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Sobre o Blogue
(Henrique Martins)
COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
quinta-feira, 2 de novembro de 2023
CINCO ARGUIDOS POR FURTO DE CASTANHA EM MOGADOURO
Em comunicado, aquela força de segurança adianta que foi o resultado de uma denúncia a dar conta de que um grupo de indivíduos se encontrava a furtar castanhas. “Os militares da Guarda realizaram diversas diligências policiais que permitiram intercetar os suspeitos do furto e apreender 200 quilos de castanhas que transportavam”.
Os suspeitos foram constituídos arguidos e sujeitos a termo de identidade e residência e os factos comunicados ao Tribunal Judicial de Mogadouro.
Homem de 88 anos afogou-se num poço
Luís Martins, comandante dos Bombeiros Voluntários de Miranda do Douro indicou que a vítima foi encontrada pela mulher dentro do poço, e que “tudo indica que se tratou de uma queda”.
O socorro esteve a cargo de 10 operacionais apoiados por duas viaturas, bem como a Ambulância de Suporte Imediato de Vida de Mogadouro e a GNR. Segundo Luís Martins o óbito acabou por ser declarado no local.
IX Jornadas Micológicas da Associação Cultural Desportiva e Recreativa de Vale Pradinhos ☆ Este Sábado
A concentração está marcada para as 09h00, com a saída para o campo às 10h15, para a apanha dos cogumelos e almoço convívio. No período da tarde, realizar-se-á uma Palestra com o Biólogo Carlos Ventura, seguindo-se a degustação da "Maior Açorda de Cogumelos no Mundo, a Queimada dos Druidas, castanhas assadas, caldo à lavrador e muita animação.
As inscrições podem ser feitas no dia do evento ou através dos contactos telefónicos: 910 364 100 / 932 866 312 / 935 461 367
Lomba (Vilar Seco de Lomba, concelho de Vinhais); foral 1 de Fevereiro de 1311 (140)
Fecto no Porto dous dias de Julho; Diego Gill o fez era de mil e quatrocentos quarenta sete anos”.
O qual alvara assi mostrado o dicto contador em comprimento do dicto alvara do dicto senhor buscou as suas ’scripturas que ’stom na sua torre do dito castello antre as quaees foy achado em huum livro que he do tempo d’El Rey dom Dinis que foi achado no almario dos foraes e aforamentos que tem huum G cabidoado nas cuberturas que se conpeça no primeiro dizer da tavoa: carta de foro de huum regueengo que he en Lanternii (?) em o quall livro se contem huma carta que tall he (141):
“Dom Dinis pella graça de Deus Rey de Portugall e do Algarve. A quantos esta carta virem faço saber que Joham Macia e Lourenço Dominguiz procurador dos pobradores da minha terra de Lonba per poder de huma procuraçom avondossa que eu vi fecta per maao d’Aires Pirez tabeliom de Vinhaees veerom a mim e pidirom per merçee pollos moradores de Lonba e de seos termhos per poder da dicta procuraçom que lhe desse foros e custumes bons e que elles me queriam fazer foro; porem eu querendo-lhes fazer graça e mercee tenho
Nerba acolheu cerca de oito mil pessoas durante a festa da Semana de Recepção ao Caloiro
A festa dos estudantes começou na quarta-feira da semana passada, com o Baile do Caloiro. Depois, no Nerba, decorreu entre a última sexta e esta terça-feira passada.
O presidente da associação académica, André Caldeira, faz um balanço positivo e diz que há cada vez mais gente a aderir. “Comparado com os outros anos, dentro do espaço e da capacidade que temos no nosso recinto, conseguimos manter os passes gerais e uma boa bilheteira a nível de passes diários. Isso reflectiu-se. As pessoas gostaram. Tem-se notado um ambiente bastante acolhedor. Os alunos que hoje chegam a Bragança estão a gostar e o mais importante para nós é que eles se divirtam”.
