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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

domingo, 5 de dezembro de 2010

Genesis


Peter Gabriel
Era Peter Gabriel:
Os Genesis gravaram o seu primeiro álbum From Genesis to Revelation em 1968 depois de fazerem um acordo com Jonathan King, um compositor e produtor que teve um single de êxito na altura chamado "Everyone's gone to the moon". A banda gravou uma série de músicas reflectindo o estilo pop leve dos Bee Gees, de quem King era grande admirador, tendo King juntado estas músicas num pseudo álbum conceptual juntando-lhe arranjos de cordas. O álbum foi um terrível fracasso e a banda sentindo-se manipulada por King disse-lhe que se tinham separado, de modo a conseguirem quebrar o contracto que tinham com ele. Até hoje King é abominado pela banda e seus fãs, por dizer que foi ele quem deu nome ao grupo e por ter sempre tentado ganhar os direitos do primeiro álbum para regravação.
A marcha dos Genesis continuou, tocando onde conseguiam. Acabaram por fazer outro contrato com a Charisma Records. Devido às actuações ao vivo a banda começou a ser conhecida por melodias hipnóticas, que eram muitas vezes também, escuras, assombradas e com uma sonoridade medieval, Anthony Philips deixou a banda em 1970 a seguir ao lançamento de Trespass devido a discordâncias quanto ao rumo que a banda estava a seguir e a episódios de medo do palco. A partida de Phillips foi bastante traumática para Banks e Rutherford que devido a Phillips ser um membro fundador, tinham dúvidas sobre se deveriam ou não continuar sem ele. Eventualmente os restantes membros reuniram-se renovando o compromisso com os Genesis e afastando John Mayhew no acordo. Steve Hackett e Phil Collins juntaram-se ao grupo após terem respondido a anúncios no Melody Maker e realizado audições com sucesso. Em 1971 editam Nursery Cryme.
Em 1972 é editado o álbum Foxtrot que continha a faixa de 23 minutos “Supper’s ready” e “Watcher of the skies” inspirado em Arthur C. Clarke; a reputação dos Genesis como compositores e intérpretes sai solidificada. A presença em palco extravagante e teatral de Peter Gabriel que envolvia numerosas mudanças de vestuário e histórias surreais contadas como introdução para cada música, fizeram da banda uma das mais faladas no princípio dos anos 1970, principalmente no que dizia respeito a espectáculos ao vivo. Selling England by the Pound, editado em 1973, é aplaudido tanto pela crítica como pelos fãs por quem é normalmente considerado como o seu melhor trabalho. Clássicos como “Firth of Fifth” e “Cinema Show” seriam peças fundamentais nos concertos da banda durante muitos anos. A banda depressa se aventurou num projecto muito mais ambicioso, o álbum conceptual The Lamb Lies Down on Broadway, que foi editado em Novembro de 1974.
Era de Phil Collins:
Steve Hackett
Steve Hackett deixou o Genesis em 1977. Na foto, o músico em 2005Peter Gabriel deixou a banda em 1975 a seguir à digressão de divulgação de The Lamb Lies Down in Broadway por se sentir cada vez mais separado da banda, tendo o seu casamento e o nascimento do primeiro filho ajudado a aumentar essa tensão pessoal. Os outros membros do grupo escreveram praticamente todas as músicas do álbum, tendo Gabriel limitado-se a escrever a história e as letras sozinho. O primeiro álbum a solo de Gabriel Peter Gabriel I de 1977 continha “Solsbury hill”, uma alegoria à sua saída dos Genesis.
Após considerarem vários substitutos para Gabriel, decidiram que Phil Collins iria substituí-lo, mudando assim a forma da banda de um quinteto para um quarteto. Para surpresa de muita gente, Collins provou ser o vocalista ideal para a banda, já que havia quem achasse que a banda cairia na miséria sem Peter Gabriel. A Trick of the Tail e Wind and Wuthering, editados com um ano de intervalo um do outro, foram bem recebidos na generalidade, demonstrando que os Genesis afinal eram mais do que uma banda de suporte do seu ex-líder. Bill Bruford, acabado de sair dos King Crimson, juntou-se ao grupo na digressão de 1976 como baterista e mais tarde, Chester Thompson (veterano dos Weather Report e de Frank Zappa) tomaria conta da bateria nos concertos, deixando Collins livre para o vocal.
Em 1977 Steve Hackett deixou o grupo. Para o seu lugar foi chamado Daryl Stuermer. A saída de Hackett reflectiu no título do álbum seguinte And Then There Were Three, pois o grupo passara a ser um trio. Este álbum iniciou também outra grande alteração, com a banda a afastar-se das músicas longas e a entrar no formato mais curto e amigável para as rádios; este álbum conseguiu o primeiro single de êxito nos Estados Unidos com "Follow you follow me". Seguiu-se Duke que atingiu a platina e que trouxe mais dois grandes êxitos para a banda, "Turn it on again" e "Misunderstanding". O êxito dos Genesis pelos anos 1980 estava assegurado, embora muitos fãs da era Gabriel se sentissem alienados. Cada álbum tornava-se mais e mais comercial e as audiências aumentavam na mesma proporção.
