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BRAGANÇA
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(Henrique Martins)
COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
quinta-feira, 1 de outubro de 2026
DIA MUNDIAL DA MÚSICA 🎵
Para assinalar a efeméride, Vila Flor vai encher-se de ritmo, harmonia e muita animação! No próximo dia 4 de outubro, junte-se à celebração cultural promovida pela associação ComCordas Com Arte (Bombos Cavaquinhos), num programa pensado para toda a família:
11h45 – Momento Musical no Adro da Igreja Matriz de Vila Flor
14h00 – Grande Concerto com os Grupos Convidados e os ComCordas
16h00 – Bailarico animado com "Gui Show" (Centro Cultural)
Traga os amigos e a família e venha celebrar a música.
Data: Dom, 4 de Outubro
Apoio: Município de Vila Flor
Dia Internacional dos Idosos - 1 de Outubro
O Dia Internacional dos Idosos, celebrado anualmente a 1 de outubro, constitui uma das mais importantes datas de reconhecimento da dignidade, da experiência e do valor humano das pessoas idosas na sociedade contemporânea. Mais do que uma simples homenagem, esta efeméride representa um momento de reflexão coletiva sobre o envelhecimento, os direitos das pessoas mais velhas, os desafios sociais associados à longevidade e o papel essencial que os idosos desempenham na preservação da memória, da cultura e dos valores humanos.
A história da Humanidade está profundamente ligada ao respeito pelos mais velhos. Desde as civilizações antigas, os idosos eram frequentemente vistos como guardiões da sabedoria, conselheiros das comunidades e transmissores de conhecimentos acumulados ao longo da vida. Nas sociedades tradicionais, a experiência era valorizada como uma riqueza indispensável para a sobrevivência coletiva. Os anciãos ocupavam posições de prestígio e autoridade, sendo responsáveis por orientar famílias, tribos e comunidades.
Na Grécia Antiga, os idosos eram frequentemente associados à prudência e à sabedoria filosófica. Em Roma, o próprio termo “senado” deriva da palavra latina senex, que significa “velho”, refletindo o reconhecimento da experiência dos mais velhos na vida política e pública. Em muitas culturas africanas, asiáticas e indígenas, os anciãos continuaram durante séculos a desempenhar funções centrais na organização social, espiritual e cultural.
Contudo, com a industrialização e a modernização das sociedades, sobretudo a partir do século XIX, o estatuto social dos idosos começou a transformar-se. O ritmo acelerado da produção industrial, o crescimento urbano e as mudanças económicas alteraram profundamente as estruturas familiares e sociais. Em muitos casos, a valorização da juventude, da produtividade e da rapidez passou a sobrepor-se à experiência e à memória histórica representadas pelas gerações mais velhas.
Apesar disso, o aumento da esperança média de vida ao longo do século XX trouxe uma nova realidade demográfica ao mundo. Os avanços da medicina, da alimentação, das condições sanitárias e da proteção social permitiram que milhões de pessoas vivessem mais anos e com melhor qualidade de vida. O envelhecimento da população tornou-se então uma das maiores transformações sociais da era moderna.
Foi perante esta nova realidade que as Nações Unidas começaram a desenvolver políticas e iniciativas dedicadas à proteção e valorização das pessoas idosas. Em 1982 realizou-se, em Viena, a Primeira Assembleia Mundial sobre o Envelhecimento, organizada pela ONU. Este encontro internacional representou um marco histórico na criação de estratégias globais relacionadas com o envelhecimento populacional e os direitos dos idosos.
Mais tarde, em 1990, a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou oficialmente o dia 1 de outubro como o Dia Internacional dos Idosos. A primeira celebração ocorreu em 1991, com o objetivo de sensibilizar a sociedade para as questões relacionadas com o envelhecimento e promover o respeito, a inclusão e a proteção das pessoas idosas em todo o mundo.
Ao longo dos anos, esta data ganhou crescente importância internacional. Todos os anos, governos, instituições sociais, organizações culturais, escolas e comunidades promovem iniciativas dedicadas à valorização dos idosos, destacando o seu contributo para a sociedade e alertando para os desafios que muitos enfrentam.
O envelhecimento populacional é atualmente uma das maiores transformações demográficas globais. Em muitos países, o número de pessoas com mais de 60 anos cresce rapidamente, alterando estruturas económicas, sociais e familiares. Este fenómeno exige novas políticas públicas relacionadas com saúde, segurança social, mobilidade, habitação, inclusão digital e participação social.
