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SOBRE O BLOGUE:
Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço.
A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)
(Henrique Martins)
COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Neste Verão venha ao Nordeste Transmontano
Boa gastronomia, excelentes paisagens, monumentos, arqueologia, património, tudo isto o Nordeste Transmontano possui em abundância para lhe oferecer.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Dias 27 a 31 de Julho - IX Edição do Festival Itinerante da Cultura Tradicional «L Burro I L Gueiteiro»
A AEPGA e a Galandum Galundaina Associação Cultural (GGAC) vão realizar entre os dias 27 e 31 de Julho, a IX Edição do Festival Itinerante da Cultura Tradicional «L Burro I L Gueiteiro» que terá início, no dia 27 de Julho, em Miranda do Douro e passará pelas aldeias mirandesas de Atenor e Picote.
Através da realização de mais uma edição do Festival “L Burro I L Gueiteiro” pretende-se potenciar a música e os instrumentos tradicionais, os arraias e as danças mirandesas, a gastronomia local, a fauna, a flora e o quotidiano de quem resiste por Terras de Miranda.
Constitui também um dos objectivos do Festival dar a conhecer o BURRO DE MIRANDA e os novos usos associados a este animal, entre os quais, a sua utilização em percursos/passeios ecoturísticos. Ao longo do Festival, iremos caminhar na companhia do BURRO DE MIRANDA por antigos caminhos, contemplando as belas paisagens transmontanas que nos irão conduzir ao encontro das aldeias da Terra de Miranda, do convívio com a população local e da imensa diversão concedida pela partilha dos antigos arraias tradicionais.
O Festival pretende, ainda, reavivar a memória do Burro, que noutros tempos constituiu um dos meios de transporte mais utilizados na região, conciliando este acontecimento, com um antigo facto histórico em que os antigos gaiteiros faziam-se transportar para as romarias montados no seu dorso.
INSCRIÇÕES ABERTAS! CAMPISMO GRATUITO PARA OS PARTICIPANTES!
I. De 27 a 31 de Julho: Festival Itinerante da Cultura Tradicional “L BURRO I L GUEITEIRO”, aldeias do concelho de Miranda do Douro
II. De 3 a 4 de Setembro: Feira e mostra de Asininos de Miranda “FEIRA DO NASO”, aldeia da Póvoa, concelho de Miranda do Douro
III. De 10 a 11 de Setembro: Feira de Burros “FEIRA DO AZINHOSO”, aldeia de Azinhoso, concelho de Mogadouro
--------------------------------------------------------------------------------------
I. De 27 a 31 de Julho: Festival Itinerante da Cultura Tradicional “L BURRO I L GUEITEIRO”, aldeias do concelho de Miranda do Douro
PROGRAMA:
Quarta-feira, 27 de Julho de 2011
Miranda do Douro
Das 15h00 às 20h00: Inscrições/recepção dos participantes
Abertura da IX Edição “L Burro I L Gueiteiro”
Animação e Convívio de Rua
Jogos Tradicionais
20h00: Jantar (da responsabilidade do participante)
22h00: “FÉ NOS BURROS” um projecto de fotografia e vídeo de João Pedro Marnoto em colaboração com a AEPGA
23h00: Arraial Tradicional
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Quinta-feira, 28 de Julho de 2011
Aldeia de Atenor, Miranda do Douro
10h30: Oficinas diversas para os miúdos e os mais graúdos:
- Oficina de etnobotânica (Associação Aldeia) (a confirmar)
- Oficina de observação e identificação de aves (Associação Aldeia) (a confirmar)
- Oficina de Percussão (Tiago Pereira do grupo Roncos do Diabo) ( a confirmar)
- Oficina de Rabel (Paulo Meirinhos do grupo Galandum Galundaina)
13h30: Almoço
14h30: “Sesta Burriqueira…”
16h30: Ronda dos Mandiletes - Burropaper
18h00: Concerto no palheiro Atabafeias Quartet
20h00: Jantar
22h00: Concertos:
L`Andecha Turcipié das Astúrias
MÍSCAROS (http://www.myspace.com/miscarostrad) (a confirmar)
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Sexta-feira, 29 de Julho de 2011
Aldeias de Atenor e Picote, Miranda do Douro
10h30: Passeio de Burro ao som da gaita-de-foles entre as aldeias de Atenor e Fonte de Aldeia
13h30: Almoço Campestre (Trindade – Fonte de Aldeia)
14h30: “Sesta Burriqueira…”
Concerto no lameiro – INÊS VALE
15h30: Continuação do Passeio de Burro até à aldeia de Picote
20h30: Jantar
22h00: Concertos
LAS ÇARANDAS (http://www.myspace.com/lascarandas)
RONCOS DO DIABO (http://www.myspace.com/roncosdodiabo)
--------------------------------------------------------------------------------------
Sábado, 30 de Julho de 2011
Aldeia de Picote, Vimioso
10h00: Passeio de Burro ao Castro de Cigaduenha
Observação de aves
13h30: Almoço
14h30: “Sesta Burriqueira…”
16h00: Exposições no âmbito do projecto \"Cultibos Yerbas i Saberes: Biodiversidade, sustentabilidade em Tierras de Miranda\" - Centro de Interpretação do Ecomuseu Terra Mater
Oficinas dinamizadas pela Frauga - Associação para o Desenvolvimento Integrado de Picote:
- Construção de brinquedos tradicionais \"Carros Carricos i outros antretenes\";
- Observação e identificação de fauna e flora;
- Língua Mirandesa;
- Oficina do Pão no Forno da Ti Arminda
- Oficina de Percussão (Tiago Pereira do grupo Roncos do Diabo) (a confirmar)
- Oficina de Flauta Pastoril (Manuel Meirinhos do grupo Galandum Galundaina)
- Oficina de Dança de Pauliteiros (grupo de Pauliteiros de Fonte de Aldeia)
- Oficina de danças do mundo (Rute do grupo GiraSOL (a confirmar))
17h30: Mostra de cinema “Sinfonia Imaterial” de TIAGO PEREIRA
Sinopse: Tiago Pereira percorreu o país de uma ponta à outra, de Braga a Porto Santo, a convite da Fundação INATEL, e pelo caminho foi recolhendo fragmentos de um património
imaterial riquíssimo que nos últimos anos tem tentado escudar e – em muitos casos – resgatar
do esquecimento. O resultado é “Sinfonia Imaterial”. Sem voz-off ou entrevistas, “Sinfonia Imaterial” tenta, mais que ser um documentário convencional ou uma recolha estritamente etnográfica, representar um olhar abrangente sobre um lado frequentemente ignorado da cultura portuguesa: o património oral tradicional. O imenso material recolhido, condensado num filme de cerca de 60 minutos, percorre diversos artistas, locais e géneros musicais, numa prática que anualmente envolve mais de um milhão de pessoas em Portugal.
