SOBRE O BLOGUE:
Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço.
A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também... (Henrique Martins)
COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.
Alguns dizem-se escolhidos por Bragança, outros afirmam que foi por mero acaso, mas todos garantem que a escolha por cidades menores está relacionada com a segurança, a qualidade de vida, as pessoas e os baixos preços, que ainda se praticam nas regiões do interior
Portugal tem atraído cada vez mais brasileiros em busca de uma nova vida, especialmente em cidades do interior como Bragança, que oferecem qualidade de vida, segurança e oportunidades.
Foi o caso de Fabiana Silva que se mudou para Bragança em 2019 para apoiar a filha, que veio estudar para o Politécnico de Bragança e, encantada pela hospitalidade local, decidiu permanecer na cidade mesmo depois da filha se formar. A tendência de escolher destinos além dos grandes centros reflete a procura por ambientes acolhedores e tranquilos. “Eu decidi ficar porque amei Bragança desde o dia que aqui cheguei. Eu gosto de verdade do aconchego de Bragança. Vim para um país que não conhecia, só eu e a minha filha, e tivemos oportunidade de conhecer as pessoas, o que não teríamos noutro lugar. Aqui conhecemos várias pessoas e elas conhecem-nos na rua. Fomos criando vinculo com as pessoas, algo que na cidade grande não funcionaria”.
Luciana Oliveira Partilha sentimentos semelhantes aos de Fabiana Silva. A cabeleireira de 47 anos veio para Bragança com o marido, também atraída pelo IPB, onde se matriculou num curso de estética. Afirma que foi Bragança que a escolheu e não ao contrário. Mas garante que, actualemente não trocaria a cidade transmontana por outro lugar. “Poder ver o sol nascer e pôr-se com tranquilidade, sem risco de ser assaltado, para nós isso é qualidade de vida e é o que Bragança nos entrega. Bragança, hoje em dia, atende a todas as nossas necessidades e por isso o plano é ficar por aqui”.
Outro fator decisivo foi o custo de vida mais acessível e a proximidade que a cidade proporciona. “Primeiro pelo arrendamento e segundo pelo custo de vida: se morássemos em Lisboa ou no Porto o custo seria maior que aqui. Pode ser que lá haja salários maiores mas acho que aqui condiz com a realidade local. O que ganhamos é para lá de suficiente para vivermos bem”.
Tanto Fabiana como Luciana destacam a qualidade de vida em Bragança. Mas enquanto que elas apreciam a tranquilidade da cidade e o ritmo de vida mais calmo, Pedro Pecora, de 26 anos, tem uma visão diferente.
Pedro assume que também gosta da tranquilidade e do custo de vida reduzido que Bragança oferece, mas admite que sente falta de opções de lazer. “Gosto que a cidade seja tranquila e barata mas o contra é a localização ou a falta de um cinema, como nos grandes centros, e coisas para se fazer, por exemplo, no fim-de-semana”.
O jovem programador acredita que existe um meio-termo ideal entre a tranquilidade de Bragança e as comodidades dos grandes centros, onde poderia encontrar um equilíbrio entre opções de entretenimento e qualidade de vida, como a cidade de Aveiro. “Eu penso sair de Bragança mas mesmo assim não ir para grandes centros. Se for para Aveiro fico a cerca de 45 minutos do Porto, onde há mais coisas para fazer”.
As histórias de Fabiana, Luciana e Pedro exemplificam a tendência crescente de brasileiros que escolhem viver no interior de Portugal, atraídos pela qualidade de vida e oportunidades. Enquanto cidades menores como Bragança oferecem segurança e senso de comunidade, para jovens como Pedro, a vida no interior pode ser mais desafiadora.
Morreu aos 93 anos Hirondino da Paixão Fernandes, destacado investigador e homem de letras transmontano, natural da aldeia do Parâmio, no concelho de Bragança.
Antigo deputado na Assembleia da República entre 1965 e 1969, licenciado em Filologia Românica pela Universidade de Coimbra e professor do ensino secundário, Hirondino da Paixão Fernandes destacou-se como investigador e autor da Bibliografia do Distrito de Bragança, obra com 10 volumes a que dedicou mais de 50 anos.
No seu vasto currículo como homem de letras e erudição há outras publicações como O Folclore do Parâmio.
