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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

sexta-feira, 28 de julho de 2023

🎉𝗙𝗲𝘀𝘁𝗮 𝗩𝗲𝗿𝗮̃𝗼 𝗕𝗿𝗮𝗴𝗮𝗻𝗰̧𝗮 - 𝗩𝗶𝘃𝗲𝗿 𝗮 𝗖𝗶𝗱𝗮𝗱𝗲

Lagos do Sabor merecem valorização turística

 O secretário de Estado do Turismo, Nuno Fazenda, disse hoje que os recursos turísticos dos “Lagos do Sabor”, no Nordeste Transmontano, merecem ser valorizados, dadas as suas características específicas para integrar o Roteiro + Interior Turismo.


“A região dos Lagos Sabor [no Baixo Sabor] é única e merece ser projetada. Aquilo que é único deve ser promovido, passando assim por uma aposta da nossa linha estratégica para o turismo: sustentabilidade e autenticidade”, disse o governante após uma visita aos murais a fresco que foram restaurados na Igreja Matriz de Valverde, e Alfândega da Fé, no distrito de Bragança.

O governante fez um périplo pelo território do Baixo Sabor, onde foi conhecer de perto a rota de pinturas murais, que remontam aos séculos XVI e XVII, que vai abranger quatro concelhos deste território incluindo 23 igrejas e capelas, e os projetos para os “Lagos do Sabor” com valor global de 900 mil euros.

O projeto "História a Fresco - Rota da Pintura Mural” vai incidir nos concelhos de Torre de Moncorvo, Alfândega da Fé, Mogadouro e Macedo de Cavaleiros, no distrito de Bragança, onde os especialistas têm colocados a descoberto, após a remoção da talha dos altares, “importantes exemplares desta arte”.

O projeto "Lagos do Sabor" prevê ainda a criação de um "Eco-Resort" flutuante, com unidades de alojamento e capacidade de navegação nos lagos e pontos de ancoragem em forma de flor de amendoeira com pequenas piscinas centrais ou estações náuticas.

A isto, somam-se praias fluviais e ancoradouros, abrangendo os quatro municípios numa única gestão ao longo dos 70 quilómetros das margens de lagos.

A Linha + Interior Turismo, com uma dotação de 20 milhões de euros, prevê um apoio até 70% a fundo perdido da despesa elegível, até um máximo de 400 mil euros por projeto.

“Estamos a explicar os apoios disponíveis para empresas e para as intuições e autarquias, no âmbito destas medidas englobadas no Roteiro + Interior Turismo num território que é uma Bio-Região e também é classificado pela Unesco ”, vincou Nuno Fazenda.

Segundo o secretário de Estado do Turismo, Comércio e Serviços, o interior do país pode e deve ser um fator “de inspiração e transformação do próprio turismo nacional”.

Por seu lado, o presidente da Associação de municípios do Baixo Sabor disse esperar que a linha de apoio que agora está a ser anunciada pelo Governo possa complementar e reforçar o investimento neste este território que abrange quatro concelhos do Nordeste Transmontano.

“Estamos a preparar candidaturas ao programa Roteiro + Interior Turismo destinadas à promoção do turismo natureza ou para um plano de divulgação, comunicação e desenvolvimento dos projetos destinados aos ‘Lagos do Sabor’”, indicou o também presidente da câmara de Alfândega da Fé

A iniciativa Agenda Turismo para o Interior integra um pacote de medidas que o Governo apresentou em maio, na cidade da Covilhã, no valor de 200 milhões de euros e prevê um apoio até 70% a fundo perdido da despesa elegível, até um máximo de 400 mil euros por projeto.

FYP // MSP
Lusa/fim

Serra de Bornes recebe prova oficial de parapente de amanhã até domingo

 As provas oficiais de voo livre regressam de amanhã até domingo à Serra de Bornes, em Macedo de Cavaleiros, após terem sido adiadas em junho devido às condições meteorológicas.


Luís Orlando Neves, do BôAr Parapente Clube, que integra a organização, juntamente com a Federação Portuguesa de Voo Livre e a Câmara Municipal de Macedo, garante que está tudo a postos para dar início à prova, que conta para o ranking nacional e internacional de pilotos:

“Está tudo prontíssimo.

Nós já tivemos a prova agendada para junho mas, infelizmente, as condições meteorológicas não nos permitiram ter bons dias de voo e, neste momento, estamos preparadíssimos para receber todos os pilotos, todas as famílias e todos os visitantes que queiram vir assistir a esta grande festa do voo livre em Macedo de Cavaleiros.”

As provas oficiais já não aconteciam em Macedo de Cavaleiros há mais de uma década.

