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SOBRE O BLOGUE:
Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço.
A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)
(Henrique Martins)
COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.
segunda-feira, 4 de março de 2013
O roubo do presente
"Nunca uma situação se desenhou assim para o povo português: não ter futuro, não ter perspetivas de vida social, cultural, económica, e não ter passado porque nem as competências nem a experiência adquiridas contam já para construir uma vida. Se perdemos o tempo da formação e o da esperança foi porque fomos desapossados do nosso presente. Temos apenas, em nós e diante de nós, um buraco negro.
O «empobrecimento» significa não ter aonde construir um fio de vida, porque se nos tirou o solo do presente que sustenta a existência. O passado de nada serve e o futuro entupiu.
O poder destrói o presente individual e coletivo de duas maneiras: sobrecarregando o sujeito de trabalho, de tarefas inadiáveis, preenchendo totalmente o tempo diário com obrigações laborais; ou retirando-lhe todo o trabalho, a capacidade de iniciativa, a possibilidade de investir, empreender, criar. Esmagando-o com horários de trabalho sobre-humanos ou reduzindo a zero o seu trabalho.
O Governo utiliza as duas maneiras com a sua política de austeridade obsessiva: por exemplo, mata os professores com horas suplementares, imperativos burocráticos excessivos e incessantes: stresse, depressões, patologias border-/ine enchem os gabinetes dos psiquiatras que os acolhem. É o massacre dos professores. Em exemplo contrário, com os aumentos de impostos, do desemprego, das falências, a política do Governo rouba o presente de trabalho (e de vida) aos portugueses (sobretudo jovens).
O presente não é uma dimensão abstrata do tempo, mas o que permite a consistência do movimento no fluir da vida. O que permite o encontro e a intensificação das forças vivas do passado e do futuro - para que possam irradiar no presente em múltiplas direções. Tiraram-nos os meios desse encontro, desapossaram-nos do que torna possível a afirmação da nossa presença no presente do espaço público.
Atualmente, as pessoas escondem-se, exilam-se, desaparecem enquanto seres sociais. O empobrecimento sistemático da sociedade está a produzir uma estranha atomização da população: não é já o «cada um por si», porque nada existe no horizonte do «por si». A sociabilidade esboroa-se aceleradamente, as famílias dispersam-se, fecham-se em si, e para o português o «outro» deixou de povoar os seus sonhos - porque a textura de que são feitos os sonhos está a esfarrapar-se. Não há tempo (real e mental) para o convivio. A solidariedade efetiva não chega para retecer o laço social perdido. O Governo não só está a desmantelar o Estado social, como está a destruir a sociedade civil.
Um fenómeno, propriamente terrível, está a formar-se: enquanto o buraco negro do presente engole vidas e se quebram os laços que nos ligam às coisas e aos seres, estes continuam lá, os prédios, os carros, as instituições, a sociedade. Apenas as correntes de vida que a eles nos uniam se romperam. Não pertenço já a esse mundo que permanece, mas sem uma parte de mim. O português foi expulso do seu próprio espaço continuando, paradoxalmente, a ocupá-lo. Como um zombie: deixei de ter substância, vida, estou no limite das minhas forças - em vias de me transformar num ser espetral. Sou dois: o que cumpre as ordens automaticamente e o que busca ainda uma réstia de vida para os seus, para os filhos, para si.
Sem presente, os portugueses estão a tornar-se os fantasmas de si mesmos, à procura de reaver a pura vida biológica ameaçada, de que se ausentou toda a dimensão espiritual. É a maior humilhação, a fantomatização em massa do povo português. Este Governo transforma-nos em espantalhos, humilha-nos, paralisa-nos, desapropria-nos do nosso poder de ação. É este que devemos, antes de tudo, recuperar, se queremos conquistar a nossa potência própria e o nosso país."
José Gil
Calendário Agrícola - Março
Na horta
Continuar os trabalhos iniciados em Fevereiro, nomeadamente os respeitantes a adubações, correcções, lavras e cavas, preparando-se os terrenos para as sementeiras e plantações para o presente mês e seguinte.
De preferência regar pela manhã, caso se verifique falta de água por escassez de chuvas, os talhões onde se efectuaram as sementeiras.
Proceder, se o tempo o permitir, às primeiras sachas das alfaces, alhos e outras culturas em desenvolvimento.
Semear: milho, trigo de primavera, cevada, luzerna e outras forragens, linho, abóboras, alfaces, beterraba, cenouras, ervilhas, espinafres, feijões, melancias, melões, nabiças, rabanetes, salsa, tomates e pepinos.
