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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Matar o Porco

Lions Clube em Bragança quer manter a tradição. Será mesmo?
Para se manter a tradição tem de haver gente nas aldeias. Para haver gente nas aldeias é necessário simplificar muitas coisas, como por exemplo desburocratizar uma simples licença para fazer uma parede ou beneficiar um telhado, para que não chova na habitação.
Admito e aceito burocracias na Praça da Sé ou no Rossio...nas nossas aldeias onde só aparece gente para pedir votos...NÃO!!!


Mas eu, que só sei que nada sei, como dizia o outro...pergunto qual o objectivo prático destas manifestações. Divulgar as tradições? preservá-las? Se é assim não parece...!
Pelos vistos o objectivo era taosomente "fabricar" mais uma tainada.
Não se preservam as tradições apenas servindo uma pseudo e autoeleita elite...que vai a todas.
E nem pensem perguntar-me a mim como se deve fazer. Não sei, só sei que assim não é. Perguntai a quem tem como nobre missão gerir com parcimónia os dinheiros públicos. Esta de matar o porco para o consumir de seguida deve ser mais uma modernice...
Papem lá as jantaradas mas não as mascarem. Máscaras é por altura do carnaval.

HM

Bragança - Cidade reconheceu o mérito dos seus cidadãos

Por: Ana Preto:
Bragança assinalou, no passado dia 20, os seus 547 anos como cidade, com a apresentação dos projectos de requalificação urbanística do antigo Forte de S. João de Deus e de valorização paisagística do Monte S. Bartolomeu e com uma cerimónia de atribuição de Medalha de Mérito e Diploma e de Reconhecimento de Mérito a personalidades que se destacam ao nível do ensino e educação, na cidadania e como embaixadores desta terra, fora da região. As comemorações culminaram com o espectáculo “Correr o Fado”. Segundo Jorge Nunes, presidente da Câmara Municipal, o objectivo para a área do Forte d São João de Deus é constituir uma zona para instalar habitação e comércio, uma vez que se trata de um espaço central da cidade, onde existem apenas serviços públicos, “o que cria uma disfuncionalidade no uso e vivência daquele espaço”, explicou. Vão ainda ser reestruturados os edifícios do municípios, e constituído um parque desportivo. Nível da área habitacional e de comércio, o município vai desde já definir o planeamento, embora, devido à crise da construção civil, possa demorar algum tempo até aquele espaço ser ocupado.
A parte das reestruturação dos serviços municipais deverá iniciar ainda este ano. Essa reestruturação compreende a instalação de balcão único de atendimento ao cidadão, que vai concentrar todas as valências de resposta aos cidadãos, num único espaço. Quanto à de valorização paisagística do Monte S. Bartolomeu não é um projecto de intervenção maciça, mas um projecto que terá de ser executado com tempo e “muito cuidado, escolhendo passo a passo os elementos construtivos e a forma da sua aplicação”, sublinhou Jorge Nunes. Para já, a Câmara iniciará uma colaboração com a Junta de Freguesia, na alameda de acesso ao monte de São Bento. A intervenção será feita, à medida que os recursos financeiros estejam disponíveis.

Os reconhecidos:

Relativamente homenagem prestada pelo município a alguns cidadãos segundo Jorge Nunes, trata-se de reconhecer o valor do trabalho realizado pela comunidade em geral, pelas empresas, pelas instituições. “Simbolicamente, essa valorizarão e essa distinção é feita num grupo restrito de cidadãos, para fortalecer a auto-estima, um sentido positivo de valorização da actividade da comunidade e da vida individual e colectiva”, disse. Esta foi também uma forma de lembrar, “o muito esforço e valentia de gerações passadas que têm engrandecido a história e a identidade da nossa terra”. Assim, Machado Rodrigues foi distinguido com a Medalha Municipal de Mérito. Na Categorias “Ensino-Educação” , receberam distinções o professor Francisco Cepeda e os ainda alunos Jorge Nogueiro e Salomão Fernandes. Na Categoria “Cidadania”, foram distinguidos Amândio Sernadela, Arnaldo Rodrigues, Celina Mesquita, Maria Alcina dos Santos, a Irmã Eduarda Siza Vieira, o P. Sobrinho Alves e Pedro Guerra. A Irmã Eduarda e Pedro Guerra trabalham ambos para o Centro Social e Paroquial de Santo Condestável, cuja direcção se congratulou com o reconhecimento público de Mérito destes colaboradores, a directora do Lar de S. Francisco e o Director de Serviços desta instituição. “A autarquia reconhece, assim, a dedicação de ambos aos mais necessitados, que ultrapassa largamente o âmbito do estrito desempenho das suas funções no seio do Centro Social e Paroquial de Santo Condestável”, sublinhou a direcção.
Na Categoria “Embaixador de Bragança” foram distinguidos Abílio Martins, Albano dos Santos, Amadeu Ferreira, Eduardo Ferreira da Lapa, José Manuel Chiotte e José Mário Leite.

