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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Gabinete apoia vítimas de violência doméstica de Alfândega da Fé

Alfândega da Fé já tem um gabinete de apoio às vítimas de violência doméstica. O serviço surge associado à Liga dos Amigos do Centro de Saúde que pretende prestar um apoio de proximidade.  
“A necessidade de implementar este gabinete surgiu de querer trabalhar ao nível da protecção e integração das vítimas que já estavam sinalizadas para proporcionar à população um serviço para reconstruir a vida livre de violência”, refere o técnico responsável do projecto.
Fernando Oliveira salienta que os casos já existentes, relativos ao concelho de Alfândega da Fé, estão agora a ser acompanhados por este gabinete. “Em 2012 tínhamos 27 vítimas sinalizadas pelo Núcleo de Apoio à Vítima da ASMAB, mas esses processos já transitaram todos para o gabinete local para serem acompanhados”. 
Além disso, “este ano já surgiram algumas denuncias pois o trabalho de sensibilização tem dados alguns resultados”.
Este gabinete não é dirigido apenas às vítimas de violência doméstica. Qualquer cidadão pode recorrer a ele para denunciar casos de que tenha conhecimento. “Denunciar situações de violência é um dever cívico e como garantimos o anonimato e a confidencialidade as pessoas sentem cada vez mais a obrigação de denunciar estes casos”, afirma o responsável.
O gabinete de apoio às vítimas de violência doméstica de Alfândega da Fé presta apoio ao nível da protecção das vítimas e promoção da reintegração social, garantindo direitos jurídicos e sociais.

Escrito por Brigantia

Bombeiros de Izeda querem ser PEM

Os Bombeiros Voluntários de Izeda, no concelho de Bragança, querem ser Posto de Emergência Médica – PEM. 
Neste momento, a corporação é apenas posto reserva, o que significa que a comparticipação que recebe do Estado cobre, apenas, os quilómetros efectuados. Caso fosse PEM, tanto a viatura, como a tripulação, eram suportadas pelo INEM.  
O presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros de Izeda, Luís Filipe Fernandes, não se conforma com esta situação e acusa mesmo o Governo de discriminação. “É uma discriminação completa o que o governo está a fazer em relação aos outros bombeiros. 
O INEM cria os chamados postos de Emergência Médica só nas sedes de concelho. Acontece que Izeda não é sede de concelho e a nossa corporação é discriminada neste ponto, porque se nós olharmos para os números de saídas da emergência médica nós temos números superiores a algumas sedes de concelho deste distrito”, garante o responsável. 
O presidente da Associação Humanitária garante que vai continuar a lutar para que o INEM crie um Posto de Emergência Médica em Izeda. “É uma questão que nós debatemos e neste momento estamos a tentar fazer ver ao Instituto de Emergência Médica que a questão da sede de concelho não é suficiente para justificar, quando a nosso ver o que justificaria seria o trabalho feito. 
Izeda pelas questões estratégicas e geográficas, nós apanhamos o norte do concelho de Macedo de Cavaleiros, a parte oeste do concelho de Vimioso, e a apanhamos toda a parte sul do concelho de Bragança. Portanto, é uma ânsia nossa e vamos continuar a lutar por um Posto de Emergência Médica”, garante o presidente da Associação Humanitária.   
Enquanto não é criado o Posto de Emergência Médica, os Bombeiros têm que suportar os meios para socorrer as populações.
De recordar que reforçaram recentemente a frota com mais três viaturas, entre elas uma ambulância.

Escrito por Brigantia

EM DIA DE JACKPOT DE 185 MILHÕES EM BRAGANÇA, O MOVIMENTO DE REGISTOS DO EUROMILHÕES ERA NORMAL

terça-feira, 25 de junho de 2013

Trás os Montes- Rios

Do Meu Estimado Amigo Daniel Vilar!