19h00: Concerto na praça
20h30: Jantar
22h00: Concertos:
CORO INFANTIL DA EB MIRANDA DO DOURO
TOQUES DO CARAMULO (http://www.myspace.com/toquesdocaramulo)
GALANDUM GALUNDAINA (http://www.myspace.com/galandumgalundaina)
-----------------------------------------------------------------------------------
Domingo, 31 de Julho de 2011
Aldeia de Picote, Miranda do Douro
11h00: Passeio de Burro ao Ermitério dos Santos, em ruínas (Sendim) e um abrigo ou lhapo com frescos hagiográficos (séc. XVII). (Conjunto em classificação pelo IPPAR)
13h30: Almoço
14h30: “Sesta Burriqueira…”
16h00: Exposições no âmbito do projecto \"Cultibos Yerbas i Saberes: Biodiversidade, sustentabilidade em Tierras de Miranda\" - Centro de Interpretação do Ecomuseu Terra Mater
Oficinas dinamizadas pela Frauga - Associação para o Desenvolvimento Integrado de Picote:
- Construção de brinquedos tradicionais \"Carros Carricos i outros antretenes\";
- Observação e identificação de fauna e flora;
- Língua Mirandesa;
- Oficina de Flauta Pastoril (Manuel Meirinhos do grupo Galandum Galundaina)
- Oficina de Dança de Pauliteiros ((grupo de Pauliteiros de Fonte de Aldeia))
- Oficina de danças do mundo (Rute do grupo GiraSOL)
18h30: Actuação com JORGE RIBEIRO
20h30: Jantar
22h00: Concertos:
CAPAGRILOS (http://www.myspace.com/capagrilos)
GiraSol (http://www.myspace.com/girasolfolk)
OFICINAS DE SENSIBILIZAÇÃO AMBIENTAL, EXPOSIÇÕES, CONCERTOS, PASSEIOS DE BURRO, CAMINHADAS NA NATUREZA, OBSERVAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DE AVES, HISTÓRIA E TRADIÇÕES, FILMES DOCUMENTÁRIOS, JOGOS/MANUALIDADES, FEIRA DOS INSTRUMENTOS MUSICIASI IBÉRICOS, ARTESANATO, GASTRONOMIA E MUITO MAIS….
Através da realização de mais uma edição do Festival “L Burro I L Gueiteiro” pretende-se potenciar a música e os instrumentos tradicionais, os arraias e as danças mirandesas, a gastronomia local, a fauna, a flora e o quotidiano de quem resiste por Terras de Miranda.
Constitui também um dos objectivos do Festival dar a conhecer o BURRO DE MIRANDA e os novos usos associados a este animal, entre os quais, a sua utilização em percursos/passeios ecoturísticos. Ao longo do Festival, iremos caminhar na companhia do BURRO DE MIRANDA por antigos caminhos, contemplando as belas paisagens transmontanas que nos irão conduzir ao encontro das aldeias da Terra de Miranda, do convívio com a população local e da imensa diversão concedida pela partilha dos antigos arraias tradicionais.
O Festival pretende, ainda, reavivar a memória do Burro, que noutros tempos constituiu um dos meios de transporte mais utilizados na região, conciliando este acontecimento, com um antigo facto histórico em que os antigos gaiteiros faziam-se transportar para as romarias montados no seu dorso.
INSCRIÇÕES ABERTAS! CAMPISMO GRATUITO PARA OS PARTICIPANTES!
I. De 27 a 31 de Julho: Festival Itinerante da Cultura Tradicional “L BURRO I L GUEITEIRO”, aldeias do concelho de Miranda do Douro
II. De 3 a 4 de Setembro: Feira e mostra de Asininos de Miranda “FEIRA DO NASO”, aldeia da Póvoa, concelho de Miranda do Douro
III. De 10 a 11 de Setembro: Feira de Burros “FEIRA DO AZINHOSO”, aldeia de Azinhoso, concelho de Mogadouro
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I. De 27 a 31 de Julho: Festival Itinerante da Cultura Tradicional “L BURRO I L GUEITEIRO”, aldeias do concelho de Miranda do Douro
PROGRAMA:
Quarta-feira, 27 de Julho de 2011
Miranda do Douro
Das 15h00 às 20h00: Inscrições/recepção dos participantes
Abertura da IX Edição “L Burro I L Gueiteiro”
Animação e Convívio de Rua
Jogos Tradicionais
20h00: Jantar (da responsabilidade do participante)
22h00: “FÉ NOS BURROS” um projecto de fotografia e vídeo de João Pedro Marnoto em colaboração com a AEPGA
23h00: Arraial Tradicional
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Quinta-feira, 28 de Julho de 2011
Aldeia de Atenor, Miranda do Douro
10h30: Oficinas diversas para os miúdos e os mais graúdos:
- Oficina de etnobotânica (Associação Aldeia) (a confirmar)
- Oficina de observação e identificação de aves (Associação Aldeia) (a confirmar)
- Oficina de Percussão (Tiago Pereira do grupo Roncos do Diabo) ( a confirmar)
- Oficina de Rabel (Paulo Meirinhos do grupo Galandum Galundaina)
13h30: Almoço
14h30: “Sesta Burriqueira…”
16h30: Ronda dos Mandiletes - Burropaper
18h00: Concerto no palheiro Atabafeias Quartet
20h00: Jantar
22h00: Concertos:
L`Andecha Turcipié das Astúrias
MÍSCAROS (http://www.myspace.com/miscarostrad) (a confirmar)
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Sexta-feira, 29 de Julho de 2011
Aldeias de Atenor e Picote, Miranda do Douro
10h30: Passeio de Burro ao som da gaita-de-foles entre as aldeias de Atenor e Fonte de Aldeia
13h30: Almoço Campestre (Trindade – Fonte de Aldeia)
14h30: “Sesta Burriqueira…”
Concerto no lameiro – INÊS VALE
15h30: Continuação do Passeio de Burro até à aldeia de Picote
20h30: Jantar
22h00: Concertos
LAS ÇARANDAS (http://www.myspace.com/lascarandas)
RONCOS DO DIABO (http://www.myspace.com/roncosdodiabo)
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Sábado, 30 de Julho de 2011
Aldeia de Picote, Vimioso
10h00: Passeio de Burro ao Castro de Cigaduenha
Observação de aves
13h30: Almoço
14h30: “Sesta Burriqueira…”
16h00: Exposições no âmbito do projecto \"Cultibos Yerbas i Saberes: Biodiversidade, sustentabilidade em Tierras de Miranda\" - Centro de Interpretação do Ecomuseu Terra Mater
Oficinas dinamizadas pela Frauga - Associação para o Desenvolvimento Integrado de Picote:
- Construção de brinquedos tradicionais \"Carros Carricos i outros antretenes\";
- Observação e identificação de fauna e flora;
- Língua Mirandesa;
- Oficina do Pão no Forno da Ti Arminda
- Oficina de Percussão (Tiago Pereira do grupo Roncos do Diabo) (a confirmar)
- Oficina de Flauta Pastoril (Manuel Meirinhos do grupo Galandum Galundaina)
- Oficina de Dança de Pauliteiros (grupo de Pauliteiros de Fonte de Aldeia)
- Oficina de danças do mundo (Rute do grupo GiraSOL (a confirmar))
17h30: Mostra de cinema “Sinfonia Imaterial” de TIAGO PEREIRA
Sinopse: Tiago Pereira percorreu o país de uma ponta à outra, de Braga a Porto Santo, a convite da Fundação INATEL, e pelo caminho foi recolhendo fragmentos de um património
imaterial riquíssimo que nos últimos anos tem tentado escudar e – em muitos casos – resgatar
do esquecimento. O resultado é “Sinfonia Imaterial”. Sem voz-off ou entrevistas, “Sinfonia Imaterial” tenta, mais que ser um documentário convencional ou uma recolha estritamente etnográfica, representar um olhar abrangente sobre um lado frequentemente ignorado da cultura portuguesa: o património oral tradicional. O imenso material recolhido, condensado num filme de cerca de 60 minutos, percorre diversos artistas, locais e géneros musicais, numa prática que anualmente envolve mais de um milhão de pessoas em Portugal.
