Depois do acidente que causou a morte a 12 passageiros portugueses com um camião em Allier, França, na passada quinta-feira, sucedem-se as dúvidas em relação às condições em que é feito este tipo de transporte.
Dezenas de empresas de transportes internacionais atravessam diariamente o nordeste transmontano com destino a vários países europeus, principalmente França e Suíça, efectuando também a viagem a partir desses países para Portugal.
Os operadores destas carreiras denunciam algumas das ilegalidades com que se deparam no dia-a-dia, pedem mais fiscalização mas, ao mesmo tempo, temem que “pague o justo pelo pecador”.
Cândido Areias tem uma empresa de transportes internacionais há 30 anos, com sede em Chaves. Passa frequentemente na estrada onde ocorreu o acidente, uma vez que transporta passageiros um pouco por toda a França.
Quando soube da notícia do acidente que vitimou os emigrantes portugueses, estava a apenas 150 quilómetros do local. Afirma que percorrer esta estrada não é fácil e que não é ao acaso que é conhecida como “a estrada da morte”.
Além das questões relacionadas com a classificação de minibus e carrinhas e a respectiva segurança dos passageiros, há outras situações relacionadas com as condições deste tipo de transporte que preocupam Cândido Areias. “Mas há outras questões relacionadas com as condições deste tipo de transporte que preocupam Cândido Areias. “Anda aí muita gente ilegal, talvez 95 por cento. Há gente que está a trabalhar sem seguros de passageiro, têm apenas seguro da viatura. As pessoas que viajam nem sabem e preferem pagar menos, mas deviam saber em que condições estão a viajar”, afirmou.
Apesar de pedir mais fiscalização, o empresário teme que o controlo apertado possa prejudicar empresas legalizadas.”Vai pagar o justo pelo pecador. Vai haver muito controlo, a partir de agora. Há gente que está a trabalhar legalmente mas que vai ser penalizada”, considera.
Já Bruno Martins, gerente de uma agência de viagens e turismo em Vinhais que também vende bilhetes para empresas que efectuam este tipo de transporte, considera que “as normas em relação a essas viagens, muitas vezes não estão a ser cumpridas”. Aparentemente, a carrinha envolvido no acidente não estaria habilitada para transportar os 13 passageiros mas apenas seis.
Já o condutor, um jovem de 19 anos, pode conduzir uma carrinha de seis lugares. Mas quando ultrapassa os nove lugares é obrigatório ter mais de 21 anos e uma formação específica além da carta de condução.Com mais de nove passageiros, é também obrigatório ter um tacógrafo e dois condutores.
O incumprimento da legislação aplicável ao transporte dos passageiros de autocarros e miniautocarros de longo curso está a preocupar alguns empresários do sector, que pedem mais fiscalização.
Escrito por Brigantia
Número total de visualizações do Blogue
Pesquisar neste blogue
Aderir a este Blogue
Sobre o Blogue
SOBRE O BLOGUE:
Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço.
A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)
(Henrique Martins)
COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.
terça-feira, 29 de março de 2016
Município de Mogadouro apoia mais de 35 postos de trabalho
Através do regulamento de incentivo às empresas, que surgiu no ano passado, a autarquia de Mogadouro já ajudou a criar mais de 35 empregos no concelho.
O apoio serve para proporcionar às empresas recursos para a criação de emprego. Por cada novo posto de trabalho, a autarquia dá às empresas um financiamento equivalente a até oito salários mínimos, o que significa, actualmente, cerca de 4200 mil euros por cada posto de trabalho.
Esta medida já se traduziu em cerca de 150 mil euros de investimento do município, com o objectivo de atrair e fixar empresários e combater o despovoamento no concelho.
O regulamento foi implementado em Junho do ano passado e os pedidos têm sido muitos. “Mais de 35 empreendedores já foram apoiados pelo município e diariamente estão a entrar pedidos de apoio às empresas. E isso é bom, por cada emprego que haja é mais uma família que fica no nosso concelho.
Para nós o sentido positivo é que veio criar condições para quem ainda tem a preocupação de sobreviver num concelho do interior”, salienta o presidente do município mogadourense, Francisco Guimarães.
Algumas das 35 empresas apoiadas candidataram os pedidos de apoio relativos a mais do que um emprego. E se parte das empresas ajudadas já existiam, outras são novas, até porque os empreendedores estão englobados neste apoio. “Em alguns casos há empreendedores com mais de um emprego, por cada empreendedor poderá haver mais do que um emprego criado”, explica.
Algumas das empresas ajudadas já existiam, mas outras são novas, até porque os empreendedores estão englobados neste apoio. “Há empresas existentes, mas algumas são novas e isso também é bom porque houve algum desemprego e há pessoas inscritas no centro de emprego que estão novamente no activo e a criar empregos”, frisa o autarca. A autarquia, liderada pelo PS, tem um gabinete destinado a receber os investidores e a partir daí são seguidos os trâmites do regulamento.
A contrapartida exigida pelo município é que a empresa mantenha o posto de trabalho apoiado por um período mínimo de cinco anos. Mogadouro tem quase 10 mil habitantes e a taxa de desemprego roda os 11 por cento.
Escrito por Brigantia
O apoio serve para proporcionar às empresas recursos para a criação de emprego. Por cada novo posto de trabalho, a autarquia dá às empresas um financiamento equivalente a até oito salários mínimos, o que significa, actualmente, cerca de 4200 mil euros por cada posto de trabalho.
Esta medida já se traduziu em cerca de 150 mil euros de investimento do município, com o objectivo de atrair e fixar empresários e combater o despovoamento no concelho.
O regulamento foi implementado em Junho do ano passado e os pedidos têm sido muitos. “Mais de 35 empreendedores já foram apoiados pelo município e diariamente estão a entrar pedidos de apoio às empresas. E isso é bom, por cada emprego que haja é mais uma família que fica no nosso concelho.
Para nós o sentido positivo é que veio criar condições para quem ainda tem a preocupação de sobreviver num concelho do interior”, salienta o presidente do município mogadourense, Francisco Guimarães.
Algumas das 35 empresas apoiadas candidataram os pedidos de apoio relativos a mais do que um emprego. E se parte das empresas ajudadas já existiam, outras são novas, até porque os empreendedores estão englobados neste apoio. “Em alguns casos há empreendedores com mais de um emprego, por cada empreendedor poderá haver mais do que um emprego criado”, explica.
Algumas das empresas ajudadas já existiam, mas outras são novas, até porque os empreendedores estão englobados neste apoio. “Há empresas existentes, mas algumas são novas e isso também é bom porque houve algum desemprego e há pessoas inscritas no centro de emprego que estão novamente no activo e a criar empregos”, frisa o autarca. A autarquia, liderada pelo PS, tem um gabinete destinado a receber os investidores e a partir daí são seguidos os trâmites do regulamento.
A contrapartida exigida pelo município é que a empresa mantenha o posto de trabalho apoiado por um período mínimo de cinco anos. Mogadouro tem quase 10 mil habitantes e a taxa de desemprego roda os 11 por cento.
Escrito por Brigantia
Investigadores de sete países europeus analisam idioma mirandês
A aldeia de Picote, no concelho de Miranda do Douro, acolhe até quarta-feira, o primeiro Encontro Internacional de Investigadores de Língua Mirandesa oriundos de seis países europeus, com a finalidade de proporcionar a partilha de saberes e experiências.
"O principal objetivo da iniciativa é o de juntar as pessoas que trabalham em torno da língua mirandesa, da investigação da segunda língua oficial em Portugal e que têm estudo publicados. Pretende-se, ao mesmo tempo, discutir os trabalhos que têm sido feitos por investigadores estrangeiros", explica António Bárbolo Alves, um dos mentores do Encontro Internacional de Investigadores de Língua Mirandesa.
