Um alentejano estava a caminhar numa rua e viu uma placa que dizia:
"Clínica Médica: tratamos qualquer doença; resultado garantido ou o seu dinheiro de volta a dobrar".
O homem pensou: "Estes gajos acham-se muito espertos, mas vou já enganá-los e ainda por cima facturar alguma massa".
Entrou na clínica, pagou a consulta e o médico recebeu-o sorridente:
"Bom dia, o que o traz por cá?"
"Doutor, estou aqui com um grande problema, perdi o meu paladar, não consigo sentir o gosto de nada; água, café, feijão, arroz, tem tudo a mesma falta de gosto".
E o médico: "Ah, sim senhor. Enfermeira, por favor traga-me o frasco número 13."
E veio o frasco cheio de merda; o médico encheu uma colher e enfiou-a na boca do paciente.
"O que é isso? O senhor deu-me merda?!! Tá doido?"
E o médico imediatamente:
"Pronto, recuperou seu paladar, está curado!!!"
O alentejano saiu lixado da vida pensando:
"Desgraçado, dessa vez apanhou-me; mas agora tenho que recuperar o meu dinheiro. Tenho de pensar em algo infalível".
Uns dias depois entrou na clínica, pagou novamente a consulta e....
"Ora, ora, o senhor aqui de novo?!"
E o paciente:
"Como assim, de novo? Quem é o senhor, quem sou eu? Perdi a minha memória. O que estou a fazer aqui?"
O médico sem pestanejar:
"Ah, estou a ver, Enfermeira, o frasco 13,por favor."
"O frasco 13 de novo não, porra!!!"
"Maravilhoso, recuperou a memória, está curado!!!"
E o alentejano, pior que estragado da vida: "Mas que grande filho-da-pu..!!! Levou-me o dinheiro de novo. Não é possível!!!
Desta vez não lhe vou dar chance...
Uma semana depois lá estava ele de novo:
"Mas vejam só, o senhor novamente!!!. Em que posso ajudá-lo dessa vez?"
"Pois é doutor, estou perdido de vez, perdi a potência sexual. Não tenho mais vontade de fazer sexo com ninguém. Vejo a Catarina Furtado,a Angelina Jolie, a Shakira, a Carla Perez, a dançarina da boite e nada... não tenho mais vontade nenhuma..."
O médico pensou um pouco e solicitou:
"Enfermeira, o frasco..."
Diz o paciente muito depressa e enraivecido:
"Se vier com essa merda do frasco 13 mais uma vez eu fo..-o,doutor!!! fo..-o a si, à enfermeira, à menina da recepção e a toda a gente desta clínica filha-da-pu.., fo..-os a todos!!!"?
"Pronto, recuperou a sua potência sexual, já está curado!!!".
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SOBRE O BLOGUE:
Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço.
A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)
(Henrique Martins)
COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Luis Portugal - Trás-os-Montes
Luís Portugal nasceu em Vila Real a 22 de Maio de 1957. A partir dos 12 anos de idade começa a subir aos palcos, em grupos musicais dos estabelecimentos de ensino que frequentava.
Em 1977, é convidado a integrar o grupo JAFUMEGA e, juntamente com Eugénio, Pedro e Mário Barreiros, José Nogueira e Álvaro Marques, deixa-nos um dos legados musicais mais importantes da música moderna portuguesa.
Ao longo de 8 anos com os JAFUMEGA, grava 4 discos de originais, dos quais foi posteriormente editado um “best of”.
Para além de centenas de concertos, participa nos primeiros festivais internacionais em Portugal com grandes nomes da música mundial, como U2, Ritchie Heavens, entre outros.
Em 1985, ainda com os JAFUMEGA, representa o nosso país na primeira amostra da música moderna portuguesa em Paris, com dois concertos no Fórum Les Halles.
Um ano depois, os JAFUMEGA separam-se.
Luís Portugal dedica-se então ao ensino de Artes Visuais (possui o 3º ano de Arquitectura) e ao esporádico trabalho de composição.
No início dos anos noventa, junta-se ao Sexteto de Carlos Araújo e participa diariamente, ao vivo, no programa da RTP,” Às 10”.
1992 é o ano do retorno de Luís aos discos: “Coisas Simples”, o seu primeiro trabalho a solo, tem produção de Jorge Filipe e Telmo Marques, e colaboração, entre outros, dos Vozes da Rádio.
Em 1993, o Brasil assiste a concertos de Luís Portugal: Recife, Natal e João Pessoa são os locais escolhidos.
Depois de uma aturada recolha musical por Trás-os-Montes, surge em 1995 o disco “Alta Vai a Lua”, que vem alargar o campo musical onde Luís se movia até então.
Em 1998 é convidado pelo guitarrista clássico Paulo Vaz de Carvalho, a dar expressão ao trabalho de Adriano Correia de Oliveira, numa justa homenagem.
Luís Portugal continua hoje a interpretar alguns “cantautores de Abril “, com destaque para José Afonso, em produções encomendadas.
“Luís Portugal ao vivo” é o registo em 2000, concebido e gravado em Tondela, no espaço ACERT, com a colaboração de Rui Costa (Silence 4 e Filarmónica Gil), arranjos e produção de Paulo Pereira (Silence 4 e David Fonseca), para o qual, além de quatro temas originais, o cantor revisita canções intemporais que povoam a sua carreira.
2004/5 são anos de novas experiências. Integra o elenco de dois musicais de grande sucesso, In Love e Kiss Kiss, com o comediante Fernando Mendes, com o qual continua a colaborar, tendo escrito a música e co-produzido “O Peso Certo”, em digressão até Dezembro de 2009.