19h00: Concerto na praça
20h30: Jantar
22h00: Concertos:
CORO INFANTIL DA EB MIRANDA DO DOURO
TOQUES DO CARAMULO (http://www.myspace.com/toquesdocaramulo)
GALANDUM GALUNDAINA (http://www.myspace.com/galandumgalundaina)
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Domingo, 31 de Julho de 2011
Aldeia de Picote, Miranda do Douro
11h00: Passeio de Burro ao Ermitério dos Santos, em ruínas (Sendim) e um abrigo ou lhapo com frescos hagiográficos (séc. XVII). (Conjunto em classificação pelo IPPAR)
13h30: Almoço
14h30: “Sesta Burriqueira…”
16h00: Exposições no âmbito do projecto \"Cultibos Yerbas i Saberes: Biodiversidade, sustentabilidade em Tierras de Miranda\" - Centro de Interpretação do Ecomuseu Terra Mater
Oficinas dinamizadas pela Frauga - Associação para o Desenvolvimento Integrado de Picote:
- Construção de brinquedos tradicionais \"Carros Carricos i outros antretenes\";
- Observação e identificação de fauna e flora;
- Língua Mirandesa;
- Oficina de Flauta Pastoril (Manuel Meirinhos do grupo Galandum Galundaina)
- Oficina de Dança de Pauliteiros ((grupo de Pauliteiros de Fonte de Aldeia))
- Oficina de danças do mundo (Rute do grupo GiraSOL)
18h30: Actuação com JORGE RIBEIRO
20h30: Jantar
22h00: Concertos:
CAPAGRILOS (http://www.myspace.com/capagrilos)
GiraSol (http://www.myspace.com/girasolfolk)
OFICINAS DE SENSIBILIZAÇÃO AMBIENTAL, EXPOSIÇÕES, CONCERTOS, PASSEIOS DE BURRO, CAMINHADAS NA NATUREZA, OBSERVAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO DE AVES, HISTÓRIA E TRADIÇÕES, FILMES DOCUMENTÁRIOS, JOGOS/MANUALIDADES, FEIRA DOS INSTRUMENTOS MUSICIASI IBÉRICOS, ARTESANATO, GASTRONOMIA E MUITO MAIS….
29, 30 e 31 de Julho de 2011 - Campeão do Mundo confirma presença em Mirandela
O espectáculo está garantido com as confirmações de grandes nomes do desporto rei de Mirandela - cidade onde se disputa a etapa única da Taça da Europa de Jet Ski e Campeonato Europeu de Slalom: presença já assegurada é a do campeão do Mundo de Ski Pro (classe rainha da modalidade), o francês Jean Baptiste Botti.
Além deste piloto de topo, nos próximos dias 29, 30 e 31 de Julho, a prova desportiva a decorrer no Espelho de água do Rio Tua, conta com outros grandes nomes como o espanhol Nacho Guardiola, os franceses Jeremy Perez e Jeremy Delfosse, o bi-campeão da Europa, Bart Segers, a japonesa Yuki Kurahashi e o campeão de Freestyle, Jean Regis Vilette. Ao todo, são esperados uma centena de participantes.
Garantida está também a presença dos seis magníficos da Selecção Nacional que participam no Europeu de olhos postos no mítico Campeonato do Mundo que se disputa, em Outubro, em Lake Havasu, nos Estados Unidos, o palco mais famoso do Globo para a prática de Jet Ski. Tiago e Rui Sousa, Beatriz Curtinhal (Campeã do Mundo em Ski Ladies), Henrique Rosa Gomes, João Sousa e Mariana Pontes treinam a todo o vapor para conquistar o pódio neste Mirandela 2011.
Durante a semana que antecede a competição muitas são as actividades que se desenrolam na área de treinos e paddock. Em Mirandela, encontram-se várias escolas de Jet Ski em treinos, ao abrigo de um protocolo com a Federação Portuguesa de Jet Ski destinado a incentivar a abertura de escolas da modalidade para promover a descoberta de novos talentos e novos pilotos.
Assim em treinos com os seus jovens atletas encontram-se as escolas Moto JetSki Clube do Douro, Clube do Marco (Marco de Canaveses), Angra Yacht Club (Açores), Motoclube de Mirandela e Jet Ski Clube de Portugal.
Além deste piloto de topo, nos próximos dias 29, 30 e 31 de Julho, a prova desportiva a decorrer no Espelho de água do Rio Tua, conta com outros grandes nomes como o espanhol Nacho Guardiola, os franceses Jeremy Perez e Jeremy Delfosse, o bi-campeão da Europa, Bart Segers, a japonesa Yuki Kurahashi e o campeão de Freestyle, Jean Regis Vilette. Ao todo, são esperados uma centena de participantes.
Garantida está também a presença dos seis magníficos da Selecção Nacional que participam no Europeu de olhos postos no mítico Campeonato do Mundo que se disputa, em Outubro, em Lake Havasu, nos Estados Unidos, o palco mais famoso do Globo para a prática de Jet Ski. Tiago e Rui Sousa, Beatriz Curtinhal (Campeã do Mundo em Ski Ladies), Henrique Rosa Gomes, João Sousa e Mariana Pontes treinam a todo o vapor para conquistar o pódio neste Mirandela 2011.
Durante a semana que antecede a competição muitas são as actividades que se desenrolam na área de treinos e paddock. Em Mirandela, encontram-se várias escolas de Jet Ski em treinos, ao abrigo de um protocolo com a Federação Portuguesa de Jet Ski destinado a incentivar a abertura de escolas da modalidade para promover a descoberta de novos talentos e novos pilotos.
Assim em treinos com os seus jovens atletas encontram-se as escolas Moto JetSki Clube do Douro, Clube do Marco (Marco de Canaveses), Angra Yacht Club (Açores), Motoclube de Mirandela e Jet Ski Clube de Portugal.
Urrós (Mogadouro)
Topografia
Situada na margem direita do rio Douro, a freguesia de Urrós encontra-se a vinte quilómetros da vila de Mogadouro. O seu caráter de fronteira, juntamente com a geografia acidentada marcou seu caráter e evolução ao longo da história.
Localizado em um pequeno monte, na margem direita do Rio Douro na sua entrada em Portugal, rodeada por pequenos vales. Ribeirinhos do Douro, a leste, com Algoso e Matela, ao norte, com Travanca do oeste, e com Brunhozinho Bemposta e do sul. Esses limites são marcados Oleiros Castelo (junto ao rio), Gimonde Pico (na forma de Algoso), Pico do Chelreco (na forma de Matela), Peña fazer Cup (na forma de Travanca) e Canyon (na forma de Bemposta). Outros lugares são Fachal, Cabeço da Vela, Cabeço do Mau Nome (ex Quagadeiro), Monte da Gaita, Gimonde, Mazouco, Palácio Barrocal (assim chamados porque eles pertencem ao palácio da Ordem de Malta), Atalaya, Fechar, cattails, Figueitos, Mondim, Cachoeira da Forja, salinha…
Alguns autores dizem que seu nome tem uma origem topográfica, enquanto outros sugerem que era de propriedade do Oborrós muçulmano em 1019. O nome de Urros aparece de forma diferente em vários documentos: Urros (840), Urros (840), Duros, Durros, Huros, Orrio (no Foral de 1182). No XIV e XV aparece Orge, Ordo, Orgho e Orio, possivelmente derivado de cevada. Outros autores dizem que o seu nome veriva do feito que a freguesia assenta numa pequena chã, entre dois ribeiros, de vales pouco declivosos e pequenos.
É uma freguesia que tem sofrido uma considerável evolução nos últimos anos. Em meados do século, a agricultura era ainda extremamente rudimentar. No “Guia de Portugal”, Sant’Anna Dionísio referia em relação a esta realidade económica de Urrós: “Estamos em pleno planalto mirandês, solene, desafogado e ascético. Horizontes dilatadíssimos mas indefinidos. Ao longe, para as bandas do norte, desenha-se o discreto vulto azulado da serra de Nogueira. (…)
Sucedem-se as folhas centeeiras, de pousio, entremeadas, aqui e além, de pedregulhada. São terras pobres ou depauperadas, trabalhadas ainda, em grande escala, à maneira antiga, com o velho arado mourisco puxado por dois burricos ou muares. Os tractores já vão aparecendo, mas as seis ou oito sementes que o solo lavrado e semeado dá, no final da canseira, a custo os suporta.”