A associação Frauga, através do Terra-Mater - Centro de Recursos e Investigação Multidisciplinar situado na aldeia transmontana de Picote, vai reunir investigadores universitários, oriundos de Portugal, Espanha, Alemanha, Polónia, Hungria e Roménia, que se têm dedicado ao estudo da Língua e da Cultura Mirandesas.
in:mdb.pt
"O principal objetivo da iniciativa é o de juntar as pessoas que trabalham em torno da língua mirandesa, da investigação da segunda língua oficial em Portugal e que têm estudo publicados. Pretende-se, ao mesmo tempo, discutir os trabalhos que têm sido feitos por investigadores estrangeiros", explica António Bárbolo Alves, um dos mentores do Encontro Internacional de Investigadores de Língua Mirandesa.
A associação Frauga, através do Terra-Mater - Centro de Recursos e Investigação Multidisciplinar situado na aldeia transmontana de Picote, vai reunir investigadores universitários, oriundos de Portugal, Espanha, Alemanha, Polónia, Hungria e Roménia, que se têm dedicado ao estudo da Língua e da Cultura Mirandesas.
in:mdb.pt
AJAM assinala Dia Mundial do Teatro com VIII Encontro Amador
O Dia Mundial do Teatro assinalou-se este domingo, dia de Páscoa, o que levou a Associação dos Jovens Artistas Macedenses (AJAM) a comemorar a data durante esta semana.
Desde ontem e até sábado, decorre o VIII Encontro de Teatro Amador de Macedo de Cavaleiros. Este ano há uma exposição fotográfica, intitulada “12 anos de emoções”, e está a preparar-se uma peça de teatro com um grupo de dança de Macedo e uma associação de Bragança, como conta o diretor artístico, Acácio Pradinhos.
“Ao longo desta semana estamos a preparar uma exposição fotográfica dos 12 anos da AJAM. No fundo, será composta por vários rostos, de todas as idades, que passaram pela AJAM.
Ao mesmo tempo, vou trabalhando em Bragança e em Macedo, até ao grande ensaio geral, com os Hooper’ Z e outro projeto chamado Fisga, vamos tentar integrar todo o trabalho para um mega espetáculo.”
A peça “A praga” vai ser apresentada dia 2, no sábado, no Centro Cultural da cidade, às 21.45h.
Este encontro é uma forma de quem quiser experimentar teatro o possa fazer.
“O teatro é para quem gosta.
Há quem goste, e queira experimentar, e quem experimente e depois nunca mais largue. No fundo, é disso que vive o teatro amador.
É feito por pessoas que têm as suas vidas preenchidas com outras atividades, mas que, e mediante a disponibilidade, se encontram e se entregam ao teatro. Tem sido assim ao longo da minha vida.”
Sexta-feira há também um workshop, denominado “o teatro ajuda a crescer”, dirigido aos mais novos.
Escrito por ONDA LIVRE
Desde ontem e até sábado, decorre o VIII Encontro de Teatro Amador de Macedo de Cavaleiros. Este ano há uma exposição fotográfica, intitulada “12 anos de emoções”, e está a preparar-se uma peça de teatro com um grupo de dança de Macedo e uma associação de Bragança, como conta o diretor artístico, Acácio Pradinhos.
“Ao longo desta semana estamos a preparar uma exposição fotográfica dos 12 anos da AJAM. No fundo, será composta por vários rostos, de todas as idades, que passaram pela AJAM.
Ao mesmo tempo, vou trabalhando em Bragança e em Macedo, até ao grande ensaio geral, com os Hooper’ Z e outro projeto chamado Fisga, vamos tentar integrar todo o trabalho para um mega espetáculo.”
A peça “A praga” vai ser apresentada dia 2, no sábado, no Centro Cultural da cidade, às 21.45h.
Este encontro é uma forma de quem quiser experimentar teatro o possa fazer.
“O teatro é para quem gosta.
Há quem goste, e queira experimentar, e quem experimente e depois nunca mais largue. No fundo, é disso que vive o teatro amador.
É feito por pessoas que têm as suas vidas preenchidas com outras atividades, mas que, e mediante a disponibilidade, se encontram e se entregam ao teatro. Tem sido assim ao longo da minha vida.”
Sexta-feira há também um workshop, denominado “o teatro ajuda a crescer”, dirigido aos mais novos.
Escrito por ONDA LIVRE
Jogos Desportivos Concelhios 2016
Durante o mês de Abril, a Câmara Municipal e Torre de Moncorvo promove mais uma edição dos Jogos Desportivos Concelhios.
Esta iniciativa, com muita tradição no concelho, caracteriza-se por várias modalidades em competição como futsal, dominó, sueca, pesca desportiva e jogos populares.
O campeonato de futsal tem início no dia 28 de Março, sendo que a final se desenrola a 24 de Abril, no Pavilhão Municipal. Já o dominó e a sueca realizam-se dia 3 e 17 de Abril, respetivamente, no Pátio das Associações.
A pesca desportiva e os Jogos Populares têm lugar no dia 24 de Abril, a primeira no Bico da Ribeira e a segunda no Parque Desportivo S. Paulo. A cerimónia de encerramento e de entrega dos prémios decorre no Centro Escolar, também no dia 24 de Abril.
O prazo limite de inscrições é até 22 de Março, no setor do Desporto da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, sendo a participação restrita às associações do concelho.
NI-Luciana Raimundo
Esta iniciativa, com muita tradição no concelho, caracteriza-se por várias modalidades em competição como futsal, dominó, sueca, pesca desportiva e jogos populares.
O campeonato de futsal tem início no dia 28 de Março, sendo que a final se desenrola a 24 de Abril, no Pavilhão Municipal. Já o dominó e a sueca realizam-se dia 3 e 17 de Abril, respetivamente, no Pátio das Associações.
A pesca desportiva e os Jogos Populares têm lugar no dia 24 de Abril, a primeira no Bico da Ribeira e a segunda no Parque Desportivo S. Paulo. A cerimónia de encerramento e de entrega dos prémios decorre no Centro Escolar, também no dia 24 de Abril.
O prazo limite de inscrições é até 22 de Março, no setor do Desporto da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, sendo a participação restrita às associações do concelho.
NI-Luciana Raimundo
Um dos maiores mitos ligado às alterações climáticas acabou de ser dizimado
Pelo segundo ano consecutivo, a economia global cresceu sem a correspondente subida das emissões de gases com efeito de estufa, terminado uma tendência com quase dois séculos e acabando com um dos mitos ligados às alterações climáticas: reduzir as emissões não implica diminuir o nosso actual nível de vida.
Segundo a Agência Internacional de Energia, sediada em Paris, o dióxido de carbono na atmosfera permaneceu em níveis idênticos pelo segundo ano consecutivo, em 2015, apesar do crescimento do PIB global. Desde que a energia é um ingrediente primário da actividade económica, há quase 200 anos, as emissões de CO2 estão sempre associadas ao crescimento do PIB. Até agora.
Assim, o relatório de ontem explica que, desde 2013, o crescimento do PIB global e o consumo de energia estão a separar-se. As emissões de CO2 têm-se mantido idênticas – 32.000 milhões de metros cúbicos em 2014 e 2015. Se a tendência continuar, avança o Quartz, seria um sinal de que o mundo está a conseguir controlar as emissões, que os cientistas dizem ser a principal razão para as alterações climáticas.
Nos últimos 40 anos, por outro lado, as emissões não cresceram em quatro ocasiões, sendo que três delas correspondem a períodos de estagnação ou decréscimo da economia global. Nos últimos dois anos, porém, o PIB global cresceu 3,4%, (2014) e 3,1% (2015).
Uma das principais razões para a estagnação das emissões de gases com efeito de estufa é a queda destas nos Estados Unidos (2) e China (1,5%), ambas alicerçadas pela diminuição do consumo de carvão, o combustível fóssil mais poluente.
Fonte: Green Savers
Segundo a Agência Internacional de Energia, sediada em Paris, o dióxido de carbono na atmosfera permaneceu em níveis idênticos pelo segundo ano consecutivo, em 2015, apesar do crescimento do PIB global. Desde que a energia é um ingrediente primário da actividade económica, há quase 200 anos, as emissões de CO2 estão sempre associadas ao crescimento do PIB. Até agora.