Ao que tudo indica as condições vão estar favoráveis à prática do voo, no entanto, houve um decréscimo de inscrições, em comparação às que estavam previstas em junho, revela Luís Orlando Neves:

“A tradição do voo livre nunca se perdeu no nosso concelho, esteve apenas mais adormecida a nível de competições nacionais e internacionais. Mas felizmente este ano conseguimos reunir todas as condições para realizar esta prova da Liga Nacional Parapente.

Prevemos que sejam três bons dias de voo. Neste momento as condições meteorológicas são bastante favoráveis, tanto para sexta-feira, como para sábado e para domingo.

Perdemos aqui algumas das inscrições, mas compensamos com outras e contamos com cerca de 50 pilotos. Baixou ligeiramente, mas ainda assim é um número bastante satisfatório.”

As descolagens estão apontadas para a hora do almoço:

“Vai haver, juntamente com os nossos pilotos, um briefing durante a manhã, ainda na nossa sede, no Estado Municipal de Macedo de Cavaleiros, e depois subimos para a descolagem, por volta das 11 horas.

A competição acontece ali à volta da hora do almoço, diria que entre as 12h30 e as 14h. Quem quiser assistir à descolagem dos pilotos de competição e àquele espetáculo, com todos os pilotos a subir na primeira e segunda térmica, deverá estar lá em cima na descolagem por volta dessa hora. Nós vamos ter lá pilotos parados e preparados para realizar voos duplos, para quem quiser experimentar a sensação de voar.”

O concelho de Macedo de Cavaleiros, que no passado já teve uma forte tradição nas provas oficiais de voo livre, volta a recebê-las de sexta-feira a domingo.

Escrito por ONDA LIVRE

Burlas através do telemóvel começam a ser recorrentes na região

 António Gonçalves, de Bragança, foi uma das pessoas que se deixou enganar através do Whatsapp, uma aplicação que permite mandar mensagens e fazer chamadas


Tudo começou quando diz ter recebido uma mensagem supostamente do filho que lhe dizia que tinha um número novo, porque o telemóvel dele estava a arranjar. António não desconfiou. No dia seguinte as mensagens continuaram. “Manda-me uma mensagem, novamente, em que dizia ‘Pai, preciso de um grande favor teu. Se estiveres disponível, preciso de fazer um pagamento urgente só que para fazer esse pagamento preciso das password’s que tenho no meu telemóvel que está a reparar. Podes-me ajudar?’. E eu disse ‘Posso’. De seguida recebo outra mensagem ‘Olha, precisava que fizesses uma transferência ou um pagamento para esta entidade e referência’. Quando me disse entidade e referência fiquei convencido que o meu filho precisaria de ajuda. E aí deixei de raciocinar com pessoa normal e raciocinei como pai”.

E foi aí que baixou a guarda e pôr de parte a hipótese de que pudesse estar a ser enganado. Embora tenha tentado falar com o filho por chamada, não conseguiu, mas as mensagens continuaram. “Tentei ligar para esse número que ele me tinha dado com alternativa e a resposta do lado de lá era um ruído muito estranho, o que me levou a pensar que o telemóvel com que ele estava que estava avariado também. Entretanto, como ainda era cedo, tentei ligar para o número antigo do meu filho. Tocou mas ele não atendeu e eu fiquei muito mais preocupado. Entretanto recebo nova mensagem a dizer ‘Então pai, vais-me ajudar ou não? Pode pagar através de entidade e referência e manda-me o comprovativo de pagamento’. Fui fazer o pagamento e mandei-lhe o comprovativo”.

Tinha acabado de ser burlado em quase mil euros. Mas quando percebeu, já era tarde demais. “Passado dez minutos cai novamente na minha realidade. Cai-me nova mensagem. ‘Pai, estou extremamente preocupado e aflito. Caiu-me no meu email uma nova mensagem a dizer que preciso de mais 963 euros. Podes-me ajudar?’. Fiquei preocupado e achei que algo não estava bem. Chego a casa e contei à minha mulher e ela disse que tinha acabado de falar com ele e ele não lhe dissera nada. Então disse-lhe ‘Se estiveste a falar com o Tó e ele não te disse nada… a partir deste momento, fomos burlados em 993 euros”.

Este tipo de burla por whatsapp, em que alguém se faz passar por um familiar dizendo que precisa de dinheiro já é bastante recorrente e já várias pessoas foram enganadas. António Gonçalves já apresentou queixa na PSP de Bragança, mas tem poucas esperanças de conseguir reaver o dinheiro.

Escrito por Brigantia
Foto: Kriaction
Jornalista: Ângela Pais

IPB implementa projecto de aproveitamento de águas pluviais

 Com o tempo cada vez mais seco, ano após anos, e com a água a ser também cada vez mais escassa, começam a pôr-se em prática soluções para evitar o desperdício de água potável


É isso que está a fazer o Politécnico de Bragança. Através da instalação de um sistema, numa das residências de estudantes, será armazenada chuva, que depois pode ser utilizada, por exemplo para regas, explica a coordenadora do projecto, Flora Silva. “Foi instalado um sistema de aproveitamento de águas pluviais, portanto, foi adaptada a rede predial de drenagem de águas pluviais, inicialmente, depois foi canalizada para esse reservatório e depois foi também adaptada a rede de abastecimento de água, com duas torneiras de jardim, que servirão para apoio de lavagem de pavimento e rega de jardim”.