Em Fevereiro de 2006 é lançado o livro infantil de José Guedes, “Os Olhos do Coração”, que inclui um CD musicado e produzido por Luís Portugal. Já no Natal de 2002, a pedido da Santa Casa da Misericórdia da Mealhada, Luís tinha feito uma primeira incursão no universo musical infantil com o CD single “Teatrinho de Natal”.
A partir desta data, passa a ter colaboração assídua com a Editora livreira Gailivro, agora Grupo Leya, ficando responsável pela composição musical dos projectos escolares “Saltitão”, “Carochinha e as Letrinhas” e da colecção Tic Tac, cinco volumes de aprendizagem da língua inglesa para crianças.
Desde o Verão de 2007 até Outubro de 2009 teve a seu cargo a programação do Cine-Teatro de Torre de Moncorvo, sendo igualmente responsável pela agenda bimensal deste organismo. Desempenhou as funções de director técnico da Escola “Sabor Artes” nesta localidade, com cerca de 300 alunos, e foi fundador do Coro e Orquestra de Cavaquinhos desta instituição.
Dirigiu no Verão de 2009 o projecto musical “Despertar Talentos”, para a autarquia de Albergaria-a-Velha, que culminou com a formação do Coro Infantil desta vila.
Tem neste momento em carteira, em parceria com Paulo Serafim, os ÓQTRUP, autores de RIT “Rádio Interferência e Televisão”, um espectáculo cómico/musical, em cena nos Casinos Solverde de Espinho e Chaves, “Conto a Gotas” e “Carochinha e as Letrinhas”, espectáculos pedagógicos infantis, o primeiro dos quais baseado no livro “Os Olhos do Coração”.
Escreveu e produziu “mendes.come”, o novo espectáculo de Fernando Mendes, que teve estreia em Portimão a 1 de Janeiro de 2010 e, actualmente, em digressão nacional.
http://www.luisportugal.net/
Ao longo de 8 anos com os JAFUMEGA, grava 4 discos de originais, dos quais foi posteriormente editado um “best of”.
Para além de centenas de concertos, participa nos primeiros festivais internacionais em Portugal com grandes nomes da música mundial, como U2, Ritchie Heavens, entre outros.
Em 1985, ainda com os JAFUMEGA, representa o nosso país na primeira amostra da música moderna portuguesa em Paris, com dois concertos no Fórum Les Halles.
Um ano depois, os JAFUMEGA separam-se.
Luís Portugal dedica-se então ao ensino de Artes Visuais (possui o 3º ano de Arquitectura) e ao esporádico trabalho de composição.
No início dos anos noventa, junta-se ao Sexteto de Carlos Araújo e participa diariamente, ao vivo, no programa da RTP,” Às 10”.
1992 é o ano do retorno de Luís aos discos: “Coisas Simples”, o seu primeiro trabalho a solo, tem produção de Jorge Filipe e Telmo Marques, e colaboração, entre outros, dos Vozes da Rádio.
Em 1993, o Brasil assiste a concertos de Luís Portugal: Recife, Natal e João Pessoa são os locais escolhidos.
Depois de uma aturada recolha musical por Trás-os-Montes, surge em 1995 o disco “Alta Vai a Lua”, que vem alargar o campo musical onde Luís se movia até então.
Em 1998 é convidado pelo guitarrista clássico Paulo Vaz de Carvalho, a dar expressão ao trabalho de Adriano Correia de Oliveira, numa justa homenagem.
Luís Portugal continua hoje a interpretar alguns “cantautores de Abril “, com destaque para José Afonso, em produções encomendadas.
“Luís Portugal ao vivo” é o registo em 2000, concebido e gravado em Tondela, no espaço ACERT, com a colaboração de Rui Costa (Silence 4 e Filarmónica Gil), arranjos e produção de Paulo Pereira (Silence 4 e David Fonseca), para o qual, além de quatro temas originais, o cantor revisita canções intemporais que povoam a sua carreira.
2004/5 são anos de novas experiências. Integra o elenco de dois musicais de grande sucesso, In Love e Kiss Kiss, com o comediante Fernando Mendes, com o qual continua a colaborar, tendo escrito a música e co-produzido “O Peso Certo”, em digressão até Dezembro de 2009.
Em Fevereiro de 2006 é lançado o livro infantil de José Guedes, “Os Olhos do Coração”, que inclui um CD musicado e produzido por Luís Portugal. Já no Natal de 2002, a pedido da Santa Casa da Misericórdia da Mealhada, Luís tinha feito uma primeira incursão no universo musical infantil com o CD single “Teatrinho de Natal”.
A partir desta data, passa a ter colaboração assídua com a Editora livreira Gailivro, agora Grupo Leya, ficando responsável pela composição musical dos projectos escolares “Saltitão”, “Carochinha e as Letrinhas” e da colecção Tic Tac, cinco volumes de aprendizagem da língua inglesa para crianças.
Desde o Verão de 2007 até Outubro de 2009 teve a seu cargo a programação do Cine-Teatro de Torre de Moncorvo, sendo igualmente responsável pela agenda bimensal deste organismo. Desempenhou as funções de director técnico da Escola “Sabor Artes” nesta localidade, com cerca de 300 alunos, e foi fundador do Coro e Orquestra de Cavaquinhos desta instituição.
Dirigiu no Verão de 2009 o projecto musical “Despertar Talentos”, para a autarquia de Albergaria-a-Velha, que culminou com a formação do Coro Infantil desta vila.
Tem neste momento em carteira, em parceria com Paulo Serafim, os ÓQTRUP, autores de RIT “Rádio Interferência e Televisão”, um espectáculo cómico/musical, em cena nos Casinos Solverde de Espinho e Chaves, “Conto a Gotas” e “Carochinha e as Letrinhas”, espectáculos pedagógicos infantis, o primeiro dos quais baseado no livro “Os Olhos do Coração”.