Assim, o relatório de ontem explica que, desde 2013, o crescimento do PIB global e o consumo de energia estão a separar-se. As emissões de CO2 têm-se mantido idênticas – 32.000 milhões de metros cúbicos em 2014 e 2015. Se a tendência continuar, avança o Quartz, seria um sinal de que o mundo está a conseguir controlar as emissões, que os cientistas dizem ser a principal razão para as alterações climáticas.
Nos últimos 40 anos, por outro lado, as emissões não cresceram em quatro ocasiões, sendo que três delas correspondem a períodos de estagnação ou decréscimo da economia global. Nos últimos dois anos, porém, o PIB global cresceu 3,4%, (2014) e 3,1% (2015).
Uma das principais razões para a estagnação das emissões de gases com efeito de estufa é a queda destas nos Estados Unidos (2) e China (1,5%), ambas alicerçadas pela diminuição do consumo de carvão, o combustível fóssil mais poluente.
Fonte: Green Savers
Bombeiro de Bragança Nomeado para DNAF da ANPC
Elemento dos Quadros do Corpo de Bombeiros de Bragança, nomeado para funções de fiscalização na Direção Nacional de Auditoria e Fiscalização da ANPC.
Conforme o despacho nº 4113/2016 do Diário da Republica, foi sobre proposta do presidente da ANPC, Major-General Francisco Grave Pereira, que o Secretario de Estado da Administração Interna, Jorge Manuel Nogueiro Gomes, designou em comissão de serviço, pelo período de três anos para exercer funções de fiscalização na Direção Nacional de Auditoria e Fiscalização da ANPC, o licenciado e Bombeiro do C. B. de Bragança João Augusto Cides Pinheiro, cuja idoneidade experiência e competências profissionais são commumente reconhecidas e que fazem parte do seu extenso curriculum.
in:bps.pt
Conforme o despacho nº 4113/2016 do Diário da Republica, foi sobre proposta do presidente da ANPC, Major-General Francisco Grave Pereira, que o Secretario de Estado da Administração Interna, Jorge Manuel Nogueiro Gomes, designou em comissão de serviço, pelo período de três anos para exercer funções de fiscalização na Direção Nacional de Auditoria e Fiscalização da ANPC, o licenciado e Bombeiro do C. B. de Bragança João Augusto Cides Pinheiro, cuja idoneidade experiência e competências profissionais são commumente reconhecidas e que fazem parte do seu extenso curriculum.
in:bps.pt
segunda-feira, 28 de março de 2016
Exposição fotográfica e documental “Auto da Mui Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo”, 21 mar a 29 abr '
Exposição fotográfica e documental “Auto da Mui Dolorosa Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo”, realizado em Duas Igrejas no dia 6 de Junho do ano de 1948, documentos existentes no Centro de Estudos António Maria Mourinho, patente na Biblioteca Municipal, de 21 de Março a 29 de Abril.
Folar de Izeda aguarda certificação
O folar de Izeda pode vir a ser um produto certificado. Esta é uma ambição antiga da autarquia e da ADRI -Associação de Desenvolvimento da Região de Izeda que ainda não se concretizou devido à burocracia inerente ao processo.
O presidente da União de Freguesias de Izeda, Calvelhe e Paradinha Nova, Luís Filipe Fernandes, admitiu à Brigantia que o processo de certificação não é fácil mas acredita que as características deste folar são únicas e merecem ser reconhecidas. “É muito difícil conseguir essa certificação, é um processo moroso, é um processo que implica várias instituições a dar pareceres.
O nosso folar tem particularidades como a carne que é utilizada, o próprio azeite e a maneira de confecção, que o distinguem de outros folares como é o caso do folar de Valpaços”, sublinhou o autarca.
O folar e o azeite são dois produtos característicos desta vila do concelho de Bragança e que foram promovidos durante os três dias que antecederam o Domingo de Páscoa, na 17ª edição da Feira do Folar e do Azeite.
Durante o certame, o presidente da ADRI, Rui Simão, referiu à Briagntia que o folar de Izeda é cada vez mais um produto consumido durante todo o ano e não só na Páscoa. As encomendas para todo o país não param de chegar.
O objectivo é divulgá-lo ainda mais, não só em Portugal mas também no estrangeiro. “Nos tempos dos nossos avós e bisavós, guardava-se o melhor chouriço, o melhor salpicão e o melhor presunto para a época de Páscoa mas, hoje, isso já não acontece. O folar é produzido e consome-se todos os dias do ano.
Este ano, foram algumas encomendas para o Alentejo e o Algarve e esperamos que as encomendas continuem a aumentar, para além do Porto, onde já chegamos todos os dias, com facilidade”, referiu o responsável.
A Feira do Folar e do Azeite realizou-se nos dias que antecederam a Páscoa, em vez de no Domingo de Ramos, como era costume, para aproveitar a presença dos filhos da terra que estão fora e regressam à vila nesta altura do ano.
Escrito por Brigantia
O presidente da União de Freguesias de Izeda, Calvelhe e Paradinha Nova, Luís Filipe Fernandes, admitiu à Brigantia que o processo de certificação não é fácil mas acredita que as características deste folar são únicas e merecem ser reconhecidas. “É muito difícil conseguir essa certificação, é um processo moroso, é um processo que implica várias instituições a dar pareceres.
O nosso folar tem particularidades como a carne que é utilizada, o próprio azeite e a maneira de confecção, que o distinguem de outros folares como é o caso do folar de Valpaços”, sublinhou o autarca.
O folar e o azeite são dois produtos característicos desta vila do concelho de Bragança e que foram promovidos durante os três dias que antecederam o Domingo de Páscoa, na 17ª edição da Feira do Folar e do Azeite.
Durante o certame, o presidente da ADRI, Rui Simão, referiu à Briagntia que o folar de Izeda é cada vez mais um produto consumido durante todo o ano e não só na Páscoa. As encomendas para todo o país não param de chegar.
O objectivo é divulgá-lo ainda mais, não só em Portugal mas também no estrangeiro. “Nos tempos dos nossos avós e bisavós, guardava-se o melhor chouriço, o melhor salpicão e o melhor presunto para a época de Páscoa mas, hoje, isso já não acontece. O folar é produzido e consome-se todos os dias do ano.
Este ano, foram algumas encomendas para o Alentejo e o Algarve e esperamos que as encomendas continuem a aumentar, para além do Porto, onde já chegamos todos os dias, com facilidade”, referiu o responsável.
A Feira do Folar e do Azeite realizou-se nos dias que antecederam a Páscoa, em vez de no Domingo de Ramos, como era costume, para aproveitar a presença dos filhos da terra que estão fora e regressam à vila nesta altura do ano.
Escrito por Brigantia
Morangos Lideram Preferência dos Produtores de Frutos Vermelhos
São cada vez mais os agricultores que apostam na produção de frutos vermelhos, como mirtilos ou framboesas mas os morangos parecem ser a opção da maioria dos agricultores do nordeste.
A produção de morangos ainda parece ser a preferida dos agricultores que decidem dedicar-se à produção de frutos vermelhos. A maior rapidez do crescimento da produção e consequente rapidez na rentabilidade faz com que muitos agricultores invistam nesta área.
Nuno Rodrigues, de 31 anos, é produtor de frutos vermelhos em Pinela, no concelho de Bragança, há quase cinco anos. Os mirtilos estão em forte expansão mas o agricultor admite que esta cultura “demora mais alguns anos a ser rentável”. Inicialmente, o produtor começou com uma plantação de sete hectares de mirtilo, que produziram cerca de uma tonelada do fruto. No segundo ano foram produzidas 4 toneladas e, este ano, Nuno Rodrigues, espera produzir 12 toneladas. Já a produção de morangos tem-se mantido nas cerca de 40 toneladas por ano, numa plantação de quatro hectares. O agricultor, que é também empresário agrícola, tem vindo a criar uma rede de parcerias com outros agricultores, de forma a conseguir obter uma maior quantidade de produto, destinado à exportação, nomeadamente para o Reino Unido e Holanda. O sucesso desta rede, está a fazer com que o projecto esteja a ser alargado para a produção de hortícolas. “É necessário apostar na organização de produtores, para conseguirmos chegar mais longe”, sublinhou Nuno Rodrigues, em entrevista ao Jornal Nordeste.