A associação tinha duas mil entradas gerais para vender e esgotaram em poucas horas, o que se deve à bilheteira online e ao facto de haver cada vez mais alunos. “Como o espaço é limitado, o nosso pavilhão é pequeno e o número de alunos é cada vez maior, temos duas mil pulseiras. Esgotaram. Desde o momento em que implementamos a bilheteira online conseguimos que os alunos comprassem mais rápido as pulseiras e que elas esgotassem. Mas isso também deriva do facto de o IPB ter crescido bastante”.
Pelo Nerba passaram vários artistas como Dillaz, Julinho KSD e Supa Squad.
Luís Ferreira lança romance sobre “A Força do Deserto”
Depois de ter lido um artigo sobre a cultura dos tuaregues, o professor de História decidiu começar a investigar. E foi assim que deu início a mais uma viagem. Este é já o seu 13º livro e admite que muitas ideias foram desmistificadas. “Esses ladrões, esses assaltantes que eles eram, porque tinham que sobreviver, hoje já o não são, mas as caravanas continuam a existir. E este livro desperta o interesse de como um povo no meio do deserto consegue sobreviver. Vive de quê? Vende o quê? Essas caravanas atravessam o deserto para ir para África mais a Sul, criam camelos, vendem camelos, vacas e cabras e trazem para cima aquilo que eles não conseguem ter, que são os cereais e vivem de um comércio que é feito através de caravanas, com mais de 100 camelos, e voltam carregados com cereais”.
O livro é um romance que conta a história de um tuaregue que deixa o Norte de África e vem para a Europa, onde se depara com a cultura ocidental. “Um exemplo de um tuaregue que vem estudar para a Europa e que acaba por viver entre o passado, que é a sua vida anterior no deserto, e um presente que ele enfrenta em França, e entre duas raparigas, uma que é do seu próprio acampamento e outra que não tem nada a ver com isso e conhece na universidade. É um rapaz perdido entre duas culturas, entre dois continentes e cujo amor pelo deserto é tão grande, que se calhar acaba por ter uma força maior do que a cultura ocidental”.
“A Força do Deserto” é um romance, de Luís Ferreira, que faz viajar os leitores entre a cultura ocidental e a cultura dos tuaregues. O colaborador do Jornal Nordeste quis assim desmistificar algumas ideias que ainda existem sobre este povo do Norte de África, numa entrevista, para ouvir na íntegra, esta quinta-feira, depois das 17h.
quarta-feira, 1 de novembro de 2023
Gratidão para com o Cónego Belarmino Augusto Afonso
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| [1931.11.13 – 2005.12.02] |
Nada é eterno, mas a sua obra será a sua eternidade, na singular cultura que emanava do seu espírito acolhedor, nos seus gestos mais improváveis, na bondade, caridade enquanto valores universais, evidenciavam grande vulto da nossa história.
Homem de sabedoria sagaz, grande investigador e difusor da cultura transmontana, unia em silêncio o que estava disperso, e assim renascia o Arquivo Distrital de Bragança, sendo o seu impulsionador de grande persistência e guardião das memórias.
Nas palavras do Dr. Hirondino da Paixão Fernandes “ Partir é sempre ficar, diz o nosso povo, com o acerto, a concisão e a elegância (pese, embora, a citadinos de mau ajuizar) que são seu apanágio. Nado e criado no seio deste mesmo povo (que Belarmino Afonso, também nele nado e criado, tanto amou), de momento não achamos nada melhor, cremos, que este verso — de certa quadra do nosso folclore, usual noutro contexto, mas com pleníssima aplicação neste — para traduzir esta ausência/presença do Cónego Dr. Belarmino Afonso. Belarmino Afonso partiu …há dias (há tanto tempo!), mas continua nos nossos corações; partiu…há dias (há tanto tempo!), mas continua nas nossas almas — à nossa frente, a nosso lado, a toda a nossa volta deixou títulos sobre títulos que … ficaram a marcar indelevelmente a sua presença: quantos referimos abaixo, e não sabemos se mais