Cerveja Gelada - Isto é Informação Vital...

Como congelar cerveja rapidamente.
A carne já está no grelhador.

Chegam os amigos com latas e mais latas de  cerveja, estupidamente quentes. Como as arrefecer?

Pôe o gelo na caixa frigorifica....

Adiciona 2 litros de água por cada bolsa de gelo.
...adiciona meio quilo de sal e meio litro de álcool
A água aumenta a superfície de contacto,  o sal reduz a temperatura de fusão do gelo (demora mais a derreter-se)  e por uma reação química, o álcool retira o calor da mistura. 

A mistura frigorífica é barata e a cerveja fica gelada em apenas
3 minutos.
E esperar 3 minutos não é nenhum sacrifício, verdade?

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Bragança lança Boletim Municipal em Braille

O Boletim Municipal de Bragança está, desde a sua última edição, que abrange o segundo semestre de 2010, também disponível em versão Braille.
Tratando-se de uma publicação que divulga obras, projectos, actividades e eventos, entre outros, que têm lugar, semestralmente, no Concelho de Bragança e sabendo que já chega a milhares de bragançanos (residentes ou não), através das versões impressa e online (disponível no site www.cm-braganca.pt), o Município de Bragança lançou, agora, o Boletim Municipal em versão Braille (executado pela ACAPO – Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal), de modo a chegar a toda a população, sem excepção.
Para o Município trata-se de uma questão de equidade e justiça, pois, a partir desta edição do Boletim Municipal, também os invisuais podem ficar a par daquilo que de mais relevante se passa no Concelho de Bragança.
O Boletim Municipal em Braille pode, assim, ser consultado na Biblioteca Municipal de Bragança, na ASCUDT e no edifício principal da Câmara Municipal de Bragança.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Portugal...lá, fora...

Belo filme. Bem produzido. Promoção bem feita.... Para que saibamos melhor como somos apresentados ao Mundo e, mais exactamente, aos chineses...
Filme que está a ser exibido no pavilhão de Portugal, em Xangai.


Pouco conhecimento faz com que as pessoas se sintam orgulhosas. Muito conhecimento, que se sintam humildes. É assim que as espigas sem grãos erguem desdenhosamente a cabeça para o Céu, enquanto que as cheias as baixam para a terra, sua mãe. {Leonardo da Vinci}

5 Excelentes Lições de Vida

1 - Primeira lição importante - Senhora da limpeza

Durante o meu segundo ano no ensino superior, o nosso professor deu-nos um teste.
Eu era um aluno consciente e respondi rapidamente a todas as questões
até ler a última:
"Qual é o nome da mulher que faz a limpeza na escola?"
Isto só podia ser uma brincadeira. Eu tinha visto a mulher da limpeza inúmeras vezes.
Ela era alta, cabelo escuro, à volta dos 50 anos, mas como poderia eu saber o nome dela?
Eu entreguei o meu teste, deixando em branco a última questão. Mesmo antes da aula terminar, um dos estudantes perguntou se a última questão contava para nota.
"Absolutamente," respondeu o professor. "Nas vossas carreiras irão encontrar muitas pessoas. Todas são significativas. Elas merecem a vossa atenção e cuidado, mesmo que tudo o que vocês façam seja somente sorrir e dizer 'olá'."
Nunca esquecerei aquela lição. Também aprendi que o nome da senhora era Dorothy.

2. - Segunda lição importante - Boleia na chuva

Uma noite, pelas 11:30 p.m., uma mulher de origem Africana, estava apeada numa auto-estrada do Alabama , a tentar aguentar uma valente chuva torrencial. O carro dela tinha avariado e ela precisava
desesperadamente de uma boleia.
Completamente encharcada, ela decidiu fazer stop ao carro que se aproximava. Um jovem, branco, decidiu ajudá-la, apesar de isto ser uma atitude corajosa naqueles dias de racismo (década de 60). O homem levou-a até um lugar seguro, ajudou-a a resolver a sua situação e arranjou-lhe um táxi.
Ela parecia estar com muita pressa, mas mesmo assim tomou nota da morada do jovem e agradeceu-lhe.
Uma semana mais tarde batiam à porta do jovem. Para sua surpresa, uma televisão enorme era-lhe entregue à porta. Um cartão de agradecimento acompanhava a televisão.
Dizia o seguinte:
"Muito obrigada por me ajudar na auto-estrada na outra noite. A chuva não só encharcou a minha roupa, como o meu espírito. Foi então que você apareceu. Por causa de si consegui chegar ao meu marido antes de
ele falecer. Que Deus o abençoe por me ter ajudado e ter servido outros de maneira tão altruísta.
Com sinceridade, Mrs. Nat King Cole."