Dois anos depois de lançar Abacab, em 1981, o álbum Genesis ainda trazia algumas composições próximas no progressivo como "Mama" e "Home by the Sea", esta conhecida pelas duas versões, uma delas totalmente instrumental. Em 1986 é lançado Invisible Touch, de longe o maior sucesso de vendas do público, com mais de 20 milhões de cópias vendidas. Hits como "Invisible Touch", "Tonight Tonight Tonight", a romântica "In too Deep" e "Throwing It All Away" pegam de assalto as paradas de sucessos de todo o mundo, além do bem-sucedido videoclipe de "Land of Confusion" na MTV. Nos fins dos anos 1980 e princípios de 1990, a banda tocava regularmente em grandes estádios por todo o mundo e em Julho de 1987, tornaram-se mesmo os primeiros a tocar quatro noites seguidas no estádio de Wembley.
Os concertos da banda aumentaram consideravelmente devido à sua aderência à tecnologia de ponta. Os Genesis foram a primeira banda a usar "Vari*Lites", ecrãs gigantescos e o sistema de som "Prism", todos eles agora, objectos normais em qualquer grande espectáculo.
Era Ray Wilson:
Ray Wilson
Entretanto, Collins tornou-se uma super estrela, ao manter paralelamente uma enorme carreira a solo, na produção, como actor televisivo, designadamente na série Miami Vice, tocando bateria como convidado em digressões de Robert Plant e Eric Clapton. O seu sucesso a solo pode ter influenciado o sucesso e a direcção musical dos Genesis. Muitos terão visto o dobrar dos sinos da banda quando Collins abandonou o grupo em 1996. Banks e Rutherford continuaram e elegeram o ex-Stiltskin Ray Wilson para o substituir. O álbum Calling All Stations vendeu bem em toda a Europa mas não teve grande sucesso nos Estados Unidos, onde o hip-hop, o rock alternativo e o teen pop suplantavam o rock clássico nas tabelas de vendas. Por este motivo o grupo cancelou uma digressão que estava planeada para esse país.
Para todos os efeitos a banda dispersou-se, mas os seus membros individualmente (incluindo Phillips e Hackett, mas excluindo Gabriel) continuam a manter contactos regulares e não puseram de parte a eventualidade de uma reunião. Tony Banks diz que a banda está a descansar, e Collins, que entretanto começou a perder a audição de um ouvido, diz estar esperançado que a formação original, incluindo Gabriel possam vir a tocar juntos outra vez.
A formação clássica gravou em 1999 uma nova versão de "Carpet crawlers" (embora o tivessem feito separadamente) para um Greatest Hits, e a maioria dos membros originais envolveram-se na edição de Archive, uma compilação em duas caixas de CDs.
Reunião da banda:
Phil Collins
Alguns pronunciamentos de Collins, Hackett e Gabriel no final de 2005 sobre um provável retorno do grupo e um encontro entre os membros da banda na Suíça em janeiro de 2006 estimularam as especulações dos fãs do grupo de uma possível volta. Apesar de um desmentido da produtora da banda sobre esse fato, rumores sobre uma possível reunião em meados de 2007 circularam com freqüência na Internet durante quase todo o ano de 2006.
Após muita especulação sobre a reunião, Tony Banks, Phil Collins e Mike Rutherford anunciaram a turnê de reunião "Turn It On Again" em 7 de novembro de 2006, quase quarenta anos após a formação da banda. Foi confirmado que a primeira parte da turnê seria na Europa, em doze países, começando em Helsinki, Finlândia em junho de 2007 e terminou em Roma, Itália em julho. A turnê então seguiu para os Estados Unidos em mais vinte concertos, encerrando-se em Outubro de 2007.
A idéia original era reunir também Peter Gabriel e Steve Hackett e executar a turnê para The Lamb Lies Down on Broadway. A princípio, Peter Gabriel aceitou o convite para apresentar-se, mas não gostaria de comprometer-se com a turnê, o que acabou levando a sua saída da reunião[2]. Hackett também recusou o convite mas mantém boas relações com o resto da banda. Em seu sítio oficial o músico inclusive expressas sucesso na reunião do Genesis[3]. Diante disso, a formação da turnê foi a que vem se repetindo desde 1978: Phil Collins (voz e bateria), Tony Banks (teclados e vocais), Mike Rutherford (baixo, guitarras e vocais), Daryl Stuermer (guitarras, baixo e vocais) e Chester Thompson (bateria e sampler).
A banda e o produtor Nick Davis estão re-lançando álbuns antigos em 2007 no formato box-set pela Virgin Records, de Trespass a Calling All Stations, no formato 5.1. Um DVD também terá material extra incluindo vídeos promocionais e novas entrevistas sobre o período de lançamento de cada álbum presente.
Em 2008 foi lançado um DVD duplo com o show ocorrido em Roma, no encerramento da turnê européia. Ele mescla sucessos da formação clássica (In The Cage, Afterglow, Cinema Show, The Carpert Crawlers, Los Endos, etc.) com os hits comerciais dos Anos 80 e 90 (Land of Confusion, Invisible Touch, No Son of Mine, etc.).