Escreveu e produziu “mendes.come”, o novo espectáculo de Fernando Mendes, que teve estreia em Portimão a 1 de Janeiro de 2010 e, actualmente, em digressão nacional.
http://www.luisportugal.net/
O Gajo Que Não Queria Ir à Tropa
Texto verídico de um gajo que não queria ir à tropa:
ExmoSr. Ministro da Defesa,
Venho deste modo explicar-lhe uma situação delicada que tem vindo a ocorrer, de maneira a poder obter um eventual apoio vindo de VossaExa;
Tenho 24 anos, e fui esta semana chamado para ir à tropa. Sou casado com uma viúva de 44 anos, mãe de uma jovem de 25 anos, da qual sou padrasto.
O meu Pai, por seu lado casou-se com essa jovem em questão.
Neste momento, o meu pai passou a ser o meu genro, uma vez que se casou com a minha filha.
Deste modo, a minha filha, ou chamemos-lhe, enteada, passou a ser a minha madrasta, uma vez que é casada com o meu pai.
A minha esposa e eu tivemos, no mês passado, um filho.
Esse filho tomou-se o irmão da mulher do meu pai, portanto o cunhado do meu pai.
O que faz com que seja o meu tio, uma vez que é o irmão da minha madrasta.
O meu filho é, portanto, o meu tio...
A mulher do meu pai teve no Natal um rapaz, que é ao mesmo tempo o meu irmão, uma vez que ele é filho do meu pai, mas o meu neto por ser o filho da minha enteada, filha da minha esposa.
- Desta maneira sou o irmão do meu neto! !...
E como o marido da mãe de uma pessoa é o pai da mesma, verifiquei que sou o pai da minha esposa, e o irmão do meu filho.
Resumindo: sou o meu avô!!!
Deste modo, Sr Ministro, peço-lhe que estude pacientemente o meu caso, porque a lei não permite que o pai, o filho, e o neto sejam chamados à tropa na mesma altura.
Agradecendo antecipadamente a sua atenção, mando-lhe os meu melhores cumprimentos.
ExmoSr. Ministro da Defesa,
Venho deste modo explicar-lhe uma situação delicada que tem vindo a ocorrer, de maneira a poder obter um eventual apoio vindo de VossaExa;
Tenho 24 anos, e fui esta semana chamado para ir à tropa. Sou casado com uma viúva de 44 anos, mãe de uma jovem de 25 anos, da qual sou padrasto.
O meu Pai, por seu lado casou-se com essa jovem em questão.
Neste momento, o meu pai passou a ser o meu genro, uma vez que se casou com a minha filha.
Deste modo, a minha filha, ou chamemos-lhe, enteada, passou a ser a minha madrasta, uma vez que é casada com o meu pai.
A minha esposa e eu tivemos, no mês passado, um filho.
Esse filho tomou-se o irmão da mulher do meu pai, portanto o cunhado do meu pai.
O que faz com que seja o meu tio, uma vez que é o irmão da minha madrasta.
O meu filho é, portanto, o meu tio...
A mulher do meu pai teve no Natal um rapaz, que é ao mesmo tempo o meu irmão, uma vez que ele é filho do meu pai, mas o meu neto por ser o filho da minha enteada, filha da minha esposa.
- Desta maneira sou o irmão do meu neto! !...
E como o marido da mãe de uma pessoa é o pai da mesma, verifiquei que sou o pai da minha esposa, e o irmão do meu filho.
Resumindo: sou o meu avô!!!
Deste modo, Sr Ministro, peço-lhe que estude pacientemente o meu caso, porque a lei não permite que o pai, o filho, e o neto sejam chamados à tropa na mesma altura.
Agradecendo antecipadamente a sua atenção, mando-lhe os meu melhores cumprimentos.
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Vida de Casado
A língua portuguesa é difícil.....até para fazer amor !
E na vida de mal casado ela também não ajuda...
AMÁ-LA ou AMAR-TE?
O marido, ao chegar em casa, já noite, diz à mulher que já estava deitada :
- Querida, eu quero amá-la.
A mulher, que estava dormindo, com a voz ensonada, responde:
- A mala... ah... não sei onde está! Usa a mochila que está no quarto de visitas.
- Não é isso querida, hoje vou amar-te.
- Por mim, podes ir até Júpiter, Saturno e até à merda, desde que me deixes dormir em paz...
XXXI FEIRA DO FUMEIRO DE VINHAIS - 2011
A 31ª de um certame que decorre de 10 a 13 de Fevereiro e que ano após ano reúne grande numero de expositores de fumeiro e de outros produtos, que vão estar à venda para os milhares de visitantes que se deslocam à Capital do Fumeiro.
Este ano a organização voltou à cidade do Porto para apresentar a Feira do Fumeiro de Vinhais.
Uma cerimónia que reuniu diversos convidados e alguma imprensa e onde foram dadas a conhecer as linhas principais do programa deste ano.
"A expectativa é superar" avança Carla Pereira da organização. "Este ano o aumento é já considerável ao nível de expositores: serão 250. Ao nível de espaço para exposição aumentámos para cinco mil metros quadrados de área coberta" adianta. Mudanças que levam a responsável a assumir que "esta é a maior edição da feira e por isso também esperamos o mesmo reflexo da parte do público ultrapassando os 50 mil".
Por outro lado, Carla Alves garante que "os preços não alteraram, o IVA não subiu, conseguimos manter uma tabela de preços semelhante aos anos anteriores".
A apresentação decorreu no Restaurante Foz Velha, onde o chefe Marco Gomes, um transmontano conhecido pela presença em programas de culinária na televisão, confeccionou pratos cujo ingrediente principal era o fumeiro de Vinhais.
