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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

terça-feira, 17 de março de 2026

Argozelo: Comunidade paroquial peregrinou em via Sacra até à Cruz do Serro

 No IV Domingo da Quaresma, a 15 de março, a comunidade paroquial de Argozelo, rezou a Via Sacra em peregrinação até à Cruz do Serro, um local de extraordinária beleza, onde os Frades Capuchinhos, presidiram à celebração da missa campal.


A Via Sacra é uma das mais antigas formas de meditar a Paixão de Cristo e a expressão significa “caminho sagrado”.

A oração da Via Sacra consiste em recordar o caminho percorrido por Jesus, com a Cruz às costas, desde o pretório de Pilatos, onde foi condenado à morte, até ao Calvário, onde foi crucificado.


Na vila de Argozelo, a oração da Via Sacra iniciou-se junto ao cemitério e decorreu ao longo de três quilómetros até ao lugar do Serro. Ao longo do percurso, uma centena de fiéis participaram ativamente, nas leituras e nos cânticos, das 14 estações da Via Sacra.

Chegados à Cruz do Serro, o franciscano, Hermenegildo Sarmento, presidiu à missa campal. Na celebração, o sacerdote timorense interpelou a assembleia questionando por que razão se reza a Paixão de Cristo? Ao que o Frade Capuchinho respondeu que é um itinerário para acompanhar e convididir o sofrimento de Jesus e simultaneamente purificar o coração e o olhar.


“Aprendamos com Jesus a aceitar e suportar com paciência os sofrimentos que a vida traz. Por vez, ficamos cegos espiritualmente, à presença de Deus e aos sofrimentos dos nossos irmãos. Peçamos a Deus que abra os nossos corações parar estar atentos aos sofrimentos dos outros e também para ver a beleza e a bondade que existe no mundo”, exortou.

No final da celebração, o Frade Capuchinho agradeceu a participação da comunidade paroquial de Argozelo, na oração da Via Sacra e na Eucaristia Dominical.

A celebração religiosa, no Serro, terminou com um lanche convívio oferecido pela freguesia de Argozelo.

HA

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