Supertramp

Supertramp é uma banda britânica de rock progressivo que obteve grande sucesso nos anos 70 e início dos anos 80 e que venderam mais de 70 milhões de álbuns.
Patrocinado pelo milionário holandês Stanley August Miesegaes, o vocalista, pianista e ex-baterista Rick Davies pôs um anúncio no jornal Melody Maker em busca de elementos para a formação do grupo, em agosto de 1969. Rick Davies então juntou-se aos músicos Roger Hodgson (vocal, guitarra e teclados), Richard Palmer (guitarra, balalaika e vocais) e Robert Millar (percussão e harmônica). A banda inicialmente chamava-se Daddy, tendo o nome posteriormente alterado para Supertramp, que ao pé quer dizer "super mendigo", inspirado num livro de W.H. Davies, “The Autobiography of a Super-Tramp”.

O recém-batizado Supertramp foi um dos primeiros grupos de rock a assinar com A&M Records inglesa, e o primeiro álbum foi lançado em julho de 1970. Apesar das boas críticas, foi um fracasso comercial – tanto que só saiu oficialmente nos Estados Unidos em 1977. Richard Palmer, desgostoso, resolveu sair seis meses depois do lançamento do primeiro LP, e Robert Millar teve uma crise nervosa logo em seguida. Foram substituídos por Frank Farrell (baixo), Kevin Currie (bateria) e Dave Winthrop (flauta e saxofone).

O álbum com esta formação, Indelibly Stamped, enfim trazia as marcas registradas da banda: as harmonias vocais entre Davies e Hodgson, e solos de saxofone. Mas também foi um fracasso de vendas, o que fez com que Miesegaes retirasse o patrocínio. Novamente o grupo debandou, restando apenas Hodgson e Davies.

No final de 1972, convocaram o baixista Dougie Thomson, o baterista Bob Siebenberg (que era um americano a viver ilegalmente na Inglaterra, daí o seu pseudônimo “Bob C. Benberg”) e o homem que deu o toque final ao som do grupo, John Helliwell (saxofone e sopros em geral, vocais).

Rick Davies com a banda em 2001 em Dresden. Essa formação lançou Crime of The Century em 1974 e finalmente fez sucesso com “Dreamer”, “School”, “Bloody Well Right”, entre outros hits. O disco seguinte, Crisis? What Crisis?, de 1975, não resultou nas vendas, mas Even in the Quietest Moments, de 1977, recolocou o Supertramp no topo das paradas musicais com “Give a Little Bit” e “Fool's Overture”. Breakfast in America, de 1979, trouxe mais sucessos ("The Logical Song", "Take the Long Way Home", "Goodbye Stranger", "Breakfast in America") e vendeu 18 milhões de cópias.

O ano de 1982 não foi bom para o grupo. Após tantos anos de sucesso, Roger Hodgson resolveu abandonar a banda após a turnê de ...Famous Last Words.... Existem várias especulações sobre a sua saída, e nenhuma delas convenceu na época. Alguns diziam que Hodgson se sentia musicalmente limitado (o que não se sustenta, já que os seus discos a solo são bem parecidos com o material habitual do Supertramp); até que, numa entrevista, Hodgson revelou que deixou a banda porque a sua esposa na época não se dava bem com a esposa de Rick Davies.

