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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

terça-feira, 18 de abril de 2017

CP vende carruagens para turismo em Espanha

Duas carruagens da década de 30 do século XX, estacionadas na estação de Foz Tua, foram vendidas pela Comboios de Portugal (CP) a um privado espanhol, segundo o que hoje está a ser divulgado na imprensa nacional.
As duas carruagens, conhecidas por napolitanas, foram fabricadas em Nápoles, Itália, e estão fora de serviço desde 2001. De acordo com fonte oficial da empresa, hoje também citada pela imprensa, o referido material circulante tem como destino a reabilitação para posterior utilização turística, em Espanha, e terá sido uma entidade privada a efetivar a compra, cujo valor não é público, alegando-se termos de confidencialidade.

Recorde-se que há quase um ano uma venda semelhante foi anunciada, com uma locomotiva histórica, também estacionada em Foz Tua, a seguir para França. Na altura, esclarecia a CP, quando a empresa “tem material circulante que já está retirado do seu serviço comercial e para o qual não prevê futuras oportunidades de utilização no contexto da sua atividade, são avaliadas várias possibilidades”, como o encaminhamento para a Fundação Museu Nacional Ferroviário, a tentativa de encontrar compradores ou, em última instância, o abate.

Escrito por ONDA LIVRE

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