Ainda no concelho de Bragança, encontramos Pedro Pires, um jovem de 34 anos, que se dedica à agricultura a tempo inteiro. A produção de morangos na aldeia de Paradinha Nova é uma das culturas em que decidiu apostar, quando há quatro anos tomou a decisão de ser agricultor a tempo inteiro, sendo que, já vinha a dedicar-se a esta área desde 2008. Este ano, pretende aumentar a plantação de dois para três hectares, o que permitirá obter uma produção de cerca de 40 toneladas. O agricultor concorda que esta “é uma cultura de risco”, até porque está muito dependente das condições atmosféricas, mas que “dá frutos” mais rapidamente. Pedro Pires quer agora apostar na implantação de estufas para garantir a colheita de morangos no Outono, época do ano em que a oferta não corresponde à procura, o que faz inflaccionar o preço do fruto.
O empresário agrícola aposta também na exportação para o mercado espanhol. “A partir de Maio, quando a produção de Huelva acaba, a oferta espanhola é insuficiente para a procura. È nessa altura, que o morango português entra no mercado espanhol, sobretudo o dos produtores da zona oeste de Portugal, que vendem o seu morango no mercado abastecedor de Madrid. Eu vou tentar fazer o mesmo, numa escala mais pequena, em cidades de província”, contou Pedro Pires ao Jornal Nordeste.
Sara Geraldes
in:jornalnordeste.com
A produção de morangos ainda parece ser a preferida dos agricultores que decidem dedicar-se à produção de frutos vermelhos. A maior rapidez do crescimento da produção e consequente rapidez na rentabilidade faz com que muitos agricultores invistam nesta área.
Nuno Rodrigues, de 31 anos, é produtor de frutos vermelhos em Pinela, no concelho de Bragança, há quase cinco anos. Os mirtilos estão em forte expansão mas o agricultor admite que esta cultura “demora mais alguns anos a ser rentável”. Inicialmente, o produtor começou com uma plantação de sete hectares de mirtilo, que produziram cerca de uma tonelada do fruto. No segundo ano foram produzidas 4 toneladas e, este ano, Nuno Rodrigues, espera produzir 12 toneladas. Já a produção de morangos tem-se mantido nas cerca de 40 toneladas por ano, numa plantação de quatro hectares. O agricultor, que é também empresário agrícola, tem vindo a criar uma rede de parcerias com outros agricultores, de forma a conseguir obter uma maior quantidade de produto, destinado à exportação, nomeadamente para o Reino Unido e Holanda. O sucesso desta rede, está a fazer com que o projecto esteja a ser alargado para a produção de hortícolas. “É necessário apostar na organização de produtores, para conseguirmos chegar mais longe”, sublinhou Nuno Rodrigues, em entrevista ao Jornal Nordeste.
Ainda no concelho de Bragança, encontramos Pedro Pires, um jovem de 34 anos, que se dedica à agricultura a tempo inteiro. A produção de morangos na aldeia de Paradinha Nova é uma das culturas em que decidiu apostar, quando há quatro anos tomou a decisão de ser agricultor a tempo inteiro, sendo que, já vinha a dedicar-se a esta área desde 2008. Este ano, pretende aumentar a plantação de dois para três hectares, o que permitirá obter uma produção de cerca de 40 toneladas. O agricultor concorda que esta “é uma cultura de risco”, até porque está muito dependente das condições atmosféricas, mas que “dá frutos” mais rapidamente. Pedro Pires quer agora apostar na implantação de estufas para garantir a colheita de morangos no Outono, época do ano em que a oferta não corresponde à procura, o que faz inflaccionar o preço do fruto.
O empresário agrícola aposta também na exportação para o mercado espanhol. “A partir de Maio, quando a produção de Huelva acaba, a oferta espanhola é insuficiente para a procura. È nessa altura, que o morango português entra no mercado espanhol, sobretudo o dos produtores da zona oeste de Portugal, que vendem o seu morango no mercado abastecedor de Madrid. Eu vou tentar fazer o mesmo, numa escala mais pequena, em cidades de província”, contou Pedro Pires ao Jornal Nordeste.
Sara Geraldes
in:jornalnordeste.com
Nordeste Transmontano // Falha de cobertura de rede móvel põe em causa socorro no IC5
Os utentes do Itinerário Complementar nº 5 (IC5) que liga Miranda do Douro ao Alto do Pópulo mostram-se “desagradados” com as falhas “constantes” no “sinal” das redes móveis de comunicações e pedem a intervenção do organismo regulador para acabar com consideram ser “uma vergonha”.
Carlos Justo, um camionista que atravessa com regularidade o IC5, com destino ao litoral, sempre foi dizendo que o pior do itinerário são mesmo as quebras na rede móvel, em que é preciso fazer uma serie de remarcações para concluir uma conversa.
Por seu lado, Zéfiro Martins, que parava num posto de combustível em Mogadouro, acrescentou que ao longo da viagem, vindo de Vila Real, tentou por diversas contactar com a família mas só o conseguiu fazer em segurança quando parou em Mogadouro para tomar café e abastecer a viatura.
Por seu lado, o autarca de Miranda do Douro, Artur Nunes, chama a atenção para os custos exorbitantes quando se procede à comunicação por dados através da internet móvel e às falhas constantes nas comunicações de voz.
“Há falhas notórias de rede móvel em todo o Planalto Mirandês. Há muitas zonas’ sombra’ onde não existe cobertura, ou se torna mais grave, em caso de doença súbita ou acidente”, frisou.
in:mdb.pt
Carlos Justo, um camionista que atravessa com regularidade o IC5, com destino ao litoral, sempre foi dizendo que o pior do itinerário são mesmo as quebras na rede móvel, em que é preciso fazer uma serie de remarcações para concluir uma conversa.
Por seu lado, Zéfiro Martins, que parava num posto de combustível em Mogadouro, acrescentou que ao longo da viagem, vindo de Vila Real, tentou por diversas contactar com a família mas só o conseguiu fazer em segurança quando parou em Mogadouro para tomar café e abastecer a viatura.
Por seu lado, o autarca de Miranda do Douro, Artur Nunes, chama a atenção para os custos exorbitantes quando se procede à comunicação por dados através da internet móvel e às falhas constantes nas comunicações de voz.
“Há falhas notórias de rede móvel em todo o Planalto Mirandês. Há muitas zonas’ sombra’ onde não existe cobertura, ou se torna mais grave, em caso de doença súbita ou acidente”, frisou.
in:mdb.pt
Operadoras obrigadas a reforçar sinal de telemóvel em 73 freguesias do distrito de Bragança
São 73 as freguesias do distrito de Bragança com necessidade de reforço de sinal móvel para possibilitar a cobertura de banda larga.
A ANACOM, entidade que regula as comunicações em Portugal, quer que as operadores reforcem a cobertura, uma condição para a renovação das licenças emitidas.
De acordo com um comunicado divulgado na semana passada, a Anacom “decidiu impor à Meo, Nos e Vodafone obrigações adicionais de cobertura de banda larga móvel do território nacional, na sequência da renovação das licenças destes operadores por mais 15 anos”.
Com esta medida, o objetivo do regulador, é “levar a banda larga móvel a mais pessoas e a zonas cuja cobertura seria mais difícil de alcançar caso os operadores se movessem apenas por interesses estritamente comerciais”. Assim, as 588 freguesias de todo o país que sogfrem deste constrangimento, serão distribuídas pelos três operadores. Cada um deles escolhe 196 destas freguesias, articulando-se com os seus concorrentes.
Se, dentro de um ano, as empresas não tiverem chegado a acordo, será então o regulador a estipular, por via de um sorteio, quais são as freguesias abrangidas por cada operador.