Segundo ele trata-se de um produto com grandes potencialidades na alta cozinha.
"O que nós fazemos aqui é demonstrar que os enchidos têm a particularidade de estar em qualquer tipo de restauração" afirma, acrescentando que "neste tipo de eventos nós pegamos no produto e transformamo-lo e apresentamo-lo de uma maneira diferente. Para nos é sempre um desafio".
Tal como em anos anteriores, vai haver muito fumeiro, exposições, tasquinhas, corridas e lutas de touros.
Nos espectáculos musicais destaca-se o Festival de Musica Portuguesa no dia 11 e a actuação dos Musica Brasil no dia 12, Sábado.
Brigantia, 2011-02-02
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Desporto Sénior - Bragança
Autarquia leva ginástica a idosos das aldeias:
Para promover um envelhecimento activo dos idosos do concelho, a câmara de Bragança arrancou ontem com o projecto «Desporto Sénior no Meio Rural».
Uma vez por semana, os técnicos de desporto da autarquia vão deslocar-se às aldeias para praticar ginástica com as pessoas de idade.
“A câmara tomou a iniciativa de levar o desporto ao meio rural e o objectivo fundamental é contribuir para um envelhecimento saudável destas pessoas que normalmente estão mais afastadas dos equipamento desportivos da cidade” refere o vereador do desporto da câmara de Bragança.
Para já, a iniciativa arranca em Baçal, Coelhoso, Grijó de Parada, Parâmio, Salsas e S. Julião de Palácios, mas mais freguesias podem vir a integrar o projecto.
“Para já é um projecto experimental. Numa fase inicial pretendemos começar por oito freguesias e mais tarde, depois de uma avaliação, veremos se haverá interesse em implementar noutras freguesias pois algumas delas estão a fazer recolha de inscrições” acrescenta Hernâni Dias.
A primeira sessão decorreu ontem em S. Julião de Palácios onde participaram 30 idosos.
Margarida Pires, de 70 anos, e Infância Marrão, de 77, principiantes na ginástica, mostravam-se motivadas.
“Já vamos para velhas vão-se-nos encolhendo os osso e assim vamos a ver se estendem alguma coisa” refere Margarida Pires que nunca tinha feito ginástica. “Faço-a em casa a subir e descer as escadas” acrescenta.
“O meu problema é mais nos braços que não os posso levantar” queixa-se Infância Marrão. “Já fiz fisioterapia mas foi pouco tempo, não voltei a fazer e fiquei na mesma. Vim porque acho que esta ginástica me pode ajudar” salienta.
A autarquia está ainda a tentar envolver nesta iniciativa uma equipa multidisciplinar de cuidados na comunidade através do centro de saúde.
Brigantia, 2011-02-04
Para promover um envelhecimento activo dos idosos do concelho, a câmara de Bragança arrancou ontem com o projecto «Desporto Sénior no Meio Rural».
Uma vez por semana, os técnicos de desporto da autarquia vão deslocar-se às aldeias para praticar ginástica com as pessoas de idade.
“A câmara tomou a iniciativa de levar o desporto ao meio rural e o objectivo fundamental é contribuir para um envelhecimento saudável destas pessoas que normalmente estão mais afastadas dos equipamento desportivos da cidade” refere o vereador do desporto da câmara de Bragança.
Para já, a iniciativa arranca em Baçal, Coelhoso, Grijó de Parada, Parâmio, Salsas e S. Julião de Palácios, mas mais freguesias podem vir a integrar o projecto.
“Para já é um projecto experimental. Numa fase inicial pretendemos começar por oito freguesias e mais tarde, depois de uma avaliação, veremos se haverá interesse em implementar noutras freguesias pois algumas delas estão a fazer recolha de inscrições” acrescenta Hernâni Dias.
A primeira sessão decorreu ontem em S. Julião de Palácios onde participaram 30 idosos.
Margarida Pires, de 70 anos, e Infância Marrão, de 77, principiantes na ginástica, mostravam-se motivadas.
“Já vamos para velhas vão-se-nos encolhendo os osso e assim vamos a ver se estendem alguma coisa” refere Margarida Pires que nunca tinha feito ginástica. “Faço-a em casa a subir e descer as escadas” acrescenta.
“O meu problema é mais nos braços que não os posso levantar” queixa-se Infância Marrão. “Já fiz fisioterapia mas foi pouco tempo, não voltei a fazer e fiquei na mesma. Vim porque acho que esta ginástica me pode ajudar” salienta.
A autarquia está ainda a tentar envolver nesta iniciativa uma equipa multidisciplinar de cuidados na comunidade através do centro de saúde.
Brigantia, 2011-02-04
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Pura Distração
Três amigas: Uma noiva, uma casada e uma amante decidiram fazer uma brincadeira: Seduzir os seus homens usando uma capa, corpete de couro, máscara nos olhos e botas de cano alto, para depois dividir a experiência entre elas.
No dia seguinte, a noiva iniciou a conversa:
- Quando o meu namorado me viu com o corpete de couro, botas com 12 cm de salto e máscara sobre os olhos, olhou-me intensamente e disse: 'Tu és a mulher da minha vida, eu amo-te'. Fizemos amor apaixonadamente.
A amante contou a sua versão:
- Encontrei o meu amante no escritório, com o equipamento completo! Quando abri a capa, ele não disse nada, agarrou-me e fizemos amor a noite toda, na mesa, no chão, de pé, na janela, até no hall do elevador!
Então a casada contou a sua história:
- Mandei as crianças para a casa da minha mãe, dei folga à empregada, fiz depilação completa, as unhas, escova, passei creme no corpo inteiro, perfume em lugares estratégicos e caprichei: capa preta, corpete de couro, botas com salto de 15 cm, máscara sobre os olhos e um baton vermelho que nunca tinha usado.