“A Bibliografia do Distrito de Bragança é um ousado empreendimento feito de estudiosa e diligente aplicação, de erudito saber, de um imenso amor pela terra, pela gente e pela memória dos seus gestos e da sua passagem ao longo dos séculos, desde os anos mais remotos em que foi possível perscrutar notícia escrita ou simples registo documental. (...) Trata-se de uma obra extraordinária no panorama bibliográfico português (...) Nenhuma outra região possui um levantamento assim ordenado, e tão pormenorizamente indexado, da documentação arquivada, com os nomes das pessoas, dos lugares, dos factos, oferecendo um acesso esclarecido e fácil a quase toda a sua memória histórica. (...), pode ler-se no prefácio.
Hirondino da Paixão Fernandes foi ainda diretor da Escola Secundária Industrial e Comercial de Bragança (atualmente Escola Secundária Abade de Baçal) e antigo colunista do Mensageiro de Bragança.
O velório realiza-se amanhã na Igreja da Misericórdia a partir das 14h00 e a cerimónia religiosa está marcada para as 15h00. O corpo segue para o crematório de Valpaços.
A redação do Mensageiro endereça sua solidariedade e condolências à família de Hirondino da Paixão Fernandes.
Noutros tempos o parque tinha director mas a gestão da área protegida passou a ser feita directamente pelo Instituto de Conservação da Natureza e Florestas e desde 2021 que existe um modelo de co-gestão, com os municípios de Bragança e Vinhais
No âmbito dos 45 anos do parque, em declarações à Rádio Brigantia, a directora regional do ICNF, Sandra Sarmento, admitiu que pode voltar a existir um director. “Está previsto a possibilidade de alguns dos parques poderem vir a ter um director. Este parque tem uma directora, tem também um director da conservação e, portanto, nós, eu estou, não digo cá permanentemente, porque tenho outras funções que acumulo com esta, mas estou cá muito frequentemente e dou muita atenção ao parque e as equipas que cá estão também o fazem. Neste momento há a possibilidade de alguns parques voltarem a ter um director”.
Desde que o ICNF gere o Parque Natural de Montesinho que as pessoas dizem estar ao abandono e pedem até uma revisão do plano de ordenamento. Em 2022, o ICNF adiantou que o plano iria ser reconvertido para programa e iriam ser feitas algumas alterações. Sandra Sarmento avançou que até ao final do ano serão divulgadas. “O plano de ordenamento do Parque Natural de Montesinho está em processo de recondução ao programa e nesse processo estamos a fazer algumas alterações, algumas adaptações, sem mudar o modelo territorial, o modelo mais estratégico, mas fazendo alterações e adaptações que nos permitam ir ao encontro a algumas das ambições identificadas pelas populações. Quero acreditar que até ao final do ano temos esse processo concluído e naturalmente pronto para iniciar a consulta pública”.
Confrontada com os estragos causados pelos veados em centenas de castanheiros e com as queixas dos produtores por falta de apoio, Sandra Sarmento explicou que no que toca à zona da Lombada, os prejuízos são ressarcidos, uma vez que essa zona de caça é da gestão do ICNF. O mesmo não acontece em localidades como Cova de Lua. No entanto, diz estarem a fazer um trabalho de prevenção. “A nossa política, mais do que pagar prejuízos, é fazer prevenção e por isso trabalhamos muito naquilo que é a gestão do dia-a-dia da zona de caça, com gestão da habitat, com criação de áreas de pastagem para as espécies, com obviamente intervenções nas infra-estruturas existentes na própria zona de caça, portanto é todo um trabalho de continuidade que é desenvolvido ao longo do ano para garantir que as espécies cinegéticas têm alimento e têm as condições de habitar necessárias e de refúgio para não terem que descer às hortas e às populações e causar alguns prejuízos”.
O Parque Natural de Montesinho comemorou 45 anos na passada sexta-feira.
Uma entrevista para ouvir na íntegra, hoje, depois do noticiário das 17, na Rádio Brigantia.
É um investimento de 4,6 milhões de euros suportado, para já, pela câmara
Já está a decorrer o concurso público para a construção de um novo matadouro em Miranda do Douro. Um investimento de 4,6 milhões de euros, que para já será suportado na totalidade pela câmara municipal. O concurso está aberto há uma semana. Segundo a presidente da câmara, Helena Barril, já foram apresentadas propostas. “Já
temos várias propostas, o que nos deixa muito satisfeitos. Estamos na expectativa de que a obra vá começar quando for o prazo de começar”.
O objectivo é desactivar o actual matadouro, que está na cidade e junto ao rio Fresno, causando problemas ambientais. Para isso, o município quer construir um novo edifico na vila de Sendim. “A deslocalização do centro urbano, porque há 60 anos quando o matadouro foi construído, estava completamente fora desse centro urbano e hoje está completamente integrado”.