“A renovação das licenças dos operadores móveis por mais 15 anos produzirá efeitos a partir de 2018, dispondo os operadores do prazo de um ano a contar dessa renovação para assegurarem que a totalidade das freguesias está coberta com banda larga móvel”, sublinha a Anacom. “Considera-se que as freguesias estarão cobertas sempre que seja disponibilizado, a 75 por cento da população de cada uma delas, um serviço de banda larga móvel que permita uma velocidade de transmissão de dados de 30 Mbps (velocidade máxima de download)”.
Uma das freguesias abrangidas é a de Alfaião, mesmo às portas de Bragança.
Já há cerca de um ano que o Mensageiro tinha dado conta das queixas de vários habitantes, alguns deles empresários, para os constrangimentos existentes no acesso ao sinal de internet. “Não se percebe como é possível isto acontecer estando tão próxima de Bragança”, diziam, na altura, Luís Ribeiro e Fábio Leite.
“Já tínhamos reportado a situação às operadoras. Esta posição da ANACOM só vem dar razão àquilo que foi o nosso entendimento na altura”, frisou o presidente da freguesia, António Baptista, ao Mensageiro.
Recorde-se que esta é uma freguesia que tem atraído empresários jovens, por se localizar próximo da capital de distrito.
Mais afastada está Vale das Fontes, no concelho de Vinhais. A própria Junta de Freguesia sofre com este constrangimento. “Só temos internet pelo telefone”, sublinha o presidente, Carlos Caseiro. “Atualmente, a cobertura de rede móvel na minha freguesia é deficitária e carece de cobertura 4G, a população queixa-se das constantes falhas de rede e existem várias reclamações nesse sentido das três operadoras”, acrescenta o jovem autarca.
in:mdb.pt
A ANACOM, entidade que regula as comunicações em Portugal, quer que as operadores reforcem a cobertura, uma condição para a renovação das licenças emitidas.
De acordo com um comunicado divulgado na semana passada, a Anacom “decidiu impor à Meo, Nos e Vodafone obrigações adicionais de cobertura de banda larga móvel do território nacional, na sequência da renovação das licenças destes operadores por mais 15 anos”.
Com esta medida, o objetivo do regulador, é “levar a banda larga móvel a mais pessoas e a zonas cuja cobertura seria mais difícil de alcançar caso os operadores se movessem apenas por interesses estritamente comerciais”. Assim, as 588 freguesias de todo o país que sogfrem deste constrangimento, serão distribuídas pelos três operadores. Cada um deles escolhe 196 destas freguesias, articulando-se com os seus concorrentes.
Se, dentro de um ano, as empresas não tiverem chegado a acordo, será então o regulador a estipular, por via de um sorteio, quais são as freguesias abrangidas por cada operador.
“A renovação das licenças dos operadores móveis por mais 15 anos produzirá efeitos a partir de 2018, dispondo os operadores do prazo de um ano a contar dessa renovação para assegurarem que a totalidade das freguesias está coberta com banda larga móvel”, sublinha a Anacom. “Considera-se que as freguesias estarão cobertas sempre que seja disponibilizado, a 75 por cento da população de cada uma delas, um serviço de banda larga móvel que permita uma velocidade de transmissão de dados de 30 Mbps (velocidade máxima de download)”.
Uma das freguesias abrangidas é a de Alfaião, mesmo às portas de Bragança.
Já há cerca de um ano que o Mensageiro tinha dado conta das queixas de vários habitantes, alguns deles empresários, para os constrangimentos existentes no acesso ao sinal de internet. “Não se percebe como é possível isto acontecer estando tão próxima de Bragança”, diziam, na altura, Luís Ribeiro e Fábio Leite.
“Já tínhamos reportado a situação às operadoras. Esta posição da ANACOM só vem dar razão àquilo que foi o nosso entendimento na altura”, frisou o presidente da freguesia, António Baptista, ao Mensageiro.
Recorde-se que esta é uma freguesia que tem atraído empresários jovens, por se localizar próximo da capital de distrito.
Mais afastada está Vale das Fontes, no concelho de Vinhais. A própria Junta de Freguesia sofre com este constrangimento. “Só temos internet pelo telefone”, sublinha o presidente, Carlos Caseiro. “Atualmente, a cobertura de rede móvel na minha freguesia é deficitária e carece de cobertura 4G, a população queixa-se das constantes falhas de rede e existem várias reclamações nesse sentido das três operadoras”, acrescenta o jovem autarca.
in:mdb.pt
Nordeste Transmontano // Tribunais encerrados voltam a acolher julgamentos
Os cinco tribunais encerrados no distrito de Bragança com a reforma judicial de 2012 vão voltar a acolher julgamentos.
A garantia foi deixada pela ministra da Justiça, Francisca Van Dunem, sexta-feira, no Parlamento “Prevê-se o reforço de competências de secções de proximidade já existentes e a conversão de algumas secções de proximidade em secções de competência genérica”, disse a Ministra, dando como exemplo Miranda do Douro. A governante garantiu, no seu discurso, que . “A intervenção no mapa judiciário que o Governo está a preparar, mantendo o desenho atual do tribunal por Distrito, assegurará, através da criação de novas secções de proximidade e do mecanismo de agregação de secções, que voltarão a ser praticados atos judiciais nas 27 comarcas extintas”, frisou.
Ou seja, Bragança mantém-se como única comarca, da qual dependem as secções genéricas, onde “voltam a poder realizar-se atos judiciais como a audição de testemunhas ou julgamentos”, explicou ao Mensageiro o presidente da Comunidade Intermunicipal Terras de Trás-os-Montesm, Américo Pereira, que reuniu com a ministra há cerca de duas semanas. Desta forma, as pessoas deixam de ter de se deslocar dos seus concelhos para serem ouvidas.
Brevemente reabrem os tribunais de Miranda do Douro, Vimioso, Vinhais, Alfândega da Fé e Carrazeda de Ansiães.
in:mdb.pt
A garantia foi deixada pela ministra da Justiça, Francisca Van Dunem, sexta-feira, no Parlamento “Prevê-se o reforço de competências de secções de proximidade já existentes e a conversão de algumas secções de proximidade em secções de competência genérica”, disse a Ministra, dando como exemplo Miranda do Douro. A governante garantiu, no seu discurso, que . “A intervenção no mapa judiciário que o Governo está a preparar, mantendo o desenho atual do tribunal por Distrito, assegurará, através da criação de novas secções de proximidade e do mecanismo de agregação de secções, que voltarão a ser praticados atos judiciais nas 27 comarcas extintas”, frisou.
Ou seja, Bragança mantém-se como única comarca, da qual dependem as secções genéricas, onde “voltam a poder realizar-se atos judiciais como a audição de testemunhas ou julgamentos”, explicou ao Mensageiro o presidente da Comunidade Intermunicipal Terras de Trás-os-Montesm, Américo Pereira, que reuniu com a ministra há cerca de duas semanas. Desta forma, as pessoas deixam de ter de se deslocar dos seus concelhos para serem ouvidas.
Brevemente reabrem os tribunais de Miranda do Douro, Vimioso, Vinhais, Alfândega da Fé e Carrazeda de Ansiães.
in:mdb.pt
Judas ardeu em Macedo de Cavaleiros
Macedo de Cavaleiros herdou alguns bens na noite do passado sábado.
Quem os deixou foi Judas, uma das principais personagens Bíblica que marca a época, e que por ter traído Jesus Cristo, foi enforcado, e, queimado.
Mais uma das atividades que compuseram a Semana da Ressurreição e que têm como objetivo viver as passagens que marcam a história da Igreja Católica, dando-as a conhecer principalmente aos jovens, como refere Duarte Moreno, Presidente do município de Macedo de Cavaleiros.
“Tudo isto faz parte daquilo que hoje os jovens já não vêem. Pois hoje as novas tecnologias levam para outros mundos completamente diferentes destes que eram sentidos e vividos por toda a população, sobretudo pelos católicos. Estas recriações são aquilo que eram e o que ainda são em alguns países com mais tradição que o nosso e queremos mostrar, não só aos jovens, mais a todos. Isto é também uma atração turística e quem nos visita que assim tem também motivos para ver, estar e voltar.”