Plantar ou transplantar: batatas, cebolas, couves e espargos.
No pomar
Continuar, nos pomares de macieiras e pereiras, com os tratamentos contra as cochonilhas, ovos de insectos, ácaros e formas hibernantes de pedrado.
Aplicar às fruteiras cítricas emulsões oleosas depois da floração.
Concluir a poda das fruteiras de pevide e das figueiras, e adiantar as de espinho.
Adubar as diversas fruteiras.
Pulverizar as laranjeiras com cal em pó ou ainda em leite.
Proteger os pessegueiros contra a lepra e crivado por meio de pulverizações preventivas com calda bordalesa.
No campo
Concluir a preparação das terras para as próximas sementeiras e plantações, incorporando os fertilizantes e os correctivos mais convenientes.
Semear: arroz, aveia, centeio, cevada, milho temporão, trigo tremês, legumes e forragens.
No jardim
Semear: papagaios, sécias, cravos, ervilhas-de-cheiro, dálias, perpétuas, goivos, etc...
Na vinha
Conclusão da poda nas zonas mais frias e nas regiões mais atreitas a geadas tardias. Prosseguir as enxertias com as castas mais apropriadas, recorrendo às colecções oficiais por oferecerem garantias para a obtenção de garfos.
Combate às nóctuas e aos pulgões com os produtos químicos indicados para o efeito.
Início dos tratamentos contra o míldio e o oídio com sulfate de cobre e enxofre.
Na adega
Conclusão das transfegas, aproveitando o tempos seco e sem grandes variações de temperatura.
Prosseguir com o engarrafamento dos vinhos.
Animais
Substituição gradual. nos estábulos, do tipo de alimentação de Inverno por verduras, que não devem ser dadas molhadas.
Freixo de Espada à Cinta - Amendoeiras em Flor
De 24 de fevereiro a 24 de março de 2013
Freixo de Espada à Cinta à semelhança de outros concelhos do Nordeste Transmontano, vai estar também em festa com as Amendoeiras em Flor. A tradição marca cartaz.
Feira Transfronteiriça das Arribas do Douro e Águeda
A Feira Transfronteiriça das Arribas do Douro e Águeda, suspensa em 2011 e 2012 por questões de reajuste financeiro ocorrerá nos dois primeiros fins de semana de Março.
Integrada numa candidatura a fundos comunitários, cuja aprovação permitirá a sua realização nos moldes anteriores, a Feira Transfronteiriça, inserida nas actividades das Amendoeiras em Flor 2013, terá pequenos reajustamentos que permitirão uma maior rentabilização do evento.
“Fragmentos”, exposição fotográfica de António Pires na galeria História e Arte, em Bragança
“Fragmentos” é o título da exposição de fotografia de António Pires patente ao público na galeria História e Arte, em Bragança, a partir do dia 2 de Março até dia 2 de Abril.
As imagens criadas por António Pires seduzem-nos e convidam-nos a participar nas subtilezas que evocam. A impressão primeira é sempre de um encantamento sensorial. Mas, à medida que dilatamos o tempo de observação e ajustamos os nossos sentidos à obra, vamos pressentindo a frágil certeza das suas subtilezas.
A diluição dos contornos sublima a intensidade da mancha que assume a indefinição como via comunicacional. O momento registado retém o tempo do movimento das formas "segredando-nos" o devaneio das memórias e a idealização da realidade observada e guardada. A luz, concebida entre o movimento e a cor, envolve o corpo da imagem que evoca... Sustém a impressão e liberta a realidade retratada.
Gerado no conflito entre registo analógico e registo digital, o processo criativo de António Pires reflecte, através da observação do real, uma fuga para impressões individuais intensamente estéticas na tentativa paradoxal de fixar a irrealidade na efemeridade do movimento.
Sobre o autor:
António Pires nasceu em 1960 em Bragança e vive atualmente em Lisboa. Exposições: - "Fusão", rua Marquês de Subserra nº10, Lisboa, 2012.
- "Hoje", Teatro Académico de Gil Vicente, Coimbra, 2011.
- "Casa B 13-12", Produção e Realização: CJ, SGPS--Corte e Costura Coimbra, 2002.
- "Sub-versões", CITAC texto: Rui Zink, encenação: Carlos Curto, fotografia: ACTO ÚNICO, Teatro Académico de Gil Vicente, Coimbra, 2000.
- "Infidelidades", CITAC texto: Luís Assis, encenação: Nicolau Lima Antunes, fotografia: ACTO ÚNICO, Teatro Académico de Gil Vicente, Coimbra, 1999.
