sexta-feira, 10 de março de 2017

Centro de Conservação e Restauro de Arte Sacra da diocese de Bragança-Miranda tem recuperado erros feitos no passado

Prestes a completar dois anos desde a abertura (amanhã, dia 10), o Centro de Conservação e Restauro de Arte Sacra da diocese de Bragança-Miranda já realizou mais de 60 intervenções, muitas delas para reparar erros cometidos no passado que danificaram algum do património local.
“Tem sido uma continuidade e o centro começa a fazer sentir a sua presença. Um grande número de sacerdotes e outros agentes pastorais sentem a importância do centro porque também tem procurado responder a todas as preocupações e todas as dúvidas. Tem sido um trabalho pedagógico junto das comunidades, que começam a perceber a importância da intervenção e o valor das já feitas. aquilo que mais nos preocupa é como foi possível haver intervenções desastrosas no património que, em vez de o conservar e dignificar, foram desastrosas, muitas delas irreversíveis, que empobreceram o que nós tínhamos”, lamenta o Pe. António Pires, responsável pela Comissão Diocesana de Arte Sacra.
Lília Pereira da Silva, responsável pelo centro, frisa que “há cada vez há mais párocos a pedir os nossos préstimos para fazer vistorias, análises químicas, para evitar o que vemos aqui em que foi utilizada folha de ouro falsa, que danificou bastante o altar, na década de 60, 70”.

António G. Rodrigues/Marta Pereira
in:mdb.pt

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