O problema da droga diz respeito a todos...”A ilha do Drº Moreau”

Há uns anos atrás vi um filme que despertou a minha atenção, ”A ilha do Drº Moreau”. 
Hoje ele veio à minha memória.
Numa ilha deserta, algures num oceano, um cientista louco tentava transformar animais em homens.
Dezenas de seres indefinidos, e infelizes, vagueavam por essa ilha, esperando que o tempo passasse.
A revolta começou, quando um tigre meio homem, meio felino, contemplou um seu majestoso irmão da Malásia, a beber a tão preciosa água abundante em toda a ilha.
Num dado momento, eis que um grito saiu do seu monstruoso corpo: “Eu sou um tigre, quero ser livre".
Também eu, quando caminho nesta selva que é o Mundo em que vivemos, vejo igualmente dezenas de seres indefinidos.
Homens de valor comprovado que traficantes de droga transformaram em parasitas inúteis.
Nos seus caminhos de destruição e miséria, há muito que se esqueceram que também são homens.
A vida do homem tem um prazo determinado, todos o sabemos.
Já uma árvore, tem esperança mesmo que a cortem, brota de novo e não pára de produzir rebentos.
Quando um homem morre, não pode tornar a reviver.
Daí, o meu grito direcionado para ti, e em quase tudo igual ao do tigre.
Ainda é tempo de parares,olhares o espelho e dizeres NÃO !!! a essa imagens imunda que tens à tua frente.
E, acima de tudo dizeres:
Eu sou um homem, e quero ser LIVRE.

Ana Martins


Contrato de desenvolvimento social em Mogadouro vigora durante dois anos

A Câmara de Mogadouro, a Misericórdia e o Instituto da Segurança Social assinaram um protocolo integrado no programa CLDS+, que durante dois anos vai promover a inclusão social dos cidadãos nos territórios envelhecidos ou atingidos por calamidades.
"Este Contrato Local de Desenvolvimento Social será desenvolvido nos próximos dois anos e vai abranger toda a área geográfica do concelho de Mogadouro, num total de 756 quilómetros quadrados", disse hoje a Lusa o vice-presidente da autarquia de Mogadouro, João Henriques.
Para além da terceira idade, o projeto vai tentar "ajudar" jovens em risco de pobreza ou aqueles que por vários motivos abandonam os seus estudos.
A equipa técnica selecionada para o desenvolvimento do programa de Mogadouro é "multidisciplinar", composta por três técnicos superiores e com um orçamento disponível de 300 mil euros para os dois em que vigora o programa e será coordenado pela Santa Casa da Misericórdia.
O CLDS+ é considerado pelos seus promotores "uma nova geração contratos sociais", com um enfoque alargado aos territórios especialmente afetados pelo desemprego e em os territórios marcados por situações críticas de pobreza, em especial a pobreza infantil.
Os contratos têm vindo a ser implementados "de modo paulatino desde 2007" e durante este período foi possível identificar alguns "constrangimentos" à concretização das ações contempladas em plano de ação e que se prendem, sobretudo, com "a desadequação dos atuais normativos reguladores face à conjuntura socioeconómica contemporânea".
Estes instrumentos de política social, em funcionamento em mais de 60 concelhos, têm sido, por isso, ajustados às concretas necessidades das pessoas e dos territórios, sendo capazes de acompanhar os desafios sociais atuais.