3 - Terceira lição importante - Lembra-te sempre daqueles que servem

Nos dias em que um gelado custava muito menos do que hoje, um rapazinho de 10 anos entrou no café de um hotel e sentou-se a uma mesa. Uma empregada de mesa trouxe-lhe um copo de água.
"Quanto custa um gelado de taça?" perguntou o rapazinho.
"Cinquenta cêntimos," respondeu a empregada.
O rapazinho tirou do bolso uma mão cheia de moedas e contou-as.
"Bem, quanto custa um gelado simples?" perguntou ele.
A esta altura já mais pessoas estavam à espera de uma mesa e a empregada começava a ficar impaciente.
"Trinta e cinco cêntimos," respondeu ela com brusquidão.
O rapazinho contou novamente as suas moedas.
"Vou querer o gelado simples." Respondeu ele.
A empregada trouxe o gelado, colocou a conta encima da mesa, recebeu o dinheiro do rapazinho e afastou-se.
O rapazinho terminou o seu gelado e foi-se embora.
Quando a empregada foi levantar a mesa começou a chorar. Em cima da mesa, colocado delicadamente ao lado da conta, estavam 3 moedas de cinco cêntimos...
Não sei se está a ver, ele não podia comer o gelado cremoso porque queria ter dinheiro suficiente para deixar uma gorjeta à empregada.

4 - Quarta lição importante - O obstáculo no nosso caminho

Em tempos antigos, um rei mandou colocar um enorme pedregulho num caminho.. Depois escondeu-se e ficou a ver se alguém retirava a enorme pedra. Alguns dos comerciantes mais ricos do Rei passaram e simplesmente se afastaram da pedra, contornando-a. Alguns culpavam em alta voz o Rei por não manter os caminhos limpos. Mas nenhum fez nada para afastar a pedra do caminho. Apareceu então um camponês, carregando um molho de vegetais. Ao aproximar-se do pedregulho, o camponês colocou o seu fardo no solo e tentou deslocar a pedra para a berma do caminho.
 Depois de muito empurrar, finalmente conseguiu. O camponês voltou a colocar os vegetais âs costas e só depois reparou num porta-moedas no sitio onde antes estivera a enorme pedra.
O porta-moedas continha muitas moedas de ouro e uma nota a explicar que o ouro era para aquele que retirasse a pedra do caminho.
O camponês aprendeu aquilo que muitos de nós nunca compreendem!
"Cada obstáculo apresenta uma oportunidade para melhorar a nossa situação."

5 - Quinta lição importante - Dar quando conta

Muitos anos atrás, quando eu trabalhava como voluntário num hospital, conheci uma pequena menina chamada Liz, que sofria de uma doença rara e muito grave. A sua única hipótese de salvamento parecia ser uma transfusão de sangue do irmão mais novo, de cinco anos, que já tinha tido o mesmo problema e sobrevivido milagrosamente, desenvolvendo anticorpos necessários para a combater. O médico explicou-lhe a situação da irmã e perguntou-lhe se ele estaria disponível para dar o seu sangue à sua irmã.
Eu vi-o a hesitar por uns instantes, antes de respirar fundo e dizer
"sim, eu faço-o se isso a salvar."
À medida que a transfusão ía correndo, ele mantinha-se deitado ao lado da sua irmã, sorrindo. Todos nós sorríamos, vendo a cor a regressar à face da menina. Foi então que o menino começou a ficar pálido e o seu
sorriso a desaparecer.
Ele olhou para o médico e perguntou-lhe, com a voz a tremer, "Será que eu começo a morrer já?".
Sendo muito jovem, o menino não compreendeu o médico; ele pensou que teria que dar todo o seu sangue à irmã para a poder salvar.

O mais importante: Serve o próximo desinteressadamente, sem esperares nada em troca, trabalha como se não precisasses do dinheiro, ama como se nunca tivesses sido magoado e dança como danças, quando não há ninguém a ver-te!...

Aldeia Pedagógica de Portela

A Aldeia Pedagógica está em Portela. Fruto do conhecimento tradicional acumulado pelos habitantes da aldeia, surgiu a ideia de transmitir esse conhecimento às crianças, adultos, famílias e interessados.