O projecto Inovação IPB HydroSAAP começou a ser implementado este mês e vai estar em vigor até ao final do ano. Durante este período vão ser feitas análises à água para perceber se é viável a sua utilização. “Vamos avaliar todo o desempenho do sistema mas também a qualidade da água da chuva captada, em função do tipo de cobertura, condições climáticas locais e armazenamento do reservatório. Para além disso será um projecto conjugado com a prática educacional”.

O objectivo é reduzir o desperdício de água e levar a que o sistema seja implementado noutros edifícios ou até em negócios industriais e agrícolas. “Usar de forma eficiente a água. Acaba por ser um centro de demonstração. Isto depois pode ser extrapolado para outros edifícios, para outros usos não potáveis”.

Um Sistema de Aproveitamento de Águas Pluviais está agora instalado numa das residências do IPB para melhorar a gestão do consumo de água. O projecto é financiado pelo Plano de Recuperação e Resiliência.

Escrito por Brigantia
Jornalista: Ângela Pais

X Encontro Equestre em Grijó

 Decorre este fim-de-semana o X Encontro Equestre em Grijó. Um evento que vai contar com provas de perícia, provas de obstáculos, passeios, entre outras atividades.
Se é amante dos equinos ou tem interesse neste mundo apaixonante, não pode perder esta a oportunidade de participar neste evento.

quinta-feira, 27 de julho de 2023

Aonde é qu´isto Irá Parar?!

Por: António Pires 
(colaborador do "Memórias...e outras coisas...")
 
Nos dias que correm, é cada vez mais arriscado emitir e publicar certas opiniões. Vivemos permanentemente sob a ameaça da ditadura da palavra e do pensamento. A primeira, que serve a segunda, é preciso ser usada com pinças, porque se corre sempre o risco do escrutínio implacável e ditatorial dos activismos fundamentalistas.
Para me salvaguardar dos ataques mesquinhos e patéticos de certos tipos, vejo-me obrigado a fazer, mais uma vez, uma declaração de interesse, que não é mais do que a genuína expressão do valor do Ser – Humano:  abomino qualquer tipo de racismo ou xenofobia, seja expresso ou velado, por entender serem dois sentimentos abjectos. Sou adepto incondicional do princípio humanista do “ tutti Fratelli”
Vamos então aos factos que motivaram este meu arrazoado.
Na segunda – feira passada, no período da hora do almoço, fui tomar café ao meu “tasco” habitual, o Goal Keeper. Não me demorei lá muito tempo, porque a segunda parte laboral reclamava a minha presença.  Saí, atravessei a rua e, mesmo em frente à loja Lion Porshes, no passeio da rua Almirante Reis (partilhado, no momento, por um casal de idosos e mais um familiar) passa um galafato de bicicleta, em sentido descendente, imprimindo uma velocidade nada aconselhável. Um comportamento que, obviamente (estava em causa a minha integridade física), motivou um ralhete, num registo paternal, ao ciclista.
De forma educada, pondo-lhe a mão no ombro, como forma de dizer que estava ali com a melhor das intenções, para conversar, o moço, que falava português com sotaque do país do carnaval, teve a primeira abordagem:
 - Tire a mão de cima de mim, que eu ouço bem!
Com a paciência que me é reconhecida, acatei a exigência do rapaz, e tentei explicar-lhe que, além de ser proibido circular no passeio (permitido apenas a crianças até aos 10 anos de idade), era perigoso tanto para ele como para os peões.
À espera da contra – argumentação, o sujeito saca do telemóvel do bolso (pensando que iria fazer prova documental de que eu estava errado) e, em tom de gozo e descarada provocação, o indivíduo, do alto da sua arrogância, sai-se com esta - como se estivesse a declamar um poema -, olhando para o ecrã do seu ifone:
- 24 de Julho. Segunda  - feira. 13H45. Dia lindo. Sol radiante. 
Acaba a “leitura” e conclui:
-  Cara, sai fora! Vai chingar outro!
Estupefacto, e pensando nas consequências que derivariam duma possível reacção, como, naquelas circunstâncias, se “impunha”, engoli em seco, respirei fundo, contei até dez e virei costas. No momento em que o estava a fazer, o sacanote, já em cima da bicicleta, pronto para seguir viagem, ainda teve a lata de me dizer:
- Vai trabalha! 
Ainda que tenha ficado como quem seba e não mata, mal podia acreditar, fiz precisamente o que o meu interlocutor me “ordenou”: fui trabalhar, mas revoltado, por saber que os meus impostos pagam não só a arrogância deste “exemplar”, como a residência estudantil onde está instalado e os demais benefícios concedidos pelo estabelecimento de ensino que ele frequenta.
Fui trabalhar revoltado, porque este sacanote é um ingrato, não respeita as pessoas com a idade para ser pai dele, nem a cidade que o acolhe de coração e braços abertos, de forma hospitaleira, tanto a ele como às demais comunidades estrangeiras que temos acomodado. 
Fui trabalhar revoltado, por pensar que este sacanote, possivelmente, poderá não ser um caso isolado. 
Fui trabalhar revoltado, por saber que a este sananote e a gente da sua estirpe se estão nas tintas para as nossas regras, não as aceitam, subvertendo-as, escudados no irresponsável e desafiador “no passa nada!”.
Fui trabalhar revoltado, por pensar que qualquer dia me poderão dizer “vai-te embora!”, “sai do teu país!”
Até isso não acontecer, não irei adoptar a postura hipócrita do “deixa lá isso!”. Inconformar- me–ei, sempre que beliscarem a minha dignidade.