FYP // JGJ
Lusa/fim

Mirandela lança alheiras "light" e para crianças

A alheira de Mirandela quer conquistar o paladar dos mais pequenos e dos adeptos de comidas menos calóricas. Para isso, vai lançar a "Alheira Kids" e a "Alheira Natural", sem nunca fugir à fórmula tradicional.
Depois de variedades como a alheira de bacalhau e vegetariana, agora aposta-se em versões light e para crianças. A ideia é de Sónia Carvalho que diz querer "inovar, mantendo a tradição".  Carne, pão e azeite vão fazer partes destas duas novas versões da famosa alheira mirandesa, que serão fabricadas numa produtora de Mirandela e chegar aos mercados entre "Outubro e Novembro".
"A Alheira Kids é inspirada nos 'reizinhos' de antigamente, que eram alheiras pequeninas oferecidas às crianças nesta zona de Trás-os-Montes", explica a autora em declarações à agência Lusa.
Para adaptar a receita tradicional ao paladar e gostos das crianças, a empresa está a realizar um estudo nutricional para substituir o picante pouco tolerado pelos mais novos por “alguma especiaria” que lhe garanta a condimentação certa.
Em desenvolvimento está também a “Alheira Natura”, baixa em calorias, para os apreciadores dos produtos “light”. A ideia surgiu numa missão empresarial ao Brasil em que Sónia participou.
“O Brasil é um potencial mercado desse tipo de produtos, eles querem produtos com baixas calorias, são acérrimos utilizadores dos ginásios, das dietas, embora gostem dos nossos produtos, mas acham-nos sempre muito calóricos, pelo que achamos por bem desenvolver esse produto”, disse.
A autora da “alheira light” promete “não desvirtuar” o enchido, mantendo a receita tradicional, “mas apelando mais às carnes brancas”, em vez da habitual carne de porco, garantiu.
A receita tradicional da alheira certificada de Mirandela rende cerca de dois milhões de euros por ano à empresa “Alheiras Angelina”, que emprega 30 pessoas na cidade transmontana.

BRAGANÇA: PSP FAZ BALANÇO POSITIVO DA ATUAÇÃO NO PRIMEIRO SEMESTRE DO ANO

O comandado da Policia de Segurança Publica(PSP) de Bragança, anunciou que desde o início do ano foram levadas a efeito uma série de operações policiais, tendo resultado na detenção em flagrante delito de uma centena de indivíduos, relacionados com inúmeros crimes que vão desde a condução sob o efeito do álcool até à posse de arma proibidas. 
Os registos da PSP passam por três crimes por desobediência quatro crimes, contra o património, cinco por condução sem habilitação legal, 14 por suspeita de tráfico de estupefacientes, três por detenção de armas proibidas, sendo o mais flagrante, a por condução automóvel sob o efeito do álcool com 71 detenções.

Corane qualifica desempregados

A Corane já qualificou cerca de 1500 pessoas nos últimos cinco anos. 
A Associação de Desenvolvimento dos Concelhos da Raia Nordestina tem desenvolvido várias acções de formação nos concelhos de Bragança, Vinhais, Vimioso e Miranda do Douro.  
A coordenadora da CORANE diz que há a preocupação de adaptar os cursos às solicitações dos próprios formandos. Luísa Pires não tem dúvidas que esta é uma oportunidade para quem perdeu o emprego e quer dedicar-se a outra actividade. “Nós fazemos a formação que as pessoas procuram e isso faz com que tenhamos sempre muita gente inscrita em lista de espera. 
Há muita vontade de aprender, as pessoas têm uma grande vontade, uns de melhorar e de se actualizar naquilo que já fazem, e outros como estão agora a empreender em novas actividades têm necessidades de formação noutras áreas”, explica a responsável.
Entre as áreas de formação estão, por exemplo, a agricultura e o artesanato.
A Corane vai abrir em breve novos cursos de formação.

Escrito por Brigantia

Bombeiros de Izeda reforçam frota

Os Bombeiros Voluntários de Izeda, no concelho de Bragança, reforçaram a frota com mais três viaturas. Uma ambulância e um veículo de combate a incêndios são novos e um limpa-neves com espalhador de sal foi adaptado.  
O comandante dos bombeiros de Izeda, João Lima, não tem dúvidas que estes meios aumentam a capacidade operacional da corporação.
O investimento ronda os 280 mil euros. O presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Izeda, Luís Filipe Fernandes, garante que este reforço de meios só foi possível graças à gestão rigorosa das contas da associação. “Em termos financeiros foi um encargo muito grande. Embora o maior investimento tenha sido este carro de combate a incêndios urbanos, que custou cerca de 200 mil euros, comparticipados pelo QREN. Depois com muita dedicação, procura de soluções e oportunidades e com uma gestão rigorosa dos dinheiros da associação, foi possível ter estas viaturas”, realça o responsável.
Os Bombeiros Voluntários de Izeda contam agora com mais três veículos totalmente equipados ao serviço da população.

Escrito por Brigantia 

segunda-feira, 24 de junho de 2013

ESTADO É PROPRIETÁRIO DE 10% DOS TERRENOS EXISTENTES NO PAÍS, A MAIORIA AO ABANDONO.

