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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira e Rui Rendeiro Sousa.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Matança do porco em Gimonde - Carne para todos os gostos

A tradição ainda é o que era lá para os lados de Gimonde, onde a matança do porco reuniu dezenas de apreciadores.
Eram oito da manhã e a temperatura marcava uns estonteantes cinco graus negativos. A viagem de Bragança a Gimonde foi prolongada pelo gelo que se encontrava dissimulado na estrada. Depois, até à Quinta das Covas, foi um saltinho, apesar das curvas estreitas e sinuosas após se tomar o desvio. A acompanhar a vista, movia-se uma paisagem branqueada pela geada e pelo frio de cortar a respiração.
Alberto Fernandes foi o primeiro a chegar e os restantes convivas começariam a chegar a conta gotas, fazendo-se antever uma manhã bem comprida, até porque o frio gelava até os mais resistentes que, ao chegarem, iam procurando o conforto de duas lareiras que demoravam em brotar calor.
Com cerca de 25 elementos prontos para a matança, o porco não tardou em dar um ar da sua graça. Criado no campo, com cerca de 90 quilos, o animal estava relutante em sair do atrelado, como se adivinhasse o futuro fatídico que lhe estava destinado naquela manhã típica de Inverno transmontano.


in:jornalnordeste.com

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