Uma freguesia muito especial, neste concelho de Mogadouro. Para alguns, mais espanhola do que portuguesa. Por posição e por cultura. Pinho Leal, no “Portugal Antigo e Moderno”, chegava mesmo a dizer através de um curioso discurso: “A gente d’esta freguezia, pella sua vezinhança com a Galliza, falla mais gallego que portuguez. Mas nem por isso detesta menos os gallegos, do que os mais arraianos portuguezes”.
História
Toda a freguesia tem as condições ideais para ter servido com eficácia as populações castrejas, necessariamente precisadas de segurança e de protecção. Urreta Malhada e Cerco são povoados abertos desse período, encontrados há alguns anos nesta freguesia. Em Meirede, foram achadas diversas moedas romanas e outros objectos, como pedaços de cerâmica e machados, da mesma época. Encontram-se actualmente, estes objectos, no Museu Regional de Bragança.
Pré-história. Há alguns indícios que sugerem que no município de Urros eram pequenos enclaves habitada durante o período Neolítico, cerca de 5.000 aC. Estes incluem a gruta do Buraco dos Morcegos, uma imensa caverna no telefone de um penhasco ao longo da margem do rio Douro, que leva o nome de morcegos que estão no seu limite máximo. Existem vestígios de pinturas. Esse tempo também é uma rocha chamada Peña Campã, que soa como uma bigorna, tendo feito cavidades illo tempore pela água.
Íberos. Mas foi o seu personagem que deu a fronteira, ao longo dos séculos, uma condição ideal para se tornar um enclave militar. Durante o período Ibérica, a área foi um castro luso o zoela localizado no Pico de Bouça de Aires, em torno da qual havia várias áreas habitadas. Daí que alguns chamam de Castelo de Bouça de Aires. A partir deste período são contas de vidro azul e um bezerro de ouro. A legenda diz: "Entre o Castelo de Bouça de Aires / E o sítio de Correchá / Há um bezerro de ouro / Quem o achar seu será".
Romanos. Durante a época romana, uma outra força de pe-flauta um pouco mais ao sul, Urreta Malhada, onde encontraram várias moedas, cerâmica, tecido e um anel de bronze. Perto de São Facundo, elas estão relacionadas a Castro Baldoeiro ou Civitas Baniensis. Ele era um foco ativo de romanização, por suas minas de sal e sua localização estratégica na Lusitânia, o que resultou em ainda a criação de um segundo núcleo: Meixide (Meireide atual). Não foram encontradas partes do neolítico (um machado de sílex e um arado de ferro), lápides e moedas romanas (um centavo da época de Augusto, um cunhado de Júlio César em Girona, uma moeda de cobre de Galieno, e um dos Constantino, o Grande, cunhada em Narbonne), agora no Museu Regional de Bragança.
Mas o maior vestígio de povoamento castrejo em Urrós deve ser mesmo o Castelo de Oleiros. Enconta-se num alto fronteiro a Espanha, que terá sido inicialmente um castro lusitano. A romanização não faltou, conforme se depreende dos diversos achados: lápides, esculturas, cerâmica vária (talvez daí o nome de Oleiros), tudo da época romana.
As lendas sobre mouros e mouras, nestes lugares de Urrós, abundam, como aliás em toda a região. Uma delas diz que em Tomelar, numa fraga próxima da ponte do mesmo nome, está gravada a pegada do diabo, que ali bem desempenharia o papel de um mouro amaldiçoado. Diz o povo que o tal mafarrico passou por ali quando corria atrás de Nossa Senhora, em fuga para o Egipto.
Nas Inquirições de 1258, aparece já uma referência à freguesia, embora de forma indirecta. Uma prova da sua existência anterior. Todas as suas terras pertenciam então a vilãos-herdadores e nada à coroa. Por estar junto à fronteira, sofreu sempre as consequências das escaramuças entre Portugal e Espanha.
A nível eclesiástico, Urrós foi inicialmente da paróquia de Sendim até constituir abadia independente. No entanto, o pároco de Sendim apresentou sempre o abade desta freguesia, que por volta do século XVIII tinha de rendimento anual apenas o pé de altar, caso raro, senão único, em todo o País.
Segundo o Cadastro da População do Reino, ordenado em 1527 por D. João III, Urrós pertencia ao termo de Algoso e tinha noventa fogos, a que deveriam corresponder mais de duzentos moradores. Um número importante para a época e que se explica pelo estatuto que logo a seguir à fundação da Nacionalidade adquiriu no concelho em que se integrava. Apenas na sede concelhia vivam por essa época mais pessoas.
Curioso documento sobre Urrós é o “Tombo dos bens da comenda de Algoso”, de 1684. Nesse documento, são demarcados com clareza os limites da freguesia: “Comesa desdonde chamão ao Baceial junto ao rio Douro e core rio abaixo ao Castello de Oleiros e dahi vai rodeira asima ate as Penas de Luis Sanches e dali vai ao Péguão de Gemonde e corta por baixo da Cortinha do Marmeleiro que oje de Manoel Pires deste luguar por sima da Ribeira donde esta hum marquo com hua cruz e dahi vai as Penas da Siara e core ao piquão e quabeço do Chelrequo donde esta hum marquo entre dous penedos nos quais esta uma cruz e dahi vai a Pena donde se fazem as cartas e escrituras donde esta hua cruz e dali vai a Pena Figueira e core a Pena do Vasso e dali corta ao Quabeço do Quaguadeiro, e dahi toda a rodeira e estrada diguo em te a estrada de Brinhosinho toda a estrada e rodeira ate a estrada de Mourisquo”. Um curioso documento e que na época deu aso a fortes polémicas entre Urrós e as povoações circunvizinhas.
Em 1710, durante a Guerra dos Setenta Anos, os espanhóis invadiram a área. Foi então quando Urrós foi erigida na sua localização atual, depois ter deixado o castelo de Oleiros. Em 1718, o rei renovou seu legal e torna-se uma nova Tombo na localidade. Depois da guerra com Espanha em 1762, muitas pessoas começaram a viagem de migração ou do exílio, principalmente para Salamanca e Zamora. Isso afetou mesmo as famílias mais importantes, como os Rodrigues de Algoso, que depois de passar por Villalube, Benegiles e Fresno de la Ribera estabelecerom-se em Alcañices. Até 1771 não foi reconstruída a igreja paroquial, cujo altar barroco foi o trabalho do artista plástico Francisco António da Silva, de Mogadouro, enquanto a madeira foi de José Gonçalves, de Sanhoane).
Locais de interesse
Os atractivos turísticos de Urrós podem dividir-se nas memórias ancestrais, na beleza natural e nas actividades tradicionais. Começando por um regresso ao passado, a Igreja dos Mouros é um ponto de passagem obrigatório para recordar a presença romana por terras do Alto Douro. No local de São Fagundo são ainda visíveis dois arcos, um românico e outro gótico, como nos explica um projecto levado a cabo pela Escola Básica 2,3 de Nevogilde, sob orientação da professora Ester Alves e disponibilizado em http://urrosmogadouro.blogs.sapo.pt. O templo romano original terá sido ampliado ou reconstruído no período medieval, daí a existência de dois arcos de estilos arquitectónicos diferentes.
