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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quinta-feira, 2 de abril de 2026

VILA FLOR RECEBE REUNIÃO TÉCNICA SOBRE GESTÃO INTEGRADA DE FOGOS RURAIS

 Vila Flor acolheu a 10.ª Reunião Técnica da Comissão Sub-Regional de Gestão Integrada de Fogos Rurais das Terras de Trás-os-Montes, num encontro que reuniu diversas entidades com responsabilidades na proteção e ordenamento do território.


A sessão contou com a abertura do presidente da Câmara Municipal de Vila Flor, que destacou a importância da articulação entre instituições na definição de estratégias eficazes para a prevenção e combate aos incêndios rurais, um dos principais desafios da região.

Durante os trabalhos, foram abordados vários temas estruturantes para a gestão integrada de fogos rurais. Entre os pontos em análise estiveram a adaptação dos Programas de Ação Prioritária (APPS) à realidade da sub-região, bem como a apresentação de cartografia considerada essencial para o planeamento municipal.

A reunião permitiu ainda discutir os ciclos de intervenção nas faixas de gestão de combustível, incluindo a eventual revisão da sua largura, bem como proceder à validação da matriz de ocupações compatíveis, instrumento fundamental para orientar o uso do solo em áreas sensíveis.

O encontro serviu, sobretudo, para reforçar a cooperação entre as diferentes entidades envolvidas, promover o alinhamento de estratégias e definir próximos passos com vista a uma resposta mais coordenada e eficaz na gestão dos fogos rurais.

Num território particularmente vulnerável ao risco de incêndio, iniciativas desta natureza assumem um papel determinante na proteção da paisagem, das populações e dos recursos naturais, sublinhando que a salvaguarda do território é uma responsabilidade partilhada por toda a comunidade.

Maria Inês Pereira
Foto:DR

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