FEIRA DE BRAGANÇA É UMA ALTERNATIVA PARA MUITA GENTE COMPRAR MAIS BARATO EM TEMPO DE CRISE

PATRIMÓNIO EM MOVIMENTO - O Museu na Cidade / a Cidade no Museu.

Se te interessas pela história, etnografia, património e costumes da região, inscreve-te como VOLUNTÁRIO no Museu do Abade de Baçal para o programa PATRIMÓNIO EM MOVIMENTO - O Museu na Cidade / a Cidade no Museu.
Terás um curso sobre a história e património da cidade de Bragança e depois irás orientar os turistas interessados em percorrer as maravilhas do nosso Museu e da zona histórica.
O programa desenvolver-se-á nos meses de julho e agosto em horário flexível.
Destina-se a todos os interessados dos 09 aos 90 anos.

Filhos do 25 de Abril

Pedro Bidarra
UMA OPINIÃO
Não confio na minha geração nem para se governar a si própria. E temo pela que se segue.
A geração que fez o 25 de Abril era filha do outro regime. Era filha da ditadura, da falta de liberdade, da pobre e permanente austeridade e da 4.ª classe antiga.
Tinha crescido na contenção, na disciplina, na poupança e a saber (os que à escola tinham acesso) Português e Matemática.
A minha geração era adolescente no 25 de Abril, o que sendo bom para a adolescência foi mau para a geração.
Enquanto os mais velhos conheceram dois mundos – os que hoje são avós e saem à rua para comemorar ou ficam em casa a maldizer o dia em que lhes aconteceu uma revolução – nós nascemos logo num mundo de farra e de festa, num mundo de sexo, drogas e rock & roll, num mundo de aulas sem faltas e de hooliganismo juvenil em tudo semelhante ao das claques futebolísticas mas sob cores ideológicas e partidárias. O hedonismo foi-nos decretado como filosofia ainda não tínhamos nem barba nem mamas.
A grande descoberta da minha geração foi a opinião: a opinião como princípio e fim de tudo. Não a informação, o saber, os factos, os números. Não o fazer, o construir, o trabalhar, o ajudar. A opinião foi o deus da minha geração. Veio com a liberdade, e ainda bem, mas foi entregue por decreto a adolescentes e logo misturada com laxismo, falta de disciplina, irresponsabilidade e passagens administrativas.
Eu acho que minha geração é a geração do “eu acho”. É a que tem controlado o poder desde Durão Barroso. É a geração deste primeiro-ministro, deste ministro das Finanças e do anterior primeiroministro.
E dos principais directores dos media. E do Bloco de Esquerda e do CDS. E dos empresários do parecer – que não do fazer.
É uma geração que apenas teve sonhos de desfrute ao contrário da outra que sonhou com a liberdade, o desenvolvimento e a cidadania. É uma geração sem biblioteca, nem sala de aula mas com muita RGA e café. É uma geração de amigos e conhecidos e compinchas e companheiros de copos e de praia. É a geração da adolescência sem fim. Eu sei do que falo porque faço parte desta geração.
Uma geração feita para as artes, para a escrita, para a conversa, para a música e para a viagem. É uma geração de diletantes, de amadores e amantes. Foi feita para ser nova para sempre e por isso esgotou-se quando a juventude acabou. Deu bons músicos, bons actores, bons desportistas, bons artistas. E drogaditos. Mas não deu nenhum bom político, nem nenhum grande empresário. Talvez porque o hedonismo e a diletância, coisas boas para a escrita e para as artes, não sejam os melhores valores para actividades que necessitam disciplina, trabalho, cultura e honestidade; valores, de algum modo, pouco pertinentes durante aqueles anos de festa.
Eu não confio na minha geração nem para se governar a ela própria quanto mais para governar o país. O pior é que temo pela que se segue. Uma geração que tem mais gente formada, mais gente educada mas que tem como exemplos paternos Durão Barroso, Santana Lopes, José Sócrates, Passos Coelho, António J. Seguro, João Semedo e companhia. A geração que aí vem teve-nos como professores. Vai ser preciso um milagre. Ou então teremos que ressuscitar os velhos. Um milagre, lá está.