- "Um Imbróglio", CITAC texto: Lewis Trondheim, encenação: Carlos Reis, fotografia: ACTO ÚNICO, CITAC, Coimbra, 1999.
- "O Festival e os seus Músicos", 5º Festival Internacional de Música de Coimbra, Teatro Académico de Gil Vicente, Coimbra, 1997
- "INSTALAÇÕES - fotografia, vídeo, música e lixo" organizada pela Associação Animal em colaboração com a PRÓ URBE - Associação Cívica de Coimbra (campanha "Viva o Rio") Fábrica A Ideal, Coimbra, 1996 - Escola de Fotografia da Associação Animal, Coimbra, 1995.
- Realizou, com Paulo Mora, um documentário em Vídeo para a exposição "Homenagem a Adriano Correia de Oliveira", Sines, 1997.
Outras atividades :
- Colaborou como fotógrafo para a edição do livro/CD "Hoje" de Fernando Seabra Santos, 2010.
- Colaborou como fotógrafo para a edição do livro "Gabinete Transnatural de Domingos Vandelli", 2008.
- Colaborou como fotógrafo na exposição "O Gabinete de Curiosidades de Domenico Vandelli", Departamento de Botânica da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra, 2007.
- Colaborou na exposição fotográfica "Missão Botânica" Angola 1927/37 do botânico Prof. Luís Carrisso, comissariado por Paulo Bernaschina, Coimbra, 2005.
- "Acto Único" projeto comissariado com António Martins, Nuno Patinho e Paulo Mora, integrado na produção "Pessoas Reais" / CITAC, Coimbra, 1999-2000.
- Criou, com Paulo Bernaschina e Paulo Mora, o projeto ANIMAL (Escola e Estúdio de Fotografia), Coimbra, 1995.
- Colaborador do Centro de Estudos de Fotografia (CEF) e dos Encontros de Fotografia, Coimbra, 1987-93.
in:noticiasdonordeste.com
Associação LEQUE vai ter um "Refeitório Solidário/Comunitário
No dia 27 de fevereiro, a Associação LEQUE esteve presente na cerimónia de entrega dos prémios da Missão Sorriso, no auditório Egas Moniz da Faculdade de Medicina de Santa Maria, em Lisboa.
A LEQUE, foi uma das instituições selecionadas, neste 10ª aniversário da Missão Sorriso e pode assim concretizar o seu projeto "Refeitório Solidário/Comunitário" que tem como objetivo construir um refeitório, na zona anexa ao edifício da Associação, para servir refeições aos utentes e suas famílias carenciadas.
Até agora estes utentes tinham de se deslocar ao frio e a pé, à cantina do Agrupamento de Escolas de Alfândega da Fé para fazerem as suas refeições da hora de almoço.
A associação pretende igualmente lançar uma campanha da recolha de alimentos excedentes da restauração local, de forma a levar mais refeições à sua população-alvo.
A Associação LEQUE mostra-se agradecida perante todos aqueles que avaliaram e votaram oseu projeto "Refeitório Solidário/Comunitário", que foi um dos mais votados pelo público.
in:noticiasdonordeste.com
Exposição “TrazMonTanos” na Biblioteca Municipal de Macedo de Cavaleiros
De 1 a 30 de março está patente na Biblioteca Municipal a exposição “TrazMonTanos”.
O autor, Luís Panda, nascido em 1954 em Bornes, apresenta-nos um conjunto de quadros poéticos tendo como tema principal a região transmontana, as suas gentes e tradições.
A abertura está marcada para esta noite, às 20.30h, num serão preenchido por chá, fado e, naturalmente, muita poesia.
Luís Panda “nasceu, no dia dia 04/12/54, no lugar de Canto d’Além, da Freguesia de Bornes, concelho de Macedo de Cavaleiros, onde fez a Instrução Primária, até à 4ª Classe.
Em maio de 1967, foi trabalhar para a cidade do Porto, na mercearia “A Favorita do Carvalhido” e na Igreha do Bonfim, até janeiro de 1970. Desta data, até ao fim de 1977, trabalhou no Horto da Freguesia do Bonfim, onde escreveu os primeiros versos e ficou Amigo e ligado para toda a vida! Aí retomou os estudos.