Mas falar de envelhecimento não significa apenas abordar desafios. Significa também reconhecer conquistas humanas extraordinárias. Hoje, muitas pessoas idosas mantêm uma vida ativa, participativa e culturalmente rica. Continuam a trabalhar, ensinar, criar, aprender, cuidar das famílias e participar ativamente nas comunidades. A idade avançada deixou de ser sinónimo inevitável de incapacidade ou dependência.
O Dia Internacional dos Idosos procura precisamente combater preconceitos relacionados com a idade, frequentemente designados por “idadismo”. Este tipo de discriminação manifesta-se através da marginalização social, da invisibilidade cultural ou da ideia errada de que os idosos são menos capazes ou menos importantes. A valorização da pessoa idosa passa por reconhecer que cada vida acumula experiências, memórias, afetos e conhecimentos únicos.
Os idosos desempenham um papel fundamental na transmissão da memória histórica e cultural entre gerações. São eles que preservam tradições, histórias familiares, saberes populares, costumes e valores humanos. Em muitas famílias, os avós representam o elo afetivo e emocional que une diferentes gerações.
Além disso, milhões de idosos continuam a desempenhar funções essenciais na sociedade, muitas vezes de forma silenciosa e pouco reconhecida. Cuidam de netos, apoiam familiares, colaboram em instituições sociais, participam em atividades culturais e mantêm vivas tradições locais e comunitárias.
O envelhecimento digno tornou-se também uma questão central dos direitos humanos. A proteção contra o abandono, os maus-tratos, a violência, a negligência e a exclusão social é hoje uma prioridade internacional. Em muitos países existem ainda situações preocupantes de isolamento social, pobreza e vulnerabilidade entre a população idosa, especialmente em zonas rurais ou economicamente desfavorecidas.
A pandemia de COVID-19 veio demonstrar de forma dramática a fragilidade de muitos idosos perante crises sanitárias e sociais. Ao mesmo tempo, evidenciou a necessidade de construir sociedades mais solidárias, humanas e inclusivas, capazes de proteger e valorizar os mais velhos.
O Dia Internacional dos Idosos é também uma oportunidade para refletir sobre o próprio significado do envelhecimento. Envelhecer é uma conquista da vida. Cada ruga, cada memória e cada experiência representam um percurso humano irrepetível. Uma sociedade verdadeiramente desenvolvida não é aquela que valoriza apenas a juventude, mas aquela que respeita todas as etapas da vida.
A data de 1 de outubro recorda-nos que os idosos não são apenas parte do passado: são parte ativa do presente e elementos fundamentais na construção do futuro. O conhecimento acumulado pelas gerações mais velhas continua a ser indispensável para enfrentar os desafios do mundo contemporâneo.
Celebrar este dia é, portanto, reconhecer o valor da experiência humana, da memória coletiva e da solidariedade entre gerações. É afirmar que o respeito pelos idosos é um sinal de civilização, humanidade e maturidade social.
Porque cada idoso transporta consigo histórias de vida, sacrifícios, aprendizagens e afetos.
Porque cuidar dos idosos é preservar a nossa própria memória coletiva.
Porque uma sociedade que honra os seus idosos constrói um futuro mais humano, mais justo e mais digno para todos.
Texto: HM - com IA e IN
Dia Internacional da Não Violência - 2 de Outubro
O Dia Internacional da Não Violência, celebrado anualmente a 2 de outubro, constitui uma das mais significativas datas dedicadas à promoção da paz, da tolerância, do diálogo e do respeito entre os povos. Esta comemoração recorda à Humanidade que a verdadeira força não reside na agressão, no ódio ou na destruição, mas sim na capacidade de resolver conflitos através da compreensão, da justiça e da dignidade humana.
A escolha do dia 2 de outubro não é casual. A data assinala o nascimento de Mohandas Karamchand Gandhi, conhecido mundialmente como Mahatma Gandhi, uma das figuras mais influentes da História contemporânea e símbolo universal da resistência pacífica. A sua vida e pensamento transformaram profundamente os movimentos de libertação, os direitos civis e as lutas sociais em todo o mundo.
Mahatma Gandhi nasceu a 2 de outubro de 1869, em Porbandar, na Índia, então sob domínio britânico. Desde cedo demonstrou grande interesse pelos valores da justiça, da espiritualidade e da verdade. Formado em Direito, Gandhi viveu durante vários anos na África do Sul, onde testemunhou diretamente práticas de discriminação racial e violência contra comunidades indianas. Foi nesse contexto que começou a desenvolver a filosofia da resistência pacífica e da desobediência civil não violenta.