Para incrementar, comprei umas cuequinhas de lycra preta com um lacinho de cetim no ponto G. Apaguei todas as luzes da casa e deixei só velas a iluminar o ambiente.
O meu marido chegou, olhou-me de cima abaixo e disse:
- Então, Batman, o jantar já tá pronto?
No dia seguinte, a noiva iniciou a conversa:
- Quando o meu namorado me viu com o corpete de couro, botas com 12 cm de salto e máscara sobre os olhos, olhou-me intensamente e disse: 'Tu és a mulher da minha vida, eu amo-te'. Fizemos amor apaixonadamente.
A amante contou a sua versão:
- Encontrei o meu amante no escritório, com o equipamento completo! Quando abri a capa, ele não disse nada, agarrou-me e fizemos amor a noite toda, na mesa, no chão, de pé, na janela, até no hall do elevador!
Então a casada contou a sua história:
- Mandei as crianças para a casa da minha mãe, dei folga à empregada, fiz depilação completa, as unhas, escova, passei creme no corpo inteiro, perfume em lugares estratégicos e caprichei: capa preta, corpete de couro, botas com salto de 15 cm, máscara sobre os olhos e um baton vermelho que nunca tinha usado.
Para incrementar, comprei umas cuequinhas de lycra preta com um lacinho de cetim no ponto G. Apaguei todas as luzes da casa e deixei só velas a iluminar o ambiente.
O meu marido chegou, olhou-me de cima abaixo e disse:
- Então, Batman, o jantar já tá pronto?
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
População de Quintanilha Luta Contra Pedreira
Habitantes querem travar projecto de exploração de quartzo do lado espanhol, a 150 metros da localidade.
A população de Quintanilha, no concelho de Bragança, manifestou-se, na passada quinta-feira, contra a exploração de quartzo do lado espanhol, a cerca de 150 metros da localidade portuguesa.
O projecto para a instalação de uma pedreira a céu aberto no monte do Pedroso, junto ao rio Maçãs e ao parque do Colado, já foi entregue às autoridades portuguesas, que intimaram as entidades regionais envolvidas, através da Agência Nacional do Ambiente, para se pronunciarem sobre a exploração de quartzo do lado de lá da fronteira.
A Associação Protectora Amigos do Maçãs (APAM) é uma das entidades que já emitiu o seu parecer negativo relativamente ao avanço da pedreira. “Tivemos acesso ao resumo técnico do projecto e verificamos que tem muitas falhas. Não contempla, por exemplo, a fauna e flora existente no local, nem a existência de uma localidade mesmo em frente à exploração”, constata o presidente da APAM, António Ramião.
A Junta de Freguesia de Quintanilha (JFQ) também já se pronunciou contra a exploração de quartzo junto à aldeia, por considerar que se trata de um “atentado ambiental”, que iria pôr em causa a saúde pública e a sobrevivência da freguesia.
“Todos sabemos que a exploração de quartzo implica a libertação de sílica, que provoca silicose, a doença que matou muitos mineiros. São poeiras que se propagam no ar e que as pessoas acabam por respirar”, realça o presidente da JFQ, José Carlos Fernandes.
Acresce que a pedreira seria instalada num monte onde existe um castro e é considerado de interesse cultural pelo governo espanhol e a área envolvente é Rede Natura 2000 e Parque Natural de Montesinho. “É um dos rios mais selvagens da Península Ibérica, que iria ficar totalmente poluído e as espécies de fauna e flora iriam desaparecer”, salienta António Ramião.
Investimento de cerca de 200 mil euros efectuado no Parque do Colado comprometido com a exploração de pedra
A contaminação das águas é uma preocupação para populações do concelho de Vimioso, que são abastecidas por captações no rio Maçãs, como é o caso de Argozelo, Carção, Santulhão, Matela, Avinhó e Junqueira.
Neste sentido, os presidentes das Juntas de Freguesia de Argozelo e Carção também já se manifestaram contra a concretização deste projecto. O mesmo acontece com a Comissão Política Concelhia de Vimioso do PS, que emitiu um comunicado a repudiar a exploração de quartzo no lado espanhol.
Já a Câmara Municipal de Bragança (CMB) solicitou informação adicional à Agência do Ambiente, por considerar que não foi disponibilizada documentação técnica suficiente para perceber os impactos ambientais desta exploração.
Além disso, o presidente da CMB, Jorge Nunes, lembra que o monte de Pedroso está classificado, desde 2009, como bem de interesse cultural de protecção máxima, o que, por si só, deveria inviabilizar o projecto. “Pensamos que o resultado final será o impedimento do avanço do projecto por incompatibilidade com o grau de protecção de que goza aquela zona”, conclui o edil.
Entretanto, a população de Quintanilha garante que não vai baixar os braços até conseguir travar o projecto para exploração de quartzo junto à aldeia. “Não podem destruir o parque do Colado, que recebe muitas pessoas no Verão”, afirma Agostinho Vaz, de 66 anos.
João Fernandes, de 69 anos, também está contra a pedreira. “Eles vão querer explorar com o mínimo investimento e vão matar-nos a todos”, reclama este habitante.
As pessoas de Quintanilha garantem, ainda, que vão usar todos os meios para impedir que os espanhóis avancem com os trabalhos. “Disseram-nos que aquilo será uma exploração para 40 anos. Temos que nos opôr e não deixar passar as máquinas”, assevera Maria Odete, de 82 anos.
Por: Teresa Batista
A população de Quintanilha, no concelho de Bragança, manifestou-se, na passada quinta-feira, contra a exploração de quartzo do lado espanhol, a cerca de 150 metros da localidade portuguesa.