Uma tradição que em outros tempos era costume no concelho e que voltou novamente a ser recriada este ano. O Prado de Cavaleiros manteve-se como palco mas encontram-se algumas diferenças, acrescenta o autarca.
“O boneco era diferente, assim como o fogo de artifício, que era colocado dentro do Judas, para queimar e rebentar, literalmente, a figura.
Era feito com giestas. Era um boneco muito mal-feito, porque o Judas queria-se feio e tenebroso. Era daquilo que as pessoas gostavam. Quando eu era criança, metia medo, mesmo.”
Na organização estiveram a Câmara Municipal e a Associação dos Jovens Artistas Macedenses (AJAM), esta última representada pelo encenador Acácio Pradinhos, ele que no sábado foi também o tabelião.
“Existem vários exemplo, na internet, do testamento do Judas. Fiz algumas adaptações, e correu muito bem.
No fundo, o que se pretende é envolver toda a cidade numa festa. Tem muito a ver com a fé, e a religião cristã, com esta figura que vendeu Jesus Cristo por 30 dinheiros, vai ser executado. É um momento de fantasia e de vingança, que representa uma passagem da bíblia.”
Uma tradição que antecedeu o domingo de Páscoa, e que promete continuar nos próximos anos.
Escrito por ONDA LIVRE
Quem os deixou foi Judas, uma das principais personagens Bíblica que marca a época, e que por ter traído Jesus Cristo, foi enforcado, e, queimado.
Mais uma das atividades que compuseram a Semana da Ressurreição e que têm como objetivo viver as passagens que marcam a história da Igreja Católica, dando-as a conhecer principalmente aos jovens, como refere Duarte Moreno, Presidente do município de Macedo de Cavaleiros.
“Tudo isto faz parte daquilo que hoje os jovens já não vêem. Pois hoje as novas tecnologias levam para outros mundos completamente diferentes destes que eram sentidos e vividos por toda a população, sobretudo pelos católicos. Estas recriações são aquilo que eram e o que ainda são em alguns países com mais tradição que o nosso e queremos mostrar, não só aos jovens, mais a todos. Isto é também uma atração turística e quem nos visita que assim tem também motivos para ver, estar e voltar.”
Uma tradição que em outros tempos era costume no concelho e que voltou novamente a ser recriada este ano. O Prado de Cavaleiros manteve-se como palco mas encontram-se algumas diferenças, acrescenta o autarca.
“O boneco era diferente, assim como o fogo de artifício, que era colocado dentro do Judas, para queimar e rebentar, literalmente, a figura.
Era feito com giestas. Era um boneco muito mal-feito, porque o Judas queria-se feio e tenebroso. Era daquilo que as pessoas gostavam. Quando eu era criança, metia medo, mesmo.”
Na organização estiveram a Câmara Municipal e a Associação dos Jovens Artistas Macedenses (AJAM), esta última representada pelo encenador Acácio Pradinhos, ele que no sábado foi também o tabelião.
“Existem vários exemplo, na internet, do testamento do Judas. Fiz algumas adaptações, e correu muito bem.
No fundo, o que se pretende é envolver toda a cidade numa festa. Tem muito a ver com a fé, e a religião cristã, com esta figura que vendeu Jesus Cristo por 30 dinheiros, vai ser executado. É um momento de fantasia e de vingança, que representa uma passagem da bíblia.”
Uma tradição que antecedeu o domingo de Páscoa, e que promete continuar nos próximos anos.
Escrito por ONDA LIVRE
Carreira aérea transmontana abaixo das expectativas
A carreira aérea entre Bragança e Portimão não está a ter a rentabilidade desejada. A constatação é do Secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes, que revela que está a ser estudada uma solução para garantir, por exemplo, que os passageiros que vêm da zona da Grande Lisboa para Bragança possam regressar no mesmo dia, o que não é possível atualmente e pode contribuir para que não haja mais utilizadores deste serviço.
“Todos nós percebemos que esta carreira aérea pode ser agradável para quem vem de Bragança a Lisboa. Parte por volta das 9h da manhã, e parte depois às 17h, o que lhe permite ter aqui algumas horas para estar em Lisboa.
Já o inverso não é verdade. Quem vier de Lisboa a Bragança não consegue regressar no mesmo dia. Tem de passar pelo menos 2 noites em Bragança. É evidente que essa não é uma boa prática para cativarmos a gente que visite o distrito de Bragança, Vila Real e Viseu.
É bom que quem é de Lisboa também tenha à sua disposição um meio de transporte que lhe possa ser útil.”
Jorge Gomes espera reunir na próxima semana com a companhia responsável pela carreira aérea, a Aerovip, sobre este assunto mas também para que esta entidade possa integrar a discussão que perdura há meses sobre quem deve pagar a factura da segurança nos aeródromos.
O secretário de Estado lembra que a lei determina que os proprietários dos aeródromos, neste caso os Municípios, são responsáveis pela segurança. No entanto, alguns autarcas, incluindo o de Bragança, consideram que este encargo deveria ser assegurado pelo estado.
Jorge Gomes admite, no entanto, que um dos objectivos desta linha é combater a interioridade e garante que esse aspecto vai ser tido em conta.
“Esta linha aérea foi criada com base no combate à interioridade, e como uma forma de aproximação aos grandes centros, de uma forma segura e rápida, e por isso é que é, em grande parte, suportada pelo poder central.
Tive uma reunião com o senhor secretário de estado das Infraestruturas. Estamos a trabalhar o assunto, para ver como se pode fazer o pagamento à Guarda Nacional Republicana, sem sobrecarregar as autarquias.
É dentro dessa perceptiva que depois vamos falar com os autarcas, para encontrar uma solução saudável para todas as partes.”
Na semana passada o Secretário de Estado da Administração Interna reuniu com o Secretário de Estado das Infraestruturas sobre este assunto mas ainda nada está definido.
No caso de Bragança, a presença da GNR no aeródromo para garantir a segurança dos voos representa um custo de cerca de 108 mil euros por ano.
Informação CIR (Rádio Brigantia)
“Todos nós percebemos que esta carreira aérea pode ser agradável para quem vem de Bragança a Lisboa. Parte por volta das 9h da manhã, e parte depois às 17h, o que lhe permite ter aqui algumas horas para estar em Lisboa.
Já o inverso não é verdade. Quem vier de Lisboa a Bragança não consegue regressar no mesmo dia. Tem de passar pelo menos 2 noites em Bragança. É evidente que essa não é uma boa prática para cativarmos a gente que visite o distrito de Bragança, Vila Real e Viseu.
É bom que quem é de Lisboa também tenha à sua disposição um meio de transporte que lhe possa ser útil.”
Jorge Gomes espera reunir na próxima semana com a companhia responsável pela carreira aérea, a Aerovip, sobre este assunto mas também para que esta entidade possa integrar a discussão que perdura há meses sobre quem deve pagar a factura da segurança nos aeródromos.
O secretário de Estado lembra que a lei determina que os proprietários dos aeródromos, neste caso os Municípios, são responsáveis pela segurança. No entanto, alguns autarcas, incluindo o de Bragança, consideram que este encargo deveria ser assegurado pelo estado.
Jorge Gomes admite, no entanto, que um dos objectivos desta linha é combater a interioridade e garante que esse aspecto vai ser tido em conta.
“Esta linha aérea foi criada com base no combate à interioridade, e como uma forma de aproximação aos grandes centros, de uma forma segura e rápida, e por isso é que é, em grande parte, suportada pelo poder central.
Tive uma reunião com o senhor secretário de estado das Infraestruturas. Estamos a trabalhar o assunto, para ver como se pode fazer o pagamento à Guarda Nacional Republicana, sem sobrecarregar as autarquias.
É dentro dessa perceptiva que depois vamos falar com os autarcas, para encontrar uma solução saudável para todas as partes.”