A sua visão assentava no princípio do ahimsa, palavra de origem sânscrita que significa “não causar dano” ou “não violência”. Contudo, para Gandhi, a não violência não era apenas a ausência de agressão física. Era uma atitude moral, espiritual e política baseada na verdade, no respeito pelo próximo e na recusa do ódio. Defendia que a transformação social deveria acontecer através da coragem moral e da resistência pacífica, nunca pela destruição do adversário.
Outro conceito fundamental na filosofia gandhiana era o satyagraha, expressão que pode ser traduzida como “força da verdade” ou “persistência na verdade”. Gandhi acreditava que a injustiça poderia ser combatida sem recorrer à violência, utilizando métodos como manifestações pacíficas, boicotes, greves, marchas e atos de desobediência civil.
A sua liderança tornou-se decisiva na luta pela independência da Índia. Um dos episódios mais emblemáticos foi a famosa Marcha do Sal, em 1930, quando Gandhi conduziu milhares de pessoas numa caminhada de cerca de 400 quilómetros para protestar contra o monopólio britânico sobre a produção de sal. Este ato pacífico tornou-se um símbolo internacional da resistência não violenta.
Ao longo da sua vida, Gandhi enfrentou prisões, perseguições e violência, mas manteve sempre a convicção de que “a não violência é a arma dos fortes”. O seu exemplo inspirou inúmeros líderes e movimentos em diferentes partes do mundo, incluindo Martin Luther King Jr. nos Estados Unidos, Nelson Mandela na África do Sul e diversas lutas pelos direitos humanos e pela liberdade.
Reconhecendo o impacto universal da mensagem de Gandhi, a Assembleia Geral das Nações Unidas proclamou oficialmente, em 2007, o dia 2 de outubro como o Dia Internacional da Não Violência. A iniciativa teve como objetivo promover uma cultura global de paz, tolerância, compreensão e respeito pelos direitos humanos.
A criação desta data reflete também a preocupação crescente da comunidade internacional perante os conflitos armados, o terrorismo, o extremismo, a violência doméstica, o bullying, a discriminação e todas as formas de agressão física ou psicológica que continuam presentes no mundo contemporâneo.
A não violência não significa passividade ou fraqueza. Pelo contrário, exige coragem, autocontrolo, empatia e capacidade de diálogo. Resolver conflitos sem violência requer inteligência emocional, respeito pela dignidade humana e vontade de construir soluções justas e duradouras.
Historicamente, muitas das maiores transformações sociais ocorreram através de movimentos pacíficos. A luta pelos direitos civis nos Estados Unidos, liderada por Martin Luther King Jr., utilizou princípios inspirados diretamente na filosofia de Gandhi. Também Nelson Mandela, apesar do contexto extremamente difícil do apartheid, procurou construir um caminho de reconciliação nacional baseado no diálogo e no perdão.
Ao longo das décadas, a ideia da não violência expandiu-se para diferentes áreas da sociedade. Hoje, fala-se de não violência na educação, nas relações familiares, na política, na comunicação social e até na proteção ambiental. A construção de sociedades pacíficas depende não apenas da ausência de guerras, mas também da existência de justiça social, igualdade, respeito e inclusão.
O Dia Internacional da Não Violência convida igualmente à reflexão sobre as formas subtis de violência presentes no quotidiano. A violência pode manifestar-se através de palavras, discriminação, intolerância, exclusão social, racismo, xenofobia, abuso psicológico ou disseminação do ódio. Muitas vezes, estas atitudes silenciosas criam divisões profundas dentro das comunidades e alimentam conflitos maiores.
Num mundo marcado por crises internacionais, guerras, tensões políticas e desigualdades sociais, a mensagem da não violência mantém-se profundamente atual. A paz não é apenas a ausência de conflito armado; é a construção contínua de relações humanas baseadas no respeito e na solidariedade.
A educação desempenha um papel essencial nesta transformação. Ensinar crianças e jovens a dialogar, respeitar diferenças, resolver conflitos pacificamente e valorizar os direitos humanos é fundamental para criar culturas de paz. Escolas, famílias, instituições e meios de comunicação possuem responsabilidade na promoção destes valores.
A data de 2 de outubro é também uma homenagem a todos aqueles que, ao longo da História, escolheram a paz em vez do ódio, a palavra em vez da agressão e a reconciliação em vez da vingança. É um convite à responsabilidade individual e coletiva na construção de um mundo mais humano.