algum. Não, ficou mais um, pelo menos, a lembrá-lo: essa monumental “Brigantia”, verdadeiro “monumentum aere perennius” que erigiu — sabemos com que esforço — e que, quando todas as memórias vivas (do Homem, do Sacerdote, do Professor, do Investigador, do Director, do Amigo …) se apagarem, o fará sempre lembrado. “Partir é sempre ficar / No pensamento de alguém” reza o dístico final da quadra que que nos deu o presente título — afirmação de inteira justeza: partindo, Belarmino Afonso ficou … é só olhá-lo, lá em cima, no alto do pedestal que, em vida, soube erguer, e de onde, agora, nos contempla. Que bom se soubéssemos e pudéssemos e quiséssemos — quem não quererá/quereria?! — seguir-lhe os passos que deu em vida !… Nascido em Castro Vicente (Mogadouro), em 1931. 11. 13, segundo reza o respetivo registo civil, e faleceu em Coimbra, em 2005. 12. 02. Tendo ingressado aos 12 anos no Seminário de Vinhais, terminou o Curso Teológico no Seminário Maior de Bragança, em 1956. Incentivado por “amigos professores”, como disse no seu “Curriculum” (1992), fez o 7º ano dos liceus, vindo a licenciar-se em História (UC, 1968). Em 1973. 08. 10 terminou, no Liceu José Falcão (Coimbra), o estágio para professor do quadro e em 1975, no Arquivo Geral da Universidade, também de Coimbra, o de Bibliotecário e Arquivista. Foi professor (Português, Latim e Francês) no Seminário de Vinhais (1956-1962), no Externato Liceal Guerra Junqueiro, de Freixo de Espada à Cinta (1962-1968), na Escola Preparatória Augusto Moreno, de Bragança (1969-1970), no Liceu Emídio Garcia, da mesma cidade (1970/72, 1973/74 e 1975/76), no Liceu José Falcão, de Coimbra (1972/73 e 1974/75), na Escola do Magistério Primário, de Bragança (1976-1985), e, finalmente, na Escola Superior de Educação, também de Bragança. Foi diretor da Biblioteca Pública e Arquivo Distrital da dita cidade (1985-2000), fundou o Grupo Etnográfico de Babe e foi representante do IPPC no Acordo de Cooperação Técnico-Financeira com a União das Misericórdias, junto da Misericórdia de Bragança. Promoveu diversas atividades etnográficas (exposições, “semanas”, etc.), participou em múltiplos congressos, mesas-redondas, etc., tendo proferido várias palestras (no “Curriculum” abaixo referido menciona 18) e comunicações (idem, 22+16, desde então até ao ano 2000, segundo posterior adenda manuscrita, no nosso exemplar). Deixou colaboração em “Amigos de Bragança”, “Boletim Cultural e Informativo” (da Casa dos Transmontanos e Alto-Durienses do Porto), “Brigantia” (que fundou e dirigiu), “O Distrito de Braga”, “Mensageiro de Bragança” (que dirigiu entre 1979. Julho e 1980. 04. 25), “Mensário das Casas do Povo”, “Novidades” (de que foi correspondente entre 1956 e 1962, em Vinhais), “Revista de Dialectología y Tradiciones Populares”, “Terras de Mogadouro” e “Trabalhos de Antropologia e Etnologia” (UP). Usou as iniciais B. A. (com alguma frequência), A. A. (raramente) ou simplesmente A. (mais raramente ainda) e os pseudónimos Lobo Patudo (crónicas esporádicas em “MB”, “a partir de 1971/1972”, segundo o próprio, na secção reservada aos Escuteiros, de que foi assistente regional) e António Brunhoso (uns dois ou três artigos, também em “MB”). Reitor de Babe desde 1989 (“MB”, 1989. 12. 22, p. 4) e cónego desde 2000. 02. 13, foi sócio da Sociedade Martins Sarmento (Guimarães), da Sociedade de Antropologia e Etnologia (Porto), da Sociedade de Antropologia (Lisboa) e sócio correspondente da Academia Portuguesa da História. É um dos mecenas da “Bibliografia do distrito de Bragança”, de que esta nota é extracto — pelo estímulo que nos deu, dia a dia renovado com vista à sua prossecução, pela ajuda sempre empenhada na abertura de caminhos que um tão longo desenvolvimento como o que sonhámos necessariamente implica, pelo apoio logístico dos quatro volumes (série ‘Documentos’) já trazidos à luz do dia”. Por Hirondino da Paixão Fernandes.
