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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quarta-feira, 27 de março de 2024

"VI Passeio TT - Mulheres ao Volante 2024."

Mensageiro de Bragança - 29 de MAIO de 1970

“Corço Challenge”, uma prova pioneira que traz o OCR ao concelho de Macedo e já tem 25% das inscrições preenchidas

 Já estão reservadas 25% das vagas para participar no Corço Challenge, a prova de obstáculos que vai acontecer no dia 2 de junho na Serra de Bornes, em Macedo de Cavaleiros.


É uma atividade pioneira na região, para a qual são esperados entre 200 a 300 participantes, e que apenas em 48 horas conseguiu já um quarto da capacidade de inscritos, dá conta Luís Lino, presidente da associação Grijó + Jovem, organizadora do evento:

“É uma prova de obstáculos, tem 10km de distância, ao longo dos quais vai ter obstáculos para os participantes ultrapassarem.

É uma atividade pioneira, que nunca foi feita aqui na região, e seremos nós a dar o pontapé de saída nesta modalidade, o OCR.

Vai acontecer na Serra de Bornes, na parte de Grijó e Vilar do Monte e vão também passar no cercado do Corço.

As inscrições abriram há cerca de uma semana e já temos 25% da capacidade atingida, em 48 horas, o que é sinal de que vai ser um sucesso.

Temos alguma afluência de pessoas do concelho mas grande parte é de fora. Temos da zona de Bragança, Vila Real, Porto e Chaves.

Acreditamos que vá ser um dos maiores eventos desportivos que se vai fazer este ano na zona de Macedo.

Não é habitual nestas provas haver confraternização depois da prova mas nós vamos privilegiar esse momento com um almoço.

Estamos a contar com entre 200 a 300 pessoas, por isso, temos de nos preparar.”

O percurso vai começar a ser marcado e os obstáculos a serem preparados a partir deste fim de semana e Luís Lino revela alguns dos que estão definidos:

“Ali vamos ter obstáculos naturais e alguns artificiais, alguns em madeira e pneus, mas privilegiamos o que é natural.

Estamos a tentar fazer passagens dentro de ribeiros, valas, algumas também com fardos para os participantes ultrapassarem ao longo da prova.”

Este é o primeiro ano da atividade que, se correr bem, vão tentar inseri-la nas provas da Liga Portuguesa de OCR:

“Temos duas vertentes: o grupo de elite, que é mesmo para os que vão para competir e tentar ganhar a prova, e depois há o fun que é mais para diversão.

No competitivo de elite, quem não passar três obstáculos é logo desqualificado, enquanto no fun, em 20 obstáculos têm de passar pelo menos cinco.

Temos um prémio de participação e depois iremos ter um cabaz ou algo do género para entregar à pessoa, não será um prémio monetário.

Este é o ano de lançamento da iniciativa e esperamos que seja para repetir e com mais força ainda.

Se correr bem e se os participantes gostarem da prova, o objetivo é tentar entrar na Liga de Portugal de OCR.”

Não há idade para poder participar na prova, sendo que os menores de 18 anos deverão fazer-se acompanhar de uma autorização dos pais ou tutores.

O custo de inscrição é de 25 euros com almoço e de 20 sem a refeição.

O Município de Macedo de Cavaleiros é parceiro da iniciativa, prestando apoio logístico.

Escrito por ONDA LIVRE

Hoje partilhamos consigo a receita da famosa Bola Doce Mirandesa

 Desafiamos a experimentarem a confeção deste doce único e genuíno de Miranda do Douro que é também o mote para a realização da Feira que vai decorrer de 28 a 30 de março, no Jardim dos Frades Trinos em Miranda do Douro. 

📲 Saiba mais sobre a Feira da Bola Doce AQUI.

Feliz Páscoa para Todos

O sol na eira

Por: Manuel Eduardo Pires
(colaborador do Memórias...e outras coisas...)

