamento poderá fazer a diferença em caso de urgência médica ou social, no caso dos idosos que vivem isolados.
O município de Moncorvo implementou um serviço de teleassistência com georreferenciação que visa quebrar o isolamento e ajudar a cuidar da população mais idosa, através de apoio de uma equipa de saúde multidisciplinar 24 horas por dia.
"Vamos distribuir 40 pulseiras de teleassistência, com georreferenciação, destinadas à assistência aos idosos do concelho para que, por dependência física, social ou económica, possam ter uma maior proximidade com a assistência de uma equipa multidisciplinar de saúde ao longo de 24 horas, sete dias por semana ", explicou hoje à Lusa o presidente da Câmara de Torre de Moncorvo, no distrito de Bragança.
Segundo o autarca, dado o isolamento de muitos idosos nos territórios do interior, este tipo de equipamento poderá fazer a diferença em caso de urgência médica ou social.
"A teleassistência, de uma forma única, vai permitir que, à distância de um clique, o idoso fique mais próximo da assistência médica ou do apoio social e psicológico, sendo que se trata de um serviço destinado aos mais carenciados", vincou o autarca transmontano.
Nesta primeira fase, o município vai assumir a totalidade dos custos da teleassistência, sendo que depois haverá a possibilidade de implementação deste mesmo equipamento nos domicílios das pessoas que não sejam carenciadas.
"Nestes casos, parte dos custos serão suportados pelos próprios utentes. O investimento não é de grande monta. O mais importante é que as pessoas mais idosas se sintam confortáveis e seguras nos seus domicílios já que podem dispor de acompanhamento social, psicológico e médico em situações de isolamento devido às distâncias e solidão", explicou Nuno Gonçalves.
As pessoas que estejam numa situação de solidão, quer tenham possibilidades económicas ou não, podem dirigir-se aos serviços municipais para perceber como funciona este serviço de teleassistência.
O autarca referiu ainda que "pessoas que tenham desarmonia familiar também podem ser contempladas com este tipo de equipamento", sendo certo que a sua aquisição obedece a requisitos já estabelecidos num regulamento.
O projeto começou com a instalação de nove pulseiras a outros tantos idosos (oito mulheres e um homem). As restantes pulseiras vão agora ser entregues, após a análise de cada um dos casos.
"Estas pulseiras permitem-nos identificar o local exato onde a pessoa está e saber as condições que enfrenta", concretizou.
Este serviço resulta de um protocolo entre o município de Torre de Moncorvo e a Cruz Vermelha Portuguesa.
Agência Lusa
O município de Moncorvo implementou um serviço de teleassistência com georreferenciação que visa quebrar o isolamento e ajudar a cuidar da população mais idosa, através de apoio de uma equipa de saúde multidisciplinar 24 horas por dia.
"Vamos distribuir 40 pulseiras de teleassistência, com georreferenciação, destinadas à assistência aos idosos do concelho para que, por dependência física, social ou económica, possam ter uma maior proximidade com a assistência de uma equipa multidisciplinar de saúde ao longo de 24 horas, sete dias por semana ", explicou hoje à Lusa o presidente da Câmara de Torre de Moncorvo, no distrito de Bragança.
Segundo o autarca, dado o isolamento de muitos idosos nos territórios do interior, este tipo de equipamento poderá fazer a diferença em caso de urgência médica ou social.
"A teleassistência, de uma forma única, vai permitir que, à distância de um clique, o idoso fique mais próximo da assistência médica ou do apoio social e psicológico, sendo que se trata de um serviço destinado aos mais carenciados", vincou o autarca transmontano.
Nesta primeira fase, o município vai assumir a totalidade dos custos da teleassistência, sendo que depois haverá a possibilidade de implementação deste mesmo equipamento nos domicílios das pessoas que não sejam carenciadas.
"Nestes casos, parte dos custos serão suportados pelos próprios utentes. O investimento não é de grande monta. O mais importante é que as pessoas mais idosas se sintam confortáveis e seguras nos seus domicílios já que podem dispor de acompanhamento social, psicológico e médico em situações de isolamento devido às distâncias e solidão", explicou Nuno Gonçalves.
As pessoas que estejam numa situação de solidão, quer tenham possibilidades económicas ou não, podem dirigir-se aos serviços municipais para perceber como funciona este serviço de teleassistência.
O autarca referiu ainda que "pessoas que tenham desarmonia familiar também podem ser contempladas com este tipo de equipamento", sendo certo que a sua aquisição obedece a requisitos já estabelecidos num regulamento.
O projeto começou com a instalação de nove pulseiras a outros tantos idosos (oito mulheres e um homem). As restantes pulseiras vão agora ser entregues, após a análise de cada um dos casos.
"Estas pulseiras permitem-nos identificar o local exato onde a pessoa está e saber as condições que enfrenta", concretizou.
Este serviço resulta de um protocolo entre o município de Torre de Moncorvo e a Cruz Vermelha Portuguesa.
Agência Lusa
“Entrudo Lagarto” faz “Testamento do Burro” na aldeia da Cardanha, Torre de Moncorvo
Já ouviu falar do Entrudo Lagarto? Ainda não?! O Entrudo Lagarto é um tradição da aldeia da Cardenha, Torre de Moncorvo, que a Associação Centro Cultural e Recreativo Maria Soares Sendas, está a promover.
Este ano o programa apresenta-se com um tabelião que vai ler o testamento do Burro e atribuir as partes, as Deixas do Burro às raparigas da aldeia, conforme a tradição. Um jantar e a queima o Entrudo, um diabo com cerca de 6m de altura, constituem os rituais destinados a expurgarem os males passados e prosperar um ano mais auspicioso.
A juntar à festa está ainda o som da tradicional gaita de foles e uma bebida bem quentinha, a queimada, feita por um bruxo de convicção.
O “Entrudo Lagarto” é uma antiga tradição que a Associação Centro Cultural e Recreativo Maria Soares Sendas, da aldeia de Cardanha, quer revitalizar e dar a conhecer aos visitantes.
in:noticiasdonordeste.pt
Este ano o programa apresenta-se com um tabelião que vai ler o testamento do Burro e atribuir as partes, as Deixas do Burro às raparigas da aldeia, conforme a tradição. Um jantar e a queima o Entrudo, um diabo com cerca de 6m de altura, constituem os rituais destinados a expurgarem os males passados e prosperar um ano mais auspicioso.
A juntar à festa está ainda o som da tradicional gaita de foles e uma bebida bem quentinha, a queimada, feita por um bruxo de convicção.
O “Entrudo Lagarto” é uma antiga tradição que a Associação Centro Cultural e Recreativo Maria Soares Sendas, da aldeia de Cardanha, quer revitalizar e dar a conhecer aos visitantes.
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