Quem privou com o Mestre, sentiu o significado mais íntimo das palavras: Paz, Amor, Fraternidade, Solidariedade, Sabedoria, Espiritualidade.
Gratidão ecoa nos nossos corações, a 13 de novembro faria 92 anos.
Ninho de vespa asiátia tirado de poste de alta tensão no concelho de Macedo de Cavaleiros
Trata-se de um local invulgar para o surgimento deste tipo de ninho, e que, devido à sua perigosidade, obrigou a uma logística mais complexa e poderia ter levado ao corte da energia, como explica João Rocha, da Proteção Civil Municipal:
“De fato é uma operação que não é normal no combate à vespa asiática. No nosso concelho é a primeira vez que temos um ninho num poste de alta tensão, com altura de cerca de 27/ 28 metros e envolve mais meios do que o habitual. Em termos de logística foi necessário cortar a energia na linha e recurso a uma autoescada dos bombeiros para podermos destruir o ninho. Normalmente os ninhos encontram-se mais baixos e com mais fácil acesso.
Esta linha faz transporte de energia que abastece o distrito de Bragança, no entanto, a E-Redes conseguiu impedir o fluxo de energia neste troço da rede e não houve qualquer afetação no distrito nem no concelho, mas foi uma situação que poderia ter causado o corte de energia se não houvesse uma alternativa.”
Os alertas nesta altura do ano são maiores, devido à queda da folha das árvores, tornando os ninhos mais visíveis.
João Rocha pede a quem aviste um ninho, para contactar a Proteção Civil Municipal:
“Aconselhamos as pessoas que ao avistar um ninho, não tenham qualquer ação sobre o mesmo. A principal coisa a fazer é ligar para os serviços de proteção civil e reportar a localização do mesmo. A partir daí, tomaremos conta da ocorrência e da destruição do ninho.
Esta vespa tem uma característica bastante agressiva porque ataca em grupo e torna-se muito complicado no caso de haver um ataque a alguém que tenha uma ação junto ao ninho.
Elas são muito defensivas, atacam se houver ameaça do ninho. É muito difícil as pessoas mexerem no ninho e não serem atacadas.
A solução será que, assim que for avistado, liguem para os serviços de proteção civil para procederem a destruição do mesmo.”
No concelho de Macedo de Cavaleiros já foram destruídos cerca de 150 ninhos e já há mais sinalizados.
Aldeia de Cidões em Vinhais prepara enchente para a Festa da Cabra e do Canhoto
A localidade do distrito de Bragança, que tem ao longo do ano 20 moradores, na maioria idosos, espera “três a quatro mil pessoas”, adiantou Luís Castanheira: “As pessoas querem ir a essa festa porque sabem que ‘quem da cabra comer e ao canhoto se aquecer, um ano de sorte irá ter’. É esse o lema. E sentem que têm um ano diferente, melhor”.
“A aldeia tem 20 habitantes. Na organização somos 30. Temos muita gente que nos ajuda. Não é nada profissional, é tudo com base na amizade e do amadorismo”, referiu.
A tradição é de origem celta. Aos visitantes, é servida cabra confecionada no pote. Faz-se ainda uma fogueira, com um ‘canhoto’, que em Trás-os-Montes é um pau torto e grosso, mas que também é um nome para o diabo.
“Os celtas comemoravam o Samahain, que era a passagem da estação clara para a escura. Era a forma de dizer adeus ao bom tempo, ao sol. E passar para a estação escura que aí vem, com o inverno e as noites frias”, explicou Luís Castanheira.
“À volta de uma fogueira gigante, queimavam todo o azar e má sorte, porque só os mais fortes, e com sorte, iriam sobreviver ao inverno europeu sem as condições que temos hoje”, relembrou ainda Luís Castanheira.
Em Cidões, festeja-se ainda “na forma mais pura”, comendo a cabra como símbolo “da mulher do demónio” e queimando a figura do bode, que representa o diabo.