Cada pequeno gesto de compreensão, respeito ou solidariedade representa uma forma de resistência contra a violência. A mudança começa frequentemente nas atitudes mais simples do quotidiano: ouvir o outro, respeitar diferenças, evitar discursos de ódio, promover o diálogo e praticar a empatia.
Celebrar o Dia Internacional da Não Violência é reafirmar que a paz não nasce da imposição do medo, mas da força da consciência humana. É reconhecer que a verdadeira grandeza de uma sociedade mede-se pela forma como resolve os seus conflitos e protege a dignidade das pessoas.
Porque a violência destrói, mas a não violência transforma.
Porque a paz não é sinal de fraqueza, mas expressão de coragem e humanidade.
Porque o futuro do mundo depende da capacidade de construir pontes em vez de muros, diálogo em vez de conflito e esperança em vez de ódio.
Texto: HM - com IA e IN
quarta-feira, 30 de setembro de 2026
𝑨 𝑷𝒓𝒆𝒔𝒊𝒅𝒆𝒏𝒕𝒆 𝑬𝒙𝒑𝒍𝒊𝒄𝒂 - Setembro - 2026
Esta é uma rubrica mensal dedicada a apresentar, de forma próxima e transparente, um balanço dos principais acontecimentos e decisões do Município.
Mais informações AQUI.
𝗥𝗼𝗰𝗮𝘀 𝗱𝗲 𝗳𝗶𝗮𝗿
Feitas e decoradas à navalha pelos pastores da região, nas horas vagas do pastoreio, eram depois utilizadas pelas mulheres para fiar, sobretudo durante os longos serões de inverno. Eram também objetos de oferta, destinados à "patroa", à "conversada" ou à "prometida".
É no cabo que a chamada arte da navalha se revela com maior detalhe. Com golpes precisos na madeira, surgem corações e cruzes, figuras humanas, cavaleiros, flores e animais como galos, serpentes ou pavões. No topo, o roquil, onde se prendia a lã a fiar, ergue-se numa torre rendilhada de janelas e arcadas, que faz lembrar a de um castelo ou de uma catedral.
Cada roca é, por isso, diferente.
𝗛𝗮́ 𝘀𝗲𝗺𝗽𝗿𝗲 𝗺𝗮𝗶𝘀 𝘂𝗺𝗮 𝗰𝘂𝗿𝗶𝗼𝘀𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲 𝗮̀ 𝗲𝘀𝗽𝗲𝗿𝗮 𝗱𝗲 𝘀𝗲𝗿 𝗱𝗲𝘀𝗰𝗼𝗯𝗲𝗿𝘁𝗮.
𝑂𝑠 𝑔𝑎𝑏𝑖𝑛𝑒𝑡𝑒𝑠 𝑑𝑒 𝑐𝑢𝑟𝑖𝑜𝑠𝑖𝑑𝑎𝑑𝑒𝑠, 𝑠𝑢𝑟𝑔𝑖𝑑𝑜𝑠 𝑛𝑎 𝐸𝑢𝑟𝑜𝑝𝑎 𝑒𝑛𝑡𝑟𝑒 𝑜𝑠 𝑠𝑒́𝑐𝑢𝑙𝑜𝑠 𝑋𝑉𝐼 𝑒 𝑋𝑉𝐼𝐼, 𝑟𝑒𝑢𝑛𝑖𝑎𝑚 𝑜𝑏𝑗𝑒𝑡𝑜𝑠 𝑟𝑎𝑟𝑜𝑠 𝑒 𝑠𝑢𝑟𝑝𝑟𝑒𝑒𝑛𝑑𝑒𝑛𝑡𝑒𝑠. 𝐸𝑠𝑡𝑒𝑠 𝑝𝑒𝑞𝑢𝑒𝑛𝑜𝑠 𝑢𝑛𝑖𝑣𝑒𝑟𝑠𝑜𝑠 𝑑𝑒 𝑐𝑜𝑛ℎ𝑒𝑐𝑖𝑚𝑒𝑛𝑡𝑜 𝑠𝑎̃𝑜 ℎ𝑜𝑗𝑒 𝑟𝑒𝑐𝑜𝑛ℎ𝑒𝑐𝑖𝑑𝑜𝑠 𝑐𝑜𝑚𝑜 𝑜𝑠 𝑝𝑟𝑒𝑐𝑢𝑟𝑠𝑜𝑟𝑒𝑠 𝑑𝑜𝑠 𝑚𝑢𝑠𝑒𝑢𝑠 𝑚𝑜𝑑𝑒𝑟𝑛𝑜𝑠.