António Pires


António Pires
, natural de Vale de Frades/S. Joanico, Vimioso. 
Residente em Bragança.
Liceu Nacional de Bragança, FLUP, DRAPN.

Já se ultimam os preparativos para o I Festival do Careto, que acontece de amanhã até domingo em Podence

 O programa contempla várias atividades como um mercadinho, passeios de barco, a experiência “Ser Careto”, gastronomia e animação musical, com a participação de vários artistas de música tradicional, refere António Carneiro, presidente da Associação Grupo dos Caretos de Podence:


“Abrimos no dia 28 com Daniel Cristo, músico de referência a nível nacional, depois temos o Al-Ikorda e um grupo da terra, os Xucalhos, que vão abrir o primeiro dia.

No dia 29 vamos ter Pé na Terra, também de referência a nível nacional e o Bloco do Caos, que é um grupo que vem do Brasil e confirma que o primeiro evento já é internacional.

Por último temos grupos de referência do Nordeste Transmontano, que são os Galandum Galundaina e os Zingarus.”

Embora este não seja um Entrudo de verão, os afamados Caretos de Podence também vão marcar presença. A organização conta com uma grande afluência de pessoas nesta primeira edição:

“Os Caretos de Podence fazem parte da animação no sábado.

Apesar de organizarmos o Entrudo Chocalheiro, este é um evento completamente diferente.

Temos atividades ligadas ao Azibo, passeios de barco, caminhadas e a parte da gastronomia, com as tabernas abertas.

Um evento desta natureza requer muito trabalho, muita logística, é o primeiro e pensamos que possa atrair muita gente aqui ao território.”

A entrada no festival tem um custo e há também bilhete geral, para quem quiser participar durante os três dias:

“Cinco “caretos” de entrada, por dia, com direito a um voucher de dois euros num posto de combustível aqui da região. Para quem quiser vir os três dias o preço é reduzido, são 13 “caretos”.

Temos de arranjar receita para pagar o investimento que é feito e é esse o trabalho que estamos a fazer.

O bilhete pode ser adquirido junto ao local e na Casa do Careto, a partir de quinta-feira.”

O I Festival do Careto é organizado pela Associação Grupo dos Caretos de Podence, pela Junta de Freguesia, Câmara Municipal de Macedo de Cavaleiros e Bombeiros Voluntários macedenses, sendo uma das iniciativas que integra as comemorações do centenário da corporação.

Arranca esta sexta-feira às 10h30, com a abertura do mercadinho.

Escrito por ONDA LIVRE

𝐒𝐞𝐜𝐫𝐞𝐭á𝐫𝐢𝐨 𝐝𝐞 𝐄𝐬𝐭𝐚𝐝𝐨 𝐝𝐨 𝐓𝐮𝐫𝐢𝐬𝐦𝐨 𝐚𝐩𝐫𝐞𝐬𝐞𝐧𝐭𝐨𝐮 𝐥𝐢𝐧𝐡𝐚𝐬 𝐝𝐞 𝐟𝐢𝐧𝐚𝐧𝐜𝐢𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐚𝐥𝐚𝐯𝐚𝐧𝐜𝐚𝐫 𝐨 𝐬𝐞𝐭𝐨𝐫 𝐧𝐚 𝐫𝐞𝐠𝐢ã𝐨

Red Burros regressa a Mogadouro com acrobacia aérea e exibição de aeronaves

 O festival aéreo “Red Burros Fly In” regressa aos céus de Mogadouro no sábado, contado nesta edição com meia centena aeronaves de vários pontos do país e Espanha, acrobacia aérea e saltos em paraquedas, foi hoje divulgado


“Este festival está incluído no cartaz de atividades do município para o verão, sendo uma iniciativa com muita procura. Esta é a segunda edição em que deslocamos, pelo segundo ano consecutivo, o 'Red Burros Fly In' para a zona histórica, para um maior envolvimento de todos os que apreciam o mundo da aviação ligeira”, disse à Lusa a vereadora do Desporto e Cultura, Márcia Barros.