Na semana passada o Secretário de Estado da Administração Interna reuniu com o Secretário de Estado das Infraestruturas sobre este assunto mas ainda nada está definido.
No caso de Bragança, a presença da GNR no aeródromo para garantir a segurança dos voos representa um custo de cerca de 108 mil euros por ano.
Informação CIR (Rádio Brigantia)
Azeite: O fio dourado com sotaque cada vez mais estrangeiro
Portugal é o quarto maior exportador do mundo. Mas nem todo o azeite produzido no nosso país nasce de mãos nacionais
Vieram de outros países, apaixonaram-se por Portugal, pela comida, pela paisagem, pelo vinho e… pelo azeite. E azeite acabaram por fazer também. O investimento estrangeiro neste setor português não para de crescer.
Já em 2009 se falava do facto de os investidores espanhóis estarem a comprar hectares de terras no Alentejo e a plantar novos olivais – um investimento que continua a existir e tem vindo a ser reforçado de ano para ano.
No ano passado foi anunciada a plantação, no concelho da Azambuja, do maior olival da península Ibérica, com cerca de 700 hectares.
Mas além dos espanhóis, que se estima tenham cerca de 50 mil hectares de olival no Alentejo [dos cerca de 177 mil], os angolanos também são dos que mais investem.
Em Elvas está, desde 2008, a laborar a Olega, que tem mais de 90% do capital a pertencer a angolanos.
Mas estas não são as únicas nacionalidades de investidores que encontram em Portugal um bom negócio. De acordo com Henrique Herculano, do Centro de Estudos e Promoção do Azeite do Alentejo (CEPAAL), “os investidores em Portugal são sobretudo espanhóis, mas há também alguns suíços e franceses, entre outros. A aposta tem a ver com a expressão que o azeite tem nestes mercados. Pode falar–se em crescimento do negócio. Tem sido uma aposta a nível global”.
Já em 2009, os avultados investimentos feitos em Portugal eram fáceis de explicar. Por esta altura, na Andaluzia, o preço do hectare rondava os 75 mil euros, enquanto no Alentejo não ultrapassava os 30 mil.
Produção em níveis históricos A produção de azeite nacional deverá ter chegado às 100 mil toneladas na campanha de 2015-16. A estimativa é do Sistema de Informação sobre o Azeite e a Azeitona de Mesa (SIAZ), que indica que esta poderá ser a produção “mais elevada dos últimos 30 anos” no nosso país.
De acordo com o Gabinete de Planeamento, Políticas e Administração Geral (GPP), a produção de 100 mil toneladas de azeite representa um aumento de 64% face à campanha de 2014-15. Já em relação às últimas cinco campanhas, a produção cresceu em média 42,5%.
Também o Instituto Nacional de Estatística (INE) sublinha o crescimento do setor. A produção de azeitona para azeite deverá ter atingido, durante o ano passado, o terceiro maior registo dos últimos 75 anos, aproximando-se das 765 mil toneladas.
De acordo com o INE, este aumento deve-se sobretudo aos novos olivais intensivos de regadio, instalados no sul de Portugal. Só o Alentejo, nos últimos dez anos, aumentou em mais de 13 mil hectares a área de olival.
Alqueva abençoa Alentejo Os dados mostram que desde a década de 1960 que Portugal não produzia tanta azeitona para azeite. Mas afinal o que tem o Alentejo que tem despertado tanto interesse nacional e estrangeiro? A resposta é fácil: tem a Barragem do Alqueva, por exemplo.
Esta barragem, no rio Guadiana, permitiu a criação do maior reservatório artificial de água da Europa. O objetivo? Servir de regadio para o Alentejo. Resultado: um aumento do investimento.
Há precisamente um ano, o Alqueva mobilizava já quatro mil milhões de euros: 2,5 mil milhões em infraestruturas, mil milhões em projetos agrícolas, por via do Programa de Desenvolvimento Rural (Proder). Por esta altura, José Pedro Salema, presidente da Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva (EDIA), estimava que em 2020 viessem parar ao regadio pelo menos mais mil milhões de euros de financiamento a novos investimentos.
Portugal lidera exportações A venda de azeite embalado a outros países atingiu, em 2015, um volume de 30,7 mil toneladas, o que representa um aumento de 11,6% face aos números de 2007. O maior importador do azeite produzido em Portugal é o Brasil, país que tem aumentado, de ano para ano, o peso como principal destino deste produto nacional. As marcas nacionais representam, aliás, 52,2% das importações brasileiras em volume.
Só durante o ano de 2008, Portugal exportou para o Brasil 22 mil toneladas de azeite embalado no país. Mas outros mercados ganham importância para Portugal, nomeadamente Angola, Venezuela e EUA.
O país de Dilma Rousseff é, aliás, o maior comprador dos produtos das duas maiores empresas portuguesas de azeite. A Gallo, que obtém 75% da faturação fora de Portugal, tem 30% do negócio no Brasil, que é também o principal cliente do azeite da Sovena – com a marca Andorinha.
Henrique Herculano explica a expressão de Portugal neste mercado: “Portugal é o sétimo maior produtor de azeite do mundo e o quarto maior exportador. Muitos consomem azeite português e não sabem. Estão a abrir-se novos caminhos na China.”
Chineses reforçam aposta Nos últimos anos, Espanha “roubou” a Portugal a exportação de azeite para a China. Dados divulgados em 2014 mostravam que as importações chinesas de azeite quase triplicaram em cinco anos e que o maior fornecedor era Espanha.
Na sequência deste aumento do interesse da classe média chinesa por este produto, a secretária-geral adjunta do Fórum Macau, Rita Santos, disse em 2013 que vários empresários chineses estavam interessados em comprar terrenos em Portugal para produzir vinho e azeite, dois produtos que aumentaram significativamente as exportações para a China.
Aumento dos preços Em 2015, os preços acabaram por sofrer uma grande subida, depois de uma campanha menos produtiva. As empresas não só tiveram de aumentar o volume de importações como acabaram por ter de pagar mais aos fornecedores internacionais. Falamos das consequências da queda da produção (20%) em 2014, por causa das más condições climatéricas, que afetaram os olivais em alturas cruciais.
Em fevereiro de 2015, Mariana Matos, secretária-geral da Casa do Azeite, explicava que “o preço do azeite na origem, pago pelo preço da azeitona, teve um aumento na ordem dos 60%, fator que, aliado à quebra de 20% na produção nacional, vai ter de refletir–se no preço ao consumidor final”.
Este ano, os preços até podem não continuar a subir, mas estima-se que a produção e a exportação, sim. De acordo com António Simões, presidente da Sovena – grupo que detém a marca Oliveira da Serra –, “existem ainda novos mercados a abordar e novas oportunidades para explorar no sentido de cumprir o objetivo de levar o azeite aos quatro cantos do mundo”.
Jornal I
Já em 2009 se falava do facto de os investidores espanhóis estarem a comprar hectares de terras no Alentejo e a plantar novos olivais – um investimento que continua a existir e tem vindo a ser reforçado de ano para ano.
No ano passado foi anunciada a plantação, no concelho da Azambuja, do maior olival da península Ibérica, com cerca de 700 hectares.
Mas além dos espanhóis, que se estima tenham cerca de 50 mil hectares de olival no Alentejo [dos cerca de 177 mil], os angolanos também são dos que mais investem.
Em Elvas está, desde 2008, a laborar a Olega, que tem mais de 90% do capital a pertencer a angolanos.
Mas estas não são as únicas nacionalidades de investidores que encontram em Portugal um bom negócio. De acordo com Henrique Herculano, do Centro de Estudos e Promoção do Azeite do Alentejo (CEPAAL), “os investidores em Portugal são sobretudo espanhóis, mas há também alguns suíços e franceses, entre outros. A aposta tem a ver com a expressão que o azeite tem nestes mercados. Pode falar–se em crescimento do negócio. Tem sido uma aposta a nível global”.
Já em 2009, os avultados investimentos feitos em Portugal eram fáceis de explicar. Por esta altura, na Andaluzia, o preço do hectare rondava os 75 mil euros, enquanto no Alentejo não ultrapassava os 30 mil.