𝗦𝗽𝗶𝗻𝗻𝗶𝗻𝗴 𝗱𝗶𝘀𝘁𝗮𝗳𝗳𝘀
Made and decorated with a knife by the region's shepherds during their spare hours from herding, they were then used by women for spinning, above all through the long winter evenings. Many were also gifts, intended for the "patroa", the "conversada" or the "prometida" (the mistress of the house, the sweetheart, the betrothed).
It is on the handle that the so-called knife work reveals itself in greatest detail. Precise strokes in the wood bring forth hearts and crosses, human figures, knights, flowers and animals such as roosters, serpents or peacocks. At the top, the distaff head that held the wool to be spun rises into a lace-like tower of windows and arcades, recalling that of a castle or a cathedral.
Each one is therefore different.
𝗧𝗵𝗲𝗿𝗲 𝗶𝘀 𝗮𝗹𝘄𝗮𝘆𝘀 𝗼𝗻𝗲 𝗺𝗼𝗿𝗲 𝗰𝘂𝗿𝗶𝗼𝘀𝗶𝘁𝘆 𝘄𝗮𝗶𝘁𝗶𝗻𝗴 𝘁𝗼 𝗯𝗲 𝗱𝗶𝘀𝗰𝗼𝘃𝗲𝗿𝗲𝗱.
𝐶𝑎𝑏𝑖𝑛𝑒𝑡𝑠 𝑜𝑓 𝑐𝑢𝑟𝑖𝑜𝑠𝑖𝑡𝑖𝑒𝑠, 𝑤ℎ𝑖𝑐ℎ 𝑒𝑚𝑒𝑟𝑔𝑒𝑑 𝑖𝑛 𝐸𝑢𝑟𝑜𝑝𝑒 𝑏𝑒𝑡𝑤𝑒𝑒𝑛 𝑡ℎ𝑒 16𝑡ℎ 𝑎𝑛𝑑 17𝑡ℎ 𝑐𝑒𝑛𝑡𝑢𝑟𝑖𝑒𝑠, 𝑏𝑟𝑜𝑢𝑔ℎ𝑡 𝑡𝑜𝑔𝑒𝑡ℎ𝑒𝑟 𝑟𝑎𝑟𝑒 𝑎𝑛𝑑 𝑠𝑢𝑟𝑝𝑟𝑖𝑠𝑖𝑛𝑔 𝑜𝑏𝑗𝑒𝑐𝑡𝑠. 𝑇ℎ𝑒𝑠𝑒 𝑠𝑚𝑎𝑙𝑙 𝑢𝑛𝑖𝑣𝑒𝑟𝑠𝑒𝑠 𝑜𝑓 𝑘𝑛𝑜𝑤𝑙𝑒𝑑𝑔𝑒 𝑎𝑟𝑒 𝑡𝑜𝑑𝑎𝑦 𝑟𝑒𝑐𝑜𝑔𝑛𝑖𝑠𝑒𝑑 𝑎𝑠 𝑡ℎ𝑒 𝑓𝑜𝑟𝑒𝑟𝑢𝑛𝑛𝑒𝑟𝑠 𝑜𝑓 𝑚𝑜𝑑𝑒𝑟𝑛 𝑚𝑢𝑠𝑒𝑢𝑚.
𝐎𝐑𝐂̧𝐀𝐌𝐄𝐍𝐓𝐎 𝐏𝐀𝐑𝐓𝐈𝐂𝐈𝐏𝐀𝐓𝐈𝐕𝐎 𝐉𝐎𝐕𝐄𝐌 𝟐𝟎𝟐𝟔 | 𝐂𝐀𝐍𝐃𝐈𝐃𝐀𝐓𝐔𝐑𝐀𝐒 𝐀𝐁𝐄𝐑𝐓𝐀𝐒
Tens uma ideia para melhorar o concelho? Gostavas de ver um projeto teu concretizado? Esta é a tua oportunidade de participar, apresentar a tua proposta e contribuir para o futuro de Macedo de Cavaleiros.
𝟓𝟎.𝟎𝟎𝟎€ 𝐏𝐀𝐑𝐀 𝐀𝐒 𝐈𝐃𝐄𝐈𝐀𝐒 𝐃𝐎𝐒 𝐉𝐎𝐕𝐄𝐍𝐒!
O OP Jovem é uma oportunidade para os jovens participarem ativamente nas decisões e contribuírem para o desenvolvimento do concelho, através da apresentação de propostas em diferentes áreas de atuação.