O projecto para a instalação de uma pedreira a céu aberto no monte do Pedroso, junto ao rio Maçãs e ao parque do Colado, já foi entregue às autoridades portuguesas, que intimaram as entidades regionais envolvidas, através da Agência Nacional do Ambiente, para se pronunciarem sobre a exploração de quartzo do lado de lá da fronteira.
A Associação Protectora Amigos do Maçãs (APAM) é uma das entidades que já emitiu o seu parecer negativo relativamente ao avanço da pedreira. “Tivemos acesso ao resumo técnico do projecto e verificamos que tem muitas falhas. Não contempla, por exemplo, a fauna e flora existente no local, nem a existência de uma localidade mesmo em frente à exploração”, constata o presidente da APAM, António Ramião.
A Junta de Freguesia de Quintanilha (JFQ) também já se pronunciou contra a exploração de quartzo junto à aldeia, por considerar que se trata de um “atentado ambiental”, que iria pôr em causa a saúde pública e a sobrevivência da freguesia.
“Todos sabemos que a exploração de quartzo implica a libertação de sílica, que provoca silicose, a doença que matou muitos mineiros. São poeiras que se propagam no ar e que as pessoas acabam por respirar”, realça o presidente da JFQ, José Carlos Fernandes.
Acresce que a pedreira seria instalada num monte onde existe um castro e é considerado de interesse cultural pelo governo espanhol e a área envolvente é Rede Natura 2000 e Parque Natural de Montesinho. “É um dos rios mais selvagens da Península Ibérica, que iria ficar totalmente poluído e as espécies de fauna e flora iriam desaparecer”, salienta António Ramião.
Investimento de cerca de 200 mil euros efectuado no Parque do Colado comprometido com a exploração de pedra
A contaminação das águas é uma preocupação para populações do concelho de Vimioso, que são abastecidas por captações no rio Maçãs, como é o caso de Argozelo, Carção, Santulhão, Matela, Avinhó e Junqueira.
Neste sentido, os presidentes das Juntas de Freguesia de Argozelo e Carção também já se manifestaram contra a concretização deste projecto. O mesmo acontece com a Comissão Política Concelhia de Vimioso do PS, que emitiu um comunicado a repudiar a exploração de quartzo no lado espanhol.
Já a Câmara Municipal de Bragança (CMB) solicitou informação adicional à Agência do Ambiente, por considerar que não foi disponibilizada documentação técnica suficiente para perceber os impactos ambientais desta exploração.
Além disso, o presidente da CMB, Jorge Nunes, lembra que o monte de Pedroso está classificado, desde 2009, como bem de interesse cultural de protecção máxima, o que, por si só, deveria inviabilizar o projecto. “Pensamos que o resultado final será o impedimento do avanço do projecto por incompatibilidade com o grau de protecção de que goza aquela zona”, conclui o edil.
Entretanto, a população de Quintanilha garante que não vai baixar os braços até conseguir travar o projecto para exploração de quartzo junto à aldeia. “Não podem destruir o parque do Colado, que recebe muitas pessoas no Verão”, afirma Agostinho Vaz, de 66 anos.
João Fernandes, de 69 anos, também está contra a pedreira. “Eles vão querer explorar com o mínimo investimento e vão matar-nos a todos”, reclama este habitante.
As pessoas de Quintanilha garantem, ainda, que vão usar todos os meios para impedir que os espanhóis avancem com os trabalhos. “Disseram-nos que aquilo será uma exploração para 40 anos. Temos que nos opôr e não deixar passar as máquinas”, assevera Maria Odete, de 82 anos.
Por: Teresa Batista
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Terapia de Grupo
Quatro pacientes estão reunidos.
O terapeuta pede que todos se apresentem, digam qual é sua actividade e que comentem porque a exercem.
O primeiro diz:
- Chamo-me Francisco, sou médico porque me agrada tratar da saúde e cuidar das pessoas.
O segundo apresenta-se:
- Chamo-me Ângelo. Sou arquitecto porque me preocupa a qualidade de vida das pessoas e como vivem.
A terceira diz:
- Chamo-me Maria e sou lésbica. Sou lésbica porque adoro mamas e rabos femininos e fico louca só de pensar em fazer sexo com mulheres.
Faz-se um silêncio...
Então o Transmontano diz:
- Sou o Manel Jaquim e até há pouco achava que era pedreiro, mas acabo de descobrir que sou é lésbica ...
O terapeuta pede que todos se apresentem, digam qual é sua actividade e que comentem porque a exercem.
O primeiro diz:
- Chamo-me Francisco, sou médico porque me agrada tratar da saúde e cuidar das pessoas.
O segundo apresenta-se:
- Chamo-me Ângelo. Sou arquitecto porque me preocupa a qualidade de vida das pessoas e como vivem.
A terceira diz:
- Chamo-me Maria e sou lésbica. Sou lésbica porque adoro mamas e rabos femininos e fico louca só de pensar em fazer sexo com mulheres.
Faz-se um silêncio...
Então o Transmontano diz:
- Sou o Manel Jaquim e até há pouco achava que era pedreiro, mas acabo de descobrir que sou é lésbica ...
segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
Miranda prepara Festival de Sabores Mirandeses
De 18 a 20 de Fevereiro, a cidade mirandesa respira cultura e tradição .
Para além disso, esta feira gastronómica e artesanal é um “motor importante para o desenvolvimento do munícipio”, refere o presidente da Câmara, Artur Nunes. Acrescentando ainda, “que esta é uma oportunidade para os agricultores do concelho escoarem e ao mesmo tempo darem a conhecer o produto que ao longo do ano produziram para apresentar especialmente neste evento”.
