Em palco: KARETUS & CARETOS DE PODENCE
Música, Tradição e Sabores, tudo num só lugar!
Marca já na agenda, junta a malta e vem fazer a festa connosco. Os chocalhos vão ouvir-se no Parque!
11 de Julho
Em palco: KARETUS & CARETOS DE PODENCE
Música, Tradição e Sabores, tudo num só lugar!
Marca já na agenda, junta a malta e vem fazer a festa connosco. Os chocalhos vão ouvir-se no Parque!
Instituída pelas Nações Unidas, esta efeméride pretende sensibilizar governos, instituições e cidadãos para questões fundamentais relacionadas com a população mundial, incluindo:
Esta data representa um momento de reflexão global sobre a relação entre as pessoas, os recursos disponíveis e o futuro do planeta.
O Dia Mundial da População foi criado em 1989 pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).
A inspiração para esta celebração surgiu dois anos antes, em 11 de julho de 1987, data em que a população mundial atingiu simbolicamente os 5 mil milhões de habitantes. Esse momento ficou conhecido como o “Dia dos 5 Mil Milhões”.
O rápido crescimento populacional verificado ao longo do século XX despertou preocupações internacionais relacionadas com:
Perante esses desafios, as Nações Unidas decidiram criar uma data oficial que incentivasse o debate mundial sobre as questões populacionais.
Desde então, todos os anos o Dia Mundial da População é assinalado com temas específicos relacionados com os principais desafios demográficos da humanidade.
A história da humanidade está profundamente ligada à evolução da população mundial.
Durante milhares de anos, a população humana cresceu lentamente. As condições de vida eram extremamente difíceis:
Estima-se que há cerca de 10 mil anos, no início da agricultura, existissem apenas alguns milhões de pessoas em todo o planeta.
As primeiras grandes civilizações — Egito, Mesopotâmia, China, Índia e Roma — contribuíram para o crescimento populacional através do desenvolvimento da agricultura, do comércio e das cidades.
Durante a Idade Média, o crescimento populacional continuou relativamente lento.
A humanidade enfrentou sucessivas crises:
A mais conhecida foi a Peste Negra, no século XIV, que matou milhões de pessoas na Europa, Ásia e Norte de África.
As doenças contagiosas eram responsáveis por enormes perdas humanas devido à falta de conhecimento científico e de sistemas de saúde organizados.
O grande aumento populacional começou sobretudo a partir do século XVIII, com a Revolução Industrial.
O desenvolvimento científico e tecnológico trouxe melhorias significativas:
A mortalidade diminuiu consideravelmente e a esperança média de vida aumentou.
Consequentemente, a população mundial começou a crescer a um ritmo sem precedentes.
Os números demonstram a extraordinária evolução demográfica da humanidade:
Este crescimento acelerado levanta questões fundamentais sobre a capacidade do planeta para garantir qualidade de vida para todos.
O Dia Mundial da População procura alertar para vários desafios globais relacionados com o crescimento e distribuição da população.
Milhões de pessoas continuam a viver em condições de pobreza extrema.
Em muitas regiões do mundo existem dificuldades de acesso a:
O crescimento populacional nos países mais pobres pode agravar problemas sociais e económicos quando não existem recursos suficientes.
Um dos temas centrais desta data é o acesso universal à saúde reprodutiva e ao planeamento familiar.
As Nações Unidas defendem que todas as pessoas devem ter acesso a:
O crescimento das cidades é outro grande desafio contemporâneo.
Milhões de pessoas migram para áreas urbanas em busca de melhores condições de vida, o que provoca:
As cidades do futuro terão de ser mais sustentáveis, inclusivas e resilientes.
O aumento da população mundial tem impacto direto sobre os recursos naturais e o ambiente.
Questões como:
estão intimamente ligadas à relação entre população e sustentabilidade.
O desafio não está apenas no número de habitantes, mas também nos modelos de produção e consumo adotados pelas sociedades modernas.
Enquanto algumas regiões enfrentam crescimento acelerado, outras vivem o fenómeno oposto: o envelhecimento populacional.