O novo matadouro ficará junto da ETAR, facilitando assim o tratamento dos fluidos.
Os interessados têm até 22 de Setembro para apresentar propostas. O matadouro deve ser construído no prazo de dois anos. Um investimento de 4,6 milhões de euros, que para já não tem financiamento externo.
A construção deste novo matadouro já gerou alguma polémica, uma vez que os três municípios do Planalto Mirandês há anos que tentam chegar a um consenso para construir um que sirva a Miranda, Mogadouro e Vimioso.
No entanto, nunca houve entendimento. Assim, a câmara de Mogadouro anunciou que também irá avançar com a construção de um.
Nos dias 14 e 15 de setembro, a localidade de Arcas, no concelho de Macedo de Cavaleiros, recebe mais uma edição da "Feira da Pavia" com um vastíssimo programa. Comemoração dos 50 anos de abril (condecorações) , caminhada solidária, Seminário - “Fruticulturas, apoios e boas práticas”, mostra e venda de produtos locais e muita animação.
A proposta foi apresentada em reunião de câmara, na passada sexta-feira, e já foi aprovada.
O presidente da Câmara de Vinhais, Luís Fernandes, propôs para que autarquia continue a “prescindir da totalidade da participação na receita do IRS, na percentagem de 5% a favor dos sujeitos passivos com domicílio fiscal no concelho”, a vigorar para o ano de 2025.
A proposta foi aprovada, o que significa que o município devolve na totalidade aos munícipes, a parte que lhe pertenceria deste imposto, traduzindo-se assim numa ajuda maior para estas famílias, sendo devolvidos cerca de 250 mil euros.
O objetivo da autarquia é sobretudo ajudar as famílias do concelho, mantendo os níveis reduzidos dos vários impostos de receita municipal.
Uma centena de criadores de vários concelhos participaram no XXXIII Concurso Nacional de Bovinos de Raça Mirandesa, que decorreu no recinto da Feira de Gado, em Vimioso, de 30 de agosto até 1 de setembro.
No concurso nacional participaram criadores dos concelhos de Bragança, Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro, Mogadouro, Vimioso e Vinhais.
Segundo a Associação de Criadores de Bovinos de Raça Mirandesa (ACBRM), este concurso nacional visa selecionar os melhores animais desta raça autótone e proporcionar o convívio entre todos os criadores.
Neste ano. o XXXIII Concurso Nacional de Bovinos de Raça Mirandesa contou com a participação uma centena de criadores do solar, que trouxeram até Vimioso, 150 animais, nas várias seções de touros, vacas e novilhos.
De acordo com o secretário técnico da Associação de Criadores de Bovinos de Raça Mirandesa (ACBRM), Valter Raposo, este ano, o número de animais é mais reduzido por causa do problema sanitário provocado pela doença hemorrágica epizoótica, que está a afetar alguns criadores, sobretudo nos concelhos de Vinhais e de Bragança.
Sobre esta doença, o também médico veterinário, Valter Raposo, indicou que já existem repelentes do mosquito transmissor da doença e uma vacina homologada em Espanha e autorizada pela Direção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV).
“A vacina já está autorizada pela DGAV, mas esta não é a melhor época do ano para proceder à vacinação, dado que é no verão que existem mais mosquitos e ocorre o maior número de infeções. Resta-nos esperar pelo tempo frio, quando não houver mosquitos, para realizar a vacinação dos bovinos”, indicou.
No XXXIII Concurso Nacional de Bovinos de Raça Mirandesa, que decorreu em Vimioso, de 30 de agosto a 1 de setembro, os animais participantes foram os vencedores dos concursos concelhios.
“Nestes concursos é avaliado o padrão morfológico dos bovinos de raça mirandesa, que se distinguem por ser animais compridos, largos e musculados. A pelagem no dorso e lombo é aloirada e vai escurecendo para as extremidades. Os machos são mais escuros que as fêmeas. Outras caraterísticas dos bovinos mirandeses são a dimensão pequena da cabeça, o pescoço curto e membros direitos”, lê-se no regulamento do concurso.
A raça de bovinos mirandeses têm-se mantido viva graças à paixão dos criadores. No concelho de Miranda do Douro, Celso Martins, tem uma exploração de 40 bovinos mirandeses, na localidade de São Pedro da Silva. O jovem criador participa há três anos no prestigiante Concurso Nacional de Bovinos de Raça Mirandesa e nesta edição trouxe a concurso sete animais.