Na Aldeia Pedagógica é possível aprender a fazer pão, deliciosas compotas, recolher ervas e chás, conhecer o ciclo do ferro, visitar a horta e a capoeira.
Porque vale mais uma imagem que mil palavras, veja o vídeo promocional da Aldeia Pedagógica de Portela.
Esperamos por si.

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

O Pátio das Cantigas

O Pátio das Cantigas é um filme português de 1942, realizado por Francisco Ribeiro que tem lugar num típico bairro lisboeta por ocasião das festas dos Santos Populares, através de um fabuloso jogo de equívocos e duplos sentidos numa comédia inesquecível, com Vasco Santana, António Silva e Ribeirinho.


Com António Silva (Evaristo), António Vilar (Carlos Bonito), Armando Chagas, Barroso Lopes (João Magrinho), Carlos Alves (Engenhocas), Carlos Otero (Alfredo), Eliezer Kamenesky, Francisco de Castro, Francisco Ribeiro (Rufino), Graça Maria (Susana), Laura Alves (Celeste), Maria da Graça (Maria da Graça), Maria das Neves (Dona Rosa) e Vasco Santana (Narciso).
O Pátio das Cantigas de 1942, é uma das mais célebres e amadas comédias populares do cinema português. Convergência de grandes talentos da época o filme de Ribeirinho, produzido pelo seu irmão António Lopes Ribeiro e pelos dois escrito de parceria com Vasco Santana, assenta acima de tudo num primoroso jogo de diálogos, com duplos sentidos e um irresistível sabor revisteiro, bem como num lote admirável de grandes comediantes. Ribeirinho, A. Lopes Ribeiro e Vasco Santana captaram e registaram com humor e sensibilidade toda a atmosfera lisboeta, bairrista e popular por ocasião das festas dos Santos Populares, a partir de um punhado exemplar de personagens tipificadas, envolvidas nas suas querelas, confrontos e desejos pessoais. 
Tudo isto, servido por uma realização discreta e eficaz num filme que conta com gags memoráveis, como o de Vasco Santana regressando a casa bêbado e tentando obter lume de um candeeiro da via pública, que lhe vai servir de "guia" até chegar à cama. Mas o que há de mais notável em O Pátio das Cantigas é sem dúvida o espantoso jogo da representação, do mau génio e arrogância de António Silva às atribulações do tímido Ribeirinho, passando pelas calinadas, verbais e melódicas («Evaristo tens cá disto», ficou célebre), de Laura Alves e, acima de tudo, pela alegria ébria e pela insolência provocadora de Vasco Santana.

Corrida aos Combustíveis em Espanha

É PRECISO CUMPRIR A LEI.

Com a escalada dos preços dos combustíveis em Portugal são muitos os brigantinos que cruzam a fronteira para abastecer na vizinha Espanha, onde se poupa cerca de 10 cêntimos em cada litro de gasóleo e mais de 20 cêntimos na gasolina.
Para além de encher o depósito da viatura são muitos aqueles que optam por comprar vasilhas homologadas para transportar ainda mais combustível, com o objectivo de rentabilizar ainda mais a viagem. E é na compra de combustível avulso que surgem dúvidas relativamente à quantidade que pode ser transportada.
“Costumo ir abastecer a Espanha e aproveito para trazer jerricans, porque tenho outro carro em casa e assim rentabilizo mais a viagem. Em relação à quantidade tenho algumas dúvidas, já que há legislação que diz uma coisa e outra diz outra”, afirma João Afonso, residente em Bragança.
É precisamente na interpretação da legislação que surgem alguns mal entendidos que podem levar as pessoas que transportam combustível a arriscar a multa. À luz do decreto-lei nº41-A/2010, de 29 de Abril de 2010, que regula o transporte de mercadorias perigosas, um particular pode transportar 240 litros por transporte em recipientes que não podem ultrapassar os 60 litros.
No entanto, o verificador auxiliar principal dos Serviços Aduaneiros de Bragança, António Fernandes, alerta que o transporte de combustíveis também é legislado pelo Código dos Impostos Especiais de Consumo, através do decreto-lei nº 73/2010, de 21 de Junho de 2010, que determina a isenção de imposto para o transporte de, apenas, 50 litros. No artigo 61 daquele documento, que regula os produtos adquiridos para uso pessoal, o combustível transportado em recipientes não pode ultrapassar os 50 litros.
Quem transportar mais de 50 litros de combustível sem pagar imposto incorre numa multa entre 150 euros e 75 mil euros.
“Uma coisa é a quantidade permitida ao nível da segurança do transporte, outra coisa é a quantidade permitida por lei com isenção de imposto. As pessoas podem transportar os 240 litros, desde que passem previamente nos Serviços Aduaneiros a pagar o imposto da quantidade que excede os 50 litros isentos por lei”, explica António Fernandes.
Os casos em que o transporte em vasilhas ultrapasse os 50 litros e não tenha sido pago o respectivo imposto incorrem numa multa que pode variar entre os 150 euros e os 75 mil euros.
A fiscalização do transporte de combustível é da responsabilidade dos Serviços Aduaneiros e da Brigada Fiscal. “O facto de estarmos na União Europeia não nos isenta deste imposto”, realça António Fernandes.
A par da poupança é preciso cumprir a lei, para não se incorrer numa multa que ultrapassa qualquer montante que possa ser amealhado com a compra de combustível em Espanha.
A proximidade com o país vizinho leva muitos brigantinos a percorrer cerca de 30 quilómetros para abastecer a viatura. Nas bombas de Trabazos, a maioria dos clientes são portugueses.
Teresa Batista, Jornal Nordeste, 2011-02-21