Em muitos países desenvolvidos, incluindo Portugal, verifica-se:
Este fenómeno cria novos desafios:
Portugal acompanha as preocupações internacionais relacionadas com a demografia.
O país enfrenta atualmente desafios importantes:
Regiões do interior, como Trás-os-Montes e Bragança, sentem particularmente os efeitos da diminuição da população e da saída de habitantes para os grandes centros urbanos ou para o estrangeiro.
Ao mesmo tempo, cresce a necessidade de criar políticas que promovam:
O Dia Mundial da População está profundamente ligado aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030.
As Nações Unidas defendem um futuro baseado em:
O objetivo não é controlar populações, mas garantir que todas as pessoas possam viver com dignidade e oportunidades.
A educação é considerada uma das ferramentas mais poderosas para enfrentar os desafios demográficos.
Populações mais escolarizadas tendem a apresentar:
Investir nas pessoas é investir no futuro da humanidade.
Em muitos países, o Dia Mundial da População é assinalado através de:
Todos os anos é escolhido um tema específico relacionado com as prioridades globais do momento.
O Dia Mundial da População é uma oportunidade para refletir sobre os grandes desafios e responsabilidades da humanidade no século XXI.
A população mundial continua a crescer, mas o verdadeiro desafio não está apenas nos números — está na capacidade de construir sociedades mais justas, equilibradas e sustentáveis.
Garantir qualidade de vida, igualdade de oportunidades, proteção ambiental e respeito pelos direitos humanos é essencial para o futuro coletivo.
Celebrar esta data a 11 de julho significa reconhecer que cada pessoa conta, cada vida tem valor e cada geração possui a responsabilidade de construir um mundo melhor para as gerações futuras.
O futuro da humanidade dependerá sempre da forma como cuidamos das pessoas, do planeta e das relações entre ambos.
Texto: HM - com IA e IN
As inscrições decorrem até ao dia 3 de agosto.
Venha viver a tradição connosco!
Normas de participação AQUI.
Ficha de inscrição AQUI.
Aparece no Recinto da Feira de Carrazeda de Ansiães e junta-te a nós nesta grande festa!
Vem celebrar connosco ao sabor do que é nosso! Contamos com a tua participação para tornar este momento inesquecível.
Normas de participação AQUI.
Ficha de inscrição AQUI.
A tarde continuou com criatividade nos workshops de cortiça e atuações da Banda Filarmónica Vilarinhense e das Concertinas "Estica o Fole".
Para fechar este dia memorável em grande, os Osiv trouxeram a energia certa para uma noite vibrante!
Estas ações integram ainda um projeto que tem vindo a ser desenvolvido pelo Museu da Memória Rural dedicado à recolha, preservação e salvaguarda da literatura oral das comunidades locais. Através de entrevistas aos habitantes mais idosos e a outros detentores de saberes tradicionais, são registados contos, lendas, cantigas, provérbios, rezas, lengalengas, alcunhas e outras manifestações do património imaterial, contribuindo para a preservação da identidade cultural do concelho.
Cada sessão culmina com um momento de partilha junto da comunidade, onde são apresentados os testemunhos recolhidos em vídeo, permitindo aos participantes reverem-se nas histórias, tradições e memórias da sua terra. O encontro é ainda enriquecido com um momento cultural, promovendo o diálogo entre gerações e reforçando o sentimento de pertença à comunidade.
Ao longo dos próximos quatro anos, o projeto Cultura para Todos percorrerá todas as aldeias do concelho de Carrazeda de Ansiães, levando iniciativas culturais e desportivas a todo o território. Com este projeto, pretende-se reforçar a ligação à comunidade através da recolha e valorização da memória coletiva, garantindo que todos os cidadãos, independentemente da idade ou do local onde residem, tenham acesso à cultura, à participação comunitária e a oportunidades de convívio.
Três momentos importantes, um compromisso constante com o desenvolvimento do nosso território.
Saiba mais sobre o programa, as condições de participação e candidate-se AQUI.