ÁREAS DE ATUAÇÃO
• Educação/Formação
• Desporto
• Emprego
• Empreendedorismo e apoio ao Investimento
• Cultura
• Ambiente e Saúde
• Associativismo Juvenil
CALENDARIZAÇÃO | EDIÇÃO 2026
• 26 de outubro a 6 de novembro: análise técnica
• 7 a 20 de novembro: apresentação de alegações
• 23 a 30 de novembro: análise técnica das alegações
• 2 a 30 de dezembro: votação das propostas validadas
• A partir de 6 de janeiro de 2027: divulgação dos resultados
𝐏𝐀𝐑𝐓𝐈𝐂𝐈𝐏𝐀. 𝐏𝐑𝐎𝐏𝐎̃𝐄. 𝐓𝐑𝐀𝐍𝐒𝐅𝐎𝐑𝐌𝐀.
Apresenta a tua proposta até 𝟐𝟓 𝐝𝐞 𝐨𝐮𝐭𝐮𝐛𝐫𝐨 e ajuda a transformar uma ideia num projeto para Macedo de Cavaleiros.
Acede à página do Orçamento Participativo Jovem no site do Município de Macedo de Cavaleiros:
Associação de Municípios da Terra Quente Transmontana promove mais uma “Semana do Animal”
A iniciativa decorre até ao próximo dia 11 de outubro e pretende promover a adoção de animais abandonados recolhidos pelos municípios, contribuindo para o aumento da taxa de adoção e sensibilizando a população para a importância da proteção, dos direitos e do bem-estar dos animais de companhia.
Os interessados podem dirigir-se às instalações do Cantinho do Animal, localizadas em Urjais, Frechas, com atendimento entre as 09h00 e as 16h00, nos dias úteis, e entre as 09h00 e as 12h00, aos fins de semana e feriados.
O Centro de Recolha Oficial (CRO) de Animais de Companhia Intermunicipal da Terra Quente Transmontana serve os cinco municípios que integram a associação: Alfândega da Fé, Carrazeda de Ansiães, Macedo de Cavaleiros, Mirandela e Vila Flor.
Carrazeda de Ansiães promove oficina sobre antigos fornos de secar figos
A atividade pretende levar os participantes à descoberta dos antigos fornos de secar figos e dos saberes tradicionais associados à produção e transformação deste fruto.
A oficina começa às 09h00, no CITICA, de onde os participantes seguem para Lavandeira. Na aldeia será feita uma apresentação das atividades e dos métodos tradicionais associados ao tratamento dos figos, desde a apanha e seleção até à preparação, secagem ao sol e escaldamento.
Segue-se um percurso de dois a três quilómetros pelas ruas da aldeia, à descoberta dos antigos fornos de secagem.
Ao longo do percurso, os participantes terão a oportunidade de conhecer estes elementos do património local e assistir a uma demonstração do processo tradicional de secagem dos figos no forno, bem como das técnicas de acondicionamento e armazenamento do produto final.
O programa inclui ainda um momento de partilha de histórias, memórias e saberes tradicionais, reforçando a componente imaterial da iniciativa e o papel das comunidades na preservação da identidade cultural do território.
Após o almoço, as atividades prosseguem junto a um forno tradicional a lenha, onde os participantes poderão experimentar diferentes formas de transformação do figo e de outros produtos locais, nomeadamente através da confeção de pão com figos, pão tradicional e compota de figos.
A tarde termina com a degustação dos produtos confecionados e de outros sabores característicos da região.
A participação tem um custo de 15 euros, valor que inclui seguro, transporte, almoço e kit de participante.
As inscrições estão abertas até 30 de setembro e podem ser feitas online ou presencialmente na Loja Interativa de Turismo (LIT) de Carrazeda de Ansiães.
Alfândega da Fé vai reabilitar 46 casas para habitação social
Os imóveis tinham já sido adquiridos pela autarquia há cerca de dois anos e o município deu agora início aos trabalhos de requalificação das primeiras 15 habitações, localizadas no centro da vila.
As casas destinam-se a famílias do concelho em situação de maior vulnerabilidade, que poderão ter acesso a habitação a custos mais acessíveis após a conclusão das obras, prevista para o final do próximo ano.
O presidente da Câmara Municipal de Alfândega da Fé, Eduardo Tavares, explica que esta medida pretende aumentar a oferta de habitação social no concelho:
“É, de facto, a criação de habitação social no nosso concelho, que deriva do Programa 1.º Direito, uma Estratégia Local de Habitação que estamos a desenvolver já há alguns anos e que agora estamos a materializar com a execução da obra.