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Daqui, vais a todo o lado possível.
De extrema utilidade.

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Layout do Blogue

Alguns amigos disseram-me, que o layout anterior, texto vermelho no fundo preto, tornava a leitura difícil e cansativa.
Gostaria de saber a vossa opinião sobre este novo esquema. Aumentei, também, o tamanho da letra.
Qual preferem? O modelo anterior ou este? Ou neste, o texto mais branco? Mais escuro? Dai-me a vossa opinião.
Fico-vos antecipadamente grato pelas eventuais opiniões.

Pagar a água fora do prazo custa o dobro

CUIDADO COM A CARTEIRA!
Os consumidores de todo o País que se atrasarem no pagamento da factura da água, até agora sujeitos apenas ao pagamento de juros de 1% ao mês, vão passar a incorrer imediatamente em processo de execução fiscal.
O que significa que vão pagar cerca do dobro do valor inscrito na factura. A medida chega em época de crise, em que muitos portugueses se atrasam no pagamento da água, e é imposta com a entrada em vigor da lei do Orçamento do Estado (OE) para este ano.
A Câmara de Lagos, no Algarve, fez um estudo sobre os aumentos segundo o qual uma factura de 7,57 euros (valor correspondente a um consumo de 5 m3 de água naquele município) passa a custar 18,42 euros se for paga fora do prazo, enquanto uma de 19,65 euros (15 m3 de água) sobe para 35,74 euros. Com a entrada em vigor da lei do OE para 2011, "deixa de haver um período de cobrança voluntária na tesouraria municipal apenas com acréscimo de juros, passando o pagamento, após o prazo, a efectuar-se somente em processo de execução fiscal, o que implica o pagamento adicional de encargos legais [custas processuais]", adianta o alerta da Câmara de Lagos.

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Via Latina - Bragança

Por: Aida Sofia Lima.

Com a tradição coimbrã como musa inspiradora, em 1999 surge um grupo, em Bragança, devoto dos fados e guitarras de Coimbra, erigido na tradição e nas raízes mais antigas, bem como na pureza e profundidade das melodias que entoa. Via Latina, o seu nome, herdeiro de uma zona nobre da cidade de Coimbra, símbolo da Universidade. Gilberto Carvalho, António Tiza, Octávio Fernandes, Jorge Poço e Paulo Dias, os músicos. “Em 1999, quando vim para Bragança, fui visto a tocar pelo Gilberto, que resolveu entrar em contacto comigo e começámos a tocar umas coisas juntos.