“Os bovinos de raça mirandesa produzem uma carne de excelente qualidade, macia, tenra e muito saborosa. Se por um lado, o rendimento da carcaça destes animais não é tão elevado como noutras raças, a qualidade da carne mirandesa é indiscutivelmente melhor”, disse.
Outro motivo que leva os criadores a participarem no Concurso Nacional de Bovinos de Raça Mirandesa é o encontro com outros criadores.
“O convívio entre os criadores é muito bom! É reconfortante estar com amigos de outras localidades e partilharmos experiências, conhecimentos e dificuldades”, disse.
Sobre a doença hemorrágica epizoótica, o criador mirandês indicou que, em 2023, registou a morte a cinco animais adultos e três crias, na sua exploração pecuária, em São Pedro da Silva.
Em Caçarelhos, António Vicente, tem uma exploração pecuária com 60 animais adultos. O filho, o professor, Licínio Martins, trouxe alguns destes animais até Vimioso, para participar no XXXIII Concurso Nacional de Bovinos de Raça Mirandesa.
“Este concurso já se realiza desde o século XIX e tem como objetivos a promoção e a melhoria desta raça originária da Terra de Miranda. O concurso é por isso, um incentivo para que os criadores cuidem e selecionem os melhores animais da sua exploração pecuária”, disse.
No concelho de Vimioso, Licínio Martins, afirmou que os criadores de bovinos mirandeses beneficiam de apoios financeiros por parte do município, aquando da realização do concurso concelhio.
“Neste ano, o município de Vimioso, voltou a melhorar o valor dos prémios no concurso concelhio de Bovinos de Raça Mirandesa, que se realizou no decorrer do feriado municipal e da feira de São Lourenço. A par Bragança, o concurso de Vimioso é o que reúne maior número de animais e e é o melhor do solar”, pela sua organização disse.
A concurso foram touros, vacas e novilhos de raça mirandesa, consoante a idade.
Da aldeia de Talhas, no concelho de Macedo de Cavaleiros, veio o jovem criador, Luís Reis, proprietário de uma exploração com 50 bovinos de raça mirandesa. Questionado sobre a importância do concurso, o também engenheiro agrónomo afirmou que estes certames são um modo de valorizar o trabalho que os criadores de bovinos de raça mirandesa realizam ao longo do ano.
“Para apresentar os animais em boas condições a concurso, é necessário muito trabalho ao longo do ano, na alimentação e na sanidade animal. E estes cuidados assumem ainda mais importância neste momento em que nos deparamos com a doença hemorrágica epizoótica, o que obriga a redobrada atenção para detectar precocemente possíveis sintomas”, disse.
Atente-se que os bovinos de raça mirandesa são uma fonte de rendimento para os criadores, através da comercialização da carne, considerada um produto de excelente qualidade. No entanto, os criadores queixam-se da falta de lucro, exigindo um aumento do preço da carne mirandesa, de modo a assegurem a continuidade da atividade pecuária.
“No meu entender, os municípios do solar da raça deveriam apoiar mais os criadores, dado que esta raça autóctone, para além do valor cultural para o território, também ajuda a cuidar na natureza e é um dos motores de desenvolvimento económico da região. No que concerne aos apoios, deveriam seguir o exemplo do município de Vimioso, que está a apoiar bastante bem os criadores do seu concelho”, disse Luís Reis.
Outro problema que põe em causa a preservação dos bovinos de raça mirandesa é a idade avançada dos seus criadores e a escassez de jovens na atividade pecuária.
O Concurso Nacional de Bovinos de Raça Mirandesa é uma iniciativa anual da ACBRM, que conta com os apoios dos seis municípios do solar da raça: Bragança, Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro, Mogadouro, Vimioso e Vinhais.
Na organização do evento participam ainda a Direção Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV), a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N), a Cooperativa Agropecuária Mirandesa, a Guarda Nacional Republicana (GNR) e os Bombeiros Voluntários de Vimioso.
O projeto da autarquia carrazedense foi iniciado há sete anos, tem avançado, mas ainda não tem financiamento garantido
O ministro José Manuel Fernandes assegurou que o projeto de regadio vai ser concretizado. “Vai ser construída. Arranjaremos uma solução para o financiamento desta obra. Gostaria que fosse dentro do Plano de Recuperação e Resiliência mas acho isso quase impossível porque acaba de 2026. Se não for dentro do PRR será no PEPAC. É um compromisso que vamos avançar com ele mas vamos ter que acelerar, em primeiro lugar, os projectos”.
