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SOBRE O BLOGUE: Bragança, o seu Distrito e o Nordeste Transmontano são o mote para este espaço. A Bragança dos nossos Pais, a Nossa Bragança, a dos Nossos Filhos e a dos Nossos Netos..., a Nossa Memória, as Nossas Tertúlias, as Nossas Brincadeiras, os Nossos Anseios, os Nossos Sonhos, as Nossas Realidades... As Saudades aumentam com o passar do tempo e o que não é partilhado, morre só... Traz Outro Amigo Também...
(Henrique Martins)

COLABORADORES LITERÁRIOS

COLABORADORES LITERÁRIOS
COLABORADORES LITERÁRIOS: Paula Freire, Amaro Mendonça, António Carlos Santos, António Torrão, Fernando Calado, Conceição Marques, Humberto Silva, Silvino Potêncio, António Orlando dos Santos, José Mário Leite, Maria dos Reis Gomes, Manuel Eduardo Pires, António Pires, Luís Abel Carvalho, Carlos Pires, Ernesto Rodrigues, César Urbino Rodrigues, João Cameira, Rui Rendeiro Sousa e Jorge Oliveira Novo.
N.B. As opiniões expressas nos artigos de opinião dos Colaboradores do Blogue, apenas vinculam os respetivos autores.

terça-feira, 11 de abril de 2017

Militares começam em breve vigilância florestal para prevenção de incêndios

Começa dentro de dias o serviço de vigilância florestal dos 1380 militares que estão a ser treinados para auxiliar os bombeiros no combate aos fogos florestais. O secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes, explica que o exército e a marinha disponibilizam, este ano, operacionais para os fogos florestais antes de se iniciar a época de incêndios.
Os operacionais vieram receber formação específica para estarem prontos para as tarefas que vão desempenhar.

“Decidiu-se logo que os militares não vinham combater incêndios, vêm tratar da vigilância e rescaldo. A vigilância começa dentro de dias, o exército vai contratualizar com as câmaras municipais interessadas a vigilância do património florestal que entenda eu deve ter uma vigilância extra”, adiantou.

Terminada esta fase, inicia-se a fase Charlie, a mais complexa dos incêndios florestais, que começa no dia 1 de Julho e se estende até 15 de Outubro, que se destina ao combate a incêndios. O grupo de militares treinados, está nessa altura à disposição do comando nacional das operações de socorro apenas para executar tarefas nesta área.

Em Trás-os-Montes e Alto Douro, os militares vão ficar instalados em Chaves e Vila Real, nos quartéis lá existentes. No caso de a sua intervenção ser necessária em zonas onde não existam alojamentos, cabe aos próprios tratar da sua própria acomodação.

A função dos militares será complementar o trabalho dos bombeiros, após o fogo extinto, devem na fase de rescaldo libertar os bombeiros para descanso ou para outras acções de combate às chamas.

Esta é a aposta do poder central e do poder local, para uma resposta mais eficaz aos pedidos de ajuda dos cidadãos na época de incêndios e para rentabilizar o trabalho dos bombeiros e militares. 

Escrito por Brigantia

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