Produção em níveis históricos A produção de azeite nacional deverá ter chegado às 100 mil toneladas na campanha de 2015-16. A estimativa é do Sistema de Informação sobre o Azeite e a Azeitona de Mesa (SIAZ), que indica que esta poderá ser a produção “mais elevada dos últimos 30 anos” no nosso país.
De acordo com o Gabinete de Planeamento, Políticas e Administração Geral (GPP), a produção de 100 mil toneladas de azeite representa um aumento de 64% face à campanha de 2014-15. Já em relação às últimas cinco campanhas, a produção cresceu em média 42,5%.
Também o Instituto Nacional de Estatística (INE) sublinha o crescimento do setor. A produção de azeitona para azeite deverá ter atingido, durante o ano passado, o terceiro maior registo dos últimos 75 anos, aproximando-se das 765 mil toneladas.
De acordo com o INE, este aumento deve-se sobretudo aos novos olivais intensivos de regadio, instalados no sul de Portugal. Só o Alentejo, nos últimos dez anos, aumentou em mais de 13 mil hectares a área de olival.
Alqueva abençoa Alentejo Os dados mostram que desde a década de 1960 que Portugal não produzia tanta azeitona para azeite. Mas afinal o que tem o Alentejo que tem despertado tanto interesse nacional e estrangeiro? A resposta é fácil: tem a Barragem do Alqueva, por exemplo.
Esta barragem, no rio Guadiana, permitiu a criação do maior reservatório artificial de água da Europa. O objetivo? Servir de regadio para o Alentejo. Resultado: um aumento do investimento.
Há precisamente um ano, o Alqueva mobilizava já quatro mil milhões de euros: 2,5 mil milhões em infraestruturas, mil milhões em projetos agrícolas, por via do Programa de Desenvolvimento Rural (Proder). Por esta altura, José Pedro Salema, presidente da Empresa de Desenvolvimento e Infraestruturas do Alqueva (EDIA), estimava que em 2020 viessem parar ao regadio pelo menos mais mil milhões de euros de financiamento a novos investimentos.
Portugal lidera exportações A venda de azeite embalado a outros países atingiu, em 2015, um volume de 30,7 mil toneladas, o que representa um aumento de 11,6% face aos números de 2007. O maior importador do azeite produzido em Portugal é o Brasil, país que tem aumentado, de ano para ano, o peso como principal destino deste produto nacional. As marcas nacionais representam, aliás, 52,2% das importações brasileiras em volume.
Só durante o ano de 2008, Portugal exportou para o Brasil 22 mil toneladas de azeite embalado no país. Mas outros mercados ganham importância para Portugal, nomeadamente Angola, Venezuela e EUA.
O país de Dilma Rousseff é, aliás, o maior comprador dos produtos das duas maiores empresas portuguesas de azeite. A Gallo, que obtém 75% da faturação fora de Portugal, tem 30% do negócio no Brasil, que é também o principal cliente do azeite da Sovena – com a marca Andorinha.
Henrique Herculano explica a expressão de Portugal neste mercado: “Portugal é o sétimo maior produtor de azeite do mundo e o quarto maior exportador. Muitos consomem azeite português e não sabem. Estão a abrir-se novos caminhos na China.”
Chineses reforçam aposta Nos últimos anos, Espanha “roubou” a Portugal a exportação de azeite para a China. Dados divulgados em 2014 mostravam que as importações chinesas de azeite quase triplicaram em cinco anos e que o maior fornecedor era Espanha.
Na sequência deste aumento do interesse da classe média chinesa por este produto, a secretária-geral adjunta do Fórum Macau, Rita Santos, disse em 2013 que vários empresários chineses estavam interessados em comprar terrenos em Portugal para produzir vinho e azeite, dois produtos que aumentaram significativamente as exportações para a China.
Aumento dos preços Em 2015, os preços acabaram por sofrer uma grande subida, depois de uma campanha menos produtiva. As empresas não só tiveram de aumentar o volume de importações como acabaram por ter de pagar mais aos fornecedores internacionais. Falamos das consequências da queda da produção (20%) em 2014, por causa das más condições climatéricas, que afetaram os olivais em alturas cruciais.
Em fevereiro de 2015, Mariana Matos, secretária-geral da Casa do Azeite, explicava que “o preço do azeite na origem, pago pelo preço da azeitona, teve um aumento na ordem dos 60%, fator que, aliado à quebra de 20% na produção nacional, vai ter de refletir–se no preço ao consumidor final”.
Este ano, os preços até podem não continuar a subir, mas estima-se que a produção e a exportação, sim. De acordo com António Simões, presidente da Sovena – grupo que detém a marca Oliveira da Serra –, “existem ainda novos mercados a abordar e novas oportunidades para explorar no sentido de cumprir o objetivo de levar o azeite aos quatro cantos do mundo”.
Jornal I
sábado, 26 de março de 2016
Curto-circuito incendeia casa em Vale de Prados
Esta madrugada, uma habitação ardeu, na freguesia de Vale de Prados, no concelho de Macedo de Cavaleiros.
A casa era usada para passar os fins-de-semana, e tinha sido reconstruída há cerca de 2 anos. Terá sido um curto-circuito a provocar as chamas, segundo avança Duarte Moreno, presidente da Proteção Civil Municipal.
“Tinha sido reconstruída há cerca de 2 anos. Era, por isso, uma obra recente, que esta madrugada se incendiou, presumivelmente, com um curto-circuito. Ficou totalmente destruída, no interior.
Pertence a pessoas dali, que a reconstruíram e que vinham regularmente, todos os fins-de-semana, em família.”
O alerta foi dado por volta das 5.20h desta madrugada, hora a que não estaria ninguém dentro da casa. O interior da habitação terá ficado totalmente destruído, mas não deverá ser necessário a intervenção do município.
“Estive a falar com os proprietários, que disseram estar neste momento a ativar o seguro.
Também têm onde ficar, visto que vão ser acomodados pela família. De qualquer forma, o município colocou-se à disposição, até para prestarmos a nossa solidariedade nesta época festiva.
Contudo, existe um seguro de habituação, e por isso tudo deve terminar em bem.”

A casa fica situada perto do centro da aldeia. Um curto-circuito terá estado na origem deste fogo, que destruiu todo o recheio.
No local estiveram 12 bombeiros acompanhados por 3 viaturas. É a terceira habitação a arder no concelho no espaço de alguns meses.
Escrito por ONDA LIVRE
A casa era usada para passar os fins-de-semana, e tinha sido reconstruída há cerca de 2 anos. Terá sido um curto-circuito a provocar as chamas, segundo avança Duarte Moreno, presidente da Proteção Civil Municipal.
“Tinha sido reconstruída há cerca de 2 anos. Era, por isso, uma obra recente, que esta madrugada se incendiou, presumivelmente, com um curto-circuito. Ficou totalmente destruída, no interior.
Pertence a pessoas dali, que a reconstruíram e que vinham regularmente, todos os fins-de-semana, em família.”
O alerta foi dado por volta das 5.20h desta madrugada, hora a que não estaria ninguém dentro da casa. O interior da habitação terá ficado totalmente destruído, mas não deverá ser necessário a intervenção do município.
“Estive a falar com os proprietários, que disseram estar neste momento a ativar o seguro.
Também têm onde ficar, visto que vão ser acomodados pela família. De qualquer forma, o município colocou-se à disposição, até para prestarmos a nossa solidariedade nesta época festiva.
Contudo, existe um seguro de habituação, e por isso tudo deve terminar em bem.”
A casa fica situada perto do centro da aldeia. Um curto-circuito terá estado na origem deste fogo, que destruiu todo o recheio.
No local estiveram 12 bombeiros acompanhados por 3 viaturas. É a terceira habitação a arder no concelho no espaço de alguns meses.
Escrito por ONDA LIVRE
Subscrever:
Mensagens (Atom)

