Davies resolveu manter o Supertramp na activo com o álbum Brother Where You Bound, iniciado pelo single "Cannonball". A faixa título do álbum, de 16 minutos de duração, conta com a participação especial de David Gilmour, do Pink Floyd. Em 1997, Davies reformou o Supertramp com Helliwell, Siebenberg e Hart, mais alguns músicos de estúdio. Essa formação continuou a gravar até 2002, com o álbum Slow Motion. Desde então o grupo está inactivo, a despeito de uma nova e igualmente fracassada tentativa de voltar ao palco com Hodgson em 2005. O último lançamento oficial do Supertramp foi a coletânea dupla Retrospectable – The Supertramp Anthology, com 32 faixas remasterizadas e dispostas em ordem cronológica de 1970 a 2002

T.Rex

Marc Bolan formou o grupo folk Tyrannosaurus Rex no fim dos anos 60, ainda como um duo. No início dos anos 70 mudou o nome para T.Rex ,já como uma banda lançou albuns clássicos : “The Slider” ( Telegram Sam,Ballroom of Mars), “Eletric Warrior”(Cosmic dancer,Life´s a gas,Mambo Sun)”Tanx”; embora vários outros discos tenham hits reconhecidos. Durante esse período, a chamada T. Rexcia (?), o grupo dominou os tops ingleses , nessa fase Bolan foi um dos iniciadores do chamado Glam rock, usando roupas espalhafatosas, salto de tacão e muita pluma. Nos E.U.A. o seu único grande éxito foi “Get it On” (renomeado Bang a Gong). Bolan chegou a ter um programa de televisão onde recebia novos expoentes da cena musical. Marc Bolan faleceu num acidente de carro, semanas após Elvis Presley. Segundo os críticos influenciou artistas do heavy metal, punk rock e folk.

sábado, 4 de dezembro de 2010

George Baker Selection - Una Paloma Blanca

Lembrais-vos?
Claro que sim! Aqui fica para recordarmos...

Ten Years After

Formado por Alvin Lee, Leo Lyons, Chick Churchill e Ric Lee, em 1967, o Ten Years After iniciou sua entrada no hall da fama do rock no lendário Club Marquee de Londres. Uma apresentação apoteótica num domingo à noite no clube foi suficiente para os tornar revelação de 1967. O grupo foi convidado a participar do Windsor Jazz and Blues Festival, em 1967, onde roubou a cena do festival e, com isto, marcou sua entrada no show business.

No outono de 1967, a banda assinou contrato com a editora Decca e gravou o seu primeiro álbum. Com lançamento simultâneo nos Estados Unidos, o impacto foi suficiente para o promotor de eventos Bill Graham os levar ao show no lendário Fillmore West, famoso reduto de rock dos anos 60/70. Através desta primeira tour nos Estados Unidos a banda ganhou notoriedade e chamou atenção pelo virtuosismo do seu jovem guitarrista, Alvin Lee. Tocando de uma forma singular Alvin cativava a plateia com seus solos e a sua rapidez no instrumento, o que o levou várias vezes a ser indicado como o melhor guitarrista dos festivais por onde se apresentavam.

Rapidamente o grupo fez grande sucesso, sendo sempre considerado a atracção principal por todos os locais por onde se apresentava. Em 1969 tocaram no festival Woodstock, onde estavam os maiores nomes do rock da época, entre eles, Jimi Hendrix, The Who e muitos outros. Mesmo com uma quantidade enorme de grupos consagrados no festival, o Ten Years After foi convidado para o encerramento de uma das noites, parte nobre dos eventos. Junto com Jimi Hendrix, Alvin Lee foi considerado o melhor guitarrista do festival. levando o Ten Years After a colocar um de seus singles no Top 10 dos tops americanos.

Entre 1968 e 1975 o grupo realizou 28 tours pelos Estados Unidos, e um número ainda superior na Europa e Ásia. Durante este período, os maiores sucessos foram “Love Like a Man” (Top 10 nos USA e Inglaterra), “I´d Love to Change the World” (Top 10 na Inglaterra e Top 20 nos USA) e o grande hit de Woodstock, “I´m going Home”, que chegou a obter o primeiro lugar de execução nas rádios americanas por 18 semanas entre 1969 e 1970.

Em 1975, cansados dos tours e devido a um desgaste natural de relacionamento, o grupo resolveu desfazer-se. Os seus elementos procuraram os seus próprios caminhos. Inevitavelmente, Alvin Lee usou toda a sua popularidade para desenvolver a sua carreira a solo.

Em 1983, ano em que o Marquee Club completou 25 anos, a banda foi convidada a realizar uma série de shows comemorativos. Novamente os resultados e a aclamação do público foram surpreendentes, porém nem isto foi suficiente para reintegrá-los como grupo novamente.

Em 1988 uma proposta milionária dos produtores de festivais alemães, convenceu os músicos a unirem-se para se apresentarem em 4 festivais. Novamente os resultados foram surpreendentes e o grupo resolveu gravar um disco pela Columbia Records/Chrysalis, “About Time”. O sucesso do disco levou-os a realizar uma tour pelos USA e Europa para uma série limitada de shows.