De acordo com a organização do festival que cabe ao município de Mogadouro, o “Red Burros Fly In” é já um festival de dimensão internacional, contando com a presença de várias nacionalidades e ao mesmo tempo atrai fotógrafos e apaixonados pela aviação ligeira, em geral.

“Este ano vamos ter menos pilotos espanhóis presentes devido a eventuais constrangimentos no espaço aéreo, devido ao aproximar da Jornada Mundial da Juventude (JMJ) e as taxas de carbono em vigor”, vincou a vereadora.

Do programa consta o lançamento de paraquedistas (Falcões Negros do Exército), a que se juntam vários tipos de acrobacias aéreas, que estarão a cargo de pilotos como Luís Garção, no seu Extra 330 LT, e Pedro Cunha Pereira aos comandos de um Citabria. Está igualmente prevista uma exposição estática de modelos de aviões de vários modelos e épocas.

A acrobacia de formação tem presença assegurada com os YakStar, onde duas aeronaves executarão manobras a alta velocidade. No final do festival está programada uma formação com todos os aviões de acrobacia “num espetáculo visual único”.

Outra das presenças aguardadas é a Patrulha Fantasma, a única na Península Ibérica a executar manobras com aeronaves “com motores de características dissimilares”.

A organização deste festival, que vai já na sua 12.ª edição, promete ainda a presença da “acrobacia clássica”, com um North American T-6, bem como um Chipmunk Mk20, aviões que fizeram história ao serviço da Força Aérea Portuguesa (FAP).

O "RedBurros Fly-In" terá como ponto de partida o Aeródromo Municipal de Mogadouro (AMM) e as acrobacias centram-se junto ao castelo templário de Mogadouro, envolvendo, assim, toda a comunidade local e visitantes.

 “O "Red Burros FlY In" é um festival inspirado na tradicional feira asinina, que decorre anualmente na aldeia do Azinhoso, localidades onde está instalado o AMM, tendo como objetivo aproximar a comunidade ao mundo da aeronáutica, desde pequenos a graúdos, com o intuito de promover, divulgar e estimular o desenvolvimento da aviação no Nordeste Transmontano na vertente desportiva, comercial, militar, lazer e turismo”, avançou a autarca.

O nome colocado ao festival “Red Burros Fly In é uma mistura de várias tradições e empenho na organização já que “Red “ significa o sangue, alma e empenho dado ao festival" e "a [outra] palavra faz jus a um animal que está na moda e sempre teve ligações à região [o burro]". A primeira edição do evento ocorreu em 2010.

De acordo com a mesma fonte, o evento aeronáutico é gratuito.

Todo o evento será supervisionado e autorizado pela Autoridade Nacional de Aviação Civil (ANAC), GNR e Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

FYP//LIL
Lusa/fim

Foram muitos os Bragançanos que sempre vestiram as “cores” da Cidade e envergaram, com orgulho, a camisola do G.D.B. Um deles foi o Victor Barata.

 Recebe um grande abraço, onde estiveres. Os teus amigos jamais te esquecerão.
Nome: Victor Manuel Barata
Clube: Grupo Desportivo de Bragança
Jogador: 138 409
Época: 71-72 – Senior
Data de emissão: 8 de fevereiro de 1972

Peixes dos rios portugueses em risco de sobrevivência

 Mais de metade das espécies de peixes de água doce existentes em Portugal estão ameaçadas de extinção, seis delas criticamente em perigo, alerta o Livro Vermelho, agora apresentado.


O chamado de “Livro Vermelho dos Peixes Dulciaquícolas e Diádromos” (de água doce e que migram da água doce para a salgada e vice-versa), o trabalho estudou 43 espécies de peixes, sendo 32 residentes e 10 migradores, confirmando-se também a extinção de uma espécie em Portugal, o esturjão.

Segundo os resultados do projeto, que foi coordenado pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, há seis espécies que merecem a maior preocupação por estarem “criticamente em perigo”. Estão neste conjunto a lampreia-do-nabão, a lampreia-do-sado, e o ruivaco-do-oeste. Ao grupo juntam-se três peixes migradores, o salmão-do-atlântico, a truta-marisca e a lampreia-do-rio.

Em perigo estão mais 15 peixes, entre eles o sável, o saramugo ou a boga-portuguesa. Na categoria de vulnerável, o projeto coloca cinco espécies.

Como resultado, 26 das espécies nativas, 60%, estão classificadas numa das três categorias de ameaça da União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN).

O Livro Vermelho agora apresentado segue-se a outro trabalho que foi divulgado há 18 anos.