A par do fumeiro que já está bem curado para degustar, dos roscos, dos sodos, da deliciosa bola doce, os visitantes têm a oportunidade de saborear a boa carne mirandesa. Pois, cada dia do certame é dedicado às raças que estão representadas no concelho. Desde a vitela mirandesa com a famosa posta, o cordeiro mirandês (raças DOP) e o porco com todos os seus derivados. Tudo isto, acompanhado pelo bom vinho que se produz na região.
Mas nem só de gastronomia e artesanto vive o festival , a lhéngua mirandesa e a música tradicional vão ser uma constante. “Para isso contamos com os gaiteiros, tamborileiros e claro está, os pauliteiros,” refere com orgulho o autarca.
A nível cultural a oferta é diversificada, desde exposições, visitas guiadas, workshops, seminários, etc.
Pode, ainda, participar nos passeios BTT, TT e pedestres e apreciar o “belo horrendo” das Arribas que estão inseridas em pleno Parque do Douro Internacional.
Também as montarias ao javali já se tornaram num sucesso, esta é uma actividade que dá a oportunidade aos monteiros de conviverem de perto com a cultura, tradição, gastronomia, fauna e flora, desta terra chamada MIRANDA DO DOURO.
Jornal Nordeste
domingo, 30 de janeiro de 2011
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
Comemoração dos 547 Anos de Bragança Cidade
dia 20 de Fevereiro
[Auditório do Teatro Municipal de Bragança]
Categoria “Medalha Municipal de Mérito”
Luís Manuel Machado Rodrigues
Categoria “Ensino-Educação”
Jorge Pedro Martins Nogueiro
Salomão Assis Campos Fernandes
Categoria “Cidadania”
Amândio Nicolau Lopes Sernadela
Arnaldo João Rodrigues
Celina De Lurdes Gonçalves Estevinho Mesquita
Maria Alcina Ribeiro Correia Afonso Dos Santos
Maria Eduarda Melo Siza Vieira
Pedro Miguel Dos Santos Pires Guerra
Octávio Augusto Sobrinho Alves
Categoria “Embaixador de Bragança”
Abílio Cesário Lopes Martins
Albano Joaquim Dos Santos
Amadeu José Ferreira
Eduardo Ferreira Da Lapa
José Manuel Chiotte Lopes Da Silva
José Mário Leite
Diocese de Bragança-Miranda
Por: Ana Preto:
Primeira fase do Inventário histórico-artístico concluída
Existem receios de que possa não haver financiamento para a segunda fase, que abrange os concelhos de Bragança, Vinhais, Miranda do Douro, Mogadouro e Mirandela .
Com 11 275 peças inventariadas em templos religiosos nos concelhos de Alfândega Fé, Carrazeda de Ansiães, Freixo de Espada à Cinta, Macedo de Cavaleiros, Torre de Moncorvo, Vila Flor e Vimioso, está concluída a primeira fase do inventário histórico-artítico da diocese de Bragança-Miranda. Para D. António Montes, Bispo diocesano, “é muito importante que fiquemos a conhecer melhor aquilo que temos. Isto é apenas uma pequena parte. Dos cálculos de um dos intervenientes, do professor Vítor Serrão, haverá umas 50 mil peças no distrito (que coincide com os limites da diocese), e estão inventariadas perto de 12 mil”, disse. Segundo Vítor Serrão, director do Instituto de História da Arte da Faculdades de Letras da Universidade de Lisboa, membro da equipa de inventariantes desde 2004, com este inventário a ideia de que esta região era periférica e pouco importante a nível de património religioso ficou completamente esbatida. “A quantidade e qualidade de patrimónios, desde a Idade Média, ao Gótico, ao Renascimento, Barroco, Rococó e outros períodos é tão importante, tão variada e com tanta qualidade de repertórios, que mostra que os mercados de arte que aqui actuaram” estavam perfeitamente a par “com o melhor que era feito em Lisboa, e noutras capitais importantes do tempo, nomeadamente com Valladolid”, referiu. Para o professor, “o inventário vai promover turismo, vai criar emprego, vai recolocar no mapa uma região depauperada, vai permitir que haja restauro, que haja medidas prevenidas, que haja outros cuidados”. Outra das razões pelas quais é importante proceder ao inventário é a criação de um catalogo detalhado de cada peça existente que permitirá poder recuperá-la mais facilmente, em caso de roubo. “Os antiquários têm por obrigação saber a proveniência da peça. Se essa peça não está inventariada, não se sabe sequer se houve roubo. A dificuldade que existe, neste momento, no Museu de Arte Sacra da Polícia Judiciária, em Loures, é que eles têm lá inúmeras peças recuperadas, mas não as podem devolver porque não sabem a que igreja pertencem, por falta de inventário”, explicou Carlos Mendes, da Associação Terras Quentes, entidade responsável pela inventariação. O inventário na diocese permitiu já a recuperação de peças roubadas no Santuário de Santo Antão da Barca, em Alfândega da Fé. Entretanto, em 2007 foram roubadas duas imagens da igreja de Grijó, e em Dezembro passado uma imagem da igreja matriz de Macedo de Cavaleiros que, apesar de inventariadas ainda não foram recuperadas. “Vê-se que são roubos cirúrgicos. Portanto, são roubos efectuados por gente que sabe daquilo que anda à procura. Juntando as peças de Macedo de Cavaleiros e da igreja de Grijó temos uma sagrada família, com as mesmas características, com a mesma cronologia”, referiu Carlos Mendes, acrescentado a Polícia Judiciária tem já suspeitos do primeiro furto, em Grijó.
Falta ainda assegurar a verba para a restante inventariação.