Pedro Bidarra
Publicitário, psicossociólogo e autor
Escreve à sexta-feira para Dinheiro Vivo
Escreve de acordo com a antiga ortografia

Filme Portugues - Capas Negras [1947]

Oficinas de Fotografia - Museu do Abade de Baçal

O Museu do Abade de Baçal irá promover no dia 06 de julho a oficina de fotografia "Um passeio no parque".
As inscrições estão abertas até dia 04 de julho.
Para mais informações contacte-nos através do email: mabadebacal@culturanorte.pt ou ritalmendra@gmail.com

Mais do que uns reles tremoços - A Origem Transmontana tratou de dar ao tremoço um estatuto mais elevado

O charme depende sempre da perspetiva. Um prato de tremoços, a acompanhar um fino numa esplanada, pode ter o seu encanto.
Que, no entanto, não chega para ter lugar nas prateleiras de uma loja gourmet. A Origem Transmontana - que é o nome de uma loja, em Bragança, e também marca de vários produtos da região - tratou de dar ao tremoço um estatuto mais elevado.
Depois de muito pesquisar, Luís Portugal, o responsável pela Origem Transmontana, chegou a duas receitas, que dão aos tremoços um toque de requinte: uma leva azeite, alho, flor de sal e pimentas (vermelha, preta e branca); outra, malagueta, flor de sal e coentros.
Os tremoços são da serra de Nogueira, ao lado de Bragança, e chegam a vários pontos do País em frascos de 240 gramas. Há que tirar-lhes a casca na mesma, mas são uns senhores tremoços
TREMOÇOS ORIGEM TRANSMONTANA
Frascos de 240 gramas. €2 (aprox)
À venda em lojas como Mercearia do Bolhão, Casa São Miguel, Galo Louco, G'S Collection, Portucraft, Casa Januário (Porto); Almalis, Memórias e Segredos (Lisboa); Mercado da Saudade (Braga); Loja Gaveto, Intensus (Espinho)

in:visao.pt

Bispo de Bragança pede compreensão correta dos exorcismos

O bispo de Bragança-Miranda considera que a compreensão do exorcismo deve “partir de Jesus Cristo e da sua ação” e da sua dimensão simbólica de luta entre "a luz e as trevas".
“Jesus, durante a sua vida pública, expulsava os demónios e libertava os homens das possessões dos espíritos malignos para habitar o coração do homem. A Igreja no desenvolvimento do seu ministério, na luta contra Satanás, acompanha os fiéis com a oração e a invocação da presença eficaz de Cristo”, escreve D. José Cordeiro, consultor da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos (Santa Sé) na mais recente edição do Semanário ECCLESIA.
O responsável recorda que antes da nomeação e ordenação episcopal, lecionou no Centro Regional do Porto da Universidade Católica Portuguesa o curso ‘Dependências do mal e libertação’, no âmbito do doutoramento em Teologia ‘Fé, cura e capacitação frente ao Mal’.
“Em latim ‘exorcizare’ tem o significado fundamental de ‘esconjurar’, para que uma pessoa seja purificada do demónio. A palavra ‘esconjurar’ tem mais significados, como estes: livrar de alguém; pedir ardentemente algo; impetrar, implorar, rogar, suplicar; invocar, evitar, vencer, superar, esquivar, derrotar”, explica.
Dos atuais livros litúrgicos e dos documentos do Magistério, indica D. José Cordeiro, deduz-se que o exorcismo é “um rito, de um sacramental”, estruturado de maneira que “apareça a sua índole de bênção invocativa sobre o batizado, adulto ou criança, com finalidade catequética, formativa, de disposição à Iniciação cristã, assim como da libertação do influxo diabólico”.
“O termo ‘exorcismo’ é a transcrição do grego, que significa “esconjuro”, ou seja, o ato de obrigar com juramento a fazer algo”, acrescenta.
O bispo de Bragança-Miranda cita o n.º 11 dos preliminares do novo Ritual dos exorcismos, no qual se lê: “Entre estes auxílios salienta-se o exorcismo solene, também designado grande exorcismo ou exorcismo maior, que é uma celebração litúrgica”.
“O exorcismo, que ‘tem por fim expulsar os demónios ou libertar da influência diabólica, e isto em virtude da autoridade espiritual que Jesus confiou à sua Igreja’, é uma súplica do género dos sacramentais, portanto um sinal sagrado”, precisa.
O especialista indica, por outro lado, que “ninguém pode legitimamente exorcizar os possessos, a não ser com licença especial e expressa do bispo diocesano”.
O prelado recorda que a tradição pastoral ordinária da Igreja “prevê ritos de exorcismo na celebração do Batismo” e, noutros casos previstos, “fá-lo de uma maneira específica com o sacramental do exorcismo, mediante o qual pede ao Senhor a vitória sobre Satanás”.