Outro registo de tempos idos que perdura em Urrós é o retábulo pictórico, que pode ser visto na igreja matriz. Nesta pintura consta ao centro o arcanjo S. Miguel a pesar o comportamento das almas, decidindo sobre a ascensão ao céu, representado na metade superior, ou a queda ao inferno, na metade inferior.
A Natureza dotou bem a freguesia de uma beleza ímpar, salientando-se a paisagem das arribas do Douro, que tantos turistas atrai a esta região. De entre estas «varandas» para o Douro salientam-se o piquete da Cerca, as arribas de Torrica (por cimas dos Fornos da Cal, minério outrora extraído), o Castelo de Bouça d'Aires (junto à ribeira dos moinhos) e a paisagem dos vinhedos vista do campanário da igreja matriz.
Se a Sul o Douro domina a paisagem, convém referir que há duas ribeiras a ladear Urrós. A da Frágua passa a Nascente, enquanto a do Valado (também conhecida por Ribeira dos Moinhos) se encontra a Poente, assim como a Barragem das Lages.
Quanto à fauna, salienta-se a presença de cegonhas e de pombos, por motivos diferenciados. As primeiras chegam pelo início de Fevereiro, com a subida da temperatura, e procuram as copas dos carvalhos junto à lagoa das Lajes para aí fazerem os ninhos. Outras há que optam pelo topo dos postes de electricidade.
Os pombos estiveram perto de deixar Urrós, mas o projecto de intervenção promovido pelo Parque Natural do Douro Internacional tem levado à recuperação e repovoamento dos pombais. No interior destas «casas», feitas em pedra, existem numerosos buracos que servem para a nidificação, que ocorre duas a três vezes por ano.
Características da freguesia são ainda as bodegas, túneis escavados no sol onde antigamente se conservavam o vinho e alimentos. Entre os anos 30 e 40 do século passado, estes buracos dispunham, pela forma da construção, de um sistema de climatização e arejamento que mantinham uma temperatura baixa mesmo durante o calor do Verão, tendo capacidade para armazenar duas pipas de 100 a 150 litros cada. Antigamente, as pessoas desciam às bodegas e enchiam o garrafão à medida das necessidades.
São duas as festas em que a população de Urrós se junta. A principal, até pela presença dos filhos da terra que emigraram à procura de uma vida melhor, é a Festa de S. Sebastião, realizada ao terceiro domingo de Agosto. Antes, mais precisamente cinquenta dias após a Páscoa, celebra-se a Festa em Honra de Nosso Senhor, que engloba três voltas à freguesia: uma pelos gaiteiros a anunciar a alvorada, a do mordomo e amigos a “pedir esmola” para o Santo, logo a seguir ao pequeno-almoço, e o regresso dessa «comitiva» ao final da tarde, havendo sempre iguarias doceiras em casa do mordomo para quem se juntar ao convívio.
Situada na margem direita do rio Douro, a freguesia de Urrós encontra-se a vinte quilómetros da vila de Mogadouro. O seu caráter de fronteira, juntamente com a geografia acidentada marcou seu caráter e evolução ao longo da história.
Localizado em um pequeno monte, na margem direita do Rio Douro na sua entrada em Portugal, rodeada por pequenos vales. Ribeirinhos do Douro, a leste, com Algoso e Matela, ao norte, com Travanca do oeste, e com Brunhozinho Bemposta e do sul. Esses limites são marcados Oleiros Castelo (junto ao rio), Gimonde Pico (na forma de Algoso), Pico do Chelreco (na forma de Matela), Peña fazer Cup (na forma de Travanca) e Canyon (na forma de Bemposta). Outros lugares são Fachal, Cabeço da Vela, Cabeço do Mau Nome (ex Quagadeiro), Monte da Gaita, Gimonde, Mazouco, Palácio Barrocal (assim chamados porque eles pertencem ao palácio da Ordem de Malta), Atalaya, Fechar, cattails, Figueitos, Mondim, Cachoeira da Forja, salinha…
Alguns autores dizem que seu nome tem uma origem topográfica, enquanto outros sugerem que era de propriedade do Oborrós muçulmano em 1019. O nome de Urros aparece de forma diferente em vários documentos: Urros (840), Urros (840), Duros, Durros, Huros, Orrio (no Foral de 1182). No XIV e XV aparece Orge, Ordo, Orgho e Orio, possivelmente derivado de cevada. Outros autores dizem que o seu nome veriva do feito que a freguesia assenta numa pequena chã, entre dois ribeiros, de vales pouco declivosos e pequenos.
É uma freguesia que tem sofrido uma considerável evolução nos últimos anos. Em meados do século, a agricultura era ainda extremamente rudimentar. No “Guia de Portugal”, Sant’Anna Dionísio referia em relação a esta realidade económica de Urrós: “Estamos em pleno planalto mirandês, solene, desafogado e ascético. Horizontes dilatadíssimos mas indefinidos. Ao longe, para as bandas do norte, desenha-se o discreto vulto azulado da serra de Nogueira. (…)
Sucedem-se as folhas centeeiras, de pousio, entremeadas, aqui e além, de pedregulhada. São terras pobres ou depauperadas, trabalhadas ainda, em grande escala, à maneira antiga, com o velho arado mourisco puxado por dois burricos ou muares. Os tractores já vão aparecendo, mas as seis ou oito sementes que o solo lavrado e semeado dá, no final da canseira, a custo os suporta.”
Uma freguesia muito especial, neste concelho de Mogadouro. Para alguns, mais espanhola do que portuguesa. Por posição e por cultura. Pinho Leal, no “Portugal Antigo e Moderno”, chegava mesmo a dizer através de um curioso discurso: “A gente d’esta freguezia, pella sua vezinhança com a Galliza, falla mais gallego que portuguez. Mas nem por isso detesta menos os gallegos, do que os mais arraianos portuguezes”.
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| Junto à Ermida de S.Facundo Sepulturas Cavadas na Rocha |
Toda a freguesia tem as condições ideais para ter servido com eficácia as populações castrejas, necessariamente precisadas de segurança e de protecção. Urreta Malhada e Cerco são povoados abertos desse período, encontrados há alguns anos nesta freguesia. Em Meirede, foram achadas diversas moedas romanas e outros objectos, como pedaços de cerâmica e machados, da mesma época. Encontram-se actualmente, estes objectos, no Museu Regional de Bragança.
Pré-história. Há alguns indícios que sugerem que no município de Urros eram pequenos enclaves habitada durante o período Neolítico, cerca de 5.000 aC. Estes incluem a gruta do Buraco dos Morcegos, uma imensa caverna no telefone de um penhasco ao longo da margem do rio Douro, que leva o nome de morcegos que estão no seu limite máximo. Existem vestígios de pinturas. Esse tempo também é uma rocha chamada Peña Campã, que soa como uma bigorna, tendo feito cavidades illo tempore pela água.
Íberos. Mas foi o seu personagem que deu a fronteira, ao longo dos séculos, uma condição ideal para se tornar um enclave militar. Durante o período Ibérica, a área foi um castro luso o zoela localizado no Pico de Bouça de Aires, em torno da qual havia várias áreas habitadas. Daí que alguns chamam de Castelo de Bouça de Aires. A partir deste período são contas de vidro azul e um bezerro de ouro. A legenda diz: "Entre o Castelo de Bouça de Aires / E o sítio de Correchá / Há um bezerro de ouro / Quem o achar seu será".