O inventário que agora foi concluído resultou de um protocolo estabelecido entre a diocese, o município de Macedo de Cavaleiros, a Universidade católica Portuguesa, através da sua Escola de Artes, a Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, através do Departamento de História, a Associação de Defesa do Património Terras Quentes e o Instituto Superior de Polícia Judiciária e Ciências Criminais. Ao município de Macedo de Cavaleiros juntaram-se os restantes seis, compreendidos nesta primeira fase. Essas câmaras municipais comparticiparam 45 por cento dos custo da inventariação, sendo os restantes 55 por cento resultantes de uma candidatura ao QREN. Para Carlos Mendes, a comparticipação de 55 por cento é uma discriminação negativa da região. “Há uma determinação da Conferência Episcopal Portuguesa, um acordo que foi feito com o Estado, em que todos os inventários das dioceses deste país seriam financiados a 75 por cento. Não compreendemos porque é que Bragança foi a única que foi financiada a 55 por cento”. Isto explica-se, talvez, porque esta Associação foi a única entidade privada a pegar no projecto, enquanto, no resto do país, tem sido a próprias dioceses a realizar o inventário. A somar a isto, regista-se uma atraso no pagamento da verba. “A candidatura tem um valor global de 560 mil euros, e do QREN, até ao momento, o que recebemos não chega a 18 mil”. Também alguns municípios não cumpriram os seus compromissos, com excepção de Macedo de Cavaleiros, Freixo de Espada à Cinta, Alfândega da Fé e Vimioso. Carlos Mendes, receia agora, que possa não haver verba para terminar o inventário, nos restantes concelhos. “Estamos em conversações com a diocese. Vamos ver se chegamos a bom termo. A Associação Terras Quentes, por si, não tem estrutura financeira para conseguir abalançar-se a uma segunda fase, perante estes pressupostos”. Espera-se que, através da diocese se possa conseguir uma comparticipação a 75 por cento e que os municípios que faltam possam vir a aderir a este projecto. Vítor Serrão sublinhou que este é um trabalho em aberto e demonstrou preocupação, tal como Carlos Mendes, pelo facto de, na sessão de apresentação do inventário, no passado dia 22, no centro Cultural de Macedo, não ter estado nenhum representante da gestão do QREN, tal como estava previsto no programa. D. António Montes fez votos para que “apesar da situação menos favorável do país, neste momento,” o inventário seja concluído, no conjunto da diocese.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
Por Falar em Chouriças
- Como o vou avisar quando o bebé nascer?
- Mande um postal e escreva ''Pão Italiano''.
Eu cuidarei de todas as despesas da criança.
Alguns meses se passaram. Um dia quando o médico chegou em casa, a esposa disse:
- Você recebeu um cartão-postal da Itália e eu não consigo entender o significado da mensagem.
Ele leu o cartão e caiu no chão com um violento ataque cardíaco e foi levado à urgência do hospital.
O cardiologista perguntou à esposa:
- Aconteceu algo que possa ter causado o ataque?
- Ele apenas leu este cartão postal:
"Cinco Pães Italianos, Três com linguiça e Dois sem".
Banco de Bragança - Banco Regional 1875-1919
Arquivo Histórico da Câmara Municipal
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
REDE ecoCITRAS
Bragança, Chaves, Macedo de Cavaleiros, Miranda do Douro, Mirandela e Valpaços agruparam-se para trabalhar em conjunto e criaram a Rede de Cidades Ecológicas e Inovadoras de Trás-os-Montes, a Rede ecoCitras.
A Rede ecoCITRAS é o embrião de uma estratégia conjunta para que estas cidades transmontanas deixem de ser vistas isoladamente, disputando as mesmas funções e equipamentos, e passem a organizar-se de forma conjunta, valorizando as suas diferenças e cooperando para reforçar sinergias e complementaridades.
A criação da Rede ecoCITRAS pretende centrar-se num factor de competitividade horizontal a todos os concelhos envolvidos, o conceito \"Eco\", abrangendo os principais clusters de actividades da região, tradicionais e emergentes: construção, energia, turismo e agro-indústria.
Um dos objectivos desta Rede é desenvolver um sistema urbano integrado em torno das temáticas da eco-eficiência e sustentabilidade ambiental, que valorize as complementaridades existentes e que estimule factores de diferenciação entre as cidades da rede.
Este conceito pretende ainda optimizar o potencial das infra-estruturas e equipamentos, numa perspectiva de Rede, promovendo a partilha de recursos e de conhecimento, atrair e fixar em Trás-os-Montes recursos humanos altamente qualificados e promover a criação de comunidades de conhecimento, tais como desenvolver nesta região iniciativas económicas e actividades inovadoras, relacionadas com a eco-eficiência e sustentabilidade ambiental.
A Rede prevê a implementação de seis projectos mobilizadores, num valor global de 15 milhões de euros, em cada uma das cidades.
A chefe de fila da rede é a cidade de Bragança onde está previsto o EcoPolis, um centro de referência em construção sustentável. Macedo de Cavaleiros ficará com a ADT - Agência de Desenvolvimento de Trás-os-Montes, Chaves vai receber o Aquae - Centro de Competências em Turismo, Termalismo, Saúde e Bem-estar, Miranda do Douro e Mirandela vão receber a Plataforma de Desenvolvimento Rural Sustentável (Pólo Agro-Industrial e Agro-Pecuário) e por fim em Valpaços está destinada a Casa dos Vinhos.
Presidenciais - Resultados em Bragança
Cavaco Silva obteve 65,11 por cento dos votos, contra os 18,88 por cento de Manuel Alegre, seu rival mais directo.
Em terceiro lugar ficou Fernando Nobre com 9,48 por cento. O candidato apoiado pelo PCP, Francisco Lopes, obteve 2,84%.José Manuel Coelho conseguiu 2,65 por cento e Defensor Moura 1,05.
A abstenção neste distrito foi de 60,09 por cento.
domingo, 23 de janeiro de 2011
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