São 46 habitações que adquirimos, outras já eram propriedade do município, para criarmos 46 novos fogos de habitação social no nosso concelho, num investimento de quase cinco milhões de euros, que pretendemos concluir até ao próximo ano.”
Os serviços sociais da Câmara já sinalizaram as famílias com maiores necessidades e existe uma lista de espera.
Segundo a autarquia, a aquisição de imóveis no centro histórico da vila pretende também contribuir para a dinamização desta zona e evitar a concentração da habitação social numa única área.
O investimento global ronda os 4,5 milhões de euros, sendo que a empreitada relativa às primeiras 15 habitações foi adjudicada por cerca de 1,8 milhões de euros.
O anúncio foi feito na última Assembleia Municipal, realizada a 19 de setembro, onde foram também apresentados outros investimentos, nomeadamente a reabilitação da Escola Básica do 1.º Ciclo e do pavilhão gimnodesportivo, num valor global de cerca de 800 mil euros.
Na escola, a intervenção, orçada em 500 mil euros, prevê melhorias ao nível do conforto térmico e a criação de zonas de sombreamento nos espaços de recreio, proporcionando melhores condições aos alunos ao longo do ano.
Já no pavilhão gimnodesportivo está prevista uma intervenção na climatização do edifício, num investimento de cerca de 300 mil euros, financiado a 85% pelo Portugal 2030. Os respetivos concursos deverão ser lançados brevemente.
A autarquia tem ainda outros projetos em curso, como a ampliação da Zona Industrial, a criação da Praia Fluvial de Santo Antão da Barca, cuja conclusão está prevista para abril do próximo ano, e vários investimentos na área do regadio.
“Estamos a executar outras obras muito importantes. Estamos a acabar agora mesmo a ampliação da nossa Zona Industrial, numa segunda fase que está a ser concluída.
Estamos também já a construir a primeira praia fluvial nos Lagos do Sabor, em Santo Antão da Barca. Um importante projeto, que promete trazer equipamentos e infraestruturas tão necessárias para o desenvolvimento dos Lagos do Sabor e para o desenvolvimento do nosso turismo integrado, no âmbito da estratégia supramunicipal dos Lagos do Sabor.
Estamos também a executar investimentos no regadio, na obra da Barragem de Gebelim, e o regadio de Vilar Chão e Parada também já iniciou, num investimento de mais de oito milhões de euros.
Estamos ainda quase a iniciar a obra de ampliação do Bloco Norte da Vilariça, também um projeto na área do regadio, onde vamos ampliar, no nosso concelho, a área regada nas aldeias de Santa Justa e Vilarelhos em cerca de 200 hectares.
São projetos muito importantes, estruturantes e que estão, neste momento, a ser desenvolvidos.”
O Município de Alfândega da Fé aposta, assim, em investimentos nas áreas da habitação, educação, desporto, turismo e agricultura, com vários projetos em execução ou previstos para os próximos meses.
Fotografia: Câmara Municipal de Alfândega da Fé
Homem detido em Miranda do Douro por tentativa de homicídio de um casal
A detenção foi efetuada pela Diretoria de Lisboa e Vale do Tejo da PJ, uma vez que o suspeito andava em fuga às autoridades desde essa altura, tendo sido localizado em Miranda do Douro, após várias diligências de investigação e de vários dias de vigilâncias, indicou uma fonte.
Os factos remontam a junho de 2023, altura em que terá atropelado uma mulher de 25 anos, grávida, e um homem de 41 anos, movido por vingança relacionada com violência doméstica.
A localização e detenção ocorreu com a colaboração da Diretoria do Norte, do Departamento de Investigação Criminal de Vila Real e da GNR de Miranda do Douro, quando o homem já se encontrava em fuga para Espanha.
Segundo a PJ o detido foi presente a primeiro interrogatório judicial, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação de prisão preventiva.
UPB ganha 438 alunos na segunda fase mas tem 885 vagas por preencher
De acordo com os dados divulgados pelo Governo, a instituição brigantina dispunha de um total de 1.323 lugares nesta fase: 1.282 vagas iniciais, 40 libertadas pela recolocação de estudantes admitidos na primeira fase e uma vaga adicional.
Foram colocados 438 alunos, contra 296 em 2025, o que representa um crescimento de cerca de 48%. A taxa de ocupação também subiu de 19,6% para 33,1%, uma melhoria de 13,6 pontos percentuais.
Apesar da evolução positiva, Bragança continua entre os territórios com maiores dificuldades na captação de estudantes através do concurso nacional. Considerando os resultados por distrito, Bragança apresentou a taxa de ocupação mais baixa do país, com 33,5%, seguindo-se Beja, com 38,6%, e Viseu, com 47,1%.