Romanos. Durante a época romana, uma outra força de pe-flauta um pouco mais ao sul, Urreta Malhada, onde encontraram várias moedas, cerâmica, tecido e um anel de bronze. Perto de São Facundo, elas estão relacionadas a Castro Baldoeiro ou Civitas Baniensis. Ele era um foco ativo de romanização, por suas minas de sal e sua localização estratégica na Lusitânia, o que resultou em ainda a criação de um segundo núcleo: Meixide (Meireide atual). Não foram encontradas partes do neolítico (um machado de sílex e um arado de ferro), lápides e moedas romanas (um centavo da época de Augusto, um cunhado de Júlio César em Girona, uma moeda de cobre de Galieno, e um dos Constantino, o Grande, cunhada em Narbonne), agora no Museu Regional de Bragança.
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| Ruínas da Ermida de S. Facundo |
As lendas sobre mouros e mouras, nestes lugares de Urrós, abundam, como aliás em toda a região. Uma delas diz que em Tomelar, numa fraga próxima da ponte do mesmo nome, está gravada a pegada do diabo, que ali bem desempenharia o papel de um mouro amaldiçoado. Diz o povo que o tal mafarrico passou por ali quando corria atrás de Nossa Senhora, em fuga para o Egipto.
Nas Inquirições de 1258, aparece já uma referência à freguesia, embora de forma indirecta. Uma prova da sua existência anterior. Todas as suas terras pertenciam então a vilãos-herdadores e nada à coroa. Por estar junto à fronteira, sofreu sempre as consequências das escaramuças entre Portugal e Espanha.
A nível eclesiástico, Urrós foi inicialmente da paróquia de Sendim até constituir abadia independente. No entanto, o pároco de Sendim apresentou sempre o abade desta freguesia, que por volta do século XVIII tinha de rendimento anual apenas o pé de altar, caso raro, senão único, em todo o País.
Segundo o Cadastro da População do Reino, ordenado em 1527 por D. João III, Urrós pertencia ao termo de Algoso e tinha noventa fogos, a que deveriam corresponder mais de duzentos moradores. Um número importante para a época e que se explica pelo estatuto que logo a seguir à fundação da Nacionalidade adquiriu no concelho em que se integrava. Apenas na sede concelhia vivam por essa época mais pessoas.
Curioso documento sobre Urrós é o “Tombo dos bens da comenda de Algoso”, de 1684. Nesse documento, são demarcados com clareza os limites da freguesia: “Comesa desdonde chamão ao Baceial junto ao rio Douro e core rio abaixo ao Castello de Oleiros e dahi vai rodeira asima ate as Penas de Luis Sanches e dali vai ao Péguão de Gemonde e corta por baixo da Cortinha do Marmeleiro que oje de Manoel Pires deste luguar por sima da Ribeira donde esta hum marquo com hua cruz e dahi vai as Penas da Siara e core ao piquão e quabeço do Chelrequo donde esta hum marquo entre dous penedos nos quais esta uma cruz e dahi vai a Pena donde se fazem as cartas e escrituras donde esta hua cruz e dali vai a Pena Figueira e core a Pena do Vasso e dali corta ao Quabeço do Quaguadeiro, e dahi toda a rodeira e estrada diguo em te a estrada de Brinhosinho toda a estrada e rodeira ate a estrada de Mourisquo”. Um curioso documento e que na época deu aso a fortes polémicas entre Urrós e as povoações circunvizinhas.
Em 1710, durante a Guerra dos Setenta Anos, os espanhóis invadiram a área. Foi então quando Urrós foi erigida na sua localização atual, depois ter deixado o castelo de Oleiros. Em 1718, o rei renovou seu legal e torna-se uma nova Tombo na localidade. Depois da guerra com Espanha em 1762, muitas pessoas começaram a viagem de migração ou do exílio, principalmente para Salamanca e Zamora. Isso afetou mesmo as famílias mais importantes, como os Rodrigues de Algoso, que depois de passar por Villalube, Benegiles e Fresno de la Ribera estabelecerom-se em Alcañices. Até 1771 não foi reconstruída a igreja paroquial, cujo altar barroco foi o trabalho do artista plástico Francisco António da Silva, de Mogadouro, enquanto a madeira foi de José Gonçalves, de Sanhoane).
Locais de interesse
Os atractivos turísticos de Urrós podem dividir-se nas memórias ancestrais, na beleza natural e nas actividades tradicionais. Começando por um regresso ao passado, a Igreja dos Mouros é um ponto de passagem obrigatório para recordar a presença romana por terras do Alto Douro. No local de São Fagundo são ainda visíveis dois arcos, um românico e outro gótico, como nos explica um projecto levado a cabo pela Escola Básica 2,3 de Nevogilde, sob orientação da professora Ester Alves e disponibilizado em http://urrosmogadouro.blogs.sapo.pt. O templo romano original terá sido ampliado ou reconstruído no período medieval, daí a existência de dois arcos de estilos arquitectónicos diferentes.
Outro registo de tempos idos que perdura em Urrós é o retábulo pictórico, que pode ser visto na igreja matriz. Nesta pintura consta ao centro o arcanjo S. Miguel a pesar o comportamento das almas, decidindo sobre a ascensão ao céu, representado na metade superior, ou a queda ao inferno, na metade inferior.
A Natureza dotou bem a freguesia de uma beleza ímpar, salientando-se a paisagem das arribas do Douro, que tantos turistas atrai a esta região. De entre estas «varandas» para o Douro salientam-se o piquete da Cerca, as arribas de Torrica (por cimas dos Fornos da Cal, minério outrora extraído), o Castelo de Bouça d'Aires (junto à ribeira dos moinhos) e a paisagem dos vinhedos vista do campanário da igreja matriz.
Se a Sul o Douro domina a paisagem, convém referir que há duas ribeiras a ladear Urrós. A da Frágua passa a Nascente, enquanto a do Valado (também conhecida por Ribeira dos Moinhos) se encontra a Poente, assim como a Barragem das Lages.
Quanto à fauna, salienta-se a presença de cegonhas e de pombos, por motivos diferenciados. As primeiras chegam pelo início de Fevereiro, com a subida da temperatura, e procuram as copas dos carvalhos junto à lagoa das Lajes para aí fazerem os ninhos. Outras há que optam pelo topo dos postes de electricidade.
Os pombos estiveram perto de deixar Urrós, mas o projecto de intervenção promovido pelo Parque Natural do Douro Internacional tem levado à recuperação e repovoamento dos pombais. No interior destas «casas», feitas em pedra, existem numerosos buracos que servem para a nidificação, que ocorre duas a três vezes por ano.
Características da freguesia são ainda as bodegas, túneis escavados no sol onde antigamente se conservavam o vinho e alimentos. Entre os anos 30 e 40 do século passado, estes buracos dispunham, pela forma da construção, de um sistema de climatização e arejamento que mantinham uma temperatura baixa mesmo durante o calor do Verão, tendo capacidade para armazenar duas pipas de 100 a 150 litros cada. Antigamente, as pessoas desciam às bodegas e enchiam o garrafão à medida das necessidades.
São duas as festas em que a população de Urrós se junta. A principal, até pela presença dos filhos da terra que emigraram à procura de uma vida melhor, é a Festa de S. Sebastião, realizada ao terceiro domingo de Agosto. Antes, mais precisamente cinquenta dias após a Páscoa, celebra-se a Festa em Honra de Nosso Senhor, que engloba três voltas à freguesia: uma pelos gaiteiros a anunciar a alvorada, a do mordomo e amigos a “pedir esmola” para o Santo, logo a seguir ao pequeno-almoço, e o regresso dessa «comitiva» ao final da tarde, havendo sempre iguarias doceiras em casa do mordomo para quem se juntar ao convívio.