Em 1994, a banda reuniu-se novamente para as comemorações dos 25 anos do Festival Woodstock , onde gravaram a sua apresentação ao vivo para a coletânea do festival.

Em 1997, comemorando os seus 30 anos de carreira, a banda lança pela Chrysalis um CD comemorativo chamado “Solid rock”, que será lançado durante o seu tour pelo Brasil pela EMI / CRYSALIS. O disco possui uma selecção dos melhores momentos da carreira do grupo além de três faixas inéditas.

A Apanha da Batata

Esta actividade, que envolve amigos e família, acontece duas vezes por ano (em Maio a sementeira e em Agosto/Setembro a colheita).
São poucos os que ainda utilizam os burros ou vacas para rasgar a terra. Agora faz-se com o tractor ou, em terrenos pequenos, à enxada.
Diz-se que as grandes são para comer, as médias para a semente e as pequenas para os animais!

Preparação do Fumeiro Tradicional



Fumeiro é nome genérico dado a carnes geralmente de porco, expostas ao fumo para conservação das mesmas ou para lhes conferir características únicas.
Os presuntos e os enchidos são na sua maioria expostos ao fumo. Outras partes da carne de porco podem também sofrer o mesmo tratamento.
Em diversas zonas de Espanha e em distritos de Portugal como Vila Real (com mais destaque nos concelhos e Vinhais, Chaves e Montalegre), Bragança, Viseu (concelho de Lamego), Guarda e ainda no Alentejo, a indústria de fumeiro (também chamada de fumados) ou a feitura artesanal do mesmo é parte relevante da economia local.
Realizam-se em Portugal diversas feiras do fumeiro, sendo pela sua relevância de assinalar a do concelho de Vinhais, sendo este mesmo conhecido como "Vinhais Capital do Fumeiro".

Neva Em Bragança

Não se assustem, que nós também não, quando a comunicação social, alarmista como sempre, informa que cai neve em Bragança.
A neve, faz parte integrante dos Invernos dos Brigantinos.
Sem a neve...não há Inverno em Bragança.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

O Regresso da Cegonha

Há algum tempo, passados 25 anos de ausência, a cegonha regressou à aldeia de Milhão. De certo que veio de longínquas paragens para matar saudades, devolvendo aos mais idosos os afagos do convívio ameno com esta ave paradisíaca, amiga de mil vidas, companheira dos campos verdes, mensageira da natalidade anunciada.

Os mais novos já não se lembravam do magnífico ninho que a cegonha tinha construído, há muitos anos, no mais alto negrilho do povoado, junto ao ribeiro que ainda então corria, para alegria das lavadeiras e frescura dos campos onde o renovo era prenúncio de fartura e Primavera.

Mas nesse ano, os negrilhos secaram com estranha moléstia e o soberbo negrilho da cegonha tombou numa derrocada medonha, caindo com ele o imponente ninho que durante tantos anos aconchegou esta ave viajante que sempre regressava, majestosa, pelo São Brás.

Durante muitos anos ninguém viu a cegonha que sempre fez parte do património e do imaginário da nossa terra, por isso, na ausência duma árvore digna desta amante das alturas, ergueu-se um poste de ferro e fez-se um ninho artificial. Esperou-se. Mas a cegonha nunca mais vinha da lonjura da sua viagem.
Finalmente, depois desta longa espera, como por milagre, vieram três cegonhas. A Bárbara contou-me que no primeiro dia que chegaram, as cegonhas pintaram a manta, não se entenderam, disputando o ninho tão ambicionado. Mas as cegonhas são muito discretas, não gostam de grandes confusões e duas foram-se embora para outras terras, para outras paragens, para outros ninhos.

No Café da Celeste toda a gente falava na cegonha solitária, sem família, como se dolorosamente afagasse paixões antigas de amores incompreendidos.
Pelo dia, a cegonha voava, num voo lindo de entontar, arranjava o ninho, batia as asas num ritual estranho, fazia longas viagens até aos lameiros trazendo sempre no bico paus e ervas que meticulosamente entrelaçava, construindo uma cesta gigantesca.

Mas, um dia, outra cegonha chegou, não se sabe donde e logo para espanto de toda a aldeia, o casal iniciou um namoro, cheio de rituais, de afagos, cruzando os enormes bicos e fazendo ouvir, na calmaria da aldeia, um grandioso concerto de castanholas.