À noite, nas Escolas Augusto Gil, Oliveira Martins e Alexandre Herculano, do Porto, de 1973 a 1977, onde concluiu o Curso Geral de Administração e Comércio (antigo 5º ano) e frequentou o 1º ano do Curso Complementar, que posteriormente viria a completar, já em Lisboa, no Liceu Camões e o 12º ano no Liceu D. Pedro V.
in:noticiasdonbordeste.com
"Professor do ano" na Escola Abade de Baçal
Cerca de 60 alunos da Escola Abade Baçal, em Bragança, participaram na iniciativa “Professor do Ano” que o jornal Diário de Noticias (DN) está a promover por todo o país.
Na passada sexta-feira, esteve o grande repórter do DN, João Céu e Silva, numa conversa sobre as histórias do jornalismo satisfazendo as curiosidades de alguns alunos sobre carreiras profissionais nesta área. “A intenção é chamar à atenção para a questão do professor, mas, como cá vem falar é um jornalista nós aproveitamos para falar sobre a profissão de jornalista, até porque os alunos estão sempre interessados nesta área e também eles estão num momento de escolha de profissões”, justifica João Céu e Silva.
O Diário de Noticias considera que a carreira de professor está a ser pouco valorizada. Para isso criou esta iniciativa, que elege todos os meses um profissional, e irá premiar o professor do ano.
Os alunos aplaudiram a iniciativa. “ Achei interessante porque eu estou no clube de jornalismo da escola, por isso, tenho interesse pela carreira embora não pense seguir essa profissão.
Acho muito importante estar informado da actualidade”, considera Berta Gonçalves, uma das alunas do 12º ano.
Os Alunos e o jornalista trocaram experiências e debateram a actualidade política e também a evolução da imprensa nas últimas décadas, numa sessão integrada na iniciativa “Professor do Ano” que o DN está a realizar pelo país.
Escrito por Brigantia
Feira da Alheira termina com balanço positivo
Os produtores de alheira de Mirandela dão nota positiva a esta edição da Feira da Alheira, que terminou ontem.
Para estes expositores, que na semana passada estavam descontentes pela falta de gente, agora fazem um balanço positivo e dizem que este último fim-de-semana salvou o certame. “Este fim-de-semana correu muito bem, houve muita gente, muitos autocarros o tempo também ajudou, vendeu-se muito bem”, comenta Sílvia Lopes das alheiras Angelina.
O autarca de Mirandela, António Branco também admite que este fim-de-semana foi superior e realça a importância da feira ter voltado ao Parque do Império.“Este fim-de-semana foi ligeiramente superior ao anterior. Principalmente no domingo a afluência foi muito boa.
Uma das preocupações que tínhamos eram as excursões das amendoeiras em flor que podiam ou não parar em Mirandela mas houve muitos autocarros a parar”, explica.
Depois do sucesso desta edição, António Branco diz que, no próximo ano, o local do certame pode sofrer novamente alterações se os produtores assim o desejarem. “ Poderá haver algumas alterações porque temos falado com os expositores e já se colocou este ano a hipótese de fazer esta mesma feira do lado de lá do rio, eventualmente no santuário de Nª Srª do Amparo é uma hipótese”, acrescenta.
Outra novidade avançada pelo presidente do município para o próximo ano é a presença na feira de produtores de alheira não certificada, como é o caso das cozinhas regionais.
Escrito por Brigantia
Comissão de Utentes da A4 buzinou contra futuras portagens
A Comissão de Utentes da A4 buzinou na passada sexta-feira, em Bragança, contra a possibilidade de introdução de portagens da futura Auto-estrada Transmontana, que ligará Bragança a Vila Real.
Carminda Venera, porta-voz deste protesto, diz que portagens nesta via significam “para as pequenas e médias empresas uma exploração, visto que estão a construir a A4 na única estrada que tínhamos que era o IP4 deixando-nos assim sem alternativa nenhuma”.
O atraso nas obras é outra das razões que levaram à primeira manifestação desta comissão recentemente criada. “ Leva um atraso de seis meses o que causa um embaraço muito grande ao comércio, à aquisição de bens e serviços em tempo útil e isso faz com que muitas empresas que precisam de os adquirir, hoje são capaz de demorar dois ou três dias a consegui-los porque têm que ir atrás de um camião a 20 ou 30 km/hora”, acrescenta a manifestante.
Protestos contra as futuras portagens e o atraso das obras da auto-estrada transmontana, que marcaram a tarde de sexta-feira, em Bragança.
Escrito por Brigantia
Feira Franca anima Mogadouro
O Município de Mogadouro promove, a 22ª edição da Feira Franca de Produtos da Terra. Uma iniciativa de dinamização turística local integrada no programa Amendoeiras em Flor 2013.