Pedro Raposo de Almeida, diretor do Centro de Ciências do Mar e do Ambiente (MARE), que participou nestes estudos, disse que o livro é um instrumento para auxiliar a conservação dos peixes migradores e de água doce e alertou que os próximos 10 nos são cruciais na gestão e conservação da natureza no que respeita à parte aquática, porque se corre o risco de extinção de muitas espécies.

Na mesma linha, Filomena Magalhães, coordenadora geral do projeto, na sessão de apresentação do livro salientou “a força dos números”, exemplificando com apenas 19% das espécies com uma classificação que representa pouca preocupação.

E lembrou que há espécies que não foi possível avaliar, que podem estar ameaçadas e em risco de se perderem.

“Falta-nos dados sobre populações, mas a perceção que temos é que o cenário pode ser ainda mais preocupante. Os custos da não ação são demasiados”, disse.

Para ilustrar a gravidade da situação, a responsável lembrou a existência de espécies unicamente em Portugal, o que significa que não existem em mais nenhum lugar do mundo, além de rios em Portugal e que se a espécie se perder significa a sua extinção.

“Nove das espécies de peixes de água doce enfrentam um risco de extinção extremamente ou muito elevado”, dizem os responsáveis, segundo os quais sete dos 17 endemismos da Península Ibérica estão também ameaçados.

Para reverter a situação, Filomena Magalhães, professora da Faculdade de Ciências, defendeu como essenciais medidas como a restauração de habitats, melhorar as condições dos sistemas aquáticos e áreas ribeirinhas, e tentar contrariar intervenções como a captação de água. E monitorizar constantemente a situação.

Estruturas como barragens, poluição de origem doméstica e agroflorestal ou as alterações climáticas são outros perigos para os peixes dos rios portugueses.

Das 43 espécies de peixes de água doce analisadas, apenas oito não estão em risco de extinção.

O projeto de estudo do Livro Vermelho sobre os peixes começou em 2019. Em simultâneo, foi também apresentado o Sistema Nacional de Informação dos Peixes Dulciaquícolas e Migradores, SNIPAD, uma plataforma que tem como objetivo reunir e facilitar o acesso a informação sobre os peixes dos rios portugueses e servir para apoiar a investigação científica e a conservação destas espécies.

HISTÓRIAS E MEMÓRIAS DOS TANQUES COMUNITÁRIOS DE MIRANDELA RETRATADOS EM EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIA NA GALERIA DO MERCADO E NO PRÓPRIO MERCADO MUNICIPAL

 UMA SEMANA DEPOIS, A EXPOSIÇÃO DA AUTORIA DE PAULA PRETO VOLTA A ESTAR PATENTE EM DIA DE FEIRA SEMANAL.


Esta quinta-feira, a Galeria do Mercado e o próprio Espaço do Mercado Municipal, onde decorra a Feira Semanal dos Produtos hortícolas, voltam a servir de palco para uma exposição fotográfica da autoria de Paula Preto, que reflete as histórias e memórias dos tanques comunitários no Concelho de Mirandela.

“Mãe Água, nos tanques lavam-se imagens” é o registo fotográfico que é o resultado de uma candidatura aprovada pela Direção-Geral das Artes, que levou Paula Preto a procurar o concelho de Mirandela à descoberta das histórias e memórias que os tanques acumularam ao longo do tempo, conversando com os habitantes de várias aldeias. “O objetivo principal é refletirmos sobre o que acontece à volta destas estruturas nas aldeias, algumas desabitadas, outras abandonadas, outras ainda habitadas, e o meu objetivo foi procurar os sítios onde as pessoas se encontravam e que, de alguma forma, estão a desaparecer”, refere a fotógrafa e professora para quem o tanque “deixou de ser um lugar de encontro. O tanque era um lugar de encontro entre mulheres, muitas que não poderiam frequentar o café, porque em territórios como estes muitas vezes as mulheres não frequentavam, é um lugar muito masculino, mas era no tanque que elas se encontravam. E hoje, onde é que elas se encontram? Mais hoje onde é que nos encontramos, e mais o que é que estes tanques podem ser, o que é que estas estruturas podem voltar a ser. No fundo reside aí a minha pesquisa e este trabalho, esta partilha, bem como refletir sobre esta ideia de que o encontro em sociedade e em comunidade é essencial e que se cada um fica fechado na sua casa há muita solidão”, acrescenta.

Este registo fotográfico já esteve disponível na passada quinta-feira. Uma semana depois a exposição pode ser visitada na Galeria do Mercado e no próprio Mercado Municipal. Paula Preto diz que a escolha dos locais para a exposição não foi ao acaso. “No meio da fruta, porque parece-me muito importante, nos lugares que a diversidade cultural não acontece, como no Porto ou em Lisboa, que as pessoas deixem de achar estranho uma exposição. Uma galeria é sempre tida como aquele lugar onde se calhar eu vou entrar e não me vou sentir acolhida, ou não me vou sentir bem ou confortável. O facto de apresentar no Mercado e na Galeria do Mercado anula essa ideia de que isto não é para mim ou que não é para eu perceber. E para além disso é uma devolução a todas as pessoas que estão ali na feira”, conclui..