Depois foram aparecendo os outros elementos. Juntou-se um grupo de pessoas com gosto pelo fado de Coimbra”, contou Jorge Poço, guitarra portuguesa, durante o ensaio que semanalmente decorre num pequeno espaço comercial do centro da cidade. “Durante algum tempo fomos ensaiando, aprendendo a tocar em grupo e depois começaram a surgir propostas para tocarmos em público, quer em Portugal, quer no estrangeiro, nomeadamente Espanha, onde somos muito apreciados, o que nos deu outro incentivo”, acrescentou, com a guitarra pousada no regaço. Um anúncio numa montra comercial há dois anos e a vida de Paulo Dias, o mais recente elemento, muda. “O Paulo viu o anúncio de pedido de um músico, mas preferia música de conjunto, uma sonoridade mais roqueira. Contudo, a sua adaptação ao fado de Coimbra não foi difícil. As coisas foram-se conjugando de forma positiva e teve uma boa entrada”, lembrou Gilberto Carvalho, guitarra portuguesa.
Para Paulo Dias, “foi a primeira vez que experimentei fado de Coimbra. Nunca ouvi muito fado, mas foi uma surpresa muito boa. Desde que estou no grupo percebo que é muito interessante, com particularidades muito curiosas, a nível de composição, harmonia. É um mundo novo que não conhecia, e que passei a conhecer, ainda só um bocadinho, pois é preciso tempo”.
Unidos pelo que denominam “sentimento muito profundo”, os cinco trovadores abraçam a serenata, um género que não se cinge ao que se entoa, mas um símbolo da manifestação artística e sentimental, de gesto romântico, exteriorizando, recorrendo a composições musicais de características melódicas dolentes, o que de mais belo têm para oferecer, exprimindo sentimentos.
De sonoridades nostálgicas, o fado de Coimbra, executado sob o uso obrigatório da velha capa negra, seja esta a da academia universitária ou da academia do antigo Liceu Nacional de Bragança, revela-se na performance do grupo como saudosista, perpetuador de tradições, símbolo de vivências que não se querem perdidas no tempo, e que fazem todo o sentido de serem lembradas naquela que antigamente era denominada “Coimbra em miniatura”: Bragança. António Tiza e Octávio Fernandes, as vozes do Via Latina, justificam a existência do grupo na forte tradição académica que defenderam e defendem. “Nós reportamo-nos, não só às nossas vivências académicas em Coimbra ou no Porto, mas também às vividas em Bragança. 
No Liceu Nacional tínhamos academia. Usávamos traje académico, sendo o único liceu do país onde isso acontecia. Tínhamos também a serenata monumental. Dada a vida académica de Bragança, o uso da capa e batina, o fado de Coimbra foi cultivado aqui com toda a força. Por isso, não estamos a recuperar nada. Estamos a dar seguimento àquilo que fizemos enquanto jovens estudantes. 
Assim, a existência do grupo de fados em Bragança faz todo o sentido”. Defensores acérrimos das melodias do Mondego, distinguem-nas do fado de Lisboa, criticando a fraca divulgação de que a canção de Coimbra tem sido alvo. “O fado de Lisboa é notoriamente diferente do de Coimbra, sendo o da capital mais bamboleado. O de Coimbra é mais nostálgico, mais profundo. O de Lisboa associa-se ao típico, é aplaudido, é contextualizado em ambientes de tasquinha. Ao contrário, o de Coimbra é mais solene, ao luar e sem palmas no fim”, caracterizou Gilberto Carvalho. Contudo, para o guitarrista, a principal diferença entre as duas formas de cantar o fado prende-se com o mediatismo, acusando a comunicação social de imprimir maior relevo ao fado de Lisboa. “Penso que a imprensa dá demasiada importância ao fado de Lisboa. É a imprensa e são as editoras que constroem as figuras mediáticas que têm surgido no panorama português, sendo o fado de Coimbra deixado para um segundo plano. É necessária maior divulgação”. E, empenhado em defender a música que mais sente, Gilberto Carvalho acrescentou: “ouvi dizer que a guitarra de Coimbra se arrastava, a dois músicos ligados ao fado. É mentira. A guitarra de Coimbra não se arrasta, tem é um som diferente, mais profundo. Zeca Afonso nunca arrastou a guitarra, tal como outros tantos. Tiravam partido da guitarra, com o seu som maravilhoso, profundo”. 
As críticas dos cinco músicos não se dirigem apenas ao mediatismo do fado lisboeta e à falta de divulgação da canção de Coimbra. Octávio Fernandes, já em fim de conversa, deixou um apelo à Associação de Estudantes de Bragança, no sentido de dignificarem a serenata, o “ex-libris de qualquer queima das fitas”. “Não interessa só ter muitos estudantes à frente. É preciso criar condições mínimas para um espectáculo deste género. Bragança tem que dignificar a serenata, seja esta protagonizada por quem for”, concluiu. “Rua Larga; Fado das Andorinhas; Guitarras do meu País; Sonhar Contigo, ó Coimbra” são alguns dos catorze temas que integram o primeiro trabalho discográfico do Via Latina, um CD que será lançado no próximo mês. 
Trata-se de um conjunto de versões de fados e um tema original. “É o nosso primeiro CD e penso que será positivo para nós, para divulgarmos o nosso humilde trabalho, mas sério. Será ainda um marco importante na nossa carreira”, referiu Jorge Poço.
Por agora os músicos vão continuar a dedilhar as guitarras e a entoar as canções que tradicionalmente eram cantadas quase em segredo, da rua para a janela. Abraçando com paixão os sons enraizados no que apelidam de “sentimento profundo”, todas as semanas se reúnem e partilham as canções que musicaram as suas vivências e foram banda sonora de diversos momentos importantes que sentem e recordam.