A procura em primeira opção também ficou aquém da oferta. Apenas 183 candidatos indicaram como primeira escolha um curso ministrado em Bragança, embora o número final de colocados tenha sido superior devido aos estudantes admitidos numa das restantes opções.
As 885 vagas sobrantes em Bragança representam cerca de 22% dos 4.069 lugares que ficaram por preencher em todo o ensino superior público depois da segunda fase. A instituição poderá decidir, curso a curso, quais destas vagas serão disponibilizadas na terceira fase.
Ainda assim, em número absoluto de novos alunos, Bragança apresentou um dos resultados mais elevados entre as instituições de ensino politécnico. Apenas Coimbra, com 533 colocados, Lisboa, com 510, e a Universidade Técnica do Porto, com 505, receberam mais estudantes nesta fase.
Interior continua em desvantagem
Os resultados voltam a evidenciar o desequilíbrio entre o litoral e o interior. A taxa de ocupação das instituições situadas no interior ficou nos 49%, bastante abaixo dos 82% registados no litoral.
Embora concentrem 36,1% das vagas disponibilizadas, as instituições do interior ficaram com 60% dos lugares ainda disponíveis. Por cada 100 vagas, receberam 51 candidaturas em primeira opção, enquanto no litoral foram contabilizados 243 candidatos por cada 100 lugares.
A nível nacional, candidataram-se à segunda fase 22.537 estudantes e foram colocados 9.116, mais 292 do que em 2025. A taxa global de ocupação foi de 69,1%.
As instituições politécnicas colocaram 4.471 alunos, mais 14% do que no ano anterior, mas mantiveram uma taxa de ocupação de 59%. Nas universidades foram admitidos 4.645 estudantes, menos 5,3%, embora a ocupação tenha atingido 82,8%.
Os alunos colocados devem efetuar a matrícula entre esta quarta e sexta-feira. As vagas da terceira fase serão divulgadas a 9 de outubro, estando as candidaturas previstas para os dias 10 a 12.
Os dados dizem respeito exclusivamente ao Concurso Nacional de Acesso e, por isso, não refletem o número total de alunos da Universidade Politécnica de Bragança, que também recebe estudantes através de outros regimes e concursos, nomeadamente alunos internacionais.
Consulte aqui os resultados:
INATEL leva habitantes de Vilares da Vilariça a Lisboa
O roteiro foi preparado para proporcionar aos habitantes de Vilares da Vilariça um conjunto diversificado de experiências. Entre os momentos previstos estão um passeio panorâmico por Lisboa, uma sessão de boas-vindas no Teatro da Trindade INATEL, com atuação de Fernando Pereira e apresentação do filme “Vilares da Vilariça – Uma história com futuro”, uma visita à Casa-Museu José Maria da Fonseca, com prova de vinhos, e um passeio pela Serra da Arrábida, ao pôr do sol. No segundo dia, o programa inclui a travessia do rio Tejo em cacilheiro, entre a Trafaria e Belém, degustação de Pastéis de Belém, visita ao Mosteiro dos Jerónimos, ao Estádio da Luz e Museu Cosme Damião e ao Oceanário de Lisboa, terminando com um espetáculo teatral no Teatro Maria Matos. A última jornada será dedicada a uma visita ao Jardim Zoológico de Lisboa, incluindo um espetáculo de golfinhos e uma experiência de doçaria tradicional, antes do almoço numa casa de fados e do regresso a Vilares da Vilariça.
A iniciativa “Aldeia dos Sonhos”, promovida pela Fundação INATEL, em colaboração com o Turismo de Portugal, é dirigida a comunidades com 100 ou menos habitantes, dando especial atenção a aldeias remotas ou socialmente isoladas. O projeto procura proporcionar experiências novas e transformadoras, promovendo o convívio, a descoberta, a coesão territorial e a valorização das comunidades e do património cultural das aldeias portuguesas.
Idosa de 92 anos morreu afogada numa piscina interior de lar
“As circunstâncias em que o incidente ocorreu são desconhecidas e investigadas, e os factos serão comunicados ao Ministério Público [MP], avançou fonte policial.
Segundo fonte da Santa Casa da Misericórdia de Mogadouro, “a idosa tinha problemas de demência”.
O alerta foi dado cerca das 09:15.
A GNR tomou conta da ocorrência.
