Para Marta Miranda da Galeria do Mercado, este é o tipo de exposições que acabam por ser uma imagem de marca deste espaço cultural criado no Mercado Municipal. “ Tudo começou, quando convidamos a Paula Preto a expor aqui na Galeria no Mercado Municipal que também é um espaço de convívio e de encontros. Após a exposição, falamos na possibilidade de fazer uma candidatura à DG Artes para fazermos o levantamento dos tanques do Conselho de Mirandela. A Paula fez a candidatura, foi aprovada e então começaram as viagens às freguesias, ao levantamento, aos encontros e o que nos deu esta possibilidade de fazer este registo e este momento no Mercado e voltar a falar com as pessoas e pensar um bocadinho o que eram estes momentos, o que foi, quais são as saudades, quais são as perspetivas sobre estes lugares de encontro, que é exatamente o discurso que nós queremos criar em relação ao Mercado Municipal de Mirandela quando aqui nos instalamos”, afirma.

Marta entende ser necessário as pessoas “pensarem neste lugar, que em tempos era um lugar de abastecimento das populações, hoje em dia com tantos hipermercados deixou de ser um lugar de abastecimento, e pensarmos neste espaço privilegiado no centro da cidade, qual é que será o lugar dele ou qual é que poderá ser o futuro dele”, diz. 

Esta quinta-feira a Galeria do Mercado e o Mercado Municipal de Mirandela voltam a ter patente da exposição fotográfica “Mãe Água, nos tanques lavam-se imagens”, da autoria de Paula Preto.

Artigo escrito por Fernando Pires (jornalista)

quarta-feira, 26 de julho de 2023

𝗖𝗮𝘀𝗮 𝗱𝗮 𝗖𝘂𝗹𝘁𝘂𝗿𝗮 𝗠𝗲𝘀𝘁𝗿𝗲 𝗝𝗼𝘀𝗲́ 𝗥𝗼𝗱𝗿𝗶𝗴𝘂𝗲𝘀 𝗮𝗽𝗿𝗲𝘀𝗲𝗻𝘁𝗮 𝗻𝗼𝘃𝗮 𝗲𝘅𝗽𝗼𝘀𝗶𝗰̧𝗮̃𝗼 𝗱𝗲 𝗽𝗶𝗻𝘁𝘂𝗿𝗮 𝗲 𝗲𝘀𝗰𝘂𝗹𝘁𝘂𝗿𝗮

 Saiba mais AQUI.

𝐄𝐦 𝐆𝐫𝐢𝐣ó, 𝐌𝐚𝐜𝐞𝐝𝐨 𝐝𝐞 𝐂𝐚𝐯𝐚𝐥𝐞𝐢𝐫𝐨𝐬, 𝐮𝐦 𝐠𝐫𝐮𝐩𝐨 𝐝𝐞 𝐦𝐮𝐥𝐡𝐞𝐫𝐞𝐬 𝐣𝐮𝐧𝐭𝐨𝐮-𝐬𝐞 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐩𝐚𝐫𝐭𝐢𝐥𝐡𝐚𝐫 𝐬𝐚𝐛𝐞𝐫𝐞𝐬 𝐪𝐮𝐞 𝐧ã𝐨 𝐪𝐮𝐞𝐫𝐞𝐦 𝐪𝐮𝐞 𝐬𝐞 𝐩𝐞𝐫𝐜𝐚𝐦 𝐧𝐨 𝐭𝐞𝐦𝐩𝐨

SÍLVIO SANTOS NO ARRANQUE DAS FESTAS: "É UM CARTAZ REALISTA E RESPONSÁVEL MAS NENHUM MIRANDELENSE SE VAI ENVERGONHAR DAS FESTAS"

 Começaram, esta terça-feira, à noite, as festas da cidade de Mirandela, em honra de Nossa Senhora do Amparo, e logo com um mar de gente para assistir ao espetáculo dos Quinta do Bill em conjunto com a orquestra da Esproarte de Mirandela.


Na cerimónia de abertura das festividades, o Comissário da Comissão Administrativa da Confraria de Nossa Senhora do Amparo, assumiu que a edição 2023 será marcada por uma programação “realista com alguma contenção de custos”, ainda assim, Sílvio Santos garante que “nenhum mirandelense vai ter vergonha da festa” que continua a classificar como o maior evento da região. “Eu prefiro afirmar que as festas vão decorrer com qualidade, que os nossos espetáculos vão ter qualidade, que o nosso fogo de artifício vai ter qualidade. São as festas de Mirandela, não vamos ser nós a menosprezar aquilo que são as festas da cidade. É óbvio que são umas festas realistas, pensadas com sobriedade, com um sentido de responsabilidade muito grande, sobretudo tentando evitar ao máximo colocar em risco qualquer situação futura, porque temos que ser conscientes daquilo que podemos fazer, até onde podemos ir e até onde devemos ir. É a nossa opinião, certamente será a opinião também dos nossos principais parceiros, do município e de todos os outros, mas estamos muito otimistas em relação às festas de 2023”, disse.