AUREA - Busy (for me)

A música de que mais gosto, na actualidade.


Detentora de voz poderosa e cativante, apesar dos seus 23 anos, Aurea tomou de assalto as ondas hertzianas nacionais com o single de estreia “Busy (For Me)”, que faz parte do alinhamento do seu álbum de estreia, homónimo, que chegou às lojas a 27 de Setembro 2010. Tanto “Busy (For Me)” como o disco “Aurea” estiveram várias vezes em n.º 1 do iTunes (Portugal).
Aurea tem a voz do tamanho do mundo e a sua música também não conhece fronteiras. O talento de Aurea para cantar é inato e um dom que não escolhe qualquer um. A vocação, essa, está-lhe nos genes, na vida da sua família que sempre foi muito musical.
As influências desta cantora de Santiago do Cacém vão de Aretha Franklin a Joss Stone, passando por John Mayer e Amy Winehouse, estendendo-se a James Morrison e Zero 7, mas Aurea quer reclamar o seu lugar no mundo da música e se há alguém que pertence a esse mundo com todo o mérito é ela.
"Busy (for me)" marca a estreia deste primeiro registo, contagiante e eclético, que tem na voz de Aurea o seu fio condutor. Para fruir, mais ou menos lentamente, mas sempre intensamente.

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Cu-cu

Na noite passada, fui convidado para um Jantar com "A MALTA DOS VELHOS TEMPOS".

Jurei à minha mulher que estaria de volta pela meia-noite.

 Ela não acreditou e eu soltei um:

- "Eu prometo!".

Mas as horas passaram rápido, o sangue já escasseava no meio do álcool e depressa fiquei com a focagem meio ás voltas ..

Por volta de 3 da manhã, bêbedo que nem um cacho, fui para casa.

Mal entrei e fechei a porta, o cuco no hall disparou e "cantou" 3 vezes.

Rapidamente, percebendo que a minha mulher podia acordar, eu fiz "cu-cu" mais 9 vezes.

Fiquei realmente orgulhoso de mim mesmo por ter uma ideia tão brilhante e rápida, mesmo com uma bebedeira de caixão à cova, para evitar um possível conflito com ela.

Na manhã seguinte, a minha mulher perguntou a que horas eu tinha chegado e eu disse-lhe que pela meia-noite.

Ela não pareceu nem um pouquinho desconfiada.

Ufa ! Daquela eu já me tinha escapado!

Então, ela disse:

- Amor! Nós precisamos de um cuco novo .

Quando eu perguntei porquê, ela respondeu:

- Bom, esta noite o nosso relógio fez "cu-cu" 3 vezes e depois disse alto "daassssse tou fo*ido!"...

Fez "cu-cu" mais 4 vezes, resmungou e arrotou, cantou "cu-cu" mais 3 vezes e peidou-se, mandou uma grande gargalhada e cantou mais 2 vezes...

Depois bateu com os cornos na porta do corredor que deixei entreaberta e mandou um "Puta que pariu".

Entrou no quarto tropeçou no gato, disse "Merda!"...

E só se deitou depois de cair duas vezes ao despir-se...

A Bicicleta

Uma velha morreu e dentro da capela estava muita gente a velar por ela...

Cá fora passou um rapaz com a sua velha bicicleta...parou a bicicleta ao lado das escadas e entrou na igreja para se despedir da velha senhora!

Quando chegou cá fora, reparou que lhe tinham roubado a bicicleta e começou a chorar compulsivamente.

Nisto passa uma senhora na rua e, cheia de pena do rapaz, pensando que ele chorava pela vizinha, diz-lhe:

 "Não fiques assim, meu filho...ela já era velhinha!".O rapaz, muito indignado, responde: "Era velhinha, mas eu montava-a todos os dias!".

Gestão por Objectivos

Era uma vez uma aldeia onde viviam dois homens que tinham o mesmo nome: Joaquim Gonçalves.

Um era sacerdote e o outro, taxista.

Quis o destino que morressem no mesmo dia.

Quando chegaram ao céu, São Pedro esperava-os.

- O teu nome?

- Joaquim Gonçalves.

- És o sacerdote?

- Não, o taxista.

São Pedro consulta as suas notas e diz:

- Bom, ganhaste o paraíso. Levas esta túnica com fios de ouro e este ceptro de platina com incrustações de rubis. Podes entrar.

- O teu nome?

- Joaquim Gonçalves.

- És o sacerdote?

- Sim, sou eu mesmo.

- Muito bem, meu filho, ganhaste o paraíso. Levas esta bata de linho e este ceptro de ferro.