Ao longo dos anos, esta história deu origem a inúmeras adaptações, tanto na literatura como no cinema, em diversos países. A sua popularidade atravessou gerações e continua a encantar crianças e jovens, graças à riqueza da imaginação e às mensagens intemporais que transmite.
𝐔𝐦𝐚 𝐞𝐱𝐩𝐞𝐫𝐢𝐞̂𝐧𝐜𝐢𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐭𝐨𝐝𝐚 𝐚 𝐟𝐚𝐦𝐢́𝐥𝐢𝐚 𝐪𝐮𝐞 𝐜𝐨𝐧𝐯𝐢𝐝𝐚 𝐚 𝐫𝐞𝐝𝐞𝐬𝐜𝐨𝐛𝐫𝐢𝐫 𝐮𝐦 𝐝𝐨𝐬 𝐠𝐫𝐚𝐧𝐝𝐞𝐬 𝐜𝐥𝐚́𝐬𝐬𝐢𝐜𝐨𝐬 𝐝𝐚 𝐥𝐢𝐭𝐞𝐫𝐚𝐭𝐮𝐫𝐚 𝐢𝐧𝐟𝐚𝐧𝐭𝐢𝐥.
Quem nasce, ou cresce, aqui aprende cedo o valor do trabalho, da solidariedade e da terra. As pessoas conhecem-se pelo nome, ajudam-se nos momentos difíceis e partilham histórias que passam de geração em geração. No entanto, enquanto o mundo acelera com tecnologia, globalização e comunicação instantânea, muitos perguntam que lugar resta para regiões como a nossa?
O mundo global apresenta-se cheio de oportunidades. A internet liga pessoas de continentes diferentes em segundos, novas ideias circulam rapidamente e as culturas encontram-se de forma nunca antes vista. Para quem vive longe dos grandes centros urbanos, esta realidade pode parecer distante. Muitos jovens de Bragança partem para cidades maiores ou para outros países à procura de trabalho, estudos ou novas experiências. É uma viagem que mistura esperança e saudade.
Contudo, ser transmontano não é apenas viver num lugar isolado. É sobretudo carregar uma herança cultural rica, feita de tradições, gastronomia, festividades e uma ligação profunda à natureza. Aqui valorizam-se os produtos da terra e um ritmo de vida que permite olhar o horizonte com calma. Este modo de viver pode parecer simples, mas contém uma sabedoria que o mundo moderno e apressado muitas vezes esquece.
Ao mundo global, um transmontano poderia dizer. Não confundam desenvolvimento com esquecimento das raízes. O progresso não deve apagar identidades locais, mas sim fortalecê-las. As regiões possuem histórias únicas, saberes próprios e uma forma particular de ver a vida. Quando estas diferenças são preservadas, o mundo torna-se mais rico, mais diverso e mais humano.
Ao mesmo tempo, esta carta não é um pedido de reconhecimento. É mais uma mensagem de abertura. Bragança e Trás-os-Montes não querem ficar presos ao passado. Pelo contrário, desejam participar no futuro. Universidades, projetos culturais, turismo sustentável e inovação agrícola são exemplos de como uma região tradicional pode dialogar com o mundo moderno.
A globalização não significa uniformidade. Pode ser uma ligação entre lugares distantes, permitindo que pequenas regiões partilhem as suas histórias e aprendam com outras culturas. Um transmontano pode trabalhar online para empresas internacionais, estudar noutras cidades e ainda assim manter viva a ligação à sua terra. Hoje, a distância já não é uma barreira tão forte como foi no passado.
Talvez o grande desafio esteja em equilibrar estes dois mundos, o da tradição e o da mudança. Manter vivas as aldeias, preservar a paisagem e as tradições, enquanto se cria espaço para a inovação, a educação e oportunidades para as novas gerações. Se esse equilíbrio for alcançado, Bragança será um exemplo de como o local e o global podem coexistir.
Assim termina esta carta imaginária de um transmontano para o mundo global. Não é um adeus, mas um convite. Um convite para conhecer uma terra onde as pessoas ainda valorizam o tempo e a proximidade, e onde o futuro pode nascer sem esquecer o passado.
Sejam bem-vindos ao Distrito de Bragança.