Ciência visita castelos do Nordeste Transmontano
Nos próximos três dias, a ciência vai estar de visita aos três principais castelos do distrito de Bragança.A Associação Portuguesa dos Amigos dos Castelos, em parceria com o Centro de Ciência Viva, promove uma iniciativa que pretende promover a interactividade com os castelos. A Ciência nos Castelos é uma iniciativa que está a percorrer todo o país.No Nordeste Transmontano vai passar por Bragança, Algoso e Penas Róias.“Que os participantes passem a olhar o castelo de uma forma diferente e percebam porque surgiu, porque tem esta forma, quanto pesa, a sua importância, para que quando voltarem a um castelo descubram outras coisas sobre eles.”Pode parecer estranha esta conjugação entre ciência e história, mas Sofia Macedo, da Associação Portuguesa dos Amigos dos Castelos explica como ela pode ocorrer.“As pedras para o castelo são transportadas através de uma observação empírica de elementos como quantas pedras leva um carro de bois, mas que na prática são conceitos muito importantes.” Para as visitas a estes três castelos da região já há algumas inscrições.
As participações serão feitas em grupos de 50 pessoas.
Escrito por Brigantia
As participações serão feitas em grupos de 50 pessoas.
Escrito por Brigantia
Freguesias rurais lutam pela sobrevivência
Autarcas alegam que a reorganização administrativa pode pôr em causa a relação de proximidade com as populações
A reorganização das freguesias deve ter em conta as características do meio rural. O aviso é dos autarcas de Espinhosela e Rabal, duas aldeias do concelho de Bragança que não querem ficar agregadas a freguesias urbanas.
“Não se pode perder o excelente trabalho que o presidente da Câmara Municipal de Bragança desenvolveu no meio rural, com novas sedes de Junta, que não podem ficar às moscas após esta reorganização administrativa”, salienta o presidente da Junta de Freguesia de Rabal, Paulo Hermenegildo.
O autarca teme que a anunciada reorganização administrativa deite a perder a essência do mundo rural e agrave a condição de isolamento das populações. “Há uma população muito envelhecida, pessoas que estão sozinhas porque os filhos estão longe, e que cada vez mais precisam de quem está próximo, como é o caso do executivo das Juntas de Freguesia, que ouvem as pessoas. E ouvi-las já é meia cura para a solidão”, recorda Paulo Hermenegildo.
O autarca de Rabal reconhece que a reforma tem que avançar, mas avisa que a proximidade inerente ao poder local e a capacidade de diálogo com as populações “são inquantificáveis” e não se podem perder. “Acho que isto tem que ser muito bem pensado e espero que quem decide saiba ouvir quem está no terreno”, considera Paulo Hermenegildo.
“Espero que quem decide saiba ouvir quem está no terreno”
O presidente da Junta de Freguesia de Espinhosela, Telmo Afonso, alinha pelo mesmo diapasão. “Não sei até que ponto haverá vantagens a nível financeiro. Pode-se poupar alguma coisa na remuneração dos autarcas, mas não esqueçamos que um agrupamento de 15-16 aldeias tem que estar bem apetrechado para dar resposta às solicitações”, relembra o autarca.
Além dos meios financeiros associados às transferências de competências, o responsável realça que cada agrupamento de freguesias terá de ter funcionários e um executivo com uma remuneração compatível com as suas responsabilidades. “Cada executivo vai ter que fazer muitos quilómetros para acompanhar e satisfazer as necessidades de cada uma das aldeias do agrupamento. Só isso já implicará um aumento dos custos”, alega Telmo Afonso.
Recorde-se que o programa do Governo prevê a reorganização territorial das freguesias, com consenso alargado, designadamente associação de freguesias, sobretudo nas áreas urbanas e nas regiões de baixa densidade.
Por: João Campos
A reorganização das freguesias deve ter em conta as características do meio rural. O aviso é dos autarcas de Espinhosela e Rabal, duas aldeias do concelho de Bragança que não querem ficar agregadas a freguesias urbanas.
“Não se pode perder o excelente trabalho que o presidente da Câmara Municipal de Bragança desenvolveu no meio rural, com novas sedes de Junta, que não podem ficar às moscas após esta reorganização administrativa”, salienta o presidente da Junta de Freguesia de Rabal, Paulo Hermenegildo.
O autarca teme que a anunciada reorganização administrativa deite a perder a essência do mundo rural e agrave a condição de isolamento das populações. “Há uma população muito envelhecida, pessoas que estão sozinhas porque os filhos estão longe, e que cada vez mais precisam de quem está próximo, como é o caso do executivo das Juntas de Freguesia, que ouvem as pessoas. E ouvi-las já é meia cura para a solidão”, recorda Paulo Hermenegildo.
O autarca de Rabal reconhece que a reforma tem que avançar, mas avisa que a proximidade inerente ao poder local e a capacidade de diálogo com as populações “são inquantificáveis” e não se podem perder. “Acho que isto tem que ser muito bem pensado e espero que quem decide saiba ouvir quem está no terreno”, considera Paulo Hermenegildo.
“Espero que quem decide saiba ouvir quem está no terreno”
O presidente da Junta de Freguesia de Espinhosela, Telmo Afonso, alinha pelo mesmo diapasão. “Não sei até que ponto haverá vantagens a nível financeiro. Pode-se poupar alguma coisa na remuneração dos autarcas, mas não esqueçamos que um agrupamento de 15-16 aldeias tem que estar bem apetrechado para dar resposta às solicitações”, relembra o autarca.
Além dos meios financeiros associados às transferências de competências, o responsável realça que cada agrupamento de freguesias terá de ter funcionários e um executivo com uma remuneração compatível com as suas responsabilidades. “Cada executivo vai ter que fazer muitos quilómetros para acompanhar e satisfazer as necessidades de cada uma das aldeias do agrupamento. Só isso já implicará um aumento dos custos”, alega Telmo Afonso.
Recorde-se que o programa do Governo prevê a reorganização territorial das freguesias, com consenso alargado, designadamente associação de freguesias, sobretudo nas áreas urbanas e nas regiões de baixa densidade.
Por: João Campos
terça-feira, 26 de julho de 2011
Conjuntos Portugueses anos 60
Os Tártaros, os Ekos, os Espaciais ,Os Conchas, os Morgans, o Conjunto Mistério...
Caçarelhos - Feira do Pão
Nesta feira tradicional os expositores enchem-se de produtos regionais, com destaque para o pão de Caçarelhos, cozido em forno a lenha, o folar e fumeiro diverso. Gaiteiros e ranchos folclóricos locais fazem a animação musical do evento que dura um fim-de-semana.
POEMA ÁRABE - (Autor Desconhecido)
سب الدستور المعدل عام أصبحت إسبانيا دولة قانون إجتماعية و ديمقراطيةتح نظام ملكي برلماني. الملك منصبه فخري و رن و واحدئيس الوزراء هالحاكم الفعلي للبلاد. البرلمان الإسباني مقسم الى مجلسين واحد للأعياعدد أعضاء يبل عين و واحد للنواب و عدد نتائج الانتخابات نائب. نتائجالانتخابات الأخير مباشرة من أصبحت الشعبسنوات، بينما كل سنوات، بينمايعين عنتخاباتضو من مجلس ا الشعب أيضاً. رئيس الوزراء و الوزراءيتم ماعيةو تعيينهمللأعيان قبل البرلمان اعتماداً على نتائج
" Para que levar a vida tão a sério se ela é uma incansável batalha
da qual jamais sairemos vivos" ?!?!??!? (Robert Nasta Marley)
" Para que levar a vida tão a sério se ela é uma incansável batalha
da qual jamais sairemos vivos" ?!?!??!? (Robert Nasta Marley)
Onde posso tirar passaporte em Portugal?
Agora que acabaram os governos civis e nas férias em Portugal quero renovar o passaporte. Onde se tira agora este documento em Portugal pois nos Consulados a demora é maior?