Um olhar mais distraído dirá que os temas do ambiente têm vindo a entrar nas cabeças. Começamos a ter noção da irracionalidade com que por toda a parte se destrói a torto e a direito, fala-se em emergência e os discursos já roçam o pânico, a única coisa que nos leva a agir com caráter obrigatório e inadiável. Mas interiorizarmos o que interessaria de forma a que tal viesse a traduzir-se em algo concreto e eficaz ainda vem longe. Apesar das sirenes, e mesmo percebendo que temos um pé no precipício, é provável que nos habituemos a assistir placidamente à multiplicação de cenários universais de devastação (como os que estão a acontecer) sem mexer um dedo.
A crise ambiental não foi algo que subitamente caísse do céu e nos apanhasse de calças na mão. Por princípio não sabemos fazer outra coisa a não ser alterar o que nos rodeia, está na nossa índole. Enquanto fomos poucos, os danos eram insignificantes. O perigo apenas surgiu quando, munidos de crescente capacidade destrutiva, e achando isso bom, começámos a abarrotar o mundo até chegar aos atuais quase oito mil milhões de indivíduos. Não contentes, fizemos de nós uma prodigiosa maquinaria de engendrar objetos sem fim, dependemos da aquisição deles como objetivo de vida e adoramos isto como se adoravam os deuses do olimpo.
Resultado?... Tornámo-nos um monstro devorador do que apanha pela frente, literalmente capaz de emporcalhar o mundo com dejetos, modificar o clima, envenenar até aquilo que o alimenta. A nossa conduta equipara-se à do louco que se dispõe a demolir a própria casa ou come no prato e defeca nele ao mesmo tempo, aquilo a que nos referimos sob os eufemismos de crescimento, desenvolvimento, progresso. É caso para pensar se esta deriva na direção de um mais que provável apocalipse, com todos os ingredientes de aventura suicida coletiva, não será a confirmação da ideia freudiana do instinto de morte.
A tragédia não está tanto em ignorar os problemas e suas causas como em ter de enfrentá-los com a mesma mente destrambelhada que os criou. Tal como um edifício é sustido por alicerces invisíveis, nós somo-lo por impulsos obscuros que nos conduzem. Alguns podem inclusive levar-nos à ruína e seria útil repudiá-los. Mas como, se mal nos damos conta deles? Valha-nos que as dificuldades, tal como as soluções, estão todinhas no abismo obscuro da nossa alma, que sem parar nos pisca o olho e convoca a escutá-la. Só que penetrar nela para conhecer umas e outras implica tais canseiras e tais medos que a primeira reação de quem o tenta é fugir espavorido. De qualquer jeito, há sempre o perigo de a explorar e no regresso à luz exigirmos de nós mudanças de atuação tão radicais que psicologicamente equivaleriam a uma morte.
Então, morrer por morrer que seja ao menos com a maior comodidade, sem abdicar de velhos hábitos e se possível de barriga cheia. Eis por que nos viramos para fora e desforramos em comida, em bebida, em sexo, em jogo, em excitação, em químicos, em futebol, em redes, em busca de prestígio, em carreiras, em viagens, em explorações nos vários sentidos, em conflitos, em violência, em ódio, em cretinice, em toda a sorte de exageros presunçosos e imprudentes, conhecidos por húbris, que levavam os antigos heróis gregos à perdição. Porém a nossa tábua de salvação preferida, mistura dos pecados da gula e da ganância, é o consumo desenfreado, a acumulação de objetos e bens, a competição por vidas exteriormente mais e mais recheadas, caminho sem regresso que nos vai mantendo alienados até que rebentemos com os recursos a terra e com ela própria. E de tudo isto advém a minha pouca fé em sustentabilidades.
O que ansiamos consertar no exterior é uma tarefa hercúlea que apenas pode ter lugar internamente, no dia em que nos sentirmos maduros e com coragem para a levar a cabo. Hoje ainda estamos na fase de querer em simultâneo uma coisa e o seu contrário, abusar do ambiente e querê-lo saudável. Por bizarro que soe a ouvidos racionalistas, à espera de melhores dias cada um pode ir praticando em casa, em solidão, em silêncio, longe das multidões, esse mergulho no oceano imenso e misterioso que tem dentro e fazer introspeção a fim de se conhecer. Ou rezar, se preferirem chamar-lhe assim. É difícil, como disse, mas costuma ser estranhamente eficaz e ao menos enquanto tentamos não arruinamos o que a natureza nos deu.

