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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

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COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sexta-feira, 13 de março de 2026

Novos instrumentos de socorro podem chegar a Portugal brevemente

 Prestar ou receber auxílio de qualquer pessoa na rua já é uma realidade em alguns países estrangeiros e poderá estar cada vez mais próxima de se tornar realidade em Portugal


Durante as comemorações dos 20 anos da VMER de Bragança, a médica interna de medicina intensiva da VMER da ULS do Nordeste, Carla Gomes, falou de alguns instrumentos que já estão a ser testadas no estrangeiro e que podem vir a transformar o socorro em Portugal. Na Dinamarca, por exemplo, o uso de drones permite fazer chegar desfibrilhadores à população com formação em suporte básico de vida. “O uso dos drones pode ter aqui dois componentes. Havendo uma paragem presenciada e uma pessoa com formação e suporte básico de vida, conseguimos colocar um desfibrilhador automático externo que aumenta muito a possibilidade de sobrevivência numa paragem cardiorrespiratória, se for indicado o seu uso ao local, ou seja, antes da chegada dos meios. Se conseguíssemos otimizar esta entrega a partir dos drones, conseguíamos muito melhorar a sobrevivência.”

Em Portugal ainda não existe, mas Carla Gomes acredita que a implementação poderá estar para breve. “Acho que não é uma coisa que possa estar assim tão longe, acho que é uma questão de pensarmos no assunto e de se operacionalizar, mas que depende muito dos centros responsáveis. Isto terá de ser uma decisão a nível nacional. No centro, nos CODU’s, terá de ser uma decisão institucional, portanto não é uma coisa que nos permita decidir de forma regional, mas penso que sim, estarão também à par da evolução daquilo que está a acontecer nos outros países em termos de evolução no pré-hospitalar.”

Ainda assim a médica destaca que o primeiro passo é formar a população para a prestação dos primeiros socorros e utilização do equipamento. Para já, esta tecnologia ainda não é uma realidade em Portugal, mas a nível de inovação e equipamentos de socorro, o país não fica muito atrás dos exemplos internacionais.

Escrito por rádio Brigantia
Jornalista: Cindy Tomé

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