O Governo aprovou um decreto-lei que transfere dos governos civis para o director nacional do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) a competência para a concessão de passaportes.
Segundo o comunicado do Conselho de Ministros, “o número de locais para requerer o passaporte passa de 27 para 319”, porque “passa a ser possível fazê-lo nas conservatórias do registo civil e demais serviços em que se pode requerer o cartão do cidadão”.
De acordo com o Governo, “a atribuição desta competência ao director nacional do SEF tem em consideração o desenvolvimento de uma política de segurança dos documentos de identidade e de viagem, de harmonia com as directrizes traçadas.
O Governo aprovou um decreto-lei que transfere dos governos civis para o director nacional do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) a competência para a concessão de passaportes.
Segundo o comunicado do Conselho de Ministros, “o número de locais para requerer o passaporte passa de 27 para 319”, porque “passa a ser possível fazê-lo nas conservatórias do registo civil e demais serviços em que se pode requerer o cartão do cidadão”.
De acordo com o Governo, “a atribuição desta competência ao director nacional do SEF tem em consideração o desenvolvimento de uma política de segurança dos documentos de identidade e de viagem, de harmonia com as directrizes traçadas.
Apresentado o livro «Heróis à Moda de Trás-os-Montes»
Foi apresentada na sede do Ecomuseu de Barroso, Montalegre, a obra «Heróis à Moda de Trás-os-Montes», projecto literário com nove contos de vários autores transmontanos.
Irá seguir-se um dicionário de regionalismos e falares marginais da região.
Foi explicada no auditório da sede do Ecomuseu de Barroso, Montalegre, uma obra constituída por «contos de humor, utilizando os regionalismos, gíria e expressões típicas/regionais de Trás-os-Montes». Falamos do livro \"Heróis à Moda de Trás-os-Montes\", projecto literário da editora Lugar da Palavra que lançou, em inícios do ano passado, o primeiro livro da colecção \"Heróis à Moda de\".
Dos nove contos que figuram no livro, um deles é de José Dias Baptista, natural de Vila da Ponte, concelho de Montalegre. Junta-se a este autor barrosão, Ana Catarino (Santa Marta de Penaguião), Manuel António Araújo (Chaves), Nathalie Lopes (Chaves), Fernando de Castro Branco (Bragança), João Pinto Costa (Vila Real), Josefina Mourão (Bragança), Ana Zita Rocha (Bragança) e Manuel Cardoso (Macedo de Cavaleiros).
O representante do concelho de Montalegre, que esteve acompanhado nesta cerimónia de apresentação pela colega de Chaves, Nathalie Lopes, pelo responsável da colecção, João Carlos Brito, e pelo presidente do município de Montalegre, Fernando Rodrigues, confessou que a sua aparição neste projecto foi casual: «umas pessoas falaram comigo para fornecer dois contos para a obra. Eu deixei que as pessoas entendidas escolhessem à vontade. Achei a ideia engraçada porque são coisas que raramente se fazem. É uma cultura nossa, da nossa raça, é transmontana e, como tal, participo sempre».
Coordenador da colecção, João Carlos Brito destacou o bom trabalho realizado pelos autores transmontanos ao mesmo tempo que explicou o aparecimento desta aposta: «é uma colecção que começou no Porto. Viajamos depois pelo Alentejo, Lisboa, Madeira e agora Trás-os-Montes. É uma colecção que tem tido algum sucesso tendo por base o formato da própria colecção. São contos de humor, dirigidos a todos os tipos de leitores, que falam das regiões, com autores que conhecem bem as suas terras, que se orgulham da sua região. Utilizam um vocabulário marginal, nomeadamente os regionalismos, as gírias, o calão... e no final, que é a cereja no topo do bolo, colocamos todas essas expressões em glossário».
Satisfeito com o que leu e com o que tem recolhido sobre esta obra, Fernando Rodrigues deixou palavras de reconhecimento pela pesquisa e labor aplicados na concepção e execução deste desígnio: «estamos perante um livro que reforça a identidade dos barrosões. É mais um contributo para o Ecomuseu. Deixo, pois, aqui um reconhecimento a todos aqueles que contribuíram para levar a cabo esta obra». Para o presidente da Câmara de Montalegre, o país está a atravessar um período difícil onde a cultura continua a ser um \"parente pobre\" da política a ponto, lembrou, de «não ter agora sequer um ministro». Todavia, apesar de dizer que «quem não tem dinheiro não tem vícios», o autarca destacou o trabalho e investimentos realizados no concelho em prol da cultura como é exemplo o Ecomuseu de Barroso.
Irá seguir-se um dicionário de regionalismos e falares marginais da região.
Foi explicada no auditório da sede do Ecomuseu de Barroso, Montalegre, uma obra constituída por «contos de humor, utilizando os regionalismos, gíria e expressões típicas/regionais de Trás-os-Montes». Falamos do livro \"Heróis à Moda de Trás-os-Montes\", projecto literário da editora Lugar da Palavra que lançou, em inícios do ano passado, o primeiro livro da colecção \"Heróis à Moda de\".
Dos nove contos que figuram no livro, um deles é de José Dias Baptista, natural de Vila da Ponte, concelho de Montalegre. Junta-se a este autor barrosão, Ana Catarino (Santa Marta de Penaguião), Manuel António Araújo (Chaves), Nathalie Lopes (Chaves), Fernando de Castro Branco (Bragança), João Pinto Costa (Vila Real), Josefina Mourão (Bragança), Ana Zita Rocha (Bragança) e Manuel Cardoso (Macedo de Cavaleiros).
O representante do concelho de Montalegre, que esteve acompanhado nesta cerimónia de apresentação pela colega de Chaves, Nathalie Lopes, pelo responsável da colecção, João Carlos Brito, e pelo presidente do município de Montalegre, Fernando Rodrigues, confessou que a sua aparição neste projecto foi casual: «umas pessoas falaram comigo para fornecer dois contos para a obra. Eu deixei que as pessoas entendidas escolhessem à vontade. Achei a ideia engraçada porque são coisas que raramente se fazem. É uma cultura nossa, da nossa raça, é transmontana e, como tal, participo sempre».
Coordenador da colecção, João Carlos Brito destacou o bom trabalho realizado pelos autores transmontanos ao mesmo tempo que explicou o aparecimento desta aposta: «é uma colecção que começou no Porto. Viajamos depois pelo Alentejo, Lisboa, Madeira e agora Trás-os-Montes. É uma colecção que tem tido algum sucesso tendo por base o formato da própria colecção. São contos de humor, dirigidos a todos os tipos de leitores, que falam das regiões, com autores que conhecem bem as suas terras, que se orgulham da sua região. Utilizam um vocabulário marginal, nomeadamente os regionalismos, as gírias, o calão... e no final, que é a cereja no topo do bolo, colocamos todas essas expressões em glossário».
Satisfeito com o que leu e com o que tem recolhido sobre esta obra, Fernando Rodrigues deixou palavras de reconhecimento pela pesquisa e labor aplicados na concepção e execução deste desígnio: «estamos perante um livro que reforça a identidade dos barrosões. É mais um contributo para o Ecomuseu. Deixo, pois, aqui um reconhecimento a todos aqueles que contribuíram para levar a cabo esta obra». Para o presidente da Câmara de Montalegre, o país está a atravessar um período difícil onde a cultura continua a ser um \"parente pobre\" da política a ponto, lembrou, de «não ter agora sequer um ministro». Todavia, apesar de dizer que «quem não tem dinheiro não tem vícios», o autarca destacou o trabalho e investimentos realizados no concelho em prol da cultura como é exemplo o Ecomuseu de Barroso.
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