O sacerdote diz:

- Desculpe, mas deve haver engano. Eu sou o Joaquim Gonçalves, o sacerdote!

- Sim, meu filho, ganhaste o paraíso. Levas esta bata de linho e...

- Não pode ser! Eu conheço o outro senhor. Era taxista, vivia na minha aldeia e era um desastre! Subia os passeios, batia com o carro todos os dias, conduzia pessimamente e assustava as pessoas. Nunca mudou, apesar das multas e repreensões policiais. E quanto a mim, passei 75 anos pregando todos os domingos na paróquia. Como é que ele recebe a túnica com fios de ouro e eu... isto?

- Não é nenhum engano - diz São Pedro. - Aqui no céu, estamos a fazer uma gestão mais profissional, como a que vocês fazem lá na Terra.

- Não entendo!

- Eu explico. Agora orientamo-nos por objectivos. É assim: durante os últimos anos, cada vez que tu pregavas, as pessoas dormiam. E cada vez que ele conduzia o táxi, as pessoas começavam a rezar. Resultados! Percebeste? Gestão por Objectivos! O que interessa são os resultados, a forma de lá chegar é completamente secundária...!

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Cruz Vermelha Precisa de Voluntários


Os jovens são os mais disponíveis para participar em iniciativas que têm como missão ajudar o próximo.
A delegação de Bragança da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) precisa de mais voluntários para participarem nas campanhas de recolha de alimentos ou na arrumação do armazém onde é feita a triagem dos alimentos, roupa e calçado, que são distribuídos a quem mais precisa.
Apesar dos jovens serem os mais disponíveis para ajudar na hora de recolher alimentos ou levar os bens a quem necessita deles para sobreviver, a CVP continua a necessitar de mais pessoas disponíveis para ajudar sempre que é preciso.
A informação foi avançada pela coordenadora do Voluntariado da delegação de Bragança da CVP, Ana Rita Cunha, na passada sexta-feira, durante uma iniciativa que teve como objectivo comemorar o dia da CVP e o Ano Europeu do Voluntariado. A acção culminou com um cordão humano que juntou estudantes das escolas de Bragança e diversas entidades da cidade, entre as quais o Governo Civil. “O voluntariado é uma das atitudes mais nobres dos cidadãos”, realçou o governador civil de Bragança, Jorge Gomes.
Ana Rita Cunha afirma que a CVP tem cerca de 30 voluntários activos na capital de distrito, mas precisa de mais pessoas para levar a cabo a sua missão. “Para além desta iniciativa, vamos desenvolver várias acções de angariação de voluntários nas escolas”, acrescenta.
Esta acção contou, ainda, com a presença da equipa “yes you can”, que está a participar nos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (ODM). Tatiana Santos, uma das cinco pessoas que integra esta missão, em Bragança, afirma que um dos objectivos é sensibilizar os jovens estudantes para a necessidade de lutar por um mundo melhor.
(Por: Teresa Batista)

Neve Transformou-se em Gelo

É o segundo dia consecutivo com neve na região transmontana, mas hoje a situação afigura-se mais complicada porque a neve que ontem caiu durante a noite transformou-se em gelo.
Sair de casa com o carro pode ser hoje uma tarefa complicada já que o piso está bastante escorregadio.
Na cidade de Bragança o serviço municipal de Protecção Civil está no terreno desde as seis da manhã a proceder à limpeza das principais artérias e a espalhar sal nas ruas.
“Hoje temos condições diferente com a acumulação de gelo devido à neve que caiu durante a noite mas aquilo que se prevê é que a temperatura suba o que nos leva a crer que ao longo da manhã a situação terá tendência a normalizar e as condições de circulação melhorem” refere o vice-presidente da câmara de Bragança.
Rui Caseiro acrescenta que por isso hoje decidiu-se manter a actividade lectiva. “Não nos parece necessário proceder ao encerramento de escolas se bem que ao início da manhã poderá haver algum condicionamento no acesso dos estudantes às escolas” refere.
“Na área rural temos condicionamento mais fortes sobretudo nos pontos mais altos. Os transportes escolares para a área rural não saíram mas nós vamos intervir nas vias municipais logo que possível” acrescenta.
No terreno estão 36 pessoas, um camião limpa-neves, dois tractores equipados com espalhadores de sal, quatro viaturas todo-o-terreno e três viaturas de apoio.
Em relação às principais estradas do distrito, a única que está cortada é a EN316 que liga Macedo de Cavaleiros a Vinhais através do Zoio.
As restantes vias, inclusive o IP4, estão transitáveis embora se aconselhe alguma precaução.
(Escrito por Brigantia )