Segundo os dados disponíveis no site oficial do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), relativos a 16 de setembro, último relatório de monitorização, o distrito de Bragança teve a aprovação de 7418 projetos distribuídos por 14 componentes, com um valor total de 294 milhões, 720 mil euros. No entanto, só 217 milhões de euros, cerca de 76%, já tinham sido pagos.
O concelho de Vinhais é responsável por cerca de 38% do valor total do distrito. São perto de 112 milhões de euros, apesar de ter apenas 188 projetos aprovados no âmbito do PRR. Menos projetos no distrito, só mesmo Carrazeda de Ansiães, com 154, e Freixo de Espada à Cinta com 144.
Segue-se Bragança, com um total de 90 milhões de euros, apesar de ser o concelho do distrito que viu ser aprovado o maior número de projetos – 2507.
O terceiro valor mais alto do distrito, vai para o concelho de Mirandela com um total de 24 milhões de euros, para distribuir pelos 1179 projetos aprovados.
Segue-se, Alfândega da Fé que até meados de setembro teve aprovados 524 projetos com um valor global de 16 milhões de euros. Macedo de Cavaleiros teve a aprovação de 932 projetos candidatados ao PRR, com uma dotação a rondar os 14 milhões de euros.
A meio da tabela, está Mogadouro que teve a aprovação de 579 projetos, no valor aproximado de 12,5 milhões de euros.
O sétimo concelho com maior volume de montante aprovado é o de Freixo de Espada à Cinta com 144 projetos aprovados, representando um valor total de 7,5 milhões de euros.
Carrazeda de Ansiães vem logo a seguir com 5,7 milhões de euros a serem distribuídos pelos 154 projetos aprovados.
Torre de Moncorvo tem um valor total de 4 milhões de euros, para os 257 projetos aprovados. Segue-se Miranda do Douro, com 3,6 milhões de euros resultantes de 327 projetos.
Vimioso contabiliza 414 projetos aprovados no valor de 2,7 milhões de euros e finalmente Vila Flor com um total de 230 projetos que representam cerca de 2 milhões de euros.
Ainda segundo os dados disponibilizados no site oficial do PRR, perto de 63% dos projetos aprovados (4697) foram para as áreas das qualificações e competências, com 2427, e eficiência energética em edifícios, com 2579, que representam um montante global de 39 milhões de euros.
Curiosamente, a maior fatia dos cerca de 294 milhões de euros, é alocado a apenas um projeto ligado a infraestruturas no valor total de 112 milhões de euros, o que representa cerca de 38% do valor total aprovado para o distrito.
Destaque também para a componente REPowerEU (apoio à transição ecológica que limita a dependência da UE dos combustíveis fósseis russos, reduzindo o desperdício energético) com 1034 projetos já aprovados que representam uma dotação total de 4 milhões de euros.
Segue-se a área das respostas sociais, com 242 projetos aprovados, no valor de 15 milhões de euros. As restantes áreas têm menos de uma centena de projetos aprovados, sendo a mais significativa a referente à habitação com 93 projetos aprovados, representando um valor total superior a 35 milhões de euros.
Refira-se que, até 16 de setembro, dos 7418 projetos aprovados, no valor de 295 milhões de euros, foram pagos cerca de 217 milhões de euros referentes a 7171 projetos contratados.

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