Nordeste - out. 2022

Manuel Eduardo Pires
. Estes montes e esta cultura sempre foram o meu alimento espiritual, por onde quer que andasse. Os primeiros para já estão menos mal, enquanto a onda avassaladora do chamado progresso não decidir arrasá-los para construir sabe-se lá o quê, mas que nunca será tão bom. A cultura, essa está moribunda, e eu com ela. Daí talvez a nostalgia e o azedume naquilo que às vezes digo. De modo que peço paciência a quem tiver a paciência de me ir lendo.

OS PORTUGUESES NO BRASIL

Por: Humberto Pinho da Silva 
(colaborador do "Memórias...e outras coisas...")

Minha tia-bisavó, Rosinha, fazia cem anos; seu filho convidou-me para participar na cerimónia religiosa e no copo-de-água.
Fui. Tomei o "onibus”, que me levou ao Rio e, horas depois desembarquei na rodoviária. Nessa ocasião residia em São Paulo.
Quando me deslocava para o colégio, que gentilmente cedera as instalações, fui observando tudo que via. Ao perpassar por parede branca, lobriguei, varado, rabiscado a carvão ou tinta negra: " Portugueses fora do Brasil!". Estávamos nos anos noventa, do século passado.
Em abono da verdade, devo dizer que nunca senti qualquer antipatia por mim, por ser português; muito pelo contrário: todos, inclusive a policia, mesmo no tempo da ditadura, sempre me trataram com afeto.
Sou como se sabe, matrimoniado com paulista da gema, de família tradicional, por isso sabia que no passado, o nosso povo era considerado: pobre, inculto, analfabeto. Em regra, dizia-se que desembarcava em Santos com: " Saco e pau nas costas", ou chegava de avião, " Nos Tamancos Aéreos Portugueses.
Após a Revolução de Abril, chegaram a terras de Santa Cruz: industriais, professores, médicos, engenheiros e, muita gente da elite portuguesa; e o brasileiro, atónico, mudou logo a opinião depreciativa que tinha.
Mesmo assim... Estando em Florianópolis, em meados deste século, folheando distraidamente as páginas amarelas da Capital de Santa Catarina, deparei, cercado a tarja negra:" Portugal roubou o nosso ouro."
Era "mimo" dirigido aos milhões de portugueses e descendentes. Eu sabia há muito que era isso, que certos professores ainda ensinavam nas escolas.
Durante décadas não foi fácil ao português " fugir" das piadas vindas do povo humilde e até da mass-media.
Em 1920, quinhentos poveiros que ganhavam a vida no mar, foram expulsos por se recusarem a serem brasileiros. Retornando a Portugal no navio " Samaro" – " A Pátria", Rio de Janeiro 13 a 15/10/1920.
A perseguição iniciou-se em outubro de 1920, alimentada, entre outros por Epitácio Pessoa. Desconheço a razão de tanta xenofobia, pois a maioria da população era e é descendente de portugueses e italianos. Emigrantes que foram procurar no Brasil melhor vida, como hoje os brasileiros fazem quando emigram para os Estados Unidos e Europa.
A emigração portuguesa, como a italiana, foram comutar a mão-de-obra que havia antes da Lei Nº2: 040 de 28 de Setembro e 1871, que dizia: " Declara de condição livre os filhos de mulher escrava que nascerem desde a data d'esta lei, liberta os escravos da nação e outros, e providencia sobre a criação e tratamento d'aquelles filhos menores e sobre a libertação annual de escravos."
Esta crónica, escrita quase ao currente calamo, pretende lembrar a situação difícil em que viveram muitos portugueses no século XIX e meados do século XX, no Brasil. Muitos eram de menor idade, como o escritor Ferreira de Castro que chegou ao Brasil, sozinho, com 12 anos, para não falar de meu bisavô que emigrou ainda adolescente.
Para alinhavar esta modesta crónica, baseie-me: em reminiscências pessoais; na obra: " No Brasil", do escritor Silva Pinto; e na pesquisa realizada por Edgar Rodrigues, publicada no " Jornal de Matosinhos" de 6/12/1991.