José Manuel Fernandes explicou ainda que se está a tentar desbloquear outras fontes de financiamento. “No âmbito de um empréstimo que estava a acabar em termos da sua possibilidade de utilização, espero ainda ter ido a tempo do Banco Europeu de Desenvolvimento para podermos utilizar esse montante para podermos avançar com essas obras e isso está, neste momento, nas mãos das Finanças. Estou à espera de uma resposta”.
O presidente da Câmara de Carrazeda de Ansiães, João Gonçalves, ficou satisfeito com a maior disponibilidade do Governo para acelerar a construção da barragem da Veiga. “Esta sensibilidade que é mostrada pelos problemas concretos da agricultura, esta sensibilidade de, em pouco tempo, o titular de uma pasta tão importante, como a agricultura e pescas, ter uma noção da realidade no terreno, traz-nos mais confiança de que, havendo instrumentos financeiros ao dispor, estes problemas sejam resolvidos”.
As garantias de financiamento deixadas pelo ministro da Agricultura deixaram o autarca entusiasmado para o percurso que ainda falta percorrer. “Até ao final do ano esperamos ter concluído todos os estudos técnicos, submeter o RECAPE e, logo que seja disponibilizada a verba do Governo, avançará a obra”.
João Gonçalves confiante de que a barragem da Veiga vai ser uma realidade.
Abreiro promove, nos dias 21 e 22 de setembro, mais uma edição da Feira do Figo e do Património. Este evento apresenta-se como uma verdadeira experiência de ruralidade imbuída de inovação, com um programa onde o visitante pode experimentar o que de mais genuíno Abreiro tem para oferecer.
Para além dos tradicionais ofícios ligados ao campo e das degustações de produtos locais, este ano o cartaz é enriquecido com a apresentação Apresentação do Caminho Português de Santiago de Leon de Rosmithal e com uma representação teatral sobre a viagem do barão.
21:30 - Apresentação do Caminho Português de Santiago de Leon de Rosmithal 22:15 - Representação teatral da viagem de Leon de Rosmithal
Abreiro, distinguida com o selo Aldeia de Portugal, promove, nos dias 21 e 22 de setembro, mais uma edição da Feira do Figo e do Património. Visite Abreiro! Programa brevemente disponível.
“Fui às Vindimas” é uma abordagem de cor e forma à colheita das uvas e a toda tradição que a mesma envolve. Quando o Verão se despede, as cores mudam e os relevos e texturas deste ritual que é a colheita das uvas traz cenários de rara beleza. Aqui está também presente o esforço, o trabalho árduo, mas também a união e a festa. São estes momentos que motivam a artista na continuidade da exploração deste tema. Sempre na procura de novos registos que tragam essas vivencias à luz. “Fui às Vindimas” is an exploration of color and form reflecting the grape harvest and its encompassing tradition. As summer bids farewell, the colors shift, and the reliefs and textures of this grape harvesting ritual create scenes of rare beauty. This work also captures the effort, hard work, unity, and celebration involved. These moments inspire the artist to continue exploring this theme, always seeking new ways to bring these experiences to light.
Local: Ecoteca de Mirandela Data: 17 de Setembro Hora: 18:00h
Durante esta semana, perto de 3.000 vilas e cidades incentivam a mudança de comportamentos a favor da mobilidade ativa, do transporte público e doutras soluções de transporte limpas e inteligentes, organizando atividades de conscientização e eventos com as partes interessadas locais. O tema para 2024 é «Espaço Público Partilhado».
A Freguesia de Lamas de Orelhão regressa à Época Medieval, nos dias 13, 14 e 15 de Setembro. O Mercado Medieval “Rei D’Orelhão”, que decorre no centro da localidade, promete dois dias intensos de experiências memoráveis. Uma verdadeira incursão ao passado, repleta de animação, música, dança, falcoaria, espetáculos de fogo e, claro que não podiam faltar, as tradicionais tasquinhas.
Durante a manhã serão recebidas as crianças do CNE Agrupamento 478 Mirandela, numa oficina de duas horas. À tarde será a vez dos pais trabalharem com os seus filhos, para criar uma peça bonita com materiais naturais. Leve consigo um saco com ramos, folhas de eucalipto, bugalhos, pedaços de cortiça, pequenas pedras, etc.
Vamos também passear juntos pela exposição e ver todos esses materiais e ficar inspirados.
Público-Alvo: Familias, pais e filhos de 6 a 12 anos Limite de 12 pessoas Inscrições gratuitas através do email ecoteca@cm-mirandela.pt ou do telefone 936 667 655
Local: Ecoteca de Mirandela Data: 7 de Setembro Hora: 15:00h