OC
Agência Ecclesia

“Semear muito para colher alguma coisa”

Diocese de Bragança-Miranda dedica o próximo ano pastoral às vocações. O objectivo é criar uma cultura vocacional no Nordeste Transmontano.
A diocese de Bragança-Miranda vai dedicar o ano pastoral 2013-2014 às vocações. O anúncio é feito por D. José Cordeiro, em declarações à Renascença.
“Será um ano vocacional”, refere o prelado, adiantando que pretende “fazer uma mobilização afectiva e orante em todas as comunidades, em todas as pessoas, para que nunca faltem testemunhas autênticas e credíveis do Evangelho e também nunca faltem os sacerdotes para garantir a eucaristia”.
O objectivo do novo ano pastoral passa por “suscitar vocações sacerdotais, religiosas, laicais, matrimoniais”, acrescenta.
À semelhança do que se passa um pouco por toda a Europa, também na Diocese de Bragança-Miranda a escassez de vocações é um problema.
“As vocações são um dom, uma graça”, realça D. José Cordeiro, que quer encontrar caminhos novos, envolver e empenhar toda a comunidade diocesana na pastoral vocacional, “sempre repartindo de Cristo”.
“Da minha parte, da parte do presbitério, da parte de todos os agentes pastorais, temos de fazer tudo, mas mesmo tudo, o que está ao nosso alcance, semear muito para colher alguma coisa”, defende o bispo de Bragança-Miranda.
D. José Cordeiro entende que este é o caminho “mais acertado, neste momento da história e na realidade do Nordeste Transmontano”, para que “a missão da Igreja, a vivência do Evangelho e a grande missão de evangelização seja realizada e concretizada”.
“Eis-me aqui: Envia-me!” 
O tema geral do ano pastoral já está escolhido e é retirado do profeta Isaías “Eis-me aqui: Envia-me!”.
“Nós queremos movimentar, provocar, chamar, criar todo o tipo de iniciativas e actividades que estejam ao nosso alcance, mas, sobretudo, criar uma cultura vocacional que, penso, se perdeu no Nordeste Transmontano”, frisa D. José Cordeiro.
A cultura vocacional preconizada pelo prelado assenta em momentos fortes de oração, na adoração eucarística, na lectio divina, no sacramento da reconciliação, na escuta e acolhimento às pessoas.
“Nomeadamente na cidade de Bragança, queremos estabelecer um dia por semana, na Igreja da Senhora das Graças, em princípio à quinta-feira, dedicado às vocações”, avança D. José Cordeiro.
O dia dedicado às vocações deve “começar com a eucaristia e será todo ele de adoração eucarística”.
Nesta iniciativa, o bispo de Bragança-Miranda quer contar com todos os sacerdotes da cidade e arredores, nos quais se inclui, “para que a Igreja seja um lugar de esperança, uma casa de encontro, de acolhimento, de chamamento e de missão”.
“Nós temos que ser cada vez mais Evangelho vivo, Evangelho da alegria e da esperança, para este povo que vive aqui, no Nordeste Transmontano”, conclui D. José Cordeiro.

in:rr.pt

As férias já chegaram para os alunos mais novos mas enganem-se aqueles que pensam que isso é sinónimo de deixar de aprender. A Localvisão passou pelo Atelier de verão do Centro de Ciência Viva.