Humberto Pinho da Silva
nasceu em Vila Nova de Gaia, Portugal, a 13 de Novembro de 1944. Frequentou o liceu Alexandre Herculano e o ICP (actual, Instituto Superior de Contabilidade e Administração). Em 1964 publicou, no semanário diocesano de Bragança, o primeiro conto, apadrinhado pelo Prof. Doutor Videira Pires. Tem colaboração espalhada pela imprensa portuguesa, brasileira, alemã, argentina, canadiana e USA. Foi redactor do jornal: “NG”. e é o coordenador do Blogue luso-brasileiro "PAZ".

Serra da Velha

 O Centro Cultural e Recreativo de Limãos irá recriar tradições de antigamente, com a acarreja dos paus, seguida da procissão da serra das velhas, confissão da velha, queima da velha, entre outras atividades.

Ópera no Património - Torre de Moncorvo

"XXII Feira do Folar e do Azeite" - IZEDA 2024

O Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros vai receber no próximo dia 30 de março a peça de teatro infantil " Gato das Botas" às 15.30h.

 O Centro Cultural de Macedo de Cavaleiros vai receber no próximo dia 30 de março a peça de teatro infantil " Gato das Botas" às 15.30h.
Inspirado no famoso conto de Charles Perrault - traz-nos um novo e fresco reconhecimento das aventuras deste matreiro e astuto Gato.

São utilizados vários elementos caricaturais: uma cenografia mutante e versátil; figurinos ostentoso, diálogos jocosos, elementos sonoros ao vivo que estimulam e relevam as características de " farsa " que encontramos na sua obra.

Um espetáculo a não perder!

➡️ O bilhete tem um custo de 3€ e pode ser adquirido presencialmente no Centro Cultural ou através do telefone 278 428 100. 

Horário da bilheteira:

🕒 Dia útil
10h00 - 12h30 | 13h30 - 17h00

SEMANA SANTA - VINHAIS

Municípios Transmontanos levam a gastronomia até feira em Paris

Mensagem 25 de Abril de 2024

 Estamos a chegar ao 50º aniversário do dia em que, interpretando os sentimentos do povo, os Capitães de Abril libertaram os portugueses de uma ditadura, repressiva e retrógrada e puseram fim a uma longa, injusta e inútil guerra colonial, que os ditadores impunham, recusando a procura de soluções políticas para o conflito que, teimosamente, diziam ser feito em nome de uma civilização ocidental e cristã, quando os próprios ocidentais e cristãos a repudiavam há muito tempo.
Uma libertação que abriu as portas à Democracia, para que os portugueses exercessem os mais elementares direitos de cidadania de que há muito estavam privados e que lhes garantiu que fizessem as suas escolhas políticas, que têm permitido que o país voltasse a ser respeitado na comunidade internacional e que caminhasse para a construção de uma sociedade mais livre, desenvolvida, justa e solidária.
Com aquele “dia inicial, inteiro e limpo” como se lhe referiu Sofia de Melo Breyner, abriram-se também as portas a uma intensa participação popular que, apesar das contingências e da complexidade do percurso então percorrido, permitiu a consolidação de um regime democrático e a construção de um Estado de Direito assente nas regras definidas numa nova Constituição, que pode ser vista como a maior das realizações dessa gesta popular, que os libertadores possibilitaram, acarinharam e defenderam.
Simultaneamente, estamos a chegar ao 42º aniversário de uma instituição – a Associação 25 de Abril – fundada pelos Militares de Abril que, dando continuidade à sua acção libertadora, se congregaram, chamando todos os cidadãos, nacionais ou estrangeiros, que se quisessem envolver na defesa e manutenção dos valores com que se haviam comprometido, perante Portugal e o mundo.
Hoje, vivemos tempos de incerteza e enorme preocupação, no que respeita a esses valores - Liberdade, Paz, Democracia, Justiça, Igualdade.
A instabilidade internacional e as guerras continuam muito activas e ameaçam alastrar, mesmo à nossa porta.
Novos ditadores estão no terreno ou ameaçam surgir no horizonte.
Os valores de Abril, que então floresceram em várias partes do mundo, estão ameaçados, não só em Portugal, mas também em muitas outras regiões.
É, por isso, que a Associação 25 de Abril sente necessidade de reafirmar, nesta evocação dos 50 anos do 25 de Abril e na prossecução da sua essência e natureza, que é imperioso assumirmos, com coragem e determinação, a luta pela defesa e manutenção da Liberdade conquistada nessa radiosa madrugada.
Liberdade que temos conseguido manter e da qual não abdicamos.
Liberdade essencial para prosseguir na sociedade democrática, que almejamos manter e que queremos mais livre e mais democrática, mas também mais justa, igual e solidária, em ambiente de Paz e de Progresso, o que só é possível se for suportada nos valores de Abril.