Já tarde velha, o casal de namorados, regressou com o último pau para o ninho, de novo se ouviram as castanholas, para de seguida, numa dança etérea, acasalarem, num testemunho que a vida é sempre possível, mesmo nas terras desertificadas do Nordeste transmontano.
Este quadro foi ímpar e quase me apeteceu ajoelhar junto da grande Catedral da natureza onde a Páscoa acontece, imponente, no momento rigorosamente certo.

Por isso, tínhamos que falar do regresso da cegonha, foi um momento único, desejado, que nos devolveu a esperança numa aldeia, que como a grande maioria das aldeias do Nordeste, está em ruínas, sucumbindo com a partidas dos donos, ficando só as memórias das casas a regurgitar de gente na azáfama da lavoura.
A cegonha regressou como um milagre da Páscoa para nos devolver o cântico novo da Aleluia e para nos dizer que a terra dos nossos Pais tem que renascer das suas ruínas, pois as memórias do passado são sagradas e os vindouros vão-nos pedir contas das nossas obras, ou omissões.

As nossas aldeias têm paisagens únicas, têm rios antiquíssimos, limpos e cheios de peixes, os nossos montes austeros são ecossistemas perfeitos onde o homem sempre coabitou com as outras espécies vivas. As nossas aldeias têm monumentos, moinhos, pombais, capelas, casas, casebres, pontes romanas, castros, histórias, contas, lendas, folclore, religiões, mitos, magias, bruxas, fadas, mouras encantadas, tesouros secretos, fontes ferradas com água quente no Inverno e fresca no Verão. As nossas aldeias têm presunto, pão, batatas, vinho tinto, aguardente, vitela, cabrito, leite, queijo, mel, alheiras, salpicões, azeite, laranjas, maçãs, peras e sobretudo homens que antes preferem quebrar que torcer.

Por isso, esta terra, se não é o paraíso, está perto do paraíso e os paraísos têm que se preservar, para quando a vida terminar no rebuliço das grandes cidades, os homens destruidores da natureza, possam finalmente regressar a casa no voo ameno da próxima cegonha.
(Por: Fernando Calado)

INCLUSÃO SOCIAL

Inclusão social é um conjunto de meios e ações que combatem a exclusão aos benefícios da vida em sociedade, provocada pela diferença de classe social, origem geográfica, educação, idade, existência de deficiência ou preconceitos raciais. ...

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

OMO Lava Mais Branco

O detergente OMO é uma marca de origem inglesa, da empresa multinacional Unilever.

A designação OMO refere-se à expressão inglesa “Old mother owl”, a velha mãe coruja, numa alusão à sabedoria e dedicação maternal.

O detergente OMO foi introduzido em Portugal na década de 60.
O detergente OMO, a partir dos anos 70 fazia parte dos produtos de tratamento da roupa de todas as famílias. Antes, o produto principal era o sabão e a lixívia e muita força a esfregar na áspera pedra de granito do lavadouro das aldeias ou nas pedras à beira dos rios e ribeiras.

Só Uma Mãe Saberia

Um dia a minha mãe saiu e deixou o meu pai a tomar conta de mim.

Eu tinha uns dois anos e meio. Alguém me tinha dado um jogo de chá de presente e era um dos meus brinquedos favoritos.

O meu pai estava na sala a ver as noticias na TV, quando eu lhe trouxe uma chávena de chá, que na realidade era apenas água. Após várias chavenas de chá, eu continuava a receber elogios entusiasmados do meu pai a cada chávena servida. A minha mãe chegou.

O meu pai disse-lhe para se sentar na sala para me ver a trazer a chavena de chá, porque era a coisa mais fofa do mundo! A minha mãe esperou, e então, lá vinha eu pelo corredor com uma chávena de chá para o meu pai. A minha mãe viu-o beber o chá todo.

Então a minha mãe disse ao meu pai (apenas uma mãe saberia);

- Passou-te pela cabeça que o único lugar onde ela alcança água é na sanita?

Os pais não pensam da mesma maneira que as mães.....

Boquinha d'Anjo...

Numa viagem de comboio ia um velhinho sentado e, à sua frente, encontrava-se um casal de namorados na brincadeira.
O rapaz apertava o nariz da namorada, e perguntava:
- Dói amorzinho?
- Dói sim.
- Respondeu ela.
Então ele deu um beijo no nariz da rapariga e perguntou:
- E agora?
- Agora já passou.
Passados alguns instantes ele apertou a bochecha da rapariga e perguntou:
- Dói?
- Dói sim.
Então ele deu-lhe um beijo na bochecha e perguntou:
- E agora?
- Agora já passou.
E continuaram naquela vida até que o velho que ia a frente deles já cansado daquilo, diz:
- Ouve lá, ó boquinha de anjo... curas hemorróidas?