O certame que abriu portas, neste sábado, conta com cerca de 30 expositores que estão com grandes expectativas nas vendas.
Para o presidente do município, António Machado, este certame é uma mais-valia para o desenvolvimento do concelho no sentindo de “ valorizar os produtos da terra contribuindo para a riqueza das pessoas complementando os seus ordenados”.
No entanto o autarca confessa que o evento não tem progredido como era pretendido, mas afirma que, está na hora de investir mais na promoção deste certame. “ Não tem progredido aquilo que eu julguei que iria progredir, não se tem desenvolvido muito.
Mas creio que agora chegou a hora de nos dedicarmos mais a sua promoção e incentivar os produtores. E podemos, a longo/médio prazo levar esta feira ao nível da de Vinhais e Montalegre”, finaliza António Machado.
A 22ª edição da Feira Franca de Produtos da Terra termina no próximo fim-de-semana, conta com um variado programa desportivo e muita animação cultural.
Escrito por Brigantia
Feira Transfronteiriça regressa a Freixo
A 13ª Feira Transfronteiriça das Arribas do Douro e Águeda, em Freixo de Espada à Cinta abriu portas no passado sábado.
Depois de dois anos sem actividades, devido à contenção de custos do município. O autarca local admite que em tempos de crise não é fácil mas realça a importância das relações comerciais ibéricas entre a região trasmontana e a província espanhola de Salamanca. “ Com a crise que nos afecta neste momento as coisas não estão fáceis, mas eu acho que, pelo menos pela adesão dos expositores que ultrapassou a adesão dos outros certames. Nós tivemos sempre uma grande relação com `os nuestros hermanos´ espanhóis o que é bom para todos” , explica José Santos.
Também o deputado provincial de Salamanca, Jesus Mari, considera que este certame ibérico é bom para ambas as partes, principalmente no que diz respeito à dinamização da economia das duas regiões.
Os mais de 70 expositores, oriundos um pouco por todo o país e da vizinha Espanha, dizem que esta é uma forma de dar a conhecer os seus produtos mas esperam principalmente vender. “Espero que corra tudo bem que vendamos muito, são estas as nossas expectativas e que no fundo divulguemos o nosso produto que é muito bom”, avança, Rita Cardoso, uma das expositoras.
A 13ª Feira Transfronteiriça das Arribas do Douro e Águeda termina no próximo fim-de-semana e conta como muita animação.
Sendo o Campeonato Nacional de Motocrosse, uma prova que será candidata a integrar o Campeonato Europeu, a fechar o programa.
Escrito por Brigantia
Parque do Castanheiro em Vinhais
Vinhais - município castanhícola com mais variedades de castanhas enxertas
O Município de Vinhais teve a coragem de criar um Parque Biológico, mesmo estando situado dentro do Parque Natural de Montezinho.
Esta estrutura biológico-turística dá mais força à protecção e conservação de algumas espécies dentro da defesa da biodiversidade. Podia ficar-se pelo fumeiro e pelas castanhas mas entendeu ir mais além. Como as boas notícias nunca vêm sós prefigura-se, também, a criação do «Parque do Castanheiro».
Esta boa nova foi-me dada pelo Presidente da Associação Florestal, Arbórea, Eduardo Roxo, tendo nós manifestado satisfação e apoio, que acabamos por transmitir ao Vice-Presidente do Município, Roberto Afonso.
Por um lado, Vinhais é o município castanhícola de Portugal que possui mais variedades de castanhas enxertas. Por outro, o seu Presidente, Américo Pereira, é dos autarcas mais dinâmicos, preocupado em alargar as bases de um desenvolvimento sustentável. A criação do «Parque do Castanheiro em Vinhais» poderá ter mais impacto que o Parque Biológico, porque se assume como único no panorama nacional e é bem provável que venha a ser motivo de peregrinação dos que se preocupam, a nível mundial, com os castanheiros e as diferentes variedades de castanhas, correndo muitos o risco de extinção.
Um bom Parque de Castanheiros em Vinhais pode ser um primeiro passo para a criação de um «Centro de Interpretação do Castanheiro e da Castanha». Dada a doença do cancro do castanheiro que grassa, é fundamental que as condições edafo-climáticas e a altitude sejam bem definidas e venha a ser criado em local ideal ao seu cultivo. Este parque arbóreo e castanícola vai trazer a Vinhais muitos estudiosos e curiosos, contribuindo para um maior desenvolvimento municipal e até regional.
Jorge Lage
in:jornal.netbila.net
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