Por isso, reafirmamos 25 de Abril, Sempre!
Viva o 25 de Abril!
Viva Portugal!

Associação 25 de Abril

🚂 𝑪𝒐𝒎𝒃𝒐𝒊𝒐 𝑻𝒖𝒓𝒊́𝒔𝒕𝒊𝒄𝒐 𝒗𝒐𝒍𝒕𝒂 𝒂 𝒄𝒊𝒓𝒄𝒖𝒍𝒂𝒓 𝒑𝒆𝒍𝒂𝒔 𝒓𝒖𝒂𝒔 𝒅𝒆 𝑴𝒊𝒓𝒂𝒏𝒅𝒂 𝒅𝒐 𝑫𝒐𝒖𝒓𝒐 𝒅𝒖𝒓𝒂𝒏𝒕𝒆 𝒂 𝑭𝒆𝒊𝒓𝒂 𝒅𝒂 𝑩𝒐𝒍𝒂 𝑫𝒐𝒄𝒆

 Entre 28 e 30 de março, junte os amigos e a família e descubra a magnífica cidade de Miranda do Douro numa viagem mágica de comboio turístico elétrico dentro dos limites da cidade.

⏰ Horário das viagens: 11h00, 12h00, 15h00, 16h00 e 17h00
📍 As saídas ocorrerão junto ao Recinto da Feira da Bola Doce

*𝐕𝐢𝐚𝐠𝐞𝐦 𝐠𝐫𝐚𝐭𝐮𝐢𝐭𝐚

Mensageiro de Bragança - 29 de MAIO de 1970

Mensageiro de Bragança - 29 de MAIO de 1970

Exposição de Artes decorativas, de Teresa Pinto, para ver na Casa da Cultura, em Vimioso, a partir do dia 28 de março.

A Vespa velutina, vulgarmente conhecida como Vespa asiática, é uma espécie invasora que representa uma ameaça significativa para a biodiversidade local e para a saúde pública.

 Com o intuito da preservação ambiental e a segurança da população, é essencial controlar a expansão da V. velutina.


Pretendemos implementar o plano de combate à V. velutina, instalando um conjunto de armadilhas específicas para a captura e controlo de vespas fundadoras. Nesse sentido, serão disponibilizadas 30 armadilhas aos munícipes que se mostrem interessados, até ao dia 12 de abril.

De forma a garantir a eficácia do plano de combate, as armadilhas deverão ser colocadas em locais definidos, de acordo com os seguintes critérios:

1. Próximas a Fontes de Alimento: Selecione zonas húmidas, próximas de hortas, árvores de fruto, lixeiras ao ar livre e/ou em locais onde se verifique a concentração de vespas;

2. Protegidas do Vento: Escolha áreas protegidas e evite locais expostos ao vento, pois pode dificultar a eficácia das armadilhas;

3. Fora do Alcance de Crianças e Animais: Certifique-se que as armadilhas estejam em locais onde crianças e animais não possam alcançá-las. Isso reduzirá o risco de acidentes;

4. Altura Adequada: Pendure as armadilhas a uma altura que seja acessível para as vespas, mas fora do alcance de pessoas e animais. Uma altura de cerca de 1,5 metros do chão será o aconselhado;

5. Longe de Áreas de Passagem: Evite colocar as armadilhas em áreas onde as pessoas passam com frequência, para prevenir possíveis acidentes ou perturbações;

6. Manutenção Fácil: Escolha locais de fácil acesso às armadilhas, de forma a facilitar a monitorização e substituição do atrativo, sempre que haja necessidade.

Se estiver interessado em contribuir para esta causa ou em receber uma armadilha para colocar na sua propriedade, contacte-nos para mais informações através do número 278 610 200 ou diretamente junto do Gabinete de Apoio ao Munícipe.

Juntos, podemos fazer a diferença e proteger o nosso ambiente natural. Obrigado pelo seu apoio e envolvimento nesta importante iniciativa de conservação.