ANTI-POPOTA, LEOPOLDINA E ARREDONDAMENTOS!!!

É extraordinário como é fácil fazer grande caridade com o dinheiro dos outros!!! Pedem-nos "apenas" dois euros e fazem-nos o favor de doar um para a caridade. Claro que quem aparece a doar no final vários milhares são os donos dos grandes armazéns ... com o nosso dinheiro!!
Reparem no que diz o site de um desses supermercados: "Nestes últimos três anos conseguimos angariar (...) um montante superior a um milhão de euros, " .... Extraordinário realmente, sobretudo se pensarmos que esse milhão de euros foi automaticamente deduzido dos impostos dessa empresa .... como se fosse dinheiro deles e não nosso.Se querem dar para caridade dêm directamente!


Não dêem aos Modelos, Continentes, e Wortens! Eles têm obrigação e responsabilidade social a cumprir!Exijam!

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Somos os Melhores

Ao menos num capítulo ninguém nos bate, seja na Europa, nas Américas ou na Oceânia: nas políticas sociais de integração e valorização dos reformados. Nos últimos tempos, quase não passa dia sem que haja notícias animadoras a este respeito. E nós que não sabíamos!

Ora vejamos:

* O nosso Presidente da República é um reformado;

* o nosso candidato a Presidente da República é um reformado;

* o nosso ministro das Finanças é um reformado;

* o nosso anterior ministro das Finanças já era um reformado;

* o ex-Ministro das Finanças Ernâni Lopes que propõe que se cortem os vencimentos  dos Funcionários Públicos em 25 % é Reformado da CGD desde os 47 anos de idade!

* o ex- ministro das Obras Públicas é um reformado;

* gestores activíssimos como o ex-ministro Mira Amaral são reformados;

* o novo presidente da Galp, Murteira Nabo, é um reformado;

* entre os autarcas são, "centenas, se não milhares" de reformados - garantiu-o o presidente da ANMP

* o presidente do Governo Regional da Madeira é um reformado .

E assim por diante...

E A JUVENTUDE QUE SE FO..(fecunde)...para não dizer asneiras.
Digam lá qual é o país da Europa que dá tanto e tão bom emprego a reformados?

'Um povo imbecilizado e resignado, humilde e macambúzio, fatalista e sonâmbulo, burro de carga, besta de nora, aguentando pauladas, sacos de vergonhas, feixes de misérias, sem uma rebelião, um mostrar de dentes, a energia dum coice, pois que nem já com as orelhas é capaz de sacudir as moscas...'

Não desista: Esfole-se a trabalhar!

MILHARES DE PESSOAS que vivem do Rendimento Social de Inserção, sem trabalho e sem vontade, sem pagar IRS, IRC ou descontar para a Segurança Social, sem aturar chefes nem patrões e sem horas de levantar DEPENDEM DE SI!

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Diálogo Entre o Contribuinte e o Estado

Contribuinte – Gostava de comprar um carro.
Estado – Muito bem. Faça o favor de escolher.
Contribuinte – Já escolhi tenho que pagar alguma coisa?
Estado – Sim. De acordo com o valor do carro (IVA)
Contribuinte – Ah. Só isso.
Estado – e uma “coisinha” para o por a circular (selo)
Contribuinte – Ah!
Estado – e mais uma coisinha na gasolina necessária para que o carro efectivamente circule (ISP)
Contribuinte – mas sem gasolina eu não circulo.
Estado – Eu sei.
Contribuinte – mas eu já pago para circular.
Estado – claro.
Contribuinte – então vai cobrar-me pelo valor da gasolina?
Estado – também. mas isso é o IVA. o ISP é outra coisa diferente.
Contribuinte - diferente?
Estado - muito. o ISP é porque a gasolina existe.
Contribuinte - porque existe?
Estado - há muitos milhões de anos os dinossauros e o carvão fizeram petroleo. e você paga.
Contribuinte – só isso?
Estado – Só. Mas não julgue que pode deixar o carro assim como quer.
Contribuinte – como assim?
Estado – Tem que pagar para o estacionar.
Contribuinte – para o estacionar?
Estado – Exacto.
Contribuinte – Portanto pago para andar e pago para estar parado?
Estado – Não. Se quiser mesmo andar com o carro precisa de pagar seguro.
Contribuinte – Então pago para circular, pago para conseguir circular e pago por estar parado.
Estado – Sim. Nós não estamos aqui para enganar ninguém. O carro é novo?
Contribuinte – Novo?
Estado – é que se não for novo tem que pagar para vermos se ele está em condições de andar por aí.
Contribuinte – Pago para você ver se pode cobrar?
Estado – Claro. Acha que isso é de borla? Só há mais uma coisinha…
Contribuinte – Mais uma coisinha?
Estado – Para circular em auto-estradas
Contribuinte – mas eu já pago imposto de circulação.
Estado – mas esta é uma circulação diferente.
Contribuinte – Diferente?
Estado – Sim. Muito diferente. É só para quem quiser.
Contribuinte – Só mais isso?
Estado – Sim. Só mais isso.
Contribuinte – E acabou?
Estado – Sim. Depois de pagar os 25 euros acabou.
Contribuinte – Quais 25 euros?
Estado – Os 25 euros que custa pagar para andar nas auto-estradas.
Contribuinte – Mas não disse que as auto-estradas eram só para quem quisesse?
Estado – Sim. Mas todos pagam os 25 euros.
Contribuinte – Quais 25 euros?
Estado – Os 25 euros é quanto custa.
Contribuinte – custa o quê?
Estado – Pagar.
Contribuinte – custa pagar?
Estado – sim. Pagar custa 25 euros.
Contribuinte – Pagar custa 25 euros?
Estado – Sim. Paga 25 euros para pagar.
Contribuinte – Mas eu não vou circular nas auto-estradas.
Estado – Imagine que um dia quer…tem que pagar
Contribuinte – tenho que pagar para pagar porque um dia posso querer?
Estado – Exactamente. Você paga para pagar o que um dia pode querer.
Contribuinte – E se eu não quiser?
Estado – Paga multa.