“Queimámos o bode e comemos a cabra. Diabo só há um. Não teve descendentes. Por isso, a mulher dele é a cabra machorra [infértil]”, acrescentou Luís Castanheira, revelando que a figura do diabo “com 2 ou 3 metros de altura”, foi feita pelos estudantes do agrupamento de escolas de Vinhais.
A festa do Samahain pertence à noite de 31 de outubro.
“Toda a vida se fez nessa data, mas ninguém se interrogava porquê. O Dia das Bruxas é uma tradição europeia, celta, que se espalhou para o mundo. Os irlandeses levaram para a América e espalhou-se por todo o lado”, elucidou Luís Castanheira.
Este ano, a data passou para o fim de semana mais próximo. “Não gostamos de mudar a data, mas as exigências do público-alvo assim o fez”, afirmou, destacando que a tradição antigamente era só para os locais por não haver “muita comunicação para fora do distrito”.
“Era uma noite muito caseira, feita pelas pessoas da aldeia”, disse Luís Castanheira
Tudo mudou a partir dos anos 90, quando “a comunicação social descobriu o ritual”. E a partir daí, a cada ano, mais gente tem viajado até Cidões, “também de Espanha”.
“Tivemos que mudar a data para um sábado, para conseguir organizar toda a logística. Num dia normal da semana, não seria possível porque todos nós da organização trabalhamos”, justificou Luís Castanheira.
Este ano, e para facilitar o transporte “sem preocupação com estacionamento”, há um autocarro que de Bragança às 17:00.
Macedo de Cavaleiros com mostras gastronómicas até à primavera
O primeiro é entre estes sexta-feira e domingo, com 14 restaurantes aderentes a confecionar pratos com a castanha.
Dezembro e janeiro vão ser dedicados aos enchidos. Começa com o azedo, feito à base da massa de alheira, mas sem o alho. E depois o butelo, o enchido com ossinhos do espinhaço e costela de porco, acompanhado com casulas, um feijão seco com casca.
Nos primeiros meses de 2024, no menu está o javali, o grelo e, por fim, o cabrito.
“Temos vindo a notar, cada vez mais, que muitas pessoas já vêm de longe, em algumas ocasiões em autocarros, incluindo de Espanha, para provar o que de melhor se faz na nossa cozinha”, disse o presidente da autarquia macedense, Benjamim Rodrigues.
Bragança promove semana com castanha à mesa
Na edição deste ano há 17 restaurantes a participar. O produto em destaque é descrito pela organização do evento como um produto versátil, que vai ser apreciado em sopas, com carne ou peixe e também em sobremesas.
As refeições nos estabelecimentos aderentes custam entre 15 e 45 euros por pessoa.
“Bragança produz anualmente entre 30 a 40 mil toneladas de castanha, representando um impacto económico para a região na ordem dos 100 milhões de euros. A Semana Gastronómica da Castanha é uma oportunidade para celebrar a época alta deste produto endógeno e contribuir para a sua promoção” referiu o presidente da câmara municipal de Bragança, Hernâni Dias.
Jovem de 20 anos ferido em acidente na Alameda de Santa Apolónia
O acidente aconteceu na Alameda de Santa Apolónia, sendo que o alerta foi dado às 7h10.
Os bombeiros encontraram o carro imobilizado, no sentido Cantarias-Flor da Ponte, junto a uma sebe e terá, na sequência do despiste, arrancado um poste de iluminação.
A origem do despiste é desconhecida.
O homem de 20 anos foi desencarcerado e foi assistido pela equipa de VMER de Bragança. A vítima não corre risco de vida.
Já o condutor, também de 20 anos, saiu ileso do acidente e “ficou a cargo da PSP de Bragança”, adiantaram os bombeiros.
Amor
que minha mãe deitava amor no pão
antes de o meter ao forno.
Bebé,
como ele sabia!
de prata fina.
Como as mãos de renda que lhe deitavam amor antes de o meter ao forno.
Bebé,
e sagrado como ázimo esse pão.
(De amor fino de prata como as mãos de renda no Quarto Crescente, sabes?)
Bebé,
quando a Lua cresce, ai como tu me lembras!
a que minha mãe deitava amor no Quarto Crescente,
Bebé.
como ele crescia,
Bebé!

