Sílvio Santos adianta mesmo que este ano até houve um aumento da procura na parte dos terrados e das diversões, pelo que está confiante no sucesso das festas. “A procura é muito grande e tivemos, inclusive, a determinada altura, de estancar um pouco essa procura por questões de segurança e de organização das festas”, confirmou.

Sílvio Santos é um homem otimista. “Confiante, otimista e satisfeito, muito satisfeito com o trabalho realizado no primeiro semestre do ano e confiante no que resta até dia 6 de agosto”.

Também a presidente do Município está convicta de que Mirandela “vai receber milhares de visitantes” e garante que toda a logística está preparada para os acolher. “Estamos todos com enorme expetativa. Vão ser 15 dias com muita alegria e todos estamos muito motivados para que seja possível muito convívio com as famílias e os amigos que vêm passar estes tempos maravilhosos e estamos todos em consonância, Município, forças de segurança, junta de freguesia, e a confraria empenhados em garantir a segurança de todos”, afirmou Júlia Rodrigues.

A Junta de freguesia de Mirandela tem este ano uma participação mais ativa, dado que, passou a ter a competência da gestão do espaços públicos. O presidente da junta adianta que vão estar alocados às festividades cerca de uma dezena de funcionários. “No apoio às festas, vamos colocar grande parte dos nossos recursos humanos, muitas horas de trabalho de toda a equipa de serviços operacionais para manter o que é a limpeza, e manutenção do espaço público”, explicou Luís Carlos Soares.

Está dado o pontapé de saída das festas de Mirandela, que só vão terminar no dia 6 de agosto

Artigo escrito por Fernando Pires (jornalista)

8 de maio de 1974 - BRAGANÇA

1858 – Nas noites de 15 e 16 de abril, alguns soldados da guarnição militar de Bragança e estudantes, manifestam-se contra a Câmara Municipal, o que leva à demissão do seu Presidente, Manuel José Ribeiro.

Miranda do Douro vai ter hotel que representa investimento de 14 ME

 A presidente da Câmara de Miranda do Douro anunciou hoje que o grupo Vila Galé vai investir 14 milhões de euros na construção de uma unidade hoteleira na cidade, prevendo criar 38 postos de trabalho.

Foto: CM Miranda do Douro

“O projeto passa pela construção, instalação e exploração de uma unidade hoteleira, com equivalência a quatro estrelas, por parte do grupo Vila Galé. Estamos a acompanhar este projeto que ronda os 14 milhões de euros e a criação prevista de 38 postos de trabalho”, disse à Lusa Helena Barril.

De acordo com a autarca do distrito de Bragança, esta unidade hoteleira terá 60 quartos e uma área de construção de 4.500 metros quadrados.

“Trata-se de um investimento estruturante para o concelho de Miranda do Douro que vai dinamizar a economia local. O futuro empreendimento hoteleiro não vai criar mossa com os empresários do ramo que se encontram já a operar neste território. Vamos ter um seguimento de oferta que até aqui não existia”, vincou Helena Barril.

Este futuro empreendimento hoteleiro, na opinião da autarca, poderá atrair um público de segmento médio/alto à cidade e concelho de Miranda do Douro.

Helena Barril acrescentou ainda que a montagem do estaleiro para a construção do hotel terá o seu arranque no final deste ano, havendo um prazo de cerca de dois anos e meio para a conclusão do equipamento turístico.

De acordo com a autarquia de Miranda do Douro, o empreendimento turístico fará parte da gama “Collection” dos hotéis do grupo e será designado por Hotel Vila Galé Mirandum.

O município de Miranda do Douro cedeu, após concurso público dos direitos de superfície e pelo prazo de 60 anos, um terreno com uma área aproximada de 41 mil metros quadrados localizado nas imediações da barragem, em pleno Douro Internacional.

“Houve outras consultas por parte de vários interessados a esta iniciativa de cedência dos direitos de superfície, mas o vencedor foi o grupo hoteleiro Vila Galé”, disse a autarca mirandesa.

Contactado pela Lusa, o grupo Vila Galé confirma que participou num concurso que ainda decorre dentro dos prazos legais.

“Oportunamente, caso a proposta venha a ser aceite, serão comunicados mais detalhes”, indicou fonte do grupo.

FYP // JAP
Lusa/Fim

Festas em Honra de Nossa Senhora da Guia - FOZ DO SABOR