Mesmo num mundo à distância de um clique, a identidade de cada lugar continua a ser aquilo que dá sentido ao caminho comum da humanidade.
A ExpoVila arrancou ontem, em Vila Flor, para quatro dias dedicados à promoção do concelho, reunindo produtores, empresas, gastronomia e animação. Nesta quinta edição, o azeite assume o papel de destaque, num certame que pretende valorizar a identidade local e dinamizar a economia da região, com um programa pensado para atrair visitantes de várias partes do país.
Jornalista: Vitória Botelho
A palestra vai contar com a presença de médicos especialistas e de renome internacional. Marcam presença Luís Gonzaga Frias, Margarida Gouveia, Sílvio Boraks, Fernanda Estevinho, João Leite-Moreira e Paulo Subtil.
Além desta palestra, o Centro de Saúde de Macedo de Cavaleiros acolhe, no sábado, entre as 9h00 e as 18h00, rastreios de diagnóstico do cancro da cavidade oral, como acrescenta António Machado:
A prevenção do cancro é o foco da delegação desde 2014:
Esta conferência é a terceira edição organizada pela Liga Portuguesa Contra o Cancro e pela Associação Portuguesa de Medicina Dentária Hospitalar, em parceria com a Unidade Local de Saúde do Nordeste e com o Município de Macedo de Cavaleiros.
A iniciativa pretende aproximar o público da ópera e da música clássica, através de um concerto ao ar livre.
Segundo explica o presidente da Câmara de Mogadouro, António Pimentel, a refuncionalização da escola permitiu transformar o espaço em alojamento local.
“Isto faz parte de um primeiro lote de escolas que concursámos há menos de um ano e que estão todas elas, neste momento, em fase de conclusão. Esta está concluída e por isso procedemos à inauguração. Portanto, representa um equipamento ao qual foi um equipamento muito útil porque são dois T2, podendo até ser um T3, dado que ainda tem compartimento pode ser usado como escritório ou como beliche, e está munida também de um parque infantil e de uma piscina para quem aqui quiser vir passar uns dias de descanso”
Segundo o município esta valencia tem como objetivo impulsionar o turismo no concelho, bem como a economia local.
Esta unidade é a primeira de um lote de quatro. As restantes já estão em fase de conclusão e estarão brevemente prontas a serem inauguradas, adiantou o autarca.
“Dentro de pouco tempo procederemos à inauguração das restantes 4 que estão em conclusão. Esta é a primeira. O investimento desta unidade anda à volta dos 160 a 180 mil euros”
A inauguração desta nova valência na aldeia de Tó decorreu durante a visita do ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, à Região, no passado dia 6.
Ao todo, o município de Mogadouro, quer recuperar 50 imóveis para fins turísticos, 11 dos quais antigas escolas do concelho.
Conhecer e perceber algumas regras e sinais de trânsito foi uma das atividades que mais agradou às crianças.
“Aprendi as regras sobre como nos orientarmos no trânsito.”, disse uma das crianças presentes explicando a importância de ter conhecimento dos cuidados a ter para “não ter acidentes”.
Outra das crianças presentes no evento da GNR explicou o que fez ao longo da manhã.
“Já estivemos nos carrinhos, já fomos um bocadinho aos insufláveis.” questionada se acredita que é importante ir até ao comando territorial da GNR, a resposta foi afirmativa. “Acho porque algum dia podemos precisar.”
“O objetivo é trazer as crianças à nossa instituição, e não irmos sempre nós às escolas sensibilizar, falar sobre as questões. É trazê-los cá, mostrar-lhes um pouco aquilo que fazemos com alguma diversão. O objetivo no fundo é também apoiar e ajudar aqui a criar uma semente no sentido de, no futuro, termos militares da Guarda e proporcionar um dia diferente. Não querendo fazer um juízo em causa própria, posso dizer que as crianças adoram. Nós vamos às escolas ao longo das semanas, passam o ano todo a perguntar quando é que é o Open Day da GNR”, disse.
O Open Day da GNR de Bragança acontece desde 2017 e este ano reuniu mais de 2300 crianças, ao longo de todo o dia.