domingo, 28 de novembro de 2010

Conto de Natal

Como se aproxima a época, aqui fica um Conto de Natal, com a minha BD preferida, dividido em três partes.
PARTE 1
PARTE 2
PARTE 3

HELP - Floresta Amazónica

A Floresta Amazônica é uma floresta tropical situada na região norte da América do Sul. Ocupa territórios do Brasil, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Guiana, Suriname e Guiana Francesa.
É a floresta equatorial que ocupa a maior extensão do território amazônico. É uma das três grandes florestas tropicais do mundo. É a maior floresta tropical do mundo, enquanto perde em tamanho para a Taiga Siberiana que é uma floresta de coníferas, árvores em forma de cones, os pinheiros.
A floresta Amazônica possui a aparência, vista de cima, de uma camada contínua de copas largas, situadas a aproximadamente 30 metros acima do solo..
A maior parte de seus cinco milhões de km²,ou 42% do território brasileiro, é composta por uma floresta que nunca se alaga, numa planície de 130 a 200 metros de altitude, formada por sedimentos do lago Belterra, que ocupou a bacia Amazônica entre 1,8 milhões e 25 mil anos atrás. Ao tempo em que os Andes se erguiam, os rios cavaram o seu leito, o que originou os três tipos de floresta da Amazônia. As duas últimas formam a Amazônia brasileira:
Um dos principais problemas é o desmatamento ilegal. Madereiras instalam-se na região para cortar e vender troncos de árvores nobres. Há também fazendeiros que provocam queimadas na floresta para ampliação de áreas de cultivo (principalmente de soja). Estes dois problemas preocupam cientistas e ambientalistas do mundo, pois em pouco tempo, podem provocar um desequilíbrio no ecossistema da região, colocando em risco a floresta.
Outro problema é a biopirataria na floresta amazônica. Cientistas estrangeiros entram na floresta, sem autorização de autoridades brasileiras, para obterem amostras de plantas ou espécies animais. Levam-as para os seus países, pesquisam e desenvolvem substâncias, registrando a patente e depois lucram com isso. O grande problema é que o Brasil teria que pagar, futuramente, para utilizar substâncias cujas matérias-primas são originárias do seu território.
Com a descoberta de ouro na região (principalmente no estado do Pará), muitos rios estão a ser contaminados. Os garimpeiros usam mercúrio no garimpo, substância que está a contaminar os rios e peixes da região. Os Índios que habitam a floresta amazônica também sofrem com a extracção do ouro na região, pois a água dos rios e os peixes são importantes para a sobrevivência das tribos.

Planta

Durante a década de 80 a margarina Planta, foi uma pioneira nas provas de rua em Portugal. Éramos bombardeados, com anúncios na televisão de donas de casa, a comer fatias de pão barradas com Planta, a dizerem "Sou, uma lambona!!".  E faziam filas para comer o pãozinho com Planta...

sábado, 27 de novembro de 2010

Gandas Oportunidades

Se tem mais de 18 anos e ainda não completou o 12º ano, dirija-se a um Centro Gandas Oportunidades e